“O 2.º ciclo é uma espécie de enxerto, sem identidade própria”

Isto vindo de quem vem… está-se a ver que, terá fundamentos pouco assentes na prática ou no conhecimento de “campo”… é mais “empírico”…

 

David Justino, presidente do Conselho Nacional de Educação e ex-ministro, é favorável à ideia de um 1.º ciclo mais longo, até ao sexto ano de escolaridade.

 

(clicar na imagem) in DN by Pedro Sousa Tavares

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17 comentários

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    • desiludida2015 on 7 de Maio de 2016 at 20:14
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    Concordo, neste caso, com David Justino. O segundo ciclo está moribundo, a estagnação reina… chegam ao sétimo ano e só sabem responder com V ou F, ou com cruzinhas. .. e textos expositivos a começar por “E agora vou falar de …” ou de opinião a começar com “Na minha opinião. ..” o segundo ciclo precisa de uma grande reforma ou reciclagem de professores. .. e agora sem exames pior. Todos os anos tenho sétimo ano, e questiono-me sobre o que se passa a Português. .. e são oriundos de várias escolas…

    • PROFET on 7 de Maio de 2016 at 20:58
    • Responder

    Sr. Arlindo, podia fazer o favor de publicar aqui no Blog um post dedicado a esta questão, com o conteúdo do meu comentário anterior? Obrigado

      • PROFET on 7 de Maio de 2016 at 21:07
      • Responder

      O que não se compreende é onde foi parar o comentário que fiz, pois não aparece!

        • PROFET on 7 de Maio de 2016 at 21:08
        • Responder

        Mas vou novamente publicar esse comentário, pode ser que desta vez apareça!

    • PROFET on 7 de Maio de 2016 at 21:13
    • Responder

    Uma disciplina que está praticamente extinta é a Educação Tecnológica (ET) do 3º Ciclo, pois passou a ser uma disciplina de caracter opcional devido à política do ministro anterior…de momento apenas 1/3 das escolas é que têm esta disciplina numas poucas turmas. Seria bastante importante que a Educação Tecnológica do 3º Ciclo voltasse a ser uma disciplina de caracter obrigatório. A maioria das pessoas nem sequer conhece o programa e metas curriculares da Educação Tecnológica do ensino básico, que vão desde o 1º ao 3º ciclo…estão a privar a maioria dos alunos de adquirirem as competências do 3º ciclo…equipara-se à construção de uma casa que fica inacabada, sem portas, janelas ou telhado…um facto curioso é que já nem se consegue encontrar o programa de Educação Tecnológica do 3º ciclo no site da Direção-Geral da Educação. Sr. Ministro Tiago Brandão, já dedicou um pouco do seu tempo à leitura do programa de Educação Tecnológica do 3º Ciclo? Já verificou a substancial importância das competências que os alunos adquirem nesta disciplina? Se não o fez, está na altura de o fazer e reconhecer que é imperativo que Educação Tecnológica volte a ser uma disciplina de caracter obrigatório…deixo aqui o link para consulta do respetivo documento:

      • PROFET on 7 de Maio de 2016 at 21:39
      • Responder

      Não percebo porque é que o link não aparece, pois já o publiquei 3 vezes

    • PROFET on 7 de Maio de 2016 at 21:51
    • Responder

    Se o link não aparecer…podem consultar o documento através do Google, escrevendo: Currículo Nacional do Ensino Básico – Educação Tecnológica

    1. Experimenta colocar o link sem o texto. Por vezes o WordPress não aceita certo tipo de links por os considerar spam.

        • PROFET on 8 de Maio de 2016 at 16:14
        • Responder

        Obrigado Arlindo. Eu tentei de diversas formas, também o fiz colocando o link isolado mas nunca apareceu. De qualquer das formas quem considerar este tema importante poderá consultar o respetivo documento através do Google. Muito obrigado pela sua atenção…é este tipo de proximidade que faz valer a pena e valoriza este Blog…quem deseja realmente valorizar e melhorar o nosso sistema de ensino deverá sempre ter em conta que o sentido de entreajuda será sempre a melhor forma de o conseguir. Alguns vêm aqui só com o intuito de criticar, esquecendo-se que fazemos parte de um todo. A crítica é importante mas deverá ser sempre bem fundamentada, não deverá apenas ir de encontro aos nossos interesses pessoais.

    • Valdemar on 7 de Maio de 2016 at 22:02
    • Responder

    Gente desta a dar palpites demonstra não ter conhecimentos psicopedagógicos de como se processa o desenvolvimento cognitivo de uma criança e seus estádios de aprendizagem pois se soubesse não vinha propor tal aberração até para as crianças seria uma desmotivação pois eles anseiam ir para a escola dos “grandes”… Faz sentido é dividir em 4 anos por 3 ciclos todo o percurso de ensino até ao 12º ano. Ou para evitar mais incompetências é melhor nem tocar pois tudo o que querem alterar é só para dar cabo, destruir.

    • Virgínia on 8 de Maio de 2016 at 0:15
    • Responder

    Se extinguirem o 2º ciclo o que vai acontecer a esses professores?Serão atirados para o desemprego sem dó nem piedade?

      • Agnelo Figueiredo on 9 de Maio de 2016 at 20:40
      • Responder

      Os professores do 2.º Ciclo continuariam a leccionar os 5.º e 6.º anos, integrados no 1,º Ciclo de Estudos, com currículos adequados ao prosseguimento de estudos e não, como agora, com o mesmo perfil terminal com que foram criados há mais de 50 anos.

  1. Será que este borrego não dá conta que só diz merd…?! Será este borrego não vê que foi um péssimo ministro e tudo o que diz ou faz não tem sentido nenhum?! Que pessoas tão irreais!

  2. Leciono no 3º ciclo e ensino secundário e apenas no ano passado e no presente não tenho 7º anos. De facto, os alunos chegam ao 7º ano com várias lacunas ao nível dos conteúdos, mas também ao nível dos comportamentos, do saber estar numa sala de aula, contudo, também é um facto que este dois últimos anos a lecionar apenas no secundário verifico que os alunos têm as mesmas lacunas neste nível de ensino. Não entendo em que medida prolongar o 1º ciclo e eliminar o 2º resolveria este problema. Parece-me que boa parte deste problema vem da falta de acompanhamento parental, pelos mais diversos motivos, pela falta de aspirações sociais/profissionais, pela falta de respeito por tudo e por todos que muitos dos nossos alunos demonstram. Parece-me ainda que os programas são demasiado extensos e que sobra pouco tempo para os alunos fazerem a consolidação dos conteúdos abordados em sala de aula, o que os leva à desmotivação e à celebre frase “o professor do ano passado não deu isso”. Olho para os manuais do 1º ciclo de algumas crianças com quem convivo e interrogo-me se boa parte daquelas matérias não tinham tempo de ser abordadas apenas no 2º ciclo??? Em vez de aumentar ou diminuir ciclos, não seria mais útil rever os programas dos dois ciclos?? Não seria mais útil que no 1º ciclo as crianças aprendessem a ler com correção, a interpretar o que leem, que treinassem a produção escrita, que treinassem o cálculo mental, que soubessem inequivocamente fazer uma conta, da mesma forma que me parece importante que desenvolvam competências ao nível da expressão plástica (cortar, colar, pintar…)??? Coloco ainda outras questões: que disciplinas teriam os alunos nesse 1º ciclo de 6 anos? Seria tudo dado pelo mesmo professor? Teriam vários professores? Os programas das disciplinas que os alunos frequentariam a partir do 7º ano seriam adaptados aos conteúdos lecionados nesse 1º ciclo?? Parece-me é que isto é outra daquelas medidas que nada acrescenta de bom, apenas divide, ainda mais, os professores e cria confusão. Colegas são tudo questões que coloco porque trabalho com alunos do 3º ciclo e secundário (volto a dizer) e as respostas que mais frequentemente oiço dos meus alunos são “mas como é que escrevo isso??” ou “como é que a professora chegou a esse resultado?” (quando estou a analisar um gráfico, por exemplo). Bons e maus profissionais há em todas as profissões, mas não me parece que as lacunas dos alunos do 3º ciclo e secundário sejam culpa dos professores do 1º e 2º ciclos.

  3. Trata-se de um mero palpite de um opinante sem ocupação.

    • Fernando Teixeira on 9 de Maio de 2016 at 11:25
    • Responder

    São bastante engraçados os comentários que vou lendo por aqui e ali sobre este assunto. Nós professores gostamos muito de dizer coisas uns dos outros como ” no 2º ciclo os alunos têm lacunas” e/ou ” no 3º ciclo têm dificuldades que já vinham do 2º ciclo”. Na minha humilde opinião: 1º Deixemos de sacudir água do capote entre ciclos e de arranjar bodes expiatórios ( pois se assim continuamos a culpa é das educadoras que não ensinaram a ler e a escrever, ou pior ainda dos pais que antes de os porem na pré não ensinaram as “letrinhas”). 2º Todos eles são fundamentais e necessários, não quer dizer que não venham a ocorrer fusões ou até separações como já anteriormente ocorreram, caso do secundário em que isso já aconteceu. 3º Sempre que mexeram ficou pior, isto desde o 25 de abril de 74. E não sou saudosista ou coisa parecida… Por isso tentam hoje fazer omeletes sem ovos, como foi o caso das NOVAS OPORTUNIDADES, o EV o EVT o ET, disciplinas que reuniam em si áreas muito próprias do conhecimento e essências para o ensino ser realmente digno e Universal… e agora os Cursos do Vocacional, que vão terminar, em que nessas turmas se entulharam os alunos problemáticos, como se de um saco de gatos bravos se tratasse…resultados muito poucos. Por último algo tem que ser feito e alterado como é sabido, mas sem copiar modelos de outros como a Finlândia que nos está tão distante e fria. Não há modelos perfeitos com é sabido e a nossa baixa de natalidade que durante muito tempo se conseguiu compensar com a imigração dos que vinham de Leste e PALOP, já não chega. Conclusões ou estamos na UE e como tal seguimos, não modelos mas um padrão assente no que é parecido com os nossos parceiros da Comunidade da UE ou os nossos filhos e estudantes quando chegarem lá fora ou mesmo por cá, ficam por terra quando comparados com esses.

    • Agnelo Figueiredo on 9 de Maio de 2016 at 20:35
    • Responder

    Bom, os estudos empíricos são os que têm validade científica…

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