Professores contratados precários com 10 ou mais anos de serviço

Numa altura em que se avizinham negociações com vista à alteração do diploma dos concursos, apresentamos alguns dados que poderão servir de base para as entidades envolvidas.

Um dos aspetos mais vergonhoso da educação em Portugal é a precariedade a que estão sujeitos os seus professores, principalmente os contratados. O quadro abaixo apresenta (em anos de serviço) os professores das listas de ordenação deste ano colocados em 2ª prioridade que apresentam muitos anos ao serviço da escola pública (por isso estes dados incidem apenas sobre os que se encontram em 2ª prioridade).

Sendo assim, e de acordo as atuais listas de ordenação:

  • 11269 têm 10 ou mais anos de serviço;
  • 3898 têm mais de 15 anos de serviço;
  • 1034 têm mais de 20 anos de serviço.

 

É urgente criar mecanismos que impeçam que a maioria destes professores continuem na precariedade, porque como se pode confirmar pelos horários completos e anuais que saíram até à RR3, eles são necessidades permanentes.

Os 9370 horários completos e anuais são a prova de que milhares de professores continuam contratados abusivamente e é agora o momento de se ver essa situação resolvida.

Ao analisarmos, por grupo de recrutamento, a diferença entre os horários completos e anuais e os professores contratados com mais de 15 anos de serviço, percebemos que estes poderiam perfeitamente integrar os quadros do Ministério da Educação, num mecanismo de vinculação extraordinária. Na maioria dos grupos, os horários completos e anuais existentes seriam suficientes para integrar no quadro estes professores e acabar com esta vergonha, desde que se confirme que o serviço acumulado tenha sido prestado na escola pública.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2021/10/professores-contratados-precarios-com-10-ou-mais-anos-de-servico/

31 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

    • Nuno on 9 de Outubro de 2021 at 19:28
    • Responder

    Vou aproveitar a deixa para reivindicar a carreira para uns 100 ou 150 docentes como eu, profissionalizados no 530, a dar aulas de mecanotecnia, com cargos de Direção de Curso, Direção de Turma e orientadores de PAP e FCT .
    Alguns, como eu, profissionalizados há mais de 15 anos. Porra!
    Ainda gostava que alguém aqui me desse o contacto do Gabinete de Advogados que conseguiu criar a Lei que permitiu ao lobby das artes, poderem ingressar na carreira.
    É que se é para uns, também devia ser para outros

      • Paulo Anjo Santos on 10 de Outubro de 2021 at 12:47
      • Responder

      Depois queixam-se, estão mal e querem que os outros fiquem mal também. Pois eu sou das artes, licenciei-me em Arquitetura, comecei a lecionar em 1994/95, fiz a profissionalização em 2007/8 e ainda sou contratado. Não são 15 anos, não são sequer 20, são cerca de 27… Se acha que o Lobby das artes está a funcionar bem espere o mesmo que eu e depois fale…

      A realidade é a que estáo no artigo, uns mais outros menos, é inaceitável o que os sucessivos políticos têm feito, manter milhares de professores dezenas de anos em condições precárias. Só queremos que eles cumpram aquilo que falam à boca cheia que querem evitar que as empresas privadas façam, abusar dos contratos a termo…

        • ZéZé Camarinha on 10 de Outubro de 2021 at 13:25
        • Responder

        carissimo o teu exemplo é ilucidativo

        um gajo formado em arquitetura que anda a dar aulas no ensino publico

        está aqui o exemplo acabado da dita falta de professores…..quem dera a muitos mamarem nas Têtas do Estado….

        Porque é que este senhor Arquiteto não vai para uma empresa exercer a sua profissão?

        Porque é que este senhor Arquiteto não exerce atividade no setor privado montando uma empresa e até contratando desenhadores e outros profissionais?

        Porque será?

        Porque os ordenados dos professores na escola publica são apelativos.

          • Inglesa on 10 de Outubro de 2021 at 15:30

          Pois se o ensino tivesse mais arquitetos, engenheiros, advogados, historiadores, linguistas, geógrafos, biólogos, matemáticos, geólogos, médicos, botânicos e farmaceuticos de universidades públicas a sério, o ensino não teria atingido o baixo nível a que chegou graças a eses, piagets, ismais, francinetis, isets e cacas afins! A começar pela falta de respeito que os sucessivos governos têm demonstrado por quem ensina e a acabar na má qualidade dos facilitismos e baboseiras que dão aos alunos fabricando futuros profissionais incompetentes!

          • Sardão pró Karamba. on 10 de Outubro de 2021 at 20:24

          Olha o Zézé Camarinha!
          É nada mais nada menos que o Karamba, Pintelko, Pensador, etc.
          É o mesmo! Mas hoje está sob o efeito do Sardão entalado. Foi todo o dia a entalar. Está todo contente!

        • Nuno on 12 de Outubro de 2021 at 1:38
        • Responder

        Mas corrija-me se estiver enganado e não julgue que quis ofender os professores das artes, mas sim o Estado de Direito que se nao estou em erro abriu este ano a possibilidade de entrarem para a carreira, .
        Não houve este ano uma lei, um despacho ou uma portaria que vos trouxe essa oportunidade?

        E já agora, nao ligue ao comentário daquele que o criticou por ser arquiteto e estar a dar aulas.
        Provavelmente é mais um de pastinha na mão que só sabe despejar conteúdos com arrogância.

    • Isabel Malheiro on 9 de Outubro de 2021 at 19:39
    • Responder

    Faço parte dos 437 professores do grupo 300 com mais de 15 anos de serviço.Isto é uma ilegalidade e uma vergonha. Urge uma integração imediata através de um Concurso Extraordinário.

      • Sardão pró Karamba on 10 de Outubro de 2021 at 13:20
      • Responder

      Ó rapazito Karamba, hoje estás mesmo sob o efeito do Sardão entalado. Estás entalado com o dito de tal forma que estás a delirar.

        • Piedade on 10 de Outubro de 2021 at 16:03
        • Responder

        Coitado! Odeia professores por causa de um do seminário francês onde esteve quando era pequeno.

    • Inconformado on 9 de Outubro de 2021 at 20:31
    • Responder

    O Arlindo se esse pessoal quer efectivar que concorra para horários anuais e através da norma travão fica resolvido. Pois é querem continuar a mamar ao lado de casa. Quantos destes professores serão do privado, AECS, formação profissional. Já agora uma questão sobre o grupo 120 que foi criado há menos de 10 anos mas há carradas deles com mais de 10, 15 e 20 anos de serviço. É difícil perceber, vão alterar as regras para beneficiar os mesmos boys de sempre.

      • Já chega de lamúrias on 10 de Outubro de 2021 at 11:59
      • Responder

      Subscrevo na íntegra. Então o pessoal com 20 anos de serviço onde trabalhou nos últimos 3 anos? Por acaso concorreu a nível nacional para garantir horário completo? Ou andou a fazer umas horas ao pé de casa, no privado, etc?? Concorreram para as ilhas para ver se se safavam??

      Já não há pachorra para esta lamúria. Têm concursos externos todos os anos com vagas só para eles às quais o pessoal do quadro não pode concorrer e agora querem uma vinculação extraordinária para passarem á frente dos outros.
      Não e não. CHEGA DE EXTRAS. Desafio aqui os pedinchas a publicarem um registo biográfico para vermos então o esforço que têm feito para conseguirem efetivar justamente.

    • Rui Osório on 9 de Outubro de 2021 at 21:02
    • Responder

    Eu também fui precário durante 16 anos e só entrei nos quadros porque fui para o Alentejo e Algarve. Perto de casa, continuaria contratado.

    Se querem entrar nos quadros que seja pela norma travão nos QZPs onde existem horários anuais e completos.

    Porque a mudarem as regras constantemente, então com 10 anos de serviço entraram diretamente para os quadros para onde? Na última escola em que trabalharam?

    • Rui Osório on 9 de Outubro de 2021 at 21:04
    • Responder

    Eu também fui precário durante 16 anos e só entrei nos quadros porque fui para o Alentejo e Algarve. Perto de casa, continuaria contratado.

    Se querem entrar nos quadros que seja pela norma travão nos QZPs onde existem horários anuais e completos (3 contratos seguidos).

    Porque a mudarem as regras constantemente, então com 10 anos de serviço entrariam iretamente para os quadros para onde? Na última escola em que trabalharam?

    Por essa lógica, mais valia termos todos esperado para completar 10 anos de serviço e efetivar.

      • Ex-professora on 10 de Outubro de 2021 at 18:10
      • Responder

      Tonto! Tenha juízo!
      Entrar no quadro?!
      Que quadro?!
      Um Salário de MISÉRIA , qualquer recém licenciado ganha MAIS que um professor com 20 anos (ou mais) de serviço.
      Eu estou fora!
      Que vá dar aulas o ministro.

    • Sardão pró Karamba. on 9 de Outubro de 2021 at 21:17
    • Responder

    Calma! O Karamba já vem opinar a seguir. Hoje está sob o efeito do Sardão entalado.
    É sempre aos sábados e domingos que mais se entala com o dito.

    • Pedro C on 9 de Outubro de 2021 at 21:20
    • Responder

    Excelente estudo que sem dúvida sustenta a ideia que é urgente vincular todos esses professores que asseguram necessidades permanentes, antes que estes também desistam da profissão.

    Lamentáveis algumas das opiniões aqui manifestadas, de quem já conseguiu o que pretendia e parece não querer que outros o consigam também.

    Já data de 2010 uma recomendação à assembleia da república da vinculação na altura dos professores com 10 anos de serviço.
    Não se fez na altura, o que só agravou a situação até hoje.

    Eu tenho mais de 15 anos de serviço e aguardo medidas que complementem a norma travão, já que está a mim não resolveu a situação.

  1. REINO DE BABEL – O KEBAB DOCENTE

    https://babelcaim.blogspot.com/2021/10/reino-de-babel-o-kebab-docente.html

      • RGP on 10 de Outubro de 2021 at 15:58
      • Responder

      Mas alguém chama um arlindo para a mesa das negociações? Que lá vai fazer um diretor com as estatísticas sorripiadas do ME?
      Os diretores só servem para serem os carrascos ao serviço do governo que se especializou no amesquinhamento de professores.
      Para negociar com os algozes é preciso gente com uma visão global, temporalmente enquadrada e com plano de ação justo e íntegro.
      Claro que também já vão levar a sopa preparada e acordada previamente com os sindicalistas de faz de conta. Tudo sairá requentado e ainda mais lesivo para a profissão. Alguém acredita no ME ME?

    • João on 10 de Outubro de 2021 at 10:42
    • Responder

    As pessoas ainda não perceberam que no Norte há professores a mais. Se querem sair do privado e efetivar no ensino público, tal só é possível a Sul.

    • TE-mecanico on 10 de Outubro de 2021 at 10:44
    • Responder

    Este é o problema maior desta profissão. Comparo sempre os Professores do ensino publico aos Gnus da selva e os elementos do ministerio da educaçãoos (governo) aos leões. Somos muitos mas não valemos nada, dai fazerem o que querem de nós.

    A opinião dese colega Rui Oscar, espelha mesmo isso. OH pra mim, Os outros que se lixem.
    Então se ele penou 16 anos para entrar os outros também teem que passar pelo mesmo. Deve ter medo que lhe roubem o lugar.

    Eu sou do 530 (cursos profissionais de mecanica) tenho 16 contratos consecutivos com o ministerio, em tempo de serviço seguido quase 13 anos de serviço, os ultimos 9 anos letivos na mesma escola sempre com horarios completos e em que os ultimos 5 desses 9 são reconduções diretas, estou á espera que PREVPAP se desenrrole pois á 2 anos que fui homolegado, e nada de nada. É vergonhoso.
    Terei que ir para as escolas do alentejo como o Rui Oscar?

    Este governo diz-se socialista, a o Bloco de Esquerda fazia de percariedade uma bandeira. está tudo na gaveta.

      • Chega de EXTRAS on 10 de Outubro de 2021 at 12:09
      • Responder

      E como é que entrou nessas escolas, foi pela contratação inicial e reservas de recrutamento ou foi como técnico especializado???? Vá diga lá. Se fosse que via do concurso já tinha entrado pela norma travão. Não mande areia para os olhos dos outros. O colega Rui tem toda a razão.

      Concorram a nível nacional, ilhas, etc como os outros. Eu efetivei nas ilhas depois de 8 anos de contrato lá e ainda tive de cumprir os 3 anos de efetivação existentes na altura.

      A norma travão já é injusta quanto mais os EXTRAS. Não aos EXTRAS.

      • Paulo Anjo Santos on 10 de Outubro de 2021 at 12:56
      • Responder

      É inacreditável alguns comentários aqui, eu leciono há cerca de 27 anos, sou contratado, o que e fizeram e estão a fazer (a mim e a milhares de outros, alguns muito pior que eu) é uma aberração, digna de uma ditadura das piores que ainda existem no mundo. E por isso eu vou querer que passem os outros pelo mesmo?! Que sociedade mais egoísta… Não, não quero, não acho que seja necessário e, pior que isso, felizmente, as maioria dos portugueses das novas gerações já não estão para isso… e isso faz com que faltem cada vez mais professores nas escolas, de certa forma, estas novas gerações estão a dar aos políticos a lição que merecem, querem? Paguem! A lição que as gerações anteriores, por variadas razões, não lhes conseguiram dar!

        • ZéZé Camarinha on 10 de Outubro de 2021 at 13:18
        • Responder

        ó pá!…se o ensino publico é tão mau…..se a MAMA é tão má….porque não te fazes á vida e vais trabalhar para uma empresa?

        quais gerações?…..o pessoal esgadanha-se todo por um Vinculo ao Estado (ás Têtas dos Contribuintes)

        não há falta nenhuma de professores, há é excesso de gente a querer agarrar-se ás TETINHAS do ESTADO.

        Não digas asneiras.

          • Inglesa on 10 de Outubro de 2021 at 15:39

          Ainda és daqueles que acreditam em Granadeiros e Bavas? Que fazes aqui? Vai para ao pé deles. Acho que não mamaram no Estado, nem no contribuinte!

    • AC on 10 de Outubro de 2021 at 11:55
    • Responder

    O problema é que os horários completos e anuais são em Lisboa e sul do país e a maior parte dos professores com mais de 10 anos de tempo de serviço só concorrem ao norte, caso contrário também já teriam efetivado. Mas realmente urge resolver este problema. É uma vergonha. Mas atenção que nem todo esse tempo de serviço, em muitos casos, foi conseguido a lecionar no MEC.

    • Menos otário do que tu on 10 de Outubro de 2021 at 15:38
    • Responder

    É sempre difícil discutir com estúpidos, ou distraídos.

    O artigo só fala em horário anuais e completos, nem se quer refere os anuais e incompletos.

    Trazer substituições temporárias para esta discussão é atirar areia para os olhos dos distraídos, mas caramba há tantos por aí…

    • Rui Osório on 10 de Outubro de 2021 at 22:16
    • Responder

    O problema é esse mesmo. Muita gente a querer vincular mas só se for na sua área de residência através de concursos extraordinários feitos à sua medida enquanto outros só o conseguiram porque andaram pelo país todo, incluindo ilhas, a maioria pela norma travão num QZP longe de casa

    Depois, nos concursos de mobilidade é que se conseguiram aproximar.
    Eu, como muitos, servi o ME e as escolas para onde concorri durante mais de 20 anos pelo Alentejo, Algarve, Madeira e interior. Só veio o dito vinculo ao fim de 16 anos e sempre no ensino público.

    Já outros, ficaram num raio de 50 kms ou até menos e nunca de lá saíram, nunca arrendaram uma casa, ou tiveram de andar de malas às costas, etc.
    Isto não é querer o mal de ninguém, é apenas uma questão de justiça e equidade.

    Primeiro vinculem nos QZPs onde existem horários completos e anuais durante 3 anos e depois, como todos os outros, concorram à mobilidade interna para aproximação à residência.

    Já chega de xico-espertismo.

    Ao fim de 15 ou 20 anos só está contratado quem quer.
    Para quem não tem profissionalização, já era sabido quando decidiram ir para o ensino.

    É a minha opinião. Mas claro que há sempre quem olhe para o seu umbigo…

      • Luísa Silva on 10 de Outubro de 2021 at 22:33
      • Responder

      TODOS olham para o seu umbigo. Sou do quadro, mas parece-me de elementar justiça ter estes professores nos quadros do ministério, porque eles ocupam necessidades permanentes. No meu agrupamento este ano ficaram 30 colegas na mobilidade e só 7 são deste QZP (QZP3). Afinal nem sei para que servem os QZP’s se depois saem para trabalharem longe do local onde vincularam.
      Tenho uma sobrinha em Lisboa sem aulas de Inglês e na minha escola estão 2 colegas em Mobilidade por doença que vieram de… Lisboa! Enfim.
      Espero que isto mude. Os professores devem trabalhar no QZP onde vinculam por uns 4 ou 5 anos. Só assim se entende o conceito de vinculação num deteminado QZP.

    • Rui Osório on 10 de Outubro de 2021 at 22:26
    • Responder

    E mais, ao contrário do que uma pessoa disse neste fórum, eu estou vinculado num QA , depois de ter sido QZP durante algum tempo. E estou no norte, zona que uma parte almeja. Por isso ninguém me rouba lugar nenhum, que comentário infeliz.

    O que é não é bonito é querer passar a perna aos outros e achar que uns devem sacrificar-se a si e às suas famílias durante anos e outros devem ter o mesmo mas por outras vias.

    • Rosinha on 10 de Outubro de 2021 at 23:36
    • Responder

    E OS ANUAIS INCOMPLETOS???????
    NÃO SÂO NECESSIDADES PERMANENTES???
    CLARO QUE SIMMMMMMM!!!
    O PROBLEMA É QUE MUITOS DOS PROFESSORES NÃO QUEREM QUE OS OUTROS VINCULEM PARA FICAREM COM AS VAGAS TODAS!!!!
    OU ALGUÉM ESTÁ A DEFENDER UMA NORMA TRAVÃO UM BOCADINHO MAIS ALARGADA????
    VINCULAÇÃO SIM PARA TODOS OS PROFESSORES QUE TRABALHARAM SEMPRE NO ENSINO PUBLICO COM 10 OUMAIS ANOS DE SERVIÇO INDEPENDENTEMENTE DO HORÀRIO SER COMPLETO OU INCOMPLETO.NINGUÉM CONCORRE SÓ PARA INCOMPLETOS COMO 1ª OPÇÂO COMO TODOS SABEMOS.

    • Nuno on 12 de Outubro de 2021 at 1:47
    • Responder

    A situação dos TE mecânicos é algo que devia já estar resolvido, pois as escolas contratam-nos como TE mesmo tendo a possibilidade de o fazerem pelo 530 com a seleção da opção de Mecanotecnia.
    O problema é que não o fazem e a DGAE e a DGESTE andam a dormir sobre as inúmeras queixas que já foram apresentadas. E o pior é que a malta das artes com a ajuda do parlamento, viu este ano em pouquíssimo tempo, o mesmo problema resolvido.

Deixe um comentário

Your email address will not be published.

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Discover more from Blog DeAr Lindo

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading