O que é perfeitamente lógico já que o órgão que pode convocar uma Greve é o Secretariado Nacional e não os representantes na reunião do dia de ontem.
FNE convoca Secretariado Nacional extraordinário para apreciar ações de contestação
A Federação Nacional da Educação (FNE) convocou para a próxima terça-feira, dia 21 de maio, pelas 14h30m, em Lisboa, uma reunião extraordinária do Secretariado Nacional, para apreciar as ações que, na reunião de associações sindicais de professores ocorrida no dia 16 de maio, mereceram um amplo consenso.
Com efeito, a FNE participou ontem numa reunião onde estiveram presentes várias organizações sindicais de professores e que serviu para analisar a atual situação política, social e económica e debater a possibilidade de ações convergentes entre os diversos sindicatos.
Face ao que ficou decidido nesta reunião, a FNE revê-se na declaração conjunta, divulgada no final do encontro, a qual é claramente convergente com o conteúdo da resolução do Secretariado Nacional da FNE, reunido no passado dia 15 de maio.
Entretanto, e com vista à apreciação das decisões tomadas na referida reunião de associações sindicais, o secretariado nacional da FNE reunirá na próxima terça-feira, após consulta aos sindicatos membros.
No final do Secretariado Nacional, que se prevê para as 18h00, será divulgada a respetiva resolução.
Porto, 17 de maio de 2013




8 comentários
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Aposto que a FNE não adere.
Espero que desta vez estejamos todos juntos, até a FNE…
A FNE, está à espera de um pouco de milho para sustentar os seus afilhados, e logo a seguir assina tudo o que o MEC lhes ponha á frente, como tantas vezes o tem feito.
Arlindo, está na altura da FNE surpreender tudo e todos, não só participando, como juntando uma proposta que pela primeira vez tenha em conta também algum cuidado com os Direitos Humanos fundamentais dos Colegas contratados… por exemplo, os iniquos 5 Distritos para entrar na fase de substituição em micro horários… por exemplo, o fim dos pseudo concursos TEIP, Autonomia, “de Escola”. Com algumas destas pequenas propostas, a FNE limpava a cara de anteriores comportamentos com os Colegas contratados, subia muitos pontos entre estes Colegas, e outros do Quadro que nos preocupamos com estas situações… e, finalmente, posicionava-se em relação à FENPROF. Pensa nisto…
Subscrevo.
Ou então por muito tempo serão considerados “proscritos” e como tal, inúteis na sua representatividade. E daí a uma queda nas quotizações é um passinho… até pode ser que dê vontade de brincar a alguns ácaros.
A FNE está obrigada a aderir, ainda que não exista vontade. Caso tal não se verificasse, perderia os dirigentes intermédios (o que vai restando, para além da dúzia de burocratas militantes do PSD), pois os sindicalizados de base há muito que desapareceram.
Moral da história: Aí vai a FNE na corrente, rumo à greve. Sei que é vos custa, meus amigos, mas a luta pela sobrevivência, mais que a convicção, assim o exige.
A FNE ainda questiona se ade fazer greve? Mas afinal de que lado está? Eu pensava que esta federação defendia a educação, mas pelos vistos está mais preocupada com a Associação de Pais.
E tem em conta o que foi aqui votado? É que os resultados não os mostram… por que ser´?