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Mai 15 2016
A história da criança com multideficiência que um colégio privado não quis e a escola pública recebeu
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6 comentários
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Para quando escolas públicas com turmas de nível? (que já têm – o eufemismo vocacional)
Porque não, porque o sucesso tem um óbice, termos de ter todos iguais – para que a elite vocacional se suceda.
Tratando-se de uma criança com multi-deficiência, como parece, deve ser acolhida por uma escola que possua uma unidade especializada nessa valência.
Por isso o particular não é o lugar indicado!
Só recebe financiamento para alunos sem NEE: estes é que têm liberdade de escolha paga por todos nós. Os alunos com NEE não têm direito à “escolha” como os restantes…
O que aparece mesmo, é que qualquer escola, com imensos não-alunos por turma, se justifica haver um ministério qualquer de sucesso.
Pois, mas não têm mesmo. Nas escolas de Estado também não porque há poucas com unidades especializadas em Multideficiência, Espetro do Autismo e Surdo-cegueira.
Conhece um colégio idêntico ao de SM de Lamas (particular com contrato) – Ensino Regular – com uma unidade de Multideficiência?
Talvez um colégio da Igreja tenha uma unidade destas…