“Se te portas mal faço-te um teste surpresa” – João Costa

A afirmação reflete algumas práticas que vão perdurando nas nossas escolas que não constituem o fundamental propósito da avaliação, segundo João Costa. No vídeo seguinte o secretário de estado da educação  apresenta os 4 aspetos que devem ser tido em conta quando se fala de avaliação pedagógica.

https://youtu.be/Nty4cTo1P7Q

As afirmações foram feitas no âmbito do I Encontro CFAC sobre Avaliação Pedagógica.

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35 comentários

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    • mario silva on 24 de Julho de 2020 at 13:51
    • Responder

    quando este senhor mostrar quantos anos de experiência letiva de ensino básico e secundário ele tem, então pondero analisar as suas opiniões técnicas.

    • Zaratrusta on 24 de Julho de 2020 at 14:10
    • Responder

    Não vejo o vídeo. Esta criatura dá-me vómitos.

    • Alecrom on 24 de Julho de 2020 at 14:33
    • Responder

    Também já não vejo (previsibilidade de 100%).
    Até quando teremos como SE da Educação um indivíduo que nos odeia?

      • Alecrom on 24 de Julho de 2020 at 14:37
      • Responder

      A nossa imagem não está nem vai conseguir resistir a estas investidas.
      Não vão descansar enquanto não conseguirem que a classe docente seja vista como…
      “gente desprezível”.
      E estão a ter sucesso.

    • Estou farta on 24 de Julho de 2020 at 14:37
    • Responder

    Ele devia era ser obrigado a dar aulas a uma turma de 7.º ano daquelas apuradas (que hoje em dia é raro não serem) cada vez que vem com estas conversas de treta. Mas era durante um ano letivo inteiro, não era dar uma aula ou duas para fazer figura. Era durante o ano letivo inteiro, tinha que cumprir o programa, respeitar os critérios de avaliação, fazer articulação curricular entre disciplinas, participar numa DAQ, acompanhar os meninos numa visita de estudo, ser diretor de turma.
    Irrita-me cada vez mais não só termos que lidar com desrespeito total por parte dos alunos e dos encarregados de educação e depois ainda mais ter que engolir estes discursos vazios, desajustados da realidade, condescendentes.
    Já percebemos, pouca avaliação para passar os alunos todos. E pelo menos assim não há provas do que eles não aprenderam.

    • Atento on 24 de Julho de 2020 at 14:38
    • Responder

    ,
    Que grande SEBADOLA este xecretário do estado ….basta olhar para o focinho para ver a pinta deste artista……meteu-se no Partido XUXALISTA (que é uma especie de partido do mamanso) e andou por lá para, na primeira oportunidade, ir comer á Latrina….e cá está ele no Governo Xuxalista a mamar um bom salário e com direito a umas mordomias…..Maravilha!…….

    É assim mesmo costa!…..

    NOJO de País!……

    NOJO de Governo!….

    CHEGA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    ,

      • Luluzinha on 24 de Julho de 2020 at 15:23
      • Responder

      Credo, que linguagem tão vernácula!

        • Pardal on 25 de Julho de 2020 at 13:47
        • Responder

        A Lulazinha não é mais do que o Pardal de saias.

    • Mafalda Castro on 24 de Julho de 2020 at 15:04
    • Responder

    Tenho quase a certeza de que se o administrador do blog for ver o ip dos comentários vai perceber que eles foram feitos pela mesma pessoa.
    Não concordo com muita coisa que este secretário de estado diz, mas algo vai mal neste reino da educação quando vemos professores a fazer a mesma coisa durante 30 anos.
    A experiência não é tudo neste caso. Atualização é conhecimento. Quem ignora a investigação e replica o que viu parece que funciona, mas só de vez em quanto.

      • Alecrom on 24 de Julho de 2020 at 15:15
      • Responder

      Mafalda,
      falas por ti?

      Ou são os outros, os que fazem o mesmo há 30 anos?

      Uma coisa te posso garantir:
      há trinta ou mais anos que os modernos falam de uns tais outros que fazem o mesmo há trinta anos.

      Terão a mania que são melhores que os outros, lol?

      São sempre eles no poleiro (do ME aos C. Pedagógicos), mas os CULPADOS são sempre os outros. Os tais repugnantes imbecis que fazem o mesmo há 30 anos.

      Mafalda,
      conheces quantos?

      • Francesc Ferrer Y Guárdia Um Bocadinho Manco on 24 de Julho de 2020 at 15:29
      • Responder

      Diga lá Mafalda, com o devido respeito, o que funciona? Já lhe digo que lecciono umas coisitas com mais de mil anos e continuam a funcionar… Mas elucide-nos … estou sempre pronto a mudar…

      • Pirilau on 24 de Julho de 2020 at 16:18
      • Responder

      O rio da minha aldeia fez a mesma coisa desde tempos imemoriais: levar água para o mar.
      E sempre o fez bem.
      Depois vieram uns inteligentes e acharam que seria melhor que o rio levasse para o mar toda a espécie de porcaria, pois não fazia sentido o rio passar a vida a fazer a mesma coisa.
      E, estou certo, virão outros ainda mais inteligentes decretar que o rio deve correr da foz para a nascente.
      Finalmente, quando já não houver rio, virão os sábios dos sábios dizer que a água foi a culpada de tudo.

        • Luluzinha on 24 de Julho de 2020 at 16:53
        • Responder

        Comentário: non sense (no pior sentido do termo, claro)!

          • Pirilau on 24 de Julho de 2020 at 17:03

          O cérebro é uma coisa linda, todos deviam ter um (A. E.)

    • Luluzinha on 24 de Julho de 2020 at 15:19
    • Responder

    Mas esta criatura terá a noção do que está a dizer? Terá este senhor a capacidade de intuir o significado de trabalhar no contexto escolar contemporâneo? Francamente!

    • Tiago on 24 de Julho de 2020 at 17:04
    • Responder

    O Secretário de Estado João Costa procura o melhor para a educação, revela humanidade e demonstra coragem como a maioria dos governantes, pois estando num cargo político o escrutínio das suas opiniões aumenta e sujeita-se a comentários despropositados.
    Penso que a maioria dos professores está de acordo que a avaliação deve ser contínua, abarcar o maior número de competências, ser formativa e explicada aos alunos. A maioria dos professores (já estive em 23 escolas, alguns anos acumulei) sabem e tentam aplicar o que o Secretário de Estado diz, pelo menos desde a década de 90.
    A questão está na incongruência entre a teoria e a prática.
    Na avaliação formativa auxilia-se o aluno a melhorar, mas “no final do dia” é atribuída uma avaliação quantitativa, explicada essa avaliação com tabelas e o número (classificação) implica a entrada no ensino superior. Desde sempre ouvi dizer “os alunos não são número” mas os professores, por imposição do sistema não fazem outra coisa que não seja procurar um número que reflita o desempenho dos alunos. Estes até têm um número antes do nome.
    Deste modo uma formação que congregasse a avaliação formativa e quantitativa (conjugar o acompanhamento do trabalho realizado pelo aluno e dados quantitativos) é mais importante do que as formações relacionadas com teorias da avaliação sem referir a aplicação prática, quantitativa, específica e com tabelas. De outra forma mantém-se um iato entre o Ministério e a Escola, entre a teoria e a prática, o que descredibiliza as boas teorias, pois uma teoria só é boa quando bem aplicada.
    Considero que a diversidade de estratégias aplicadas e avaliadas beneficia o processo de aprendizagem, sendo natural que o teste de avaliação tenha um maior peso (mas não decisivo) tendo em consideração os condicionalismos impostos pelo Ministério (média de entrada na universidade) mas não só porque o teste escrito garante a individualidade, avalia diversas competências, aplicação de conhecimentos, possibilita reflexão, permite avaliar a preparação para uma etapa a cumprir e ao aluno sistematizar conhecimentos. O que mais distingue o teste escrito de outros instrumentos de avaliação é a individualidade / justiça na avaliação, assim como a avaliação num único instrumento de várias capacidades (memorização, compreensão e aplicação). Também possibilita averiguar como o aluno se preparou para essa etapa.
    A avaliação formativa possibilita acompanhar o processo de aprendizagem do aluno e por isso deve ser avaliado de forma quantitativa, mas com um peso menor por causa da individualidade na avaliação que é difícil de manter no quotidiano da aula.
    Os testes de aferição focam a avaliação formativa mas não justificam a sua aplicação face aos recursos utilizados assim como não conseguem avaliar a preparação do aluno para uma etapa a cumprir porque os alunos não revêem os conteúdos na preparação para um momento de avaliação que não conta para avaliação. Não é defeito, é humano. Eu também prefiro as formações em que não tenho de apresentar relatório final mas reconheço que retiro mais proveito daquelas em que o tenho de fazer.
    Os trabalhos de grupo são muito profícuos, os alunos aprendem uns com os outros, desenvolvem competências interpessoais (saber ouvir, respeito pelo outro, tolerância) mas dificultam a avaliação individual. Na apresentação de trabalhos os alunos aprofundam um tema, aprendem a expor-se mas coloca-se em causa o cumprimento do programa.
    A questão de flexibilidade e realização de projetos interdisciplinares permite que os alunos tenham uma visão de conjunto de um tema mas não permitem a conclusão do programa face à desproporcionalidade do tempo alocado ao tema interdisciplinar. A este respeito seria mais fácil ao Ministério assumir os currículos por temas e não por disciplinas, incluindo nos próprios Manuais.
    Conclusão, na teoria não se quer que os alunos sejam “um número” mas obrigam a atribuir um número. Quer-se que os alunos tenham uma visão interdisciplinar mas mantém-se o currículo por disciplinas e pelo menos o programa de História mantém-se longo. Aceito as duas visões, o meio caminho cria inação.

      • Alecrom on 24 de Julho de 2020 at 20:22
      • Responder

      “Avaliação formativa” é mito urbanoeduquês.
      O discurso do SE João Costa é um discurso pescadinha de rabo na boca.
      Um discurso que se basta a si próprio e se encerra em si mesmo.

      • Francesc Ferrer Y Guárdia Um Bocadinho Manco on 24 de Julho de 2020 at 21:46
      • Responder

      Podia escrever ainda mais que a realidade o contradiria… O que fez o senhor secretário da educação foi publicar duas leis que impossibilitam as retenções, mas, pior, bem pior, baixam a exigência curricular para raso menos , ainda pior, os alunos dos meios desfavorecidos serão os ainda mais prejudicados porque aí a exigência curricular será o zero. Isto não é uma projecção, acontece neste momento. A avaliação deste ano foi uma farsa, embrulhada em pandemia e flexibilidade curricular! O senhor secretário de estados aberá o que se passa por trás das cadeiras com rodinhas e das paredes verde alface das recepções oficiais… Era bom que ele começasse a deixar de ouvir o seu eco e a prestar atenção, precisamente , à realidade e ao que ele não quer ouvir: as reformas implementadas são um fracasso e não são mais do que ideias requentadas do início do outro século!

        • Tiago on 25 de Julho de 2020 at 0:00
        • Responder

        Concordo que as ideias do Secretário de Estado nada têm de novo. Quanto às retenções a última palavra cabe ao Conselho de Turma que muitas vezes inflaciona as classificações porque os professores não conseguem justificar em sede de Departamento o insuficiente desempenho dos alunos, pois apesar das estratégias e do esforço para os alunos terem êxito, muitos alunos não cumprem a parte que lhes cabe por múltiplas razões (individuais ou de contexto ambiental) que os professores não conseguem superar, apesar do apoio prestado aos alunos. As classificações devem traduzir a verdade.

    • Mena on 24 de Julho de 2020 at 19:02
    • Responder

    Como distingo um 17 de um 18 no secundário?

      • Matilde on 24 de Julho de 2020 at 20:06
      • Responder

      Quer-me parecer que poderá ser assim, mas também não afianço que seja:

      Utiliza os critérios definidos pelo seu Grupo de Recrutamento, por certo aprovados em sede do respectivo Departamento e superiormente ratificados pelo douto Conselho Pedagógico…

      Claro está que a aplicação dos critérios definidos pelo Grupo de Recrutamento pode carecer da existência de conhecimentos muito profundos sobre Excel e sobre as respectivas formulas…

      Se conseguir transformar todos parâmetros classificados (sem esquecer as respectivas ponderações) num número compreendido entre 1 e 20, então é provável que tenha obtido sucesso… Mas certifique-se que aplicou todas as formulas de forma correcta porque um “enganozinho” em qualquer fase do procedimento aritmético, pode induzir a obtenção de um resultado enganador…
      E também não se esqueça deste “pequeno” pormenor: Se for apresentado algum Recurso, deve conseguir justificar a classificação atribuída pelos critérios definidos na Disciplina em causa e por todo o formulário aplicado… Muita atenção aos formulários!

      Desculpe se a “assustei”, mas parece-me que é mais ou menos assim que as coisas estão neste momento… 🙂

      Esta opinião é meramente fundamentada na observação naturalista não participante (contexto ecológico) e pode não corresponder à verdade… Por favor, não a leve muito a sério e não considere como desrespeito o sarcasmo e a ironia presentes, não os consegui evitar… 🙂

      • Alexandra S on 24 de Julho de 2020 at 20:27
      • Responder

      Não se consegue distinguir.
      No meu caso alinho por cima.

    • Tiago on 24 de Julho de 2020 at 19:24
    • Responder

    Quantificando de forma prática, sem complicar e com conhecimento ao aluno, as grelhas de observação direta. Para além dos principais momentos de avaliação.
    Se o Ministério obrigada a uma avaliação quantitativa, tem-se de encontrar um método quantitativo o mais justo possível e que se consiga justificar.
    Se a avaliação é de 1 a 5 está fica redutora e não reflete os diversos desempenhos.

      • Matilde on 24 de Julho de 2020 at 22:41
      • Responder

      “Se o Ministério obrigada a uma avaliação quantitativa…”

      Pois aí é que começa a incoerência:

      Como traduzir num algarismo (se a escala for de 1 a 5) ou num número (se a escala for de 1 a 20) o discurso do Ministério, enfaticamente, imbuído dos termos “transversalidade”, “holística”, “multinível”, multidisciplinaridade, “flexibilidade”, “avaliação formativa”, “mentorias” ou “inclusão”?

      E se, afinal, o que realmente importa é um resultado (quantitativo) porque se continua a fazer de conta que se privilegia o processo? Nessa lógica, onde cabem os exames?

      Meras aparências…

      O discurso é completamente contrário ao que, na prática, se obriga a fazer. Dissonância inultrapassável, geradora de conflitos e de mal-estar…

    • Tiago on 24 de Julho de 2020 at 23:47
    • Responder

    Penso que a formação necessária consistirá em como quantificar de 1 a 20 ou de 1 a 5 o desempenho dos alunos durante e no final do processo de uma forma que se possa justificar, com a subjetividade que toda a avaliação tem, a classificação atribuída. Sim, tenho de explicar, com dados concretos, porque atribui um 13 e não o 14. A avaliação é mais subjetiva quanto menos quantitativa, por isso é necessário aprender a quantificar as competências transversais de um modo prático mas que se possa justificar. É aqui que está a dificuldade na avaliação pois não é justo que seja feita com base nas últimas impressões ou no parece-me. Deve-se quantificar a partir de grelhas de observação direta, encontrando um modo prático. É neste tipo de formação que sinto necessidade enquanto tiver de atribuir uma classificação numérica aos alunos.

      • Pirilau on 25 de Julho de 2020 at 1:46
      • Responder

      Ó homem, largue as grelhas! Vou oferecer-lhe um método prático para implementar a arte de bem cavalgar uma avaliação:
      1 valor por alguém ter acordado o aprendente;
      2 valores se o aprendente lhe disser bom dia ou boa tarde;
      3 valores pelo facto do aprendente não tossir nas aulas (se a tosse for melódica atribua-lhe 2 valores);
      4 valores se o aprendente souber olhar para a frente;
      5 valores se o aprendente souber escrever o nome;
      6 valores se o aprendente tiver alergia a pêlo de gato.

      Obs: não se preocupe se a soma der 21 valores, ninguém o vai questionar por causa disso…

        • Tiago on 25 de Julho de 2020 at 10:08
        • Responder

        É verdade, ninguém e importa com a inflação das classificações.
        Para a formação de um aluno tanto é mau uma classificação inflacionada como uma classificação abaixo do merecido. Uma classificação inflacionada induz no aluno a sensação errada de que um determinado desempenho e preparação é suficiente para atingir determinados objetivos. uma classificação abaixo do merecido cria frustração e insegurança. No processo de avaliação, sempre falível, deve-se encontrar mecanismos que evitem ao máximo o erro. Os professores nos Conselhos de Turma devem evitar o comodismo de inflacionara as classificações.

    • Roberto Paulo on 25 de Julho de 2020 at 1:50
    • Responder

    As Matildes e quejandas deste mundo complicam tudo. Porém, há muito que a roda e o prego foram inventados.

    O ensino está cheio de umas mariquices, resultantes da área estar prenhe do género feminino. Parecendo que não, faz muita diferença. O género pilinha é mais objetivo e direro, enquanto o feminino vive rodeado de dilemas e questiúnculas.

    • Matilde on 25 de Julho de 2020 at 12:22
    • Responder

    “O ensino está cheio de umas mariquices, resultantes da área estar prenhe do género feminino.”

    Tentativa desesperada para transformar esta “caixa de comentários” numa espécie de “guerra dos sexos”?

    Há complexos e medos que perseguem o universo masculino durante toda a vida… Desde logo, o medo da castração/impotência; o medo do tamanho do respectivo falo (quase sempre por defeito) e o toque rectal, quando enfrentam um exame à próstata… 🙂
    E, nesses contextos, é tão fácil deixarem cair a “máscara” do macho intrépido, dominador, que “não chora”…

    O “machismo troglodita”, eivado da representação da mulher como uma boa dona-de-casa, submissa, insignificante, oprimida e humilhada ainda subsiste em algumas mentes retrógradas que, na verdade, ainda não conseguem aceitar o domínio e o estatuto das mulheres em determinados contextos… Temos pena, resta-lhes apenas habituarem-se…
    Esse “machismo troglodita” não costuma ser apreciado pelas mulheres e, frequentemente, provoca, até, algumas reacções adversas como asco ou repulsa… Não as “conquistam” por aí, pelo contrário…

    Posto o anterior, esta Matilde aprecia muito as diferenças existentes entre o universo masculino e o universo feminino, convive muito bem com elas e valoriza-as… As diferenças de género são indispensáveis ao convívio saudável entre pessoas, do qual depende a aceitação das diferenças naturais existentes… E não desvaloriza umas, em função de enaltecer ou sobrevalorizar outras…

    A quem servir e ao machismo troglodita, deixa-se, humildemente, um conselho:

    Não tenham medo de “chorar” e podem chorar à vontade que isso não diminui o tamanho do falo nem torna um homem castrado ou impotente. Já o medo do toque rectal é perfeitamente compreensível… 🙂

      • Pirilau on 25 de Julho de 2020 at 13:14
      • Responder

      A Matilde não deve nada à AOC:
      https://www.youtube.com/watch?reload=9&v=wjdBw3CLot0

        • Matilde on 25 de Julho de 2020 at 14:19
        • Responder

        Obrigada, pela comparação… 🙂

      • Roberto Paulo on 26 de Julho de 2020 at 18:30
      • Responder

      Quando escrevi o meu comentário, antecipei, com 100% de certeza (passe a redundância), qual seria a sua resposta. E aqui está ela, como previ. Não é nada difícil antecipar a sua reação a determinados comentários ou contextos.

      A sua resposta, afetada e cheia de lugares-comuns (o tamanho do pénis, a próstata, o medo da castração), é de um basismo extraordinário e numa linguagem arrogante e prenhe de superioridade. Poderia responder-lhe com as mulheres-Frankenstein (os lábios não são delas, os olhos também não, as maçãs do rosto idem, os seios idem, as ancas idem, a bunda idem e por aí fora), mas parece-me que não vale a pena.

      O que estava em causa no meu comentário e que V. Senhoria, que não é troglodita (Deus nos livre e nos acuda!), apenas uma iletrada em várias matérias, é a questão do trabalho reprodutivo e do trabalho produtivo, bem como o teto de vidro , o piso pegajoso ou a segregação vertical. Debruce-se sobre estes conceitos e talvez perceba por que razão as mulheres dominam em determinadas profissões: professor, enfermeiro, etc. Estude e depois podemos discutir a questão do género. Até lá, procure abster-se de proferir lugares comuns e disparates de um feminismo serôdio.

        • Matilde on 27 de Julho de 2020 at 11:29
        • Responder

        E, contudo, é tão divertido/lúdico ( e ilustrativo) ler comentários arreliados, amofinados e desventurados…

        Há mesmo casos perdidos… 🙂

    • Tiago on 25 de Julho de 2020 at 17:12
    • Responder

    As grelhas de avaliação do percurso do alunos e dos seus resultados procuram conjugar a teoria com a quantificação na avaliação que é exigida aos professores. Como fazer isto? Todos o fazemos, procurando a objetividade (justiça) na subjetividade do processo de avaliação. Mas não conheço formações neste sentido.
    Existem muitas formações relacionadas com instrumentos de avaliação diversificados, mas como se chega ao número pedido?
    Se avaliação fosse puramente descritiva e formativa simplificava-se os “problemas de consciência”.

    • maria on 27 de Julho de 2020 at 2:27
    • Responder

    Discordo das notas inflacionadas … é uma prática corrupta, que dveria ser investigada.

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