Notícia da Sábado sobre o movimento de professores (ponho só a 1ª página, para que comprem a revista para ler e não façamos o pecado de ler sem pagar).
COISAS BOAS
Furou-se a barreira comunicacional e isso é ótimo.
Creio que o André Pestana será o primeiro a fugir ao culto de personalidade que os jornalistas, pelo seu gosto novelesco e de contar histórias com picante, estão a tentar criar depois de meses a ignorar o Stop.
Quem esteve em reuniões com ele sabe como isso é irreal.
Não é mau alguma personalização, na dose certa. É até eficaz para passar fora do meio dos professores. E o André tem qualidade como pessoa e na capacidade de falar.
A minha avó diria que gostava de o ouvir, porque fala “chãozinho” (sem arestas).
Ainda há dias ouvi um dirigente sindical nortenho mortiço, a defender o ministro que, por contraponto, fiquei a pensar…. Onde o foram buscar?
No meio de um discurso do André sentimo-nos vivos e não a ser adormecidos.
Do contacto que tive com ele, acho que a última coisa que se lhe poderá atirar à cara é individualismo e falta de espírito coletivo e solidário.
Mas a nossa persona comunicacional não é a nossa personalidade.
O QUE NÃO GOSTEI
Não gostei de ver na peça colegas ligados ao MAS a porem-se em bicos de pés.
Não sou sectário, mas este movimento é apartidário.
Não tenho nada contra estar na mesma luta profissional com pessoas do PSD, CDS, Livre, IL e até MAS, PS e PCP e outros. Até gosto e desejo.
E principalmente de estar ao lado de pessoas sem partido, que sentem confiança para participar, o que é algo que faz imensa falta ao país.
E nem me chateia ouvir, por isso, bocas no meu próprio partido (porque não é pecado ter um).
Mas deve haver moderação na presença comunicacional de pessoas com atividade política ativa.
Porque isto nada tem a ver com os partidos. É política, mas de nível mais elevado.
Renata Camba (cabeça de lista à AR em Lisboa do MAS) é só uma das professoras que está à porta das escolas a fazer protestos. A revista viu mal a coisa na descrição que faz.
É, às tantas, foi falar com quem conhecia doutro âmbito.
Uma das coisas boas dos últimos dias tem sido não falarem só os do costume e falar gente que nunca apareceu (e eu já sou dos “do costume”, para não ser interpretado com malevolência).
Na manifestação isso foi excelente: falaram professores de muitas cores e feitios e isso foi bom.
Podia calar o ponto de vista negativo, em nome da paz geral, mas acho que devemos evitar os riscos dos erros que podemos corrigir.
É há dores de crescimento. Uma delas tem nome. Chama-se entrismo. Mas é fácil de evitar: basta afirmar a natureza real das coisas.
Apartidarismo, que inclui todos os professores, os que têm e não têm partido. É assim que acho que temos de ser como movimento de professores, que se gera nas escolas onde ninguém quer saber da cor de ninguém.
Luís Sottomaior Braga





18 comentários
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Um post onde o Abelhão, ou melhor, o Vespão, dá continuidade às velhas guerras ideológicas, tradicionais na Extrema Esquerda portuguesa. De um lado o BE (partido onde milita o abelhudo), do outro o MAS (partido de Renata Cambra, formado por dissidentes do BE), todos constantemente à porrada uns com os outros, para decidir quem leva o troféu do “Mais Puro Intérprete” da interpretação que do marxismo leninismo fez Leon Trotsky. Revisionista para aqui, revisionista para ali, e outros gritos semelhantes, caraterizam os encontros destas maltas trotskystas, maoistas e estalinistas!
Depois há as formigas….Aqueles que estão de lado a ver quando podem beneficiar da luta dos outros. E que aparecem sem ter esforço de maior na luta que os outros constroem.
Colegas… não esquecer que têm sido as opções políticas dos sucessivos governos (maioridade à esquerda) a colocar o ensino/professores em Portugal no lixo! Os sindicatos politizados de esquerda têm feito “poucochinho”…
Ao mesmo tempo que os escândalos de corrupção, clientelismo e má-fé sucedem-se, apesar do controlo esquerdista da comunicação social, a educação (saúde e justiça) continuam lá… no lixo!
Vejam e decidam: https://youtu.be/H4tFwwfrWj0
Embora tenham escrito ao governo, ainda hesitam em resolver. É realmente impossível.
Renata Camba (cabeça de lista à AR em Lisboa do MAS) é só uma das professoras que está à porta das escolas a fazer protestos. A revista viu mal a coisa na descrição que faz.
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O sentimento geral é de que a luta deve manter seu foco nas questões profissionais e educacionais, e não ser influenciada ou dominada por agendas políticas. A presença de professores de diferentes origens e opiniões é vista como positiva, desde que o movimento continue a ser inclusivo e não partidário.
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“Concordo plenamente com o artigo. A comunicação aberta do André Pestana é refrescante e sem arestas—essa simplicidade faz toda a diferença. A crítica ao ‘entrismo’ partidário é justo, pois corremos o risco de partir um movimento que deveria ser inclusivo. Se queremos uma luta forte, precisa ser sem cores partidárias. “
Interessante reflexão sobre a luta dos professores! É verdade que a política muitas vezes atrapalha. O importante é focar no que realmente importa: a educação dos nossos filhos! Força na luta!
Concordo com a importância do apartidarismo no movimento dos professores. A educação é prioridade, e a luta deve ser unida, sem interferência política desnecessária.
Concordo com a defesa do apartidarismo no movimento dos professores. A luta deve focar na qualidade da educação, não nas disputas políticas.
Concordo que a luta deve ser apartidária, focada nas necessidades reais dos professores. A comunicação direta do André Pestana é um trunfo, mas cuidado com a instrumentalização política. Movimentos unidos, sem cores partidárias, têm mais força. Renata Cambra é uma entre muitas, não a face da causa. Evitemos divisões e mantenhamos o essencial em foco.
Concordo que a luta dos professores deve ser apartidária. Gothic Text Generator O foco deve ser na educação e nas necessidades reais dos professores, não em disputas políticas.