Baixas cairam para metade durante o 3.” Período

Substituições de professores baixam para metade nos meses da pandemia

No ano lectivo passado, entre Abril e o encerramento das actividades escolares, mais de 2300 docentes de baixa médica tiveram de ser substituídos. Este ano, no mesmo período, foram “cerca de metade”, revela o ministério.

Nos meses em que a pandemia virou as escolas do avesso, mandando, pelo menos em parte desse período, professores e alunos para casa, com ensino à distância, o número de docentes que tiveram de ser substituídos, maioritariamente por doença, desceu para metade quando comparado com os mesmos meses do ano anterior, segundo dados do Ministério da Educação (ME) enviados ao PÚBLICO.

 

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9 comentários

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    • Covidinho! on 6 de Agosto de 2020 at 9:43
    • Responder

    Ainda dizem que o Covid põe as pessoas doentes! Cura-as, isso sim!

    • Fernando, el peligroso de las verdades. on 6 de Agosto de 2020 at 11:49
    • Responder

    Tantos desaparecidos em combate!
    Bons tempos!

    • Atento on 6 de Agosto de 2020 at 11:55
    • Responder

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    Este fenómeno em contraciclo tem uma explicação antropológica….o Homosapiens recolhia á caverna sempre que detetado o perigo……ora, com a COVID o governo mandou recolher á caverna…..logo não se justifica meter baixa médica para recolher á caverna…..seria uma aberração fazê-lo…..

    Os docentes são um grupo profissional de VELHOS e este problema já devia estar resolvido sob pena de vir a ocorrer um enorme hiato no sistema de ensino….os Jovens continuam a fugir a uma profissão desclassificada, mal paga, não reconhecida, abastardada……..os jovens começam a encontrar outras oportunidades em Portugal e na Emigração (com salários muito mais atrativos e outras condições laborais)……Portugal é dos países mais pobres da Europa e esta situação não se vai alterar para melhor, vai isso sim mudar para pior….portugal está a caminho de ser o país mais pobre da europa…..esta situação leva os mais audazes a abandonarem o país……portugal é bom para passar férias e pouco mais…..

    Ser professor em portugal é ser um resignado….resignado a ser um mediocre……resignado a viver mal….resignado a ser um nómada (andar de localidade em localidade)…..resignado a ser um “desclassificado”…….

    Mudem este estado de coisas enquanto é tempo…..

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      • Alecrom on 6 de Agosto de 2020 at 12:19
      • Responder

      Assino por baixo.

      Mas, desengane-se, ainda não é tempo.

      Vamos sangrar muito mais.

      Quando vir a Joana Mortágua como Ministra das Finanças e o Francisco Louçã como PR, então sim, estará mais perto.

      1. O fascista de serviço, é isso?

          • Alecrom on 6 de Agosto de 2020 at 14:13

          Sim,
          RF,
          é isso mesmo,
          o fascista (talvez nazi?).

          Essa é a mentalidade beatopatriótica
          que aqui nos trouxe.

          A mim já não me afeta.

          E até compreendo essa tua forma de ver as coisas.

    • Alecrom on 6 de Agosto de 2020 at 12:05
    • Responder

    Cá está um tema para o qual a consciência de classe😃 é importante
    Claro que há baixas fraudulentas (como em todas as profissões),
    mas a esmagadora maioria são situações que não desejamos a ninguém.

    • O paralo! on 6 de Agosto de 2020 at 23:08
    • Responder

    Isso demonstra que metade das baixas médicas são falsas, e não admira, estive o ano todo a substituir uma dessas pseudas absentistas, com um alegado cancro num pulmão, no jantar de natal a sua alegria em estar a conviver com os colegas entre copos e copos até cair para o lado. Nunca pensei que álcool e cocktail de medicamentos funcionassem tão bem. Enfim, somos nós contribuintes que pagamos a estas senhoras de alto escalão.

    • Grande parolo on 7 de Agosto de 2020 at 0:37
    • Responder

    Somos nós que pagamos a estas senhoras de alto escalão e a ti O parolo que funcionaste como suplente. De facto era escusado teres lecionado. Bem podias ter ido semear batatas. Pobre e mal agradecido!

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