Para Mais Logo no Colégio D. Leonor

Boa noite!
Venho por este meio relatar e denunciar mais uma iniciativa do Colégio Rainha D. Leonor   que atropela os direitos básicos do pessoal docente desta escola (o que infelizmente não é novidade no Grupo GPS)…
Este Sábado no colégio, tem lugar a iniciativa “CRDL ALIVE” , supostamente dinamizada por alunos do 12.º ano , com início previsto para as 22 horas e que terá o seu final às “10.00 horas” do dia seguinte…
Estarão a atuar bandas e DJ´s “All Night Long” , os alunos pagam 2€ de ingresso e os acompanhantes 4€ … fundos que reverterão para a organização do Baile de Gala  da Escola …até aqui nada de novo … porém aos professores desta escola, foram destinadas por escrito, pela Direção Pedagógica tarefas durante toda a noite , com escalas ou turnos de 2h de duração …
POR EXEMPLO das 2.30H às 4.30H / 4.30H às 6.30H, etc..
assim as tarefas de vigiar alunos no recinto escolar, zona de concertos, zona de tendas, controle das redes durante a noite (para evitar a entrada de bebidas e outros produtos menos aconselháveis) , quartos de banho. etc …será que esta situação pode passar despercebida … será que vale tudo  em prole do  marketing externo?
Qual a função dos professores afinal?
A escravatura já não pode passar despercebida. …Professores na tarefa de vigilantes noturnos… em turnos de duas horas, em pleno fim de semana!!!  Docentes que dificilmente arranjarão colocação no sistema público de ensino  e que sob coação e o terror do desemprego tudo fazem e a tudo se rebaixam … até quando?!!

Atenciosamente

 

CRDL ALIVE

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51 comentários

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  1. Assim vai a vida dos professores e de gente exploradora e sem escrúpulos, desculpem o desabafo mas isto só lá ia de uma maneira… e mais não digo!

      • André Perdiz on 24 de Maio de 2013 at 23:50
      • Responder

      mas quem é que foi explorado? vocês nem sabem do que estão a falar!
      Eu sou aluno do colégio rainha dona leonor, participei no crdl alive, e todos os professores que nos ajudaram foi por vontade própria!

    • brabhan on 18 de Maio de 2013 at 11:06
    • Responder

    Que novidade!!! No colégio Nossa Senhora da Boavista em Vila Real estas são praticas recorrentes ao longo do ano lectivo em tudo, quer em tempo de aulas ou não. Os professores tem quadros de actividades que vão desde atendimento no bar e refeitório, guardar casas de banho e corredores (e muito…muito mais), ate a vindima na quinta do “senhor director”. Chama-lhes, imaginem só AECs!! Os professores, ou por necessidade, ou porque de professores nada tem, simplesmente…aceitam, e os que não aceitam são convidados a ir embora, muitas vezes a meio do ano (mas se calhar nestes casos o deputado do CDS-pp não diria tratar.se de um golpe baixo). Relembro que este colégio não pertence ao grupo GPS mas as suas praticas são muito, mas muito piores.brabha

    • Maria on 18 de Maio de 2013 at 12:00
    • Responder

    Trabalhei num colégio que não era do grupo GPS e também se trabalhava pela noite dentro em fins de semana ( incluindo domingos) em reuniões em espetáculos, e arraiais de final de ano. Assava sardinhas e febras para os pais comerem e os alunos ,a única recompensa não pagava aquilo que comia…..

    • António on 18 de Maio de 2013 at 12:37
    • Responder

    Já recebeu o Comunicado do Movimento em Defesa da Escola Pública no Oeste? Talvez tenha interesse…. no seguimento desta notícia.
    http://correntes.blogs.sapo.pt/1744944.html

    • margarida on 18 de Maio de 2013 at 12:45
    • Responder

    É uma vergonha!!!Colocar professores em trabalho escravo sabendo que os donos destes colégios já foram professores respeitados na sua dignidade profissional pelo Sistema Público e agora arrecadam lucros milionários como donos de ensino privado!!!Tem de haver regras e leis para acabar com a livre decisão destes senhores na exploração dos professores até porque são financiados pelo Estado………!!!!!!

    • I. Cruz on 18 de Maio de 2013 at 13:07
    • Responder

    Fiquei com uma dúvida ao ler a notícia: e não podem recusar? Ou nunca experimentaram dizer “não quero” ou “não posso”???

      • Ricardo Matos on 19 de Maio de 2013 at 2:00
      • Responder

      está a brincar? nem merece resposta!

        • I. Cruz on 21 de Maio de 2013 at 20:09
        • Responder

        O que é preciso é ter coragem: é dizer que não e denunciar; se não se faz isto, nada se resolve!!!!

      • ferpin on 19 de Maio de 2013 at 18:34
      • Responder

      Claro que pode dizer que não, se gostar do desemprego. Ou a emigração

    • Contratada on 18 de Maio de 2013 at 13:08
    • Responder

    Quem não quer fazer parte dessa “escravatura” tem bom remédio… sai!!! Trabalhei para o grupo GPS há 13 anos atrás. Não gostei da forma como tratavam os professores… e saí. Não renovei contrato apesar de o diretor dizer que tinham lugar para mim no outro ano letivo. Consequências??? Sou contratada há 11 no ensino público. Ando um pouco por todo país a fazer km e km e a gastar dinheiro para. Sejam claros e honestos!!! Não querem? Ninguém é obrigado a ser “escravo” do grupo GPS. Desculpem o desabafo!!! Mas querem ficar “perto” de casa sem sentirem a insegurança de um concurso nacional de professores e de tudo o que vem atrás?! Não quero ofender ninguém… Mas esta é a minha opinião. Cada um toma as suas decisões e cada caso é um caso.

    • Caçador De Bestas Quadradas on 18 de Maio de 2013 at 14:08
    • Responder

    Faça uma coisa básica: dê uma paulada nos cornos do director ou directora! Mas dê com todo o gosto e toda a força! Não se arrependa!

    • Caçador De Bestas Quadradas on 18 de Maio de 2013 at 14:09
    • Responder

    Nada de golpes baixos! Dê-lhe mesmo nos cornos!

    • Carlos on 18 de Maio de 2013 at 14:09
    • Responder

    Faz-me lembrar uma conversa que um colega meu contou. Certos colegas nossos, na escola com teorias de que a eles ninguém lhes fazia isso. Mas como eles também davam aulas numa escola profissional, no inicio deste ano o diretor chamou-os e disse-lhes que lhes ia baixar o ordenado. Pensam que eles nessa reunião, disseram ao diretor o que costumam dizer na escola publica? Quando eles começaram a abrir a boca, o diretor disse-lhes logo que iam perder o emprego e eles calaram-se logo e aceitaram tudo. Fiquei admirado com tanta coerência.

    • Filipa on 18 de Maio de 2013 at 15:12
    • Responder

    Essas situações só acontecem porque os professores são subservientes!! Mostrem que ainda têm algum amor-próprio e recusem esse tipo de tarefas! Estão a prejudicar-se a vocês e a toda a classe docente. A pessoa que denuncia a situação faria melhor em recusar o serviço ou apresentar uma queixa no MEC.

      • ferpin on 19 de Maio de 2013 at 18:36
      • Responder

      O MEC está feito com os grupos tipos GPS.
      Acha que o MEC não sabe desta coisas todas?

  2. Triste é saber que a maioria dos “directores” são ou foram “professores”! mas, assim que teem um poderzito aí estão eles como se fossem donos do mundo. Tristes que só sabem humilhar os fracos pois quando se lhe faz frente amedrontam-se como cães à voz do dono. UNIDOS VENCEREMOS!

    • tenham juizo on 18 de Maio de 2013 at 17:50
    • Responder

    Quando no publico tivermos de fazer o mesmo eu quero ver os valentões que por aqui andam . Se agora já um lambe cús aos director…

    • antónio on 18 de Maio de 2013 at 18:41
    • Responder

    A hora da revolta está a chegar! Vai começar quando os funcionários públicos começarem a serem despedidos. As pessoas programaram a sua vida em função dos seus rendimentos e da estabilidade do seu emprego.

    • Joaquim Novais on 18 de Maio de 2013 at 19:28
    • Responder

    Devemos todos agradecer aos sindicatos o que se está a passar com a Educação em Portugal.
    Só defendem os direitos deles próprios. Nunca defenderam convenientemente os direitos dos professores. Vemos as federações sindicais e sindicatos fazerem apostas entre eles para ver quem consegue colecionar mais acordos com o MEC. É uma vergonha!
    De uma vez por todas, os professores devem abrir os olhos e DESVINCULAREM-SE DOS SINDICATOS. Esta é a única forma de pressão para que estas organizações sindicais façam o seu dever: defender quem lhes paga os salários. Afinal é para isto que estas instituições existem.
    O Sr. João Dias da Silva não tem mesmo vergonha na cara pelas atitudes que tem perpetrado em coligação com a tutela.
    CAROS PROFESSORES, devem aliar-se, desvincularem-se dos sindicatos e formarem plataformas, organizações independentes de partidos políticos e federações sindicais existentes que defendam convenientemente os direitos dos professores. O tempo da impunidade e da incúria dos sindicatos acabou. Para o bem da Educação e para o vosso próprio bem unam-se em movimentos independentes. Só assim a classe docente terá novamente algum reconhecimento e gratidão por parte da sociedade. Não se deixem ficar reféns de organizações incompetentes, impreparadas e com ligações mesquinhas à tutela.
    Façam o favor de ler as seguintes propostas:
    1 – http://www.publico.pt/portugal/jornal/colegios-40-horas-e-corte-nos-salarios-26547291
    2 – http://educar.wordpress.com/2013/05/18/infra-proletarizacao-docente/
    3 – A Associação Sindical dos Professores Pró-Ordem (associação sindical verdadeiramente independente, tal como a Associação Nacional de Professores Contratados) foi afastada, pela FENPROF, das reuniões que reuniu os sindicatos, no dia 16 de maio, para decidir sobre a greve de professores aos exames nacionais. Confrontado, ontem de manhã, com o facto de ter excluído a Pró-Ordem desta reunião, Mário Nogueira afirmou não ter gostado de um artigo que o Presidente da Pró-Ordem publicou há uns meses atrás, na página de opinião do jornal “Público”, e no qual criticava algumas práticas da Fenprof. Num momento em que seria desejável a convergência e a unidade de todas as associações sindicais, é lamentável que a Fenprof continue igual a si própria, tenha imensa dificuldade em conviver com o direito à diferença, o debate livre e a crítica, típicos da Sociedade Aberta, e tenha excluído uma organização com base em “delito” de opinião. (http://www.federacaodosprofessores.com/foco.php?id=118).

    • Joaquim Novais on 18 de Maio de 2013 at 19:39
    • Responder

    Caríssimos professores, convido-vos ainda a ler os seguintes itens:
    1 – http://educar.wordpress.com/2010/06/27/o-oculto-culto-da-indiferenciacao/
    2 – http://educar.wordpress.com/2007/11/22/como-proletarizar-um-grupo-profissional-qualificado-parte-1/
    3 – https://educar.wordpress.com/2007/11/23/como-proletarizar-um-grupo-profissional-qualificado-parte-2/

    FAÇAM O QUE SABEM FAZER DE MELHOR: TRABALHAR PARA O BEM DESTE PAÍS!

    UNAM-SE EM ORGANIZAÇÕES INDEPENDENTES E DEIXEM PARA LÁ OS SINDICATOS. A sociedade portuguesa precisa de vocês.

    • Caçador De Bestas Quadradas on 18 de Maio de 2013 at 20:24
    • Responder

    Este Joaquim quer é tacho pra ele! Mais um!

      • Joaquim Novais on 19 de Maio de 2013 at 10:21
      • Responder

      Caríssimo, se realmente respeitar os seus colegas reflita bem na situação em que se encontram os professores. Agora, se for pessoa de bem, diga se a atual situação é favorável a uma Boa Educação em Portugal.
      Antes de falar ou se pronunciar sobre qualquer coisa, se tiver a capacidade de refletir e ter realmente capacidade critica – não deitar abaixo somente por puro prazer, pense no contexto em que se insere.
      Refiro-me claramente à situação em que se encontram os professores e a Educação no nosso país.
      Evite de eu lhe dizer que se quer mesmo caçar bestas quadradas não se olhe muitas vezes ao espelho!

  3. http://www.youtube.com/watch?v=S63YRJpD660

    • Céu Mota on 19 de Maio de 2013 at 1:10
    • Responder

    Isto não pode acontecer. Os professores implicados, são escravos, mas necessitam do emprego, logo, divulgar aqui poderá ser um primeiro passo; agora as entidades responsáveis, como os sindicatos e outros representantes dos professores, são os principais responsaveis por esta situação.

    • professora on 19 de Maio de 2013 at 10:58
    • Responder

    Eu trabalhei o ano passado numa escola pública e fazia o mesmo!!!!!!!Vejam só….

    1. Fazia o quê? Turnos durante a noite para tomar conta dos alunos numa festa (até às 10h da manhã)?

      • João Pereira on 19 de Maio de 2013 at 19:47
      • Responder

      Pois… Fazia o quê? Quer fazer-nos acreditar que isso é mesmo possível? Abdicar de uma das suas noites para ir servir de polícia e sei lá mais o quê numa rave dos alunos de uma escola pública? Ou é, simplesmente, alguém desse mesmo colégio que quer lançar aqui uma cortina de fumo…?

      • Adolfo on 8 de Setembro de 2013 at 18:41
      • Responder

      Só tenho um atributo para a sua afirmação: ALDRABONA!!!!!

    • vicky on 19 de Maio de 2013 at 11:30
    • Responder

    Façam denuncia ao MEC, à inspecção, inudem os mails dessa gente com denúncias, maior parte não dá em nada…peçam às televisões para fazer mais reportagem para investigarem…chega! Professor não é escravo!

    • Paulo Barbosa on 19 de Maio de 2013 at 11:58
    • Responder

    Até gostava de saber em quem votaram os digníssimos colegas capazes de exortar toda este sentimento em relação aos sindicatos que nos representam, que não sendo perfeitos, também não legislam.
    E assim sendo, não tendo as plataformas qualquer poder decisivo, o aniquilar da única força capaz de defender os nossos direitos à mesa, consubstanciaria um (ainda maior) autismo hitlariano do MEC.

    Ou não…!?

    • graciete virgínia rietsch monteiro fernandes on 19 de Maio de 2013 at 12:17
    • Responder

    Não é possível que isto aconteça!!!!!! Então agora os professores também têm que ser polícias?!!!

    • Filipa on 19 de Maio de 2013 at 12:30
    • Responder

    Só se aceitarem vestir a farda! Recusem o serviço e denunciem a situação!

    • Seven B on 19 de Maio de 2013 at 16:20
    • Responder

    Eu acho muita piada a isto tudo. Confesso e até vejo aqui algum contrassenso. Então quando uma escola faz um acampamento com alunos, viagem ao estrangeiro ou outro tipo de dinâmica não existem professores por perto para serem “polícias”?! Por vezes essas atividades são ao fim de semana, noturnas e ninguém se queixa. Acho que só quem (professores) participou na atividade e se sente lesado em alguma coisa é que tem legitimidade em falar da situação e se, quiser denunciá-la tudo bem. Acho muita piada a estas ditas “denúncias”. Já ouvi vários relatos de atividades noturnas com “policiamento” dos professores em várias escolas, sejam públicas ou privadas e não existem “notícias” destas. Nós devemos é focarmo-nos nas decisões que o ME toma e estarmos todos juntos para as rebater. Não é com estas escaramuças e “noticias” tipo TVI e CM que vamos fazer isso.

    • Ana Maria Pinto on 19 de Maio de 2013 at 20:25
    • Responder

    Joaquim Novais não seja tão básico.

  4. Uma sugestão: Por acaso já tentaram falar com os professores para saber realmente o que eles pensam sobre o assunto? Os supostos professores que denunciam estas coisas, já explicaram porque é que muito deles, quando chega a hora da verdade, desistem? Se calhar os ditos factos não são assim tão verdadeiros!! Se procurarem falar com os professores “polícias” em vez de afirmarem coisas nos [i]media[i] que não são de todo verdade, se calhar ficavam TODOS a ganhar. Já que estamos numa de suposições, se calhar NEM TODOS OS PROFESSORES estiveram presentes no sábado, porque simplesmente disseram que NÃO QUERIAM ou NÃO PODIAM estar presentes. O que eu sei é que em vez de todos estarem a lutar por uma educação melhor, contra medidas que prejudicam TODOS, andam a lutar (e a pensar) nos postos de trabalho. Quando o Ministério resolver aplicar a mesma bitola a TODOS os professores e TODAS as escolas, espero ver as mesmas vozes criticas a voltarem-se contra o Ministério. De tudo o que li, posso concluir que concordam com tudo o que fazem nas vossas escolas e nos vossos postos de trabalho. Caso não concordem, porque não denunciam isso nos [i]media[i]? Antes de afirmarem coisas com base no que alguém disse, tentem falar primeiro com os próprio. Pode ser que tenham uma agradável (ou não) surpresa. Deviam TODOS estar unidos por uma melhor educação. Deixem-se de guerras sindicais e partidárias, bem como do já gasto chavão de ser dinheiros de todos, por, se é de todos, também o é de quem lá trabalha, assim como o dinheiro que vai para as escola do estado é de todos, mesmo quem já não tem filhos a estudar. Sejamos TODOS adultos e trabalhemos para uma educação melhor. E antes que levantem a hipótese de eu querer um ‘tacho’ na GPS ou de pertencer a esse grupo, estejam descansados, estou muito bem na escola onde trabalho.

      • João Pereira on 19 de Maio de 2013 at 21:01
      • Responder

      AC, e acha normal que isso, logo à partida, seja proposto aos professores? Quer dizer, não acha que, ao dizerem não, os docentes se colocam numa posição fragilizada, correndo o risco de serem despedidos? Por acaso, sabe quantos professores deste grupo são despedidos a meio do ano lectivo ou não vêem os seus contratos renovados no ano seguinte? E acha mesmo que tudo pode ser exigido aos professores? Onde ficam as leis gerais do trabalho? Onde ficam os direitos dos professores? Onde fica o seu merecido tempo de descanso? Onde fica a sua consciência profissional? Não lhe parece que é por MEDO que estes colegas não denunciam o que se passa junto das autoridades competentes? Então, quer as escolas públicas também a funcionarem no MEDO (próprio de regimes totalitários)? Diz que não trabalha para o grupo referido. Pois eu suponho que trabalha e vem para aqui atirar areia para os nossos olhos!

  5. Sou professora do ensino público e tb já tive q ficar na escola ao sábado todo o dia porque a direção decidiu que haveria festa nesse dia e tb n fomos «ouvidos nem achados» nesse assunto.
    Também fico muitas vezes em reuniões até às 21h dp de um dia inteiro de aulas.
    Com isto não prtendo defender nada nem ninguém apenas alertar para o facto dessas práticas serem comuns nas escolas públicas ou privadas.

    • Fernando on 20 de Maio de 2013 at 8:32
    • Responder

    Sejamos objectivos e práticos: basta denunciar e pedir a intervenção da Inspeção do Trabalho – Autoridade para as Condições do Trabalho.
    Saudações positivas

    • ailime on 20 de Maio de 2013 at 20:04
    • Responder

    Basta dizer NÃO. É assim que se mudam as coisa. SEM MEDO.

    • Maria on 20 de Maio de 2013 at 23:47
    • Responder

    Hahahahahahahahah. Explorados? É para rir, certo? Fique sabendo que estive lá. Fazia parte da organização do CRDL Alive (que foi um sucesso, para que saiba) e ninguém foi obrigado. Fomos nós, alunos de 12º ano que pedimos a alguns professores se não se importavam de nos ajudar na vigilância e organização do evento porque sentimos que era uma maneira de descansar alguns pais. Pedimos ajuda à direcção e eles foram impecáveis! Não houve lá ninguém “explorado”. Quem quis ir foi porque quis ajudar os finalistas a suportar os custos do Baile de Gala. Fique até sabendo que a própria directora fez o seu turno onde nos esteve a ajudar tanto a controlar entradas como tendas ou o bar. Posso andar aqui à pouco tempo, posso nem ter assim tanta “experiência de vida” mas sempre ouvi dizer que “dor de cotovelo é muito feio”. O CRDL Alive foi um exemplo de união entre alunos e professores (sentimento recorrente no Colégio) e um orgulho para todos os membros da organização. Não fique assim… ressabiado. Se quiser para a próxima até lhe mando um convite para ir lá e sentir o cheiro a exploração que paira no ar. Juntamente com a música, os risos, sorrisos, abraços e palavras de apoio.

      • Adolfo on 8 de Setembro de 2013 at 18:38
      • Responder

      Não percebo porque “pediram” aos professores e NÃO AOS PAIS E MÃES para vos acompanmharem a desoras??????? Descansar alguns pais???????? e desde quando os pais têm o direito a “descansar” das suas OBRIGAÇÕES????????? certamente não acharão que se acredite que os desgraçados dos professores aceitaram “altuísticamente” dispensar as suas HORAS DE DESCANSO, para deixar os paizinhos com o cu na cama refastelados e descansados????????? Ou acharão que somos TODOS imbecis ??????? Como se não soubéssemos que quem se recusasse a tão NOBRE e ALTRUÍSTA ATITUDE … IRIA DE PATINS NO DIA A SEGUIR??????????

    • Maria on 20 de Maio de 2013 at 23:50
    • Responder

    Ah, e deixe-me corrigir-lhe uma coisa: 4€ com acampamento. Não para acompanhante. Esperemos que não ande a ensinar alunos a ler porque claramente não é o seu forte…

    1. Muito bem dito! x), contra argumentos não há fatos, não é o que se diz?

    • Filipa B on 22 de Maio de 2013 at 16:55
    • Responder

    Alguém escreveu isto no facebook e muito bem… Parabéns por esta divagação!

    “Divagação provinciana”

    Cada vez mais, há dúvidas que me assaltam, a todos os níveis…de dia para dia assisto a uma exacerbação de posições cada vez menos corretas, na minha humilde opinião, levando-me a pensar, de uma forma muito presente, que o “burro sou eu” e que a sociedade atual está repleta de seres dotados de uma inteligência ímpar, rivalizando com todos aqueles realmente geni…ais que marcaram a história da humanidade.

    Há meia dúzia de anos, quando eu era um “aluno brilhante”, do ensino secundário, numa escola da região, na qual devo ter uma estátua em minha honra, tive a felicidade de encontrar professores altruístas, que cederam horas do seu tempo pessoal, para ajudar-me numa demanda que iniciei no momento em que entrei para o infantário da minha terrinha. Eu quero acreditar, porque sei que é verdade, que estes docentes, que passaram pela minha vida, fizeram-no de livre vontade, perdendo horas do seu tempo livre, por acreditarem que aquela era a opção correta a tomar e que aquele sujeito que estava à sua frente, que não queria nada com a escola, até poderia ter futuro, se fosse motivado e encaminhado no momento certo. Será que hoje em dia não existirão professores dotados desse altruísmo? Serão todos, esses profissionais, obrigados a trabalhar como pintam em qualquer “praça pública”, na “minha província”, para além do seu horário normal? Que pensamento pequenino…Não é já a nossa profissão uma tarefa hercúlea, por si só? Vale a pena gastar energias em ataques constantes, alguns deles sem qualquer tipo de fundamentação, a colegas de profissão? Não percebo esse tipo de posições…nem quero perceber. Calculo que sejam posições egoístas, de alguém com tempo a mais, envoltas em questões confinadas a uma parte do corpo…o umbigo! Não será tempo de olhar para aqueles que trabalham com qualidade, com admiração e respeito?

    Quando escolhemos a nossa profissão, não sabíamos atempadamente que teríamos que ceder “minutos” do nosso tempo pessoal, para ajudar pequenas cabeças, cada vez mais desorientadas, numa sociedade sem Norte? Não será cada vez mais importante a nossa função, nas vidas dos nossos alunos, que poucas ou nenhumas referências têm? Como docente, penso que é fundamental motivar cada vez mais aqueles que diariamente trabalham connosco, os alunos! Sim, porque eles também são nossos colegas de trabalho… se tiverem sucesso, nós temos sucesso. O inverso também é verdade (não é preciso ser um génio para perceber isso, se bem que existem sempre alguns que acham que a culpa é inteiramente dos alunos). Nós adultos, à partida, não temos a capacidade e o engenho para encontrar estratégias e soluções que nos parecem milagreiras para ultrapassar situações menos agradáveis e para orientar os jovens de hoje? Não vale a pena tentar?

    “Este é o ano da resiliência. Uns choram os outros vão vender lenços.”

  6. Como aluno da escola em causa posso afirmar com toda a certeza que, o pessoal docente do CRDL (funcionários e professores) não foi de maneira nenhuma obrigado a participar na atividade, visto até que esta foi apresentada pela A.E e foi depois avaliada em concelho pedagógico pelos professores (atividade esta que foi aprovada por todos), sendo que os únicos professores não participantes, não o fizeram com motivos para tal. Em relação á organização do evento, sim foi organizado por alunos do 12º ano, o evento começou por voltas das 22:00 e o ultimo set terminou por volta das 02:30, não se tratando de um evento “All night long” como é afirmado pelo autor desta “denúncia”, sendo que após as 02:30 os alunos (e respetivos acompanhantes) que ficaram na escola (até às 10:00) apenas acamparam. Para ser sincero, eu acredito que muitas destas “denuncias” e publicações de difamação, são realizadas por pessoas que não se informam inteiramente sobre os assuntos em causa, criando falsas especulações sobre escolas e os seus respetivos funcionários, induzindo os seus leitores em erro desnecessariamente pois não custava muito informarem-se sobre os assuntos antes de fazerem presunções.

    • André Perdiz on 24 de Maio de 2013 at 23:31
    • Responder

    vocês têm muita piada! escravatura? para um evento destes queriam que ficasse quem a vigiar?os alunos? fiquem sabendo que ninguem foi obrigado a nada e só entrou na festa e na organização da mesma quem quis e quem se disponibilizou para tal acontecer! ao contrário das maiorias das escolas que existe aí pelo país, não existe esta relação aluno-professor, e esta disponibilidade para ajudar quem mais precisa! sim porque o principal objetivo da festa foi angariar o máximo dinheiro possivel para ajudar o pagamento do baile de gala daqueles que apresentam mais dificuldades!

      • Adolfo on 8 de Setembro de 2013 at 18:27
      • Responder

      Exmo menino … quem tem OBRIGAÇÃO de vigiar os rebentos a DESORAS não são os professores, são QUEM vos pariu – os vossos papás e as vossas mamão é que têm a OBRIGAÇÃO de vos acompanhar nas atividades de rebaldaria … já agora, também acha que são os seus professores a alimentar-vos e a lavar-vos o rabiote com águinha de malvas, não … ou … fornecer-vos os contraceptivos???? Ajudar quem mais precisa??????? Mas e desde quando a galdeirice é uma necessidade??????? Tal é a lata desta gentalha!!!!!

    • Jorge Gomes on 21 de Julho de 2013 at 20:04
    • Responder

    Tenho muita pena de não ter visto está porcaria à mais tempo!
    Voçes são uma cambada de filhos da puta que estão habituados a boa vida e por isso é que o nosso país está como está! andam à mama de horários zero e não fazem um caralho! façam-se à vida! quem fez esta denuncia se tivesse a bater à punheta ou a meter os dedos na cona ganhava mais porque quem participou na festa não foi obrigado e para que conste os funcionários apenas nos auxiliaram nas limpezas porque nos sitios piores foram os alunos! os professores para além de estarem a vigiar e controlar também se divertiram portanto se tem queixas a fazer, escrevam-nas num papel e enfiem-nas no cu porque são ideias de merda tal como voces que só sabem reclamar! por aqui se vê a incompetencia! voces tem é inveja não ter alunos na vossa escola! trabalhem a corrigir testes, empenhem-se a dar a materia e sejam boas pessoas que não vão precisar de fazer estas coisinhas futeis como voces e os alunos vão escolher pelo melhor!

      • Adolfo on 8 de Setembro de 2013 at 18:29
      • Responder

      Que tal se fosses lavar essa língua e essa coisa no lugar de cérebro com ácido muriático????? Ou por acaso pensarás que estás a falar com o papá ou com a mamã??????? Escumalha não deveria ser autorizada a comentar!!!

    • Adolfo on 8 de Setembro de 2013 at 18:22
    • Responder

    Não percebo porque ninguém denuncia isto à inspeção geral do trabalho??!!!!

  1. […] os professores são chamados a participar pela noite dentro na vigilância das festas de finalistas, nos Açores e na Madeira ainda se vão lembrando dos professores para coisas […]

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