Os Serviços Mínimos na RTP1

Que foi recusada pelos sindicatos e será agora decidia por um colégio arbitral até dia 12 de Junho.

 

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5 comentários

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    • I. Cruz on 30 de Maio de 2013 at 14:43
    • Responder

    “Há casos de escolas absolutamente ilegais, que anteciparam reuniões para 31 de Maio, como é o caso de uma no distrito de Aveiro. Há também reuniões para 5 e 6 de Junho. Isso é ilegal e nesses casos e não é preciso pré-aviso de greve, basta que os professores se recusem”, disse hoje o secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira, que admitiu vir a interpor providências cautelares para impedir estas situações.”

    http://www.publico.pt/sociedade/noticia/sindicato-de-professores-anuncia-queixa-contra-antecipacao-das-avaliacoes-1595901

    Colegas: denunciem estes casos se, por acaso, acontecerem nas vossas escolas; não é tempo de pensarmos se é esta ou aquela federação que está a tomar posição.
    Por nós e para nós!

    • trill on 30 de Maio de 2013 at 21:49
    • Responder

    os profs devem tomar uma certa “consciência de classe” porque neste momento estão na posição efectivamente “de baixo” na escala social.

    Há professores/ras a quem neste momento foi recusada a aposentação, que estão doentes, desde há longos anos, e que vão ser obrigados/as a trabalharem sem terem condições de saúde mínimas.

    Entretanto há reformados “dourados” que se reformaram com decretos-lei à medida, tipo: na posição tal com x anos de serviço podem-se reformar até ao dia tal, encaixando perfeitamente a pessoal tal, sobrinho da madama y, da Alta Autoridade w. Claro que o beneficiário tinha outro “emprego” que manteve (a não ser que tb tenha saído o decreto k a dizer que coisa e tal e pumba – dupla aposentação com 40 anos – mesmo que isto não tenha acontecido, esta segunda hipótese, reformou-se como equiparado a diretor geral com 40 anos de idade e manteve, claro, o seu trabalho como docente).

    Isto passou-se no governo Guterres, e soube-o, porque teria de saber, mas haverá imensos casos do género que se pasasram nos governos seguintes (a anteriores…) e eles aí estão, reformados de luxo, relativamente jovens, e a manterem a sua atividade plena noutras instituições (tb do Estado…)

    • Joao Cardoso on 30 de Maio de 2013 at 23:22
    • Responder

    Um Primeiro-ministro que não honra a sua palavra não é digno de desempenhar funções públicas.

    Despedir professores é arruinar o País.
    Honre a palavra dada em campanha eleitoral Senhor Primeiro-ministro quando se comprometeu a não despedir funcionários públicos.

    Repitam nas redes sociais, repitam em todos lugares, enviem para o PSD e CDS, enviem…….

    • Joana on 30 de Maio de 2013 at 23:42
    • Responder

    Não podemos parar
    A PALAVRA é a nossa arma.
    Escrevam, bloguem, falem aos vizinhos, aos amigos,……

    Estão a querer acabar com os professores.
    Isto é REAL!

  1. Futebol/PIB/Mexia
    É este efeito analgésico que está na origem das palavras proferidas por Mexia, realçando os benefícios da vitória do Benfica para o PIB. Pretendia este senhor, que este fenómeno anestesiasse os portugueses para que a suposta “reforma do Estado” fosse implementada à margem dos portugueses, entretanto entretidos/entusiasmados/empolgados com causas bem menores. Passado o efeito anestésico/analgésico do fenómeno, corremos o risco de acordar para uma dura realidade, que entretanto permitimos que se operasse no nosso País em resultado da nossa passividade. A História tem demonstrado/testemunhado que “a política do pão e circo” tem sido uma estratégia recorrente em épocas de crise, sobretudo quando, em nome de supostas necessárias reformas, se tenta anular direitos sociais, e até civilizacionais, tão arduamente conquistados ao longo do tempo.
    Ainda a propósito do Mexia, a recente ameaça da Siderurgia Nacional em deslocalizar para Espanha a sua produção, não à procura de baixos custos salariais mas sim de baixos custos energéticos, vem deitar por terra o argumento de que os custos de produção resultam sobretudo dos custos salariais, argumento que tem sustentado os cortes que se têm vindo a verificar. Estou consciente de que o impacto dos custos energéticos na produção depende do ramo do ramo/setor de atividade, por isso, diferente de empresa para empresa. Ainda assim, há que recordar que não é a sociedade que deve esta ao serviço da economia, mas sim o contrário. Assim sendo, e como já tive oportunidade de mencionar, numa sociedade que se pretende civilizada, não há lugar a qualquer modelo económico que não tenha como principal objetivo/preocupação a criação de empregos com salários dignos, já que não conhecemos, ainda, outra forma digna de subsistência/ sobrevivência do Ser humano.
    Finalizando, julgo que chegou a altura do Mexia contribuir para o PIB, diminuindo os custos energéticos das empresas.

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