Confederação Nacional Independente de Pais e Educadores lamenta o eventual regresso do ensino à distância e lembra que “o plano digital ainda não está concluído”.
Diretores de escolas rejeitam prolongar pausa do Natal, pais pedem rapidez na decisão
Os diretores dizem que prolongar a pausa do Natal “é uma asneira” e defendem o regresso do ensino a distância a 10 de janeiro. Também os pais não querem mais férias, mas pedem uma decisão rápida sobre o assunto.
O presidente da Confederação Nacional Independente de Pais e Educadores (CNIPE) está preocupado com a possibilidade de as escolas não abrirem a 10 de janeiro, uma hipótese levantada pela diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas. Rui Martins pede rapidez numa decisão “para que as famílias se possam organizar”.
Face à perspetiva da decisão ser tomada só na próxima semana, depois da reunião com os especialistas, no dia 5, o presidente da CNIPE diz à Renascençaque “era de bom tom que a decisão fosse tomada com mais dias de antecedência”.
Para os diretores não faz sentido prolongar a pausa do Natal. Segundo o presidente da Associação de Agrupamentos e Escolas Públicas, defende que “o ensino deve processar-se à distância, ou seja, voltar àquilo que aconteceu no ano passado, àquilo que já sucedeu este ano durante o primeiro período, onde tivemos diversas turmas que confinaram e que foi acionado o ensino remoto de emergência”.
Filinto Lima diz à Renascença que os diretores “não veem com bons olhos que as escolas não abram pura e simplesmente e que a pausa do Natal seja prolongada por tempo indefinido”. O presidente da ANDAEP diz que os diretores consideram essa possibilidade “uma asneira” e defende que “o ensino à distância é um mal menor”.




6 comentários
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Finalmente um parecer acertado. Haja algum bom senso a contrariar esta histeria acéfala “covideira”.
Em novembro com cerca de 3000 casos adiou-se o início do ano letivo, agora com cerca de 30 000 casos só espero que se arranque com o e@d. O regresso a escola traz sempre um aumento de casos, ora com o nível de infeção que o país já tem será o caos.
Não me espanta! Ponham esses kapos, horas seguidas, dentro de salas com 40m2 e 30 alunos para ver se defendem o imediato regresso presencial.
Essa escumalha não entra numa sala de aula há 30 anos e quer enviar, rapidamente e em força, os professores para autênticas câmaras de gás.
neste momento o que interessa a infeção? nada
com vacina e omicron é apenas uma constipação
antigamente tb confinavam com constipações? ainda me lembro dos beijinhos apos ferias natal … agora ate açaime usam! qual o problema?
acordem ja nao estao em janeiro de 2021
Estou p’r’aqui a pensar… se um dia os professores fizessem uma greve a sério – tipo, uma semaninha, como esta que aí vem… ao terceiro dia, no máximo, os papás já estavam a suplicar aos devidos ministros, governantes e afins para cederem tudo e mais alguma aos professores…
Não?…
Bom ano!…
As decisões a tomar no Conselho de Ministros não vão ter por base os pareceres dos cientistas, mas sim os interesses políticos, tanto mais que se aproximam as eleições.
Ainda há quem defenda uma maioria absoluta?! As que já tivemos trouxeram-nos ótimos resultados! E, mesmo que não estivesse a ser irónica, qualquer maioria absoluta acarreta muitos riscos…
Quanto a greves, se algumas que estavam previstas em vários setores foram adiadas já há algum tempo, entendo que fará mais sentido voltar a esse assunto após as eleições de 30 de janeiro.