Por níveis de ensino e – atenção – especialidade ou “grupos de recrutamento”.
Acabar com o abusivo e abjecto nivelamento o qual, independentemente do conteúdo funcional, habilitações, conhecimento mobilizado, responsabilidade , esforço e trabalho, toma tudo por igual !! ´
Faz sentido que uma criatura de poucas letras, a guardar 4 nee, 14 ou 20 horas por semana (!) , sem “mainada” (!!) ,tenha um vencimento igual (ou superior ) a um Professor de Português ou Matemática (estes com as responsabilidades que têm, horas e horas corrigindo testes, preparando aulas, etc, incluindo fins de semana ? O mesmo se diga de quem opera com bolas e bolinhas, arcos e arquinhos; de quem entretém meia-dúzia fazendo de catequista (num Estado laico, senhores!!!) ; de quem trabalha com tesouras e cola ou faz tapetes de Arraiolos; e por aí fora.
Como o dinheiro não estica, quem merece subir de escalão marca passo, vendo os ociosos “turistasa sorrir nos escalões cimeiros !! Um insulto aos contribuintes e aos trabalhadores especializados do privado, que trabalhando 40 horas ( não 20) ganham metade ou menos.
Maria faz a formação especializada (e paga as propinas do teu bolso) e vai também “guardar nees”. Faz alguma coisa por ti. Deixa de vomitar ódio e de seres invejosa. A inveja faz cabelos brancos e seca a pele. Ficas velha num instante.
Oh Maria, o teu contributo deveria fazer parte da solução e não do problema. Já agora, há mais disciplinas sujeitas a exame nacional que terão tanto ou mais do que aquelas que são referidas.
Agora, é hora de estarmos em sintonia.
Sou uma das professoras que vou para a aposentação no quarto escalão. Não é por falta de formação, mas sim pelas injustiças.
Tenho duas licenciaturas e um Mestrado em Educação tirado em 2011 na Universidade do Minho.
Ó Maria tanta azia só te faz mal ao fígado.
Ainda está a tempo de tirar uma especialização e assim resolve todos os problemas e até pode chegar mais facilmente so 10.°escalão.
5 comentários
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Carreiras diferenciadas, já!
Por níveis de ensino e – atenção – especialidade ou “grupos de recrutamento”.
Acabar com o abusivo e abjecto nivelamento o qual, independentemente do conteúdo funcional, habilitações, conhecimento mobilizado, responsabilidade , esforço e trabalho, toma tudo por igual !! ´
Faz sentido que uma criatura de poucas letras, a guardar 4 nee, 14 ou 20 horas por semana (!) , sem “mainada” (!!) ,tenha um vencimento igual (ou superior ) a um Professor de Português ou Matemática (estes com as responsabilidades que têm, horas e horas corrigindo testes, preparando aulas, etc, incluindo fins de semana ? O mesmo se diga de quem opera com bolas e bolinhas, arcos e arquinhos; de quem entretém meia-dúzia fazendo de catequista (num Estado laico, senhores!!!) ; de quem trabalha com tesouras e cola ou faz tapetes de Arraiolos; e por aí fora.
Como o dinheiro não estica, quem merece subir de escalão marca passo, vendo os ociosos “turistasa sorrir nos escalões cimeiros !! Um insulto aos contribuintes e aos trabalhadores especializados do privado, que trabalhando 40 horas ( não 20) ganham metade ou menos.
Maria faz a formação especializada (e paga as propinas do teu bolso) e vai também “guardar nees”. Faz alguma coisa por ti. Deixa de vomitar ódio e de seres invejosa. A inveja faz cabelos brancos e seca a pele. Ficas velha num instante.
Oh Maria, o teu contributo deveria fazer parte da solução e não do problema. Já agora, há mais disciplinas sujeitas a exame nacional que terão tanto ou mais do que aquelas que são referidas.
Agora, é hora de estarmos em sintonia.
Sou uma das professoras que vou para a aposentação no quarto escalão. Não é por falta de formação, mas sim pelas injustiças.
Tenho duas licenciaturas e um Mestrado em Educação tirado em 2011 na Universidade do Minho.
Ó Maria tanta azia só te faz mal ao fígado.
Ainda está a tempo de tirar uma especialização e assim resolve todos os problemas e até pode chegar mais facilmente so 10.°escalão.