Depois de tão flagrante desautoriiação qualquer um com um bocadinho de amor próprio se demitiria…
Carta de António Costa a Marcelo desmente ministro da Educação
Afinal, as ameaças sobre o impacto das alterações ao Orçamento Suplementar eram manifestamente exageradas. Isto porque não só várias dessas medidas acabaram por ser aprovadas pela bancada do PS como não tinham o custo supostamente muito elevado que o Governo chegou a referir: é o caso da proposta do CDS que veio suspender a devolução dos manuais escolares, e que custaria, segundo o Executivo, 150 milhões de euros. Afinal, são 35 milhões.
As contas são do próprio Governo e constam da carta que António Costa enviou a Marcelo Rebelo de Sousa sobre o Orçamento Suplementar, e que foI, com a promulgação do documento, publicada esta semana no site da presidência da República. É dos anexos a essa carta, onde se detalham os “impactos estimados das iniciativas parlamentares aprovadas”, que consta o cálculo: a “não reutilização dos manuais escolares” corresponde a um gasto de 35 milhões de euros. Ainda a 3 de julho, o ministro da Educação lamentava que a medida implicasse “uma dotação de cerca de 150 milhões de euros que não estavam previstos, nem ficaram previstos, no Orçamento do Estado.




4 comentários
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Mas tal e qual carraça, o Tiaguinho vai-se manter no cargo, independentemente dos disparates que faça ou diga! O Costa não quer saber nada de Educação. Sempre assim foi e sempre será assim.
Existirá maior disparate do que aquilo que o Arlindo escreve? Santo Deus!
Demissão? Palavra estranha, essa, em Portugal…
Quantos governantes, neste país, se demitiram ou foram exonerados do cargo por terem sido “apanhados” em flagrantes mentiras?
Por cá, isso é coisa que não existe… E a permanência num cargo costuma ser perpetuada, independentemente dos atropelos que possam ser cometidos por quem os desempenha…
Dignidade? Honra? Amor-próprio? Respeitabilidade? Integridade?
Que importa isso, desde que seja possível manterem-se no cargo…
Desde uma demissão “irrevogável”, que efectivamente nunca o foi, até às patacoadas do actual ME que, noutro qualquer país seriam insustentáveis para o Primeiro Ministro, tudo pode acontecer…Tudo, menos a demissão, claro está…
Reforma aos 64?
https://expresso.pt/sociedade/2020-07-26-Covid-19.-Mortalidade-provoca-recuo-na-esperanca-de-vida