Há pais que resistem no regresso às aulas

E não é para menos. Primeiro lançam o medo depois querem que o percam só porque eles dizem que já é hora…

 

Muitas regras de higiene no regresso às aulas. Mesmo assim há pais que resistem

Milhares de estudantes do 11.º e 12.º anos voltaram à escola. Com máscara e muitas normas para cumprir.

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10 comentários

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    • PipaII on 19 de Maio de 2020 at 9:33
    • Responder

    Nem todas as escolas estão a funcionar assim tão bem. Há escolas que não têm máscaras para os alunos e outras nem para os professores. Como podem ser garantidas as condições de segurança nestas condições?

    • Ana Costa on 19 de Maio de 2020 at 9:47
    • Responder

    O não regresso dos estudantes não está só relacionado com medo. Está relacionado com a obrigação dos alunos do 11º e 12º serem obrigados a irem a todas as disicplinas ou serem impedidos de comparecer a qualquer uma delas. Pesando o custo-benefício em termos de aproveitamento do tempo, no caso de um aluno do 11º ano que tenha um só exame, qual o interesse de ir a 4 disciplinas (sendo que uma delas, Inglês, nem é de exame)? Esta foi uma regra que afastou muitos alunos das aulas presenciais. Faria muito mais sentido os alunos irem às disciplinas que achassem necessário nesta fase, a um mês das aulas terminarem. Em vez disso, o ME, com tanta inclusão e flexibilidade, decidiu em cima do joelho sem pensar no elemento fundamental do ensino, que é o aluno.

      • Maria on 24 de Maio de 2020 at 14:11
      • Responder

      “com tanta inclusão e flexibilidade, decidiu em cima do joelho sem pensar no elemento fundamental do ensino, que é o aluno.” só faltou acrescentar “promovendo a exclusão e a inflexibilidade”. Verdade! Mesmo. Infelizmente.

    • carlos on 19 de Maio de 2020 at 10:47
    • Responder

    Eu vou dar aulas ao 11º ano, mas o meu filho, do 12º ano, fica em casa. Esta medida é politica e o 1º ministro, ainda, afirmou que também era um teste .
    Como não há risco zero, em 160 000 alunos, a probabilidades de alguns contraírem a doença é concreta.
    Qualquer aluno que seja infetado em junho, não vai conseguir fazer exame na 1º fase e consequentemente não se pode candidatar na primeira 1ª fase à universidade.

      • Riscos on 19 de Maio de 2020 at 11:03
      • Responder

      O risco é maior para si que para o seu filho e o seu filho pode contrair o virus por si, na sua. Logo estar em casa não significa estar seguro.

      • Maria on 19 de Maio de 2020 at 12:50
      • Responder

      Penso que, se não puder ir à 1ª fase por estar doente, no acesso à universidade, a 2ª contará como 1ª.

      1. …já era notório que pensa MAL.

    • Contratado on 19 de Maio de 2020 at 13:16
    • Responder

    Tanto drama , é o horror, a tragédia. Acham que os alunos do 11º e 12º ano se não frequentarem as aulas vão ficar fechados em casa ? Basta dar uma volta junto à praia para verificar dezenas de jovens em grupo sem cuidados . Frequentar a escola com mascara e cuidados de segurança é mais seguro do que os ajuntamentos com os amigos, diversão e praia. Quem for do grupo de risco meta atestado ou justificação médica para alunos. Na minha opinião único erro do governo é a falta de testes para todos ( professores ,funcionários e alunos).

      • Ana Costa on 19 de Maio de 2020 at 14:05
      • Responder

      E os restantes alunos, por onde andam?…Então porque voltam só os dos 11 e 12 anos (aqueles que até estarão mais aptos a estudar sozinhos)? Ah! É para garantir que todos podem ter apoio presencial para os exames, tem lógica…mas então porque é que são obrigados a ir também às disciplinas a que não fazem exame (e até a disciplinas que não são mesmo de exame nacional)?…pois, é incompreensível…

      • Paulo Pereira on 20 de Maio de 2020 at 2:07
      • Responder

      Comparar o facto de alguns jovens estarem nas praias e não irem às aulas presenciais não denota muita inteligência. Direi também que evidencia preconceito, e sabemos bem que o preconceito pode condicionar o raciocínio.

      Vejamos:
      Num espaço aberto, como numa praia, os grupos a circular são pequenos.
      Pelo contrário, numa escola, o espaço é fechado além de haver maior exposição a outros grupos de alunos, professores e funcionários.

      Pelo que se sabe, os indivíduos mais jovens têm defesas imunológicas mais fortes.
      Isto, porém, não significa que não possam ser portadores do vírus ou que não o contraiam nos espaços escolares. Isto significa que ao retornarem a casa, os alunos podem levar com eles o vírus.

      Sabemos que este vírus é particularmente virulento pois a imunidade de grupo não é ainda suficiente para que se torne um perigo menor. Daí a necessidade de medidas adicionais de protecção.
      Numa Escola, os adultos (professores e funcionários) são mais susceptíveis a apresentar sintomas da doença.
      O problema de haver doença Covid não afectará tanto, na minha opinião, os alunos, mas os profissionais, particularmente os que têm defesas imunológicas mais fragilizadas.

      Outro aspecto a evidenciar, baseado em factos, é que quem tomou a vacina antigripal tem cerca de 30% de hipóteses de contrair Covid. Perante a análise de casos positivos de Covid em militares dos USA, há uma inferência suficientemente credível de que a vacina antigripal reduz defesas imunológicas contra o vírus Covid.

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