Resumo das Orientações do ME às Escolas

 

 

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10 comentários

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    • Matilde on 23 de Agosto de 2020 at 10:52
    • Responder

    Da Escola Pública espera-se TUDO… À Escola Publica exige-se TUDO…

    Estas Orientações constituem e traduzem-se num “caderno de encargos” para os profissionais de Educação, à partida, impossível de concretizar, sobretudo pela sua abrangência e pelo número exorbitante de valências a serem tidas em consideração…

    Ou então trata-se de mais um documento emanado pelo ME sem validade em termos práticos, mas que, e ainda assim, irá dar muitas “dores de cabeça” a todos os profissionais implicados…

    E é tão fácil mandar fazer, sem ter a plena consciência do que é possível exigir e do que é possível efectivamente fazer…

    Aceitar este “caderno de encargos” como se de verdadeiras Orientações se tratasse é meio caminho andado para aceitar a deslealdade e a desonestidade intelectual, utilizadas frequentemente pela tutela como “isco numa ratoeira”…

    • Ana on 23 de Agosto de 2020 at 13:27
    • Responder

    Mas que raio de documento é este?
    Por exemplo no parágrafo da avaliação que paleio é aquele? Como distinguir no secundário que conta para média um 15 de um 17? Ou um 18 de um 19?

    É só treta… Espero que os diretores exijam ao ME ações CONCRETAS.

    • SapinhoVerde on 23 de Agosto de 2020 at 13:51
    • Responder

    Ora, lá vem alguém a ensinar a missa ao padre.
    Deveriam de enviar algumas “coisas” (orientações) para os pais e encarregados de educação.
    E já agora porque não darem melhores condições aos professores, alunos e escolas?
    – Atender às necessidades de cada aluno, sim é possível: 1 com turmas mais pequenas; 2 com professores na Mi colocados em horário incompleto, para depois se atribuírem tutorias.
    – Bibliotecas? sim, mas com mais crédito horário e horas de atendimento/gabinete; já que no presente se precisas de um tutor (vulgo explicador) tens que o pagar!
    – Recursos tecnológicos ao dispor … sim, computadores com anos com o windows vista … e internet sem banda larga ou sem banda nenhuma……
    Em relação aos regimes presenciais mistos e não presenciais, devemos proteger os alunos … mas e os professores (em especial os grupos de risco)? Ou estão à espera que os professores após leccionar na escola cheguem a casa e tenham umas horas extras “a la borlix”.
    Estou de acordo, mais do que acordo com estas orientações, mas os funcionários públicos, professores (e outros, com o meu apreço aos funcionários de saúde, bombeiros, etc … o heróis CoViD ) não são escravos, aliás Portugal foi o primeiro pais no mundo a abolir a escravatura,
    Caro MEC, dê mais crédito de tempos às escolas, dê mais tempos lectivos aos directores de curso e directores de turma. Horas de biblioteca, horas de apoio (sou anti explicadores remunerados).

    • Fernando, el peligroso de las verdades. on 23 de Agosto de 2020 at 14:21
    • Responder

    Você pode ser anti tudo. O problema é que tem de comer e calar como eu e os outros.
    Tudo calado para receber o pilim…

      • Rui on 23 de Agosto de 2020 at 15:21
      • Responder

      Podes calado receber o pilim e trabalhar o menos possível.
      Não é isso que se quer. Quere-se pessoas satisfeitas produtivas.

        • Fernando, el peligroso de las verdades. on 23 de Agosto de 2020 at 18:08
        • Responder

        E todos vão calar o bico porque as ilusões já todas o vento levou.
        Recebes o pilim e calas a boca… mai nada!

          • Matilde on 23 de Agosto de 2020 at 21:08

          “Calar o bico”, nunca! Quando me calar é porque morri… 🙂

          Não gosto do seu conformismo, nem da sua visão fatalista… Não acalentar grandes ilusões não pode significar desistir nem aceitar incondicionalmente…

          “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena”…

    • Rui Manuel Fernandes Ferreira on 23 de Agosto de 2020 at 23:00
    • Responder

    Mais um documento que trata o professor como um néscio.
    Vergonha!

    • Paulo Pereira on 25 de Agosto de 2020 at 14:34
    • Responder

    Achei particularmente interessante a imagem de fundo e o desenho do logotipo da “empresa”, se é que o é.
    Quanto ao texto em si, não me debrucei particularmente sobre ele. Tentei adivinhar a fonte do texto utilizada.
    Há “criativos” em Portugal muito bons!

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