Após 3 dias de votação na sondagem para as eleições legislativas 2022 apresentam-se aqui os resultados.
Votaram 3052 pessoas, com bloqueio da votação por IP e Cookie.
Com mais intenções de voto ficou o PPD/PSD com 987 votos, representando 32,39%, seguindo-se PS com 499 votos (16,38%), estando o Bloco de Esquerda muito próximo do PS com 492 votos (16,15%).
O 4.º partido com mais intenções de voto é o CHEGA com 238 votos (7,81%).
Em 5.º lugar ficou a CDU com 187 votos (6,14%), seguindo-se o Iniciativa Liberal com 121 votos (3,87%) e o Livre com 105 votos (3,45%).
O PAN o CDS e os outros partidos tiveram no total 125 votos e são pouco representativos nesta sondagem.
O número de indecisos é de 6,83% e dentro dos leitores deste espaço são poucos aqueles que não vão votar dia 30 de janeiro (2,79%).





37 comentários
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Como é que professores da escola pública conseguem dar votos a partidos que os vão despedir, desmobilizar, desterrá-los e desvalorizar o seu salário ?
Partidos que acham que os impostos são um desperdício para pagar a professores???
Partidos onde a escola pública é lixo e o colégio Alemão é que é o topo?
Não entendo…. Ok são Masoquistas
“40.000 Almas que andam a Tapar Buracos”
40. 000 e ainda nenhum lhe tapou o seu?!
Medo de serem despedidos? Mas que discurso miserável é esse? Isto realmente não poderia ter batido mais no fundo.
Eu, sou professor, e votarei Chega, pelo respeito e pela dignidade. E não me vendo por 10 euros de aumento. ou por intenções para enganar tolos.
Com certeza não pertence a nenhuma minoria etnica, senão não falaria em respeito e dignidade com o Chega
professor Karamba, a nossa colega Helena não sabe o que são Escolas de Bandeira como o Colegio Alemão, Colégio Inglês, Escola Francesa……….
Perdoai-lhe, porque a nossa colega não sabe o que isso é.
A nossa colega só conhece a generalidade das espelunkas que dão pelo nome de escola publica onde se amontoam os filhos dos pobres que não tem meios económicos para colocarem os seus filhos em Colégios com qualidade. Só o Cheque-Ensino pode resolver a situação dos mais desfavorecidos.
Também penso o mesmo. Há colegas que funcionam por impulso vingativo.
Querem lá saber dos modelos económicos liberais e as suas teses doutrinárias. Por vezes, por mim a pensar que os meus alunos de Economia percebem melhor que os colegas que têm formação superior. Enfim…
Vou voltar a votar já amanhã, após muitos anos sem o fazer. E vou votar PSD. Não é que concorde com as linhas gerais do programa desse partido e nem estou esquecido do que PP Coelho e Nuno Crato fizeram aos funcionários públicos e aos professores, sobretudo aos contratados. Quero é conseguir imaginar os atuais secretários de estado, sobretudo João Costa e respetivos cortesãos (onde se incluem Domingos Fernandes, Ariana Cosme, David Rodrigues, Verdasca e outras figuras menos visíveis a serem obrigados a calarem-se por uns tempos e a deixarem de ver as suas convicções pessoais a tornarem-se leis. A única coisa boa no programa eleitoral do PSD para a nova legislatura é definirem que são contra a flexibilização curricular, mas favoráveis à flexibilidade pedagógica, e só isso enterrará o PAFC de Ariana Cosme, se for realmente cumprido. Também não acredito que voltem a fazer uma PACC, pois tomaram eles que consigam ter professores suficientes para assegurarem o serviço. É que nem as salas estão preparadas para aumentar o número de alunos por turma.
Por mais que me agrade o discurso do BE ou da CDU, a verdade é que eles tiveram 4 anos para fazerem alguma coisa e podiam ter acenado com o rasgar do acordo de 2015 se estivessem verdadeiramente empenhados em ajudar a tornar a nossa profissão menos penosa.
Outra razão que me leva a votar PSD é muito mais pragmática: entre 2015 e julho de 2018, data em que foram publicados o DL 55 e o DL 54, houve um período de tréguas a nível da burocracia exigida aos professores. A revogação de diplomas do governo PSD anterior foi rapidíssima e enquanto esta legislação que nos veio infernizar a vida não tinha sido ainda criada, conseguiu-se viver um tempo de alívio nas escolas. Espero que com um novo governo PSD o mesmo venha a suceder e que tenhamos outros 2 ou 3 anos de rasgar papéis inúteis antes de novos cortesãos começarem a ver as suas ideologias transpostas para as leis que voltarão a enegrecer a nossa vida.
Devido a teres de preencher grelhas que ninguém lê vais votar PSD!!!! Boa … Ganda Prof.
Olha pode ser que seja deportado para o agrupamento do concelho adjacente como diz o programa do PSD e depois choras…
Esse concelho é já aqui ao lado. E há agrupamentos em que as escolas distam mais umas das outras do que as que ficam em concelhos contíguos.
Sinceramente acho que os colegas se esqueceram todos do tempo do Nuno Crato e do Passos Coelho.
PSD.-NUNCA
e já te esqueceste do Sócrates e da Maria de Lurdes Rodrigues?
É preciso mesmo muito alzheimer para conseguires esquecer o governo do gatuno José Sócrates e da sinistra senhora Maria de Lurdes Rodrigues a quem ele encomendou a destruição da carreira dos docentes e do sistema democrático de gestão das escolas.
Foi pior no tempo do PPCoelho, e Crato do PSD, tanto em termos de carreira como salariais. Ele piorou/manteve o que já estava mal. O atual programa do PSD não promete nada nada de bom para a escola pública nem para os seus profissionais. Não falam mal por ai da gestão escolar? O PSD propõe a formação de academias para formar os profs para cargos de gestão, logo não pensa alterar o modelo e esquece que já existem mestrados e cursos especializados em Administração Escolar em várias universidades e ESE públicas do país. Recuperar tempo de serviço na reforma antecipada? A sério? Com falta de professores existente ou ir para a reforma no 5° escalão? É de pensar bem…
Os planos de António Costa para a educação são conhecidos de todos e não servem os interesses nem da escola pública nem das crianças e jovens em idade escolar.
Rui Rio é um demagogo que não merece crédito algum. Esta personalidade só tem um ponto no seu programa: chegar ao poleiro seja por que via for. À frente das câmaras promete aos professores tudo, até mesmo a recuperação do tempo de serviço; na Assembleia da República CHUMBA TODAS as propostas que visem a recuperação dos direitos dos professores previstos na Constituição, ECD e demais leis.
Quanto mais leio os comentários ‘postados’ no blog, mais me convenço que alguns professores ou pseudo professores são como muitos dos alunos que temos dentro da sala de aula: desatentos, distraídos, desinteressados, mal informados. Quanto ao espírito crítico, parecem só ter capacidade para insultar e desrespeitar os outros (Sim, professor Karamba, esta é para si. Pessoalmente gosto de ler artigos e comentários inteligentes, mas da sua boca apenas saem baboseiras)
Há alguns dias, o Arlindo publicou os programas para educação dos diferentes partidos políticos. Depois de lê-los todos, cheguei à seguinte conclusão: apenas o do Livre demonstra ser sério, responsável, bem estruturado e adequado às necessidades da escola pública e dos nossos jovens, que são o futuro do país. Claro que, depois de ter assistido a um debate do Livre, isto não me surpreendeu nada, dado que Rui Tavares é uma pessoa muito inteligente, dotado de espírito crítico, conhecedor da realidade e, no seu programa, foi capaz de encontrar as soluções necessárias para a reforma profunda que a área de educação precisa.
Não sou de esquerda nem de direita e nunca tinha prestado atenção a este líder partidário até ler o seu programa neste blog.
Concluo afirmando que o voto é um dever cívico que todos devemos cumprir e porque somos educadores, votar não é apenas um dever mas sim uma obrigação que devemos cumprir com toda a responsabilidade. E ser um eleitor responsável, é escolher o partido que melhor defender os interesses da escola pública, dos nossos alunos e de cada um nós e ser capaz de respeitar as escolhas dos outros.
Também penso o mesmo. Há colegas que funcionam por impulso vingativo.
Querem lá saber dos modelos económicos liberais e as suas teses doutrinárias. Por vezes, por mim a pensar que os meus alunos de Economia percebem melhor que os colegas que têm formação superior. Enfim…
NÃO ACREDITO EM BRUXAS… MAS QUE AS HÁ, HÁ….
Por não ter conseguido votar com o meu IP, dizia que eu já tinha votado (o que é estranho, pois ainda não tinha votado), decidi votar com o velhinho TOR… e descobri uma coisa interessantes… existiam votos a serem apagados….
Estranhei porque o meu voto ficou registado no TOR, mas no chrome, no edge e no firefox nunca apareceu, apesar de vários refreshs….
Por curiosidade, votei mais três vezes no TOR mudando de ip de cada vez e vi a votação no partido em que votava e noutros a subir…. mas nos browsers normais não subiu para nenhum partido … exceto para o PSD….
NÃO ACREDITO EM TEORIAS DE CONSPIRAÇÃO…. MAS QUE HÁ GATO HÁ.
…. Nem que o gato seja um erro aleatório no site de sondagens… no período de cerca de 3 horas em que estive a ver…. as coisas podem ter estado normais no resto do período de votação….
Eu gostava de saber a opinião dos colegas do 550… alguma ideia sobre o que aconteceu?
Fraude, claro…
É a transição Digital de que tanto se fala hoje em dia nas escolas.
É óbvio que o dono do blogue e o funcionário estão a fazer campanha pelo PSD.
Se a direita ganhar (cruzes, credo) aposto que o Arlindinho vai estar na linha da frente da Academia de Kapos que o PSD quer montar. Ou seja, professores de primeira e professores de segunda e lá vai estar o ex-sindicalista amarelo, director amuado porque não lhe deram o xalente na linha da frente,
Pq é que achas que o voto eletrónico não é instituído?
Teorias da conspiração! Acho que vocês estão na profissão errada!
Parece que desta vez, a escola vai deixar de ser um acampamento do Bloco de Esquerda. A esquerdalha anda nervosa e o Costa já viu que o chão lhe está a fujir.
A sondagem do blogue não tem grande significado, mas nas ruas já se sente que vem aí novos ventos.
A mudança está em marcha, as pessoas já vomitam o “Costismo” bafiento.
Vamos ter garantidamente uma coligação entre o PSD, IL e CDS apoiada parlamentarmente pelo Chega. O novo Primeiro Ministro será Rui Rio para bem de Portugal.
Hã?
cambada de chupistas
Maior não surpresa, a fraca (comparativamente a 2015 e 2019) votação no bloco.
Depois de seis anos a enganar os professores com a ADD, a gestão democrática ou a contagem do tempo de serviço, vão “pagá-las”, nas urnas. Limitaram-se a propostas que não passaram de FARSAS, tudo previamente articulado e encenado com o PS. De uma esmagadora maioria dos votos dos professores (e famílias) passarão a apenas mais um partido a tentar enganar os docentes. Serão os professores os maiores responsáveis pela queda do bloco. Eu também.
Nota: o comportamento do pcp foi idêntico, trocou as justas a democracia nas escolas e as justas reivindicações dos professores por “barbeiro de borla” para os funcionários da sede do partido
PS nunca mais!
Foi a farsa da contagem do tempo de serviço. Foi a farsa das pre reformas…………… …… ……. Muito nojento !
Os professores estão revoltados e vão fazer a diferença nestas eleições.
Espere sentado pelas medidas do PSD que o beneficiem. Compre uma cadeira confortável para uso prolongado…
As propostas de resolução da situação da carreira dos professores apresentadas no parlamento pelo BE,CDU e PAN , foram chumbadas pelo bloco central PS-PSD-CDS. Basta ler as medidas propostas para a educação, apresentadas nos respetivos programas, para perceber que tanto o PS como o PSD nada tencionam fazer para reverter a calamidade a que chegou a carreira docente e a escola pública. O PS tinha prometido o descongelamento e a restituição do tempo de serviço e, quando o BE e a CDU tentaram que fosse cumprida, o António Costa ameaçou com a demissão. Se houve erro da geringonça, foi acreditarem que o António Costa cumpriria promessas sem acordo escrito. Afinal, foi o PS que se recusou a negociar o OE, porque tinha a ambição de se desembaraçar de quem lhe deu a mão quando precisou.
Os Queques da Iniciativa Liberal
Estávamos em 2016. Perante as mudanças nos contratos de associação com colégios privados, o lobby do negócio da educação mobilizou-se fortemente para realizar semanas consecutivas de manifestações por todo o país, alegando que tragédias ocorreriam se o governo avançasse com o plano de não renovar contratos de associação com estabelecimentos de ensino privado em zonas onde havia capacidade nas escolas públicas para receber alunos.
O país apoiou em massa esta decisão do governo, pois o contribuinte comum não tem de pagar contratos de associação de colégios privados quando há escolas públicas nas mesmas zonas e capazes de garantir o direito constitucionalmente consagrado à educação.
O que estava a acontecer era uma forma de subsídio do contribuinte comum para pessoas financeiramente mais privilegiadas, que eram os principais beneficiados pelos contratos de associação que subsidiavam os colégios privados. Dito de uma forma mais simples, era tirar aos pobres para dar aos ricos. E não tenhamos dúvidas de que era isso que acontecia, pois havendo um colégio privado e uma escola pública na mesma zona, cada euro tirado da escola pública para dar ao privado é um euro tirado às pessoas que mais precisam de ensino de qualidade e de condições de igualdade para subirem na vida. Esses contratos de associação eram uma manifestação de políticas de desigualdade e, acima de tudo, eram um chorudo negócio para muitos colégios, cujo poderoso lobby conseguiu captar a atenção de rádios, jornais e estações de televisão durante várias semanas.
Mas o país não se deixou enganar e os portugueses pareciam apoiar a decisão do governo. O princípio era simples: o país quer escolas públicas de qualidade. Quem quer ensino privado, pague-o do seu bolso. Até aqui, tudo bem.
Agora, uma pequena história sobre marketing: há muitas formas de tentar acrescentar valor a um produto. Na área do marketing, costuma usar-se o exemplo do queque para ilustrar uma das formas como isso pode ser feito. O queque normal é vendido em sacos de várias unidades a um baixo preço. Caixas de cinco ou seis a cerca de um euro é algo comum, o que dá um preço unitário de cerca de 20 cêntimos por unidade. São baratos.
Um profissional de marketing pega num desses queques, põe-lhe uns gramas de natas em cima, polvilha com granulado colorido, chama-lhe “muffin energético”, pela grande quantidade de açúcar que contém, e vende o mesmo produto a 2,5 euros. É uma espécie de rebranding que, chamando um nome diferente a um produto que é fundamentalmente o mesmo, valoriza-o em mais de 1000%.
Engenhoso, não é?
Pois bem, é a esse tipo de manobra engenhosa (leia-se, “manhosa”) que estamos a assistir com a Iniciativa Liberal, seguida de perto por CDS, Chega e PSD.
O poderoso lobby do negócio do ensino privado reorganizou-se e agora vem em vários sabores, desde a IL ao PSD. Mas a IL tem o mérito de ter pegado no queque sem graça e que ninguém quer comprar, que eram os contratos de associação, e de ter feito o rebranding de uma ideia que continua a ser o benefício dos mais ricos em prejuízo dos mais pobres. Agora, para pôr o Estado a apoiar as famílias com mais posses, chamam a isso “liberdade” e dizem que Portugal será rico se o fizer. É como pôr natas em cima dos contratos de associação e polvilhá-los com granulado, mas o produto continua a ser o mesmo: contratos de associação para pôr os mais pobres a pagar a escola dos mais ricos. A Iniciativa Liberal é isso mesmo, um partido fundado por, entre outras pessoas, profissionais do marketing, indivíduos habituados a fazer o rebranding de produtos, de forma a aumentar o seu valor.
Ainda mais interessante é a forma como fizeram o mesmo também na Saúde. O PSD anda há vários anos a falar na introdução dos seguros de saúde como forma dissimulada de privatizar o nosso Serviço Nacional de Saúde. Agora, querem até uma revisão constitucional para mudar a lei que determina que o SNS é universal e “tendencialmente gratuito”. Rui Rio não foi claro nos debates ao dizer o que isso significa, mas vale a pena recordar que o PSD votou CONTRA a criação do SNS e anda há vários anos a tentar introduzir formas de privatização parcial, como na Revisão Constitucional de 1989, quando o SNS passou de “gratuito” para “tendencialmente gratuito”. Foi uma forma de introduzir mais negócio na prestação de serviços de saúde em Portugal, e o PSD continua empenhado em avançar com esse negócio. Agora, tem a Iniciativa Liberal a pegar nesse queque a que o português comum nunca deu grande importância e a polvilhá-lo com palavras como “liberdade de escolha” e “eficiência”, sugerindo modelos de financiamento que passam por seguros de saúde e implicam o desvio de verbas do SNS para as clínicas privadas.
Mais uma vez, o que está em causa é tirar dos pobres para dar aos ricos. O SNS atende todas as pessoas, independentemente da sua origem ou condição social. As clínicas privadas atendem quem tem seguros de saúde e/ou muito dinheiro. E, quando acaba o plafond do seguro de saúde ou o dinheiro, enviam os pacientes para o SNS, porque o único objectivo do negócio da saúde é, precisamente, o negócio, e não a saúde.
A IL tem esse mérito, pegou em queques sem interesse e polvilhou-os com chavões apelativos. Fez um rebranding do negócio da educação e do negócio da saúde. E fê-lo com êxito, pois já contam com milhares de eleitores, deverão aumentar a sua bancada parlamentar e, caso um grande bloco de direita vença as Legislativas, farão tudo para privatizar ao máximo e no menor período de tempo possível todas as áreas da Escola Pública e do SNS que conseguirem.
Como se viu pelos debates, a IL será um parceiro preferencial do PSD. Não é por acaso. Mais uma vez, recordamos que o PSD votou CONTRA a criação do SNS e anda há anos a tentar introduzir formas de privatização neste sistema público. É fácil perceber que os objectivos dos dois partidos estão alinhados. CDS e Chega batem palmas e movem-se pelos mesmos fins. Só falta ver se terão votos para isso.
Chamem-lhe “liberdade” e polvilhem com promessas de nos tornarmos na Suíça ou na Holanda, enfeitem o queque como quiserem, mas o objectivo final vai dar ao mesmo: sempre que sai um euro das escolas públicas e dos hospitais públicos para financiar o negócio do ensino e da saúde, estão a tirar aos pobres para dar aos ricos.
E isso não se chama “liberdade”. Isso tem outro nome.
Uma Página Numa Rede Social
O que eu gostava mesmo era que o PS ficasse em segundo mas continuasse a haver maioria de esquerda. Pagava para ver o Costa e seus acólitos engasgarem-se a engolir o sapo.
Mais 4, ou mais ano,s a ser escravo e a ser impedido de dar aulas?
Realmente a classe laboral dos professores tem memória curta.
De todas as forças políticas a única que demonstra algum interesse pelos professores é o PCP nos seguinte pontos:
Combater a carência de professores e a precariedade docente, vinculando todos os professores com três ou mais anos de tempo de serviço e criando incentivos à fixação de professores nas áreas que deles mais carecem;
Contratar 6 mil trabalhadores não docentes (50% no ano lectivo em curso e os outros 50% até final do ano lectivo 22/23) e garantir o reforço de outros profissionais, designadamente psicólogos e terapeutas;
Ah, mas lá está, não falam nada do descongelamento do tempo de serviço e isso é o que interessa a quem vai ter de trabalhar até aos 70 porque os mais novos se vão fartar de estar 20 anos até conseguirem efectivar e vão desistir de concorrer porque vão ser novamente espezinhados pelo PSD caso chegue ao poder.
Professores a votar no Chega denota que há muita gente ressabiada por nada fazer enquanto docente para impedir o abandono escolar junto das etnias. Tudo o que Venturinha e comparsas se queixam em relação aos Ciganos e outros é culpa dos professores. Sei do que falo. Nas escolas há uma minoria que se preocupa em mudar consciências e ambições de vida, os restantes dão “trezinhos” para não se terem de chatear muito a justificar a retenção de alunos negligenciados décadas a fio e gozam nas costas dos colegas que tentam implementar programas diferenciadores que permitam outras saídas para alunos que logo à nascença lhes é destinado o “acampamento”, a “feira” e a “delinquência”.
Mal por mal, vote-se no Vitorino do RIR. O verdadeiro voto de protesto que se algum dia chegar à Assembleia fará mais do que muitos dos que lá estão que simplesmente passam os dias a ouvir a sua própria voz.
Têm 6 dias para repensar a vossa decisão e nas palavras desse grande escritor que foi Stan Lee: ” Com grandes poderes, advêm grandes responsabilidades.”
Este blog é apenas um nicho de mercado… Extrapolar estes resultados para o âmbito nacional só pode ser coisa de asnos.
Daria vontade de rir se não fosse vergonhoso. Vão votar naqueles que ainda há poucos meses recusaram integrar contratados nos quadros, profissionais esses que estão nas escolas porque fazem falta e mais farão nos próximos anos. Revela muito sobre a solidariedade nesta classe. Nem se apercebem que a estabilidade também contribui para um melhor desempenho profissional e para a verdadeira melhoria das aprendizagens dos alunos que é o que importa. Venham então com portefólios na ADD…
Mais cedo do que tarde se arrependerão.
Pagava para ver um ministro da educação do BE ou do PCP num governo do PS sem António Cínico Costa.
Possível ou impossível?
Com Rui Rio a chefiar um governo, ao nível da educação, tendo a concordar com o grande socialista transatlântico Tiririka – pior do que está não fica!
Ou são professores, ou são do Chega. Elementar. Uma coisa é incompatível com a outra.
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