A história da criança com multideficiência que um colégio privado não quis e a escola pública recebeu

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6 comentários

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    • ducaraces on 15 de Maio de 2016 at 23:56
    • Responder

    Para quando escolas públicas com turmas de nível? (que já têm – o eufemismo vocacional)
    Porque não, porque o sucesso tem um óbice, termos de ter todos iguais – para que a elite vocacional se suceda.

    • Agnelo Figueiredo on 16 de Maio de 2016 at 0:41
    • Responder

    Tratando-se de uma criança com multi-deficiência, como parece, deve ser acolhida por uma escola que possua uma unidade especializada nessa valência.

    1. Por isso o particular não é o lugar indicado!
      Só recebe financiamento para alunos sem NEE: estes é que têm liberdade de escolha paga por todos nós. Os alunos com NEE não têm direito à “escolha” como os restantes…

        • ducaraces on 16 de Maio de 2016 at 1:24
        • Responder

        O que aparece mesmo, é que qualquer escola, com imensos não-alunos por turma, se justifica haver um ministério qualquer de sucesso.

        • Agnelo Figueiredo on 16 de Maio de 2016 at 2:05
        • Responder

        Pois, mas não têm mesmo. Nas escolas de Estado também não porque há poucas com unidades especializadas em Multideficiência, Espetro do Autismo e Surdo-cegueira.

          • :-) on 16 de Maio de 2016 at 23:17

          Conhece um colégio idêntico ao de SM de Lamas (particular com contrato) – Ensino Regular – com uma unidade de Multideficiência?
          Talvez um colégio da Igreja tenha uma unidade destas…

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