O quadro abaixo reflete o “fosso” que existe entre os candidatos da 1ª e 2ª prioridades. É feita a comparação entre o último colocado da 1ª primeira prioridade e o candidato que está posicionado imediatamente atrás, na 2ª prioridade.
Nalguns grupos o tempo de serviço dos candidatos da 2ª prioridade é duas, três, quatro e até dez vezes maior do que os candidatos da 1ª prioridade.
Esta norma travão que permite que candidatos com 30 anos de idade vinculem é a mesma que impede outros com quase o dobro da idade e do tempo de serviço de vincular… fica a tabela!





21 comentários
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Não esquecer que muitos desses docentes que estão no topo da 2º prioridade são provenientes de colégios privados e escolas com contrato de associação. Basta ver que em anos anteriores muitos estavam em 3ª prioridade.
Assim, fazer a comparação das idades e tempo de serviço acaba por ser um pouco falacioso.
Temos todos que denunciar este assalto. Se as coisas já estavam mal, vão piorar, ou seja o desemprego é o único horizonte à vista. Somos nó que temos que ir para o desemprego para que eles continuem a trabalhar… vergonhoso.
E os professores que trabalham no ensino privado ou com contrato de associação não são profissionalizados como os outros??? Se o tempo de serviço é contabilizado como no ensino público, devem ser ultrapassados por professores com muito menos tempo de serviço???
A questão é essa, o tempo de serviço não deveria ser contabilizado na mesma forma ou deveriam concorrer em 3ª prioridade (como já acontece com os docentes dos colégios privados), só passando para 2ª prioridade após terem 365 dias de serviço na escola pública..
E não venham dizer que deveriam er igual, já que não tem lógica nenhuma alguém que apenas deu aulas numa escola com contrato de associação (tendo sido lá colocado sabe-se lá como) tenha uma entrada praticamente direta nos quadros da função pública em detrimento de colegas que sempre deram aulas na Escola Pública.
depende dos casos…..há tantos professores do ensino público que foram e são lá colocados sab-se lá como (concurso de escola e outras manobras) e muitos que lá continuam sabe-se lá porquê…..o tempo de serviço deve ser contabilizado da mesma forma….o trabalho é o mesmo. Seria interessante contabilizar não os dias que estão na escola, mas o número de aulas que dão semanalmente, o tempo que efetivamente dispendem a trabalhar e não apenas com horário atribuído. As diferenças seriam ainda mais substanciais…..
Amiga,
não interessa se o tempo é ou não contabilizado da mesma forma… o que está em causa é o recrutamento! Até podem trabalhar mais tempo, mas será sempre com base num recrutamento injusto e sem respeitar as regras do ensino público. Para poderem estar na 2ª prioridade deveriam ter trabalhado 365 dias no público nos últimos 2 anos!
Este ano o nº de docentes a integrar a 1ª prioridade reduziu drasticamente. Desconfio que no próximo ano não haja já docentes nessa prioridade. É, de facto, o fim dos contratados. do ensino público, quer tenham muitos anos de serviço, quer tenham poucos.
Este estudo vale tanto como o simulador de concursos, ou seja, bola.
Não sou muito de fazer comentários por aqui mas quando vejo os comentários “inocentes” e “crentes” dos meus colegas tenho de o fazer… Com certeza que nenhum de vós esteve neste processo de contratação de escola justíssimo que permitia que um colega não profissionalizado que apenas tinha dado aulas um ano, diga-se no ano anterior, ficasse à frente de quem é profissionalizado com mais de 10 anos de serviço… São estes mesmos sortudos que foram sendo reconduzidos e têm hj a primeira prioridade. Estão a diminuir? Claro, para além de terem sido integrados no sistema nos últimos anos temos também mudanças nas direções das escolas e novos boys para os jobs. Abram os olhos e sejam unidos a lutar contra as injustiças.
Esses que com 30 fizeram pelo menos os últimos 5 na escola publica, já os restantes a maioria veio diretamente do privado, alguns lecionavam na escola criada pelo pai. Qual é a injustiça?!
A injustiça, inteligente, é que há professores a trabalhar há 17 anos no ensino profissional, por exemplo….a trabalhar na escola 35 horas por semana, com cargas letivas de 27 e 30 horas semanais, profissionalizados, e que são ultrapassados por bebés….percebeu a injustiça???
Mas esses trabalharam assim por dois motivos: Não tinham a profissionalização porque vinham de cursos de cozinha, electricidade e afins! Ou então não tinham tempo de serviço para ficar com os horários normais, isto é, ficaram com esses horários porque os outros já estavam ocupados. Nada de estranho aqui!
A parte das 35 horas é perfeitamente normal também! Porque deveriam ter menos?!?
Os bebés são aqueles que choram como a Cristina!
Por acaso, corre-lhe mal…..sou profissionalizada, tenho 17 anos completos de serviço, estou na escola 35 horas por semana ( não tenho um horário normal, portanto) e nunca concorri ao ensino público porque sempre me desgostou essa atitude que evidencia…. de professores de 1ª e de 2ª. O meu comentário não era uma queixa, assim como o meu nome não é Cristina…..espero que corrija os testes com mais atenção do que lê comentários
Olá Cristiana, aproveito para me juntar à causa. Começo por informar que sou profissionalizada, com 22 anos de serviço e sim sou professora oriunda de uma escola com contrato de associação. Não,não entrei por cunha,entrei por sorte numa escola que estava a dar início à sua atividade. A sorte esteve do meu lado durante 22 anos, mas agora bateu-me o desemprego à porta…paciência este é um mal que muitos partilhamos, certo? Se vou tentar a sorte na Escola Pública,claro que sim… obviamente. A todos aqueles que exalam o odor do ódio pela nossa “etnia” é caso para deixar a pergunta:-E SE FOSSE CONSIGO, NÃO FARIA A MESMA COISA?
Por bebés??? Para dizer isso é porque deve ter muitos anos de serviço no ensino privado e está agora no topo da lista de algum grupo. Desconhece que há centenas de professores da escola pública a contrato há mais de 15/20 anos?
Se optou pelo ensino privado é porque ele lhe lhe trouxe mais vantagens do que o ensino público. Já agora: posso perguntar por que é que o ensino privado já não lhe interessa? quer trabalhar menos, é isso? É que pela sua conversa os professores do público não fazem nenhum…
Docentes provenientes do ensino privado, docentes que trabalharam sem profissionalização (tipo engenheiros) e opções pessoais nos concursos são a única justificação para este fosso. Por isso, não podemos ver mal algum no mesmo!
Isto é uma tempestade num copo de água,
Palhaçada total…tenho vergonha deste país…quer dizer, dos governantes que por aqui têm passado…estão sempre a mexer nas leis e nem sequer se preocupam em verificar a injustiça das mesmas…fascismo camuflado…mas numa coisa tenho de dar razão a Salazar, quando este dizia que o futuro de Portugal iria ficar entregue a ladrões e corruptos
Eu acho que deviam entrevistar na TV a pessoa do 1º ciclo que com exatamente 5 anos de serviço a completar este ano (1827 dias para ser mais preciso pois apanhou 2 anos bissextos pelo meio) para que ela possa explicar como conseguiu passar à frente de 10000 outros docentes no grupo mais concorrido.
A docente com exatamente 5 anos de serviço tem graduação profissional 17,005 + 1 de majoração + 1 pelo corrente ano de serviço (o que faz com que tenha 19,005… caso contrário teria 18,005 pois o corrente ano só conta para os docentes de 1ª prioridade). É quase tão improvável como ganhar o Euromilhões… quando o jogo não está viciado!
Outro desafio…veja de que escola é…há lá outro de um outro grupo que tem de graduação 20!
Pois mas esse ainda tem 2062 dias de serviço (cerca de 5 anos e meio de serviço). Agora EXATAMENTE 5 anos de serviço (contando com este)… É o que se chama “cumprir os mínimos”!
Desafio os autores do blog a colocar a lista de agrupamentos que “fomentam” a vinculação… Este escola da Amadora parece estar bem posicionada no pódio!
aqui realmente se vê o quanto algumas teip com concursos por medida acabam por viciar tudo. Ou seja conseguiu desde logo um horario completo e anual (sem qualquer experiência e num grupo concorrido) e nunca mais de lá saiu. Realmente esse primeiro contrato logo em horario anual e completo é muito duvidoso