Com as escolas em funcionamento há duas semanas, 41 escolas em Berlim já receberam uma visita ao vírus. Trata-se de casos isolados, em que um aluno ou professor, ou outro membro da comunidade educativa, foi infetado. Não há indícios de casos infetados nas escolas, mas estes casos também requerem quarentenas parciais por grupos de contacto e testes em massa da comunidade educativa. Uma escola do 1.º ciclo em Treptow-Kopenick teve que encerrar completamente por um dia.
A vereadora da Educação Sandra Scheeres lembra que não é um nível preocupante e que o período ainda está em curso. Afinal, há 41 escolas do total 825, a percentagem não chega aos 5%. As estatísticas mostram também que, independentemente da idade dos infetados, da região em que as escolas estão localizadas, ou se são escolas públicas ou privadas. O vírus deve-se, na maioria dos casos, ao regresso das férias no estrangeiro.




8 comentários
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“Não há indícios de casos infetados nas escolas”.
Na escola o vírus não é transmissível.
Já há autarquias com planos de contingência que preveem o confinamento da população na escola em alternativa às cercas sanitárias.
🙂
Dei umas boas gargalhadas. Obrigada.
Com as escolas abertas, as condições inadequadas na maior parte dos agrupamentos; o não uso de máscaras no 1º ciclo; turmas enormes num espaço pequeno tudo piorará… Toda a gente sabe disto! Os alunos irão para as escolas infectados infectarão os outros e a doença crescerá exponencialmente na comunidade…
Isto só não aconteceu em março porque as escolas fecharam. Se não houver medidas mais sérias , e provavelmente, não haverá só nos resta que o vírus se porte melhor que o previsto… Rezemos!
Rezemos então:
A treje chetembro
Na Coba do MÉeeee
Aparxeu vrilhando
A cruel cobiiiiiidee.
Abé, Abé…
Abé viróooje!
Abé, Abé…
Abé cobiiiidee!!
A situação na Alemanha é difícil de analisar porque:
– Sendo Federal, cada estado aplica as medidas que entenderem no regresso às escolas.
– A abertura das escolas não ocorrem ao mesmo momento para os diferentes estados. Contudo, houve um atrasar da re-abertura em 1-2 semanas em diferentes estados. Algumas só abriram na passada 2ª feira.
– Cada estado poderá tomar medidas distintas para situações equivalentes, quando surgem casos positivos.
– Os seus alunos não estão o dia todo nas escolas, mas sim só até às 13h30, hora de fecho de todas as escolas, logo menos horas diárias em ambientes fechados em grupo.
– Os Alemães não têm “leis” no que concerne ao comportamento individual face à pandemia, mas sim conselhos que os cidadãos seguem de forma muito responsável (de uma maneira geral) e disciplinada.
Posto isto, desculpem o novo post mas não sei como editar o antigo, prefiro analisar comparativamente a nossa situação com Espanha, Itália e França.
Não obstante, óbvio que é pertinente verificar o que vai ocorrer na Alemanha, desde que tendo em atenção as diferenças estruturais, culturais, civilizacionais e de mentalidade.
Uma coisa é certa, os governantes alemães não mentem, ie, não apresentam factos parciais que induzem a conclusões erradas, nem douram a pílula aos seus cidadãos.
Uma percentagem semelhante por cá e é incompetência. Na Alemanha já é responsabilidade. Giro.
Está a referir-se a percentagem de que evento/ocorrência? Sem essa indicação…
De qualquer maneira, é irrelevante, inferiu que insinuei que os portugueses são menos responsáveis, não foi a minha intenção.
Na minha opinião, somos mais egocêntricos, menos cívicos e não zelamos pelo interesse coletivo, favorecendo o interesse individual e de curto prazo.
Contrariamente ao que, na minha opinião, ocorre nos países do norte da europa.
Não pretendo com isto valorar uns em detrimento dos outros, é meramente uma observação que creio fazer sentido no contexto em que vivemos. 🙂