Liberdade…

 

 

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9 comentários

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    • Matilde on 25 de Abril de 2022 at 10:02
    • Responder

    Uma mente verdadeiramente brilhante gerou um Poema genial, a homenagear a Liberdade…

    Salgueiro Maia, onde quer que esteja, também deve estar feliz…

    Viva a Liberdade e os Homens geniais!

    • Democracia? Onde? on 25 de Abril de 2022 at 11:21
    • Responder

    Que liberdade???? Nas últimas duas décadas o 24 de abril regressou, em força, às escolas. Censura, perseguições, ameaças. No lugar onde se formam os cidadãos, NÃO HÁ NADA PARA COMEMORAR.
    https://capasjornais.pt/Capa-Jornal-Publico-dia-12-Agosto-2018-9909.html

    • Valia a pena pensar nisto… on 25 de Abril de 2022 at 11:52
    • Responder

    Acabei de ouvir o discurso do PR, só forças armadas. Motivar, respeitar… Concordo.
    Em relação à educação e aos professores, num momento de profunda crise, NEM UMA PALAVRA. A educação e um povo instruído é pouco importante para esta gente. Preciso é um aparelho de guerra forte.
    Uma vergonha, estes “putinhos” disfarçados.

    • Rui Filipe on 25 de Abril de 2022 at 13:16
    • Responder

    25 DE ABRIL . SEMPRE

    FASCISMO NUNCA MAIS

    • Maria de Jesus Simão on 25 de Abril de 2022 at 14:04
    • Responder

    Pessoa, é o Fernando Pessoa, um Visionário, foi pena a morte o ter levado prematuramente.

  1. Jesus Cristo eu estou aqui !!!

    • Maria Pena on 25 de Abril de 2022 at 17:23
    • Responder

    Em 1974, no dia 25 de abril
    solenizou-se a liberdade e o sonho,
    com hinos nos lábios,
    com alegria na alma e
    com esperança no coração
    Com o País acessível à verdade,
    às oportunidades e à confiança.
    Foi dia de vencer, de lágrimas,
    de adeus às armas, de proteger e acolher.
    De um sorriso com riso para uma certeza.
    As prisões e as torturas
    desejavam-se semotos da memória
    fortaleciam-se os desejos e ensejos
    de uma Pátria nova, Renascida,
    de uma Pátria nova Portuguesa!
    Porém,
    o tempo passou,
    e um cravo vermelho, só e abandonado,
    ficou no caminho caído, derrubado.
    As desilusões esmagaram-no, espezinharam-no…
    e o Homem Novo ignorou-o, desprezou-o
    acreditando ser vinho entornado, estragado…
    E hoje,
    é lembrado com oferendas e discursos de conquista
    esse dia que ninguém deveria esquecer e desconhecer
    Mas há novos pés, na calada, no sigilo, a pisarem
    aquele cravo de sangue glorificado de conquista
    que no apogeu da celebração alguém perdeu!
    No futuro,
    uma criança,
    pulando, saltando na berma do trilho,
    encontrará o cravo,
    que à Revolução foi tirado, foi cortado.
    Ao eclodir de um princípio, de um recomeço
    em bravura e valor, plantá-lo-á perpetuamente,
    para que a prometimento não faleça.
    E acreditando nas razões do povo,
    na sua legitimidade, na sua agonia,
    estará a plantar, sem o saber,
    a mais sorridente determinação da Saudade,
    O mais poderoso cântico de amor.

      • Luís Teixeira on 21 de Abril de 2024 at 16:01
      • Responder

      Interessante adaptação do original. Pena que tal informação não conste…
      Aqui fica o poema:

      O Cravo

      A 25 de Abril de 1974
      festejou-se a liberdade e o sonho
      com hinos nos lábios,
      com votos renovados de esperança.
      O País aberto à verdade
      e os braços estendidos aos Heróis,
      às promessas e à confiança.
      Foi dia de luta, de lágrimas,
      de adeus às armas, de acolhimento,
      de um sorriso para uma certeza.
      As prisões e as torturas
      queriam-se longe da lembrança.
      Agora reforçavam-se os desejos
      de uma Pátria nova Renascida,
      de uma Pátria nova Portuguesa!

      Porém,
      o tempo passou
      e um cravo rubro, solitário,
      ficou na estrada tombado…
      As desilusões esmagaram-no
      e o Homem Novo ignorou-o,
      tomando-o por vinho entornado.

      E hoje,
      é recordado com brindes e discursos de glória
      esse dia que ninguém esqueceu.
      Mas há novos pés, no silêncio, a pisarem
      aquele cravo de sangue exaltado e vitória
      que, no auge da festa, alguém perdeu.

      No futuro,
      uma criança,
      brincando na areia da estrada,
      encontrará o cravo
      que à Revolução foi ceifado.
      Ao romper de uma aurora,
      com vigor, plantá-lo-á de novo,
      para que a fé não se apague.
      E, crente nas razões do povo,
      na sua justiça e na sua dor,
      estará a plantar, sem o saber,
      a mais doce força da Saudade,
      o mais intenso poema de Amor.

      Autoria: Helena de Sousa Freitas
      Livro: “25 de Abril – 30 Anos, 30 Poemas”
      Edição: CMS, 2004

  2. Your thoughts on the poem are really interesting, it’s what makes the poem stand out

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