FENPROF ADMITE AVANÇAR PARA GREVE SE NÃO HOUVER CONDIÇÕES DE SEGURANÇA NAS ESCOLAS
Em declarações ao Correio da Manhã, Mário Nogueira, secretário geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof), disse que estão “a ver como evoluem as coisas” e reforçou que o sindicato está disposto a avançar “para a justiça se houver risco de vida para os professores” .
“Para já, vamos ver como evoluem as coisas e insistir nas reuniões junto do Ministério da Educação e Direção-Geral da Saúde. Nos dias 2, 3 e 4 de setembro, os nossos órgãos nacionais vão reunir-se para decidir a abordagem ao início das aulas, caso não sejam garantidas as condições de prevenção e segurança sanitária”, disse Mário Nogueira ao CM.
Segundo o matutino, a Fenprof exige um rastreio a toda a população escolar e contesta a norma que define uma distância nas escolas de “um metro, se possível”.
Mário Nogueira não descarta a realização de uma greve no arranque do novo ano letivo, seguindo o exemplo dos sindicatos de professores da comunidade de Madrid, em Espanha, que também já anunciaram uma greve para o início do ano letivo. A decisão será tomada no início de setembro pelo Conselho Nacional da Fenprof.
Além disso, a Fenprof teme que aulas com turmas de quase 30 alunos façam disparar a transmissão do vírus que causa a covid-19. Segundo o CM, o sindicato vai denunciar a atual situação ao Parlamento, Organização Mundial da Saúde, Organização Mundial do Trabalho, UNESCO e OCDE.




11 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Acho cedo para qualquer tipo de decisão quanto a isso.
Ainda tenho esperanças que a DGS e o ME possam ajustar as medidas que até agora são conhecidas e adotar outras suplementares que na minha opinião são imprescindíveis antes do início do ano letivo.
Por outro lado, ainda estou perplexa como os pais portugueses estão passivos relativamente às condições sanitárias com que as escolas vão funcionar.
Também tenho algumas esperanças que entretanto se apercebam que há muito mais que poderá e deverá ser feito, e se juntem a nós nessa consternação, como ocorre nos outros países mediterrâneos que procuro acompanhar.
Professores e pais juntos, a alertar as autoridades e decisores para a necessidade de um retorno às escolas com mais segurança do que aquela que eles conseguiram propor até ao presente.
————————–
——————————–
Este Mário Nojeira é um dos Membros ilustres do Partido Comunista Portugues (PCP), um dos partidos que sempre apoiou esta Solução Governativa do Partido Socialista. Portanto este ARTISTA HIPOCRITA nunca defenderá os professores, mas sim a solução de governo.
Este HIPOCRITA só está a ver como param as modas. Mas diga-se que o Governo XUXALISTA já deu o seu aval á Festa do Avante e assim vai continuar.
Digam ao MÁRIO NOJEIRA para ir para o raio que o parta. Valente HIPOCRITA.
CHEGA!……………………………
—————–
———————————-
Antes os Costa, o Rio, e muitos numa lista do que fascista e racistas… Chega deve ser aquele tipo que quer privatizar a Escola Pública , como está no programa que apresentou nas últimas eleições, não? As crises são o tempo das hienas vale mais qualquer má democracia que uma boa ditadura…
Espero bem que marquem greve, pois para além de não haver condições mínimas nas escolas para todos, ainda há o desrespeito por todos os profissionais da educação que são de risco.
Concordo com a Maria, a passividade dos pais é preocupante. Se há quem teria influência para mudar o que está mal, eram eles! Quando for tarde demais, lançam mãos à cabeça… Não acredito que fique tudo como está, o rumo da pandemia mostra bem isso!
Três máscaras para usar…. até ao Natal!!!
Tanta generosidade!!!!!!!!
Os professores vão ficar na moda… andarão de máscara rota!
O regresso às aulas, sem condições, será o fim do Costa. Infelizmente as consequências serão catastróficas para muitos.
O silêncio cúmplice dos pais foi comprado com o calendário escolar 2020/21 feito à medida das necessidades da atual classe dirigente dos papás. De resto, pais e ME estão unidos pela máxima “todos têm de estar na escola! Custe o que custar!”
Neste contexto, a segurança sanitária tem uma relevância meramente simbólica…
Não, num bamos!
Teremos mais do mesmo:
Mais um geringonço simulacro com o objetivo de sacudir a água do capote e tapar os olhos a quem não quer ver.
A passividade dos pais é realmente preocupante, embora se sinta o receio de muitos deles em surdina.
Entretanto, em vez de tentarem uma união de esforços, começam a ir ao médico pedir um relatório de risco para os filhos de modo a terem aulas online. Não seria melhor ideia organizarem-se?
Quanto à hipótese de uma greve, ela deveria ter sido equacionada há mais tempo como forma de pressão para negociações. Como fizeram em Espanha, com bons resultados.
Em cima do acontecimento é mais difícil consegui-se algo de diferente.
Assim sendo, a gente reabre a “festa” da escola, como dizia o outro, e passadas umas semanas (ou menos), fecham-se deixando todos atordoados sem nada onde se “agarrar” e tudo feito para ontem como é costume.
Quando as escolas fecharam, a situação foi de completa improvisação.
Agora já não há lugar a improvisações. E se houver, é porque não se aprendeu nada.
Já vai tarde… e… claro … como já mencionado por alguém num comentário anterior… ao jeito do governo!!!
Denúncias para as instituições internacionais… ainda equacionam? Há MUITO TEMPO QUE OS DADOS ESTÃO LANÇADOS… só agora perceberam?
Tanta ameaça com zero de concretização!!!