Coreia do Sul fecha escolas e regressa ao ensino à distância
A Coreia do Sul ordenou esta terça-feira que todas as escolas em Seul e na sua região retomem o ensino à distância para conter a nova onda de casos de covid-19, segundo o Ministério da Educação.
O Governo sul-coreano obteve bons resultados na luta contra a covid-19 devido a uma ampla estratégia de triagem e rastreamento de contactos de pessoas infetadas, mas nas últimas semanas o país tem vindo a registar novos casos após o aparecimento de surtos, a maioria deles ligados a igrejas protestantes.
A Coreia do Sul registou nas últimas 24 horas 280 novos casos de covid-19, elevando o número desde o início da epidemia para 17.945 pessoas infetadas.
Este é o 12.º dia consecutivo com um número de contaminações superior a 100, após várias semanas durante as quais os números oscilaram entre 30 e 40.




6 comentários
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Lá chegaremos…com estas medidas, aliás, com a falta delas, é só uma questão de tempo. Quem ainda tem dúvidas?
Pois…. Temos de rastrear as igrejas protestantes próximas de escolas para preparar aquilo que tão ardentemente alguns professores querem por aqui: ficar em casa! Eu aconselhava-vos a nem porem os pés na escola porque, o diabo, vem aí, vem aí!!! Não vão!!
Já sabemos como é … estes orientais é que exageram… nós é que somos oos sabichões! Organização, factos ciência? Rezemos que o COVID pairará sobre a Pátria Lusitana … Basta o SE Costa desejar que as cantinhas apinhadas serão , instantaneamente, uma zona hermética e bacteriologicamente pura! É perguntar ao Homem Cristo e ao Conraria como os Coreanos são loucos e eles é que são os presidentes da epidemiologia, em geral !
Preocupa-me esta postura despreocupada em relação ao arranque do ano letivo, como a do Sr Luís e outras analistas que têm cobertura nos media. Não sei se será por estar em escolas especiais, xpto, mas eu trabalho numa escola, que, enfim, num outro qualquer país civilizado não se chamaria aquilo uma escola. Está tão saturada de alunos que temos vários contentores a serem usados como sala de aula regular e a própria cantina, e não é por estarem a decorrer obras algumas.
Por isso, por favor tenha algum respeito por quem tem receios perfeitamente legítimos.
Nós não somo aves raras que não queremos aulas presencias, conforme o Sr invoca.
Mas se isso o faz sentir melhor, continue o seu exercício de escárnio para quem trabalha em escolas públicas no Portugal profundo, ie, subúrbios de grandes cidades e afins. Essa realidade raramente salta para as primeiras páginas.
https://observador.pt/2020/08/26/covid-19-investigadores-dizem-que-regras-rigidas-de-distanciamento-estao-desatualizadas/
O que mais me revolta é que não era preciso mais dinheiro (ie, fundos sem fim) para repensar o funcionamento do próximo ano letivo.
Os gestores/governantes/opinion makers estão aprisionados numa estrutura cognitiva dissonante do paradigma atual.
Era possível repensar de forma séria vários aspetos, envolvendo os vários intervenientes, com tempo de antecedência qb.
Distância de 1 metro, mas só quando possível, ie, numa percentagem diminuta de escolas, máscara na cara, desinfectante para as mãos, e pronto, são as linhas estruturantes da estratégia de retorno presencial às escolas.
Poça, era tão possível fazer tanto mais!!!!!