Ora cá está… Como se pode “esclarecer”, não se esclarecendo coisíssima nenhuma, como continua a ser normal nos privados-encostados-ao-dinheiro-dos-contribuintes.
E cá continuamos a falar do que desconhecemos…
Mas há uma coisa especial, entre outras, que desconhecemos (embora muita gente fale disso…): quanto é que seria o salário da directora do colégio GPS, suportado pelo erário público?
É que, se soubéssemos, poderíamos fazer a comparação necessária entre aquilo que agora lhe era oferecido pela administração do grupo e também com aquilo que recebe um director de uma Escola Pública (este dado é público, como tudo o que acontece numa Escola Pública).
Se a diferença entre esses valores for substancial, é caso para pedirmos contas ao(s) governo(s) e ao Ministério. Afinal, para onde vai o dinheiro dos cidadãos? Para pagar aos funcionários e professores de uma Escola (ou Colégio) e para investir na educação dos alunos ou para engordar as contas bancárias de directores, consultores, administradores e outros “ores”?
Ah, que me esquecia, falamos daquilo que desconhecemos… e no reino do vale-tudo está tudo pacífico e, de lá em cima, o dinheiro do financiamento vai continuar a jorrar. A nível concelhio, o “equilíbrio” é para manter, até porque isso significa votos nas próximas eleições legislativas e nas futuras eleições autárquicas.
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Ora cá está… Como se pode “esclarecer”, não se esclarecendo coisíssima nenhuma, como continua a ser normal nos privados-encostados-ao-dinheiro-dos-contribuintes.
E cá continuamos a falar do que desconhecemos…
Mas há uma coisa especial, entre outras, que desconhecemos (embora muita gente fale disso…): quanto é que seria o salário da directora do colégio GPS, suportado pelo erário público?
É que, se soubéssemos, poderíamos fazer a comparação necessária entre aquilo que agora lhe era oferecido pela administração do grupo e também com aquilo que recebe um director de uma Escola Pública (este dado é público, como tudo o que acontece numa Escola Pública).
Se a diferença entre esses valores for substancial, é caso para pedirmos contas ao(s) governo(s) e ao Ministério. Afinal, para onde vai o dinheiro dos cidadãos? Para pagar aos funcionários e professores de uma Escola (ou Colégio) e para investir na educação dos alunos ou para engordar as contas bancárias de directores, consultores, administradores e outros “ores”?
Ah, que me esquecia, falamos daquilo que desconhecemos… e no reino do vale-tudo está tudo pacífico e, de lá em cima, o dinheiro do financiamento vai continuar a jorrar. A nível concelhio, o “equilíbrio” é para manter, até porque isso significa votos nas próximas eleições legislativas e nas futuras eleições autárquicas.