Para os professores, a resposta do SE aos diretores foi clara, baixa médica. Quanto aos alunos, se não sabem perguntem, eu explico-lhes…
Ministério ainda não tem um plano para professores e alunos de risco
Docentes e directores queixam-se de falta de orientações da tutela.
O Ministério da Educação (ME) ainda não tem preparado um plano para professores e alunos com doenças de risco para a covid-19, embora garanta que o vai apresentar a tempo do arranque do ano lectivo, em Setembro.

8 comentários
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Então!….esta cavalgadura XUXALISTA (com cartão e tudo) diz aos professores para meterem “Baixa Médica”…..grande ordinário.
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Então qual é a sua proposta?
E que tal aproveitarem os professores de risco para darem aulas à distância aos alunos também eles de risco, mantendo-se deste modo o teletrabalho destes docentes e permitindo-se que os alunos de risco não tenham riscos acrescidos?
Eu tenho um filho que é doente crónico, criança incluída nos grupos de risco. Sem medicação e sem vacina para esta doença é muito arriscada a sua presença na escola. Li a legislação que foi enviada para as escolas sobre as orientações para o próximo ano letivo e percebi que estes casos de alunos doentes crónicos não foram tidos em atenção, nem um parágrafo sobre este assunto. Fiquei apreensiva e muito preocupada porque não sinto que na escola estejam asseguradas as condições de segurança para estas crianças. Atenção, estou a referir-me a crianças com uma saúde muito fragilizada, com o sistema imunitário muito debilitado. O ensino à distância deveria ser assegurado para estes alunos pertencentes a doenças de risco, alunos com o seu sistema imunitário fragilizado e que poderão desenvolver complicações mais graves no contexto da doença por COVID-19. Atendendo a que o ME prevê para o próximo ano letivo apoio tutorial específico para determinado grupo de alunos e mentorias para outro grupo de alunos, entendo que deveria ter também em consideração uma solução para estes discentes que, embora gostassem muito de ir à escola, por razões de saúde não é aconselhável! Gostávamos de não estar nesta situação mas a pandemia trouxe mais esta dificuldade. Estamos certos de que será possível ultrapassar esta situação, sem causar mais problemas nestas crianças, neste grupo específico de alunos, se tivermos o apoio do ME, da direção, dos docentes do CT, dos colegas de turma, enfim, de toda a comunidade educativa. Tenho esperança que haja compreensão e colaboração para que nenhum aluno seja deixado para trás. Bem-haja a todos!
Devia dirigir-se às duas organizações dos encarregados de educação mas talvez estejam de férias…
Em alternativa, pode dirigir-se ao ministro das escolas e das aldrabices mas suspeito que esse lhe mandará comprar uma bolha…
Quanto ao secretário Costa, nem vale a pena dirigir-se-lhe pois já sabe que a receita é meter atestado.
Por fim, poderia sugerir-lhe uma outra secretária, de nome Leitão, mas essa está desaparecida em parte incerta.
Em conclusão: proteja o seu filho como puder e não o deixe nas mãos de incompetentes.
Pirilau, já não é a Leitão. é uma amadora
Tanto faz uma inútil como outra.
Quem profere nomes insultuosos como “cavalgadura” é porque a ira e frustração como ser humano é tanta, que se está a remeter para si próprio!A saúde mental está em causa, cada vez mais, e este como tantos casos, é alvo de psicoterapia, psicologia, psiquiatria, auto-análise: Quem sou, o que faço aqui , para que é que destilo a Ira nos outros? Será que fico mais aliviado? E a resposta é óbvia – O seu problema de saúde mental vai continuar aí, até que (se esse dia chegar), se aperceba que não resolve nada sendo arrogante, com grande ignorância de tudo o que profere pela boca fora, ou, para não se mostrar, pois não se consegue assumir! É preciso colocar nomes fictícios, pois a própria vida é uma ficção, só que em MAU, MUIIITO MAU!
Procure ajuda! Precisa Tanto!…..