“Para as crianças que frequentam o 1.º ciclo do ensino básico, independentemente da idade, a utilização de máscara comunitária certificada ou máscara cirúrgica é recomendada para o acesso ou permanência no interior dos estabelecimentos de educação e/ou ensino, como medida adicional de proteção uma vez que estas crianças não se encontram vacinadas”, argumenta a DGS.
Regra geral, “qualquer pessoa com idade superior a 10 anos” e todos os alunos a partir do 2.º ciclo, independentemente da idade, deve “obrigatoriamente utilizar máscara comunitária certificada ou máscara cirúrgica para o acesso ou permanência no interior dos estabelecimentos de educação e/ou ensino”, esclarece a DGS. Nestas idades, o recreio é livre e com a cara destapada.
O documento esclarece, ainda, que não há alteração ao confinamento no caso dos alunos considerados contactos de alto risco, pessoas que estiveram com alguém próximo com um caso positivo. “A realização de teste com resultado negativo não invalida a necessidade do cumprimento do período de isolamento profilático e vigilância ativa desde a data da última exposição de alto risco nos termos da Norma n.º 015/2020”, informa a DGS. Datada de 24 de julho de 2020 e atualizada a 19 fevereiro deste ano, a norma determina que “o fim do isolamento profilático corresponde ao 14.º dia após a data da última exposição de alto risco ao caso confirmado, conforme estabelecido na Declaração de Isolamento Profilático”.
A DGS deixa, ainda, recomendações às escolas sobre a forma como lidar com as crianças no regresso às aulas. “É importante que a equipa educativa esteja atenta a possíveis alterações emocionais e sociais das crianças e dos jovens, como consequência do impacto dos períodos de confinamento”, alerta a autoridade de saúde pública nacional.





3 comentários
Deixem-se de meerdas …
Fartinho destas palhaçadas.
Continuam com o trapo sujo na boca ate 2100.
Agora pagam os testes para não ficar em casa!
Esperem sentados …fico em casa.
PÚBLICO: “Não há nenhuma justificação para que as crianças dentro das salas de aula estejam com máscara”.
https://www.publico.pt/2021/10/01/sociedade/entrevista/nao-ha-nenhuma-justificacao-criancas-dentro-salas-aula-mascara-1979626
Viver é muito perigoso. E exige criar resisitências naturais, expormo-nos às doenças para aumentarmos as resistências. Assim, é urgente voltarmos a andar de
cara destapada, voltarmos a apertar as mãos, a dar beijos, a falarmos com os outros sem medir as distâncias. Se não o fizermos, se seguirmos pelo caminho que pretensos especialistas nos indicam, não teremos defesas para resistir a nada. E num próximo futuro qualquer gripezinha nos deitará abaixo.
Por paradoxal que pareça, a proteção
excessiva expõe-nos mais ao perigo.