5 a 6 mil alunos sem professor pelo menos a uma disciplina

 

Lisboa é a zona que mais carece de professores. Fenprof realiza hoje manifestação em frente ao ministério das Finanças.

O segundo período arrancou no início desta semana e ainda há por todo o país 118 horários por preencher, o que afeta cerca de cinco mil a seis mil alunos, segundo os dados enviados ao i pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof), que remetem para uma análise feita até ao dia 7 de janeiro.

Falta de professores. 2.º período arranca com 5 mil a 6 mil alunos afetados

 

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4 comentários

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    • joão on 12 de Janeiro de 2022 at 12:34
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    Mas ainda há alguém que aceita ir trabalhar por um mês, a 100km de casa a ganhar 1100 euros? Infelizmente, a conversa que mais se ouve (ou lê) dos adeptos do PS (e amigos -sabem quais são, certo?) é a de voltar às formadas de cursos de “mestres” em ensino, para perpetuar a oferta de mão de obra escrava…. Digam lá se não são uns partidos muito preocupados com as causas sociais, distribuindo migalhas pelos pobres? Fantásticos.

    Realmente o único programa em que se vê alguma preocupação pelo respeito ao professor é o do Chega.

    • António on 12 de Janeiro de 2022 at 14:39
    • Responder

    É pá!….
    que situação horrivel………uma imensa falta de professores

    Repito: – Tenham Tininho na cabeça.

    O que existe é uma enorme falta de Vergonha……..isto tudo São mais Atestados Médicos ….coitadinhos dos doentinhos….. em Julho/Agosto eles regressam….é uma questão de esperarem

    Neste momento, em Portugal temos Professores em Excesso. Quase 40.000 CONTRATADOS que andam a Tapar Buracos das quase 18.000 Baixas Médicas Permanentes Anualmente.

    • JB on 12 de Janeiro de 2022 at 15:54
    • Responder

    a pobreza está mal distribuída: há professores em casa sem trabalho… que Portugal é este?

    • 👨‍🎓👩‍🎓 Resoluções on 12 de Janeiro de 2022 at 20:24
    • Responder

    Podem tentar resolver o problema! A Direção ter mais componente letiva, inclusive os Diretores, acabar com mobilidades de docentes para Ministérios onde exercem funções de técnicos superiores, não haver redução de horário na componente letiva pela idade. Nenhuma outra profissão tem esta benece! Se cada vez há menos alunos, não se entende estas questões.
    Digamos que existe demasiada burocracia para o docente, é certo! O docente é para ensinar, não para estar numa gestão da escola, nem tão pouco tratar de questões administrativas. Com a passagem das escolas para as Câmaras, não se justifica existir direções nas escolas mas sim um gestor. Todos os grupos de docentes, existe um coordenador é o suficiente para assuntos referentes aos mesmos!

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