Números da Autonomia

… apresentados hoje pelo Correio da Manhã, numa pergunta formulado pelo MEC na quinta-feira com prazo de resposta até ontem.

Se não existiam processos internos a decorrer sobre a vontade do agrupamento aderir a contratos de autonomia o mais certo é haver 260 diretores que fazem da sua decisão a vontade de todo o agrupamento.

Querem mais autonomia que um diretor autónomo?

 

260 querem autonomia

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12 comentários

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    • trill on 21 de Maio de 2013 at 18:33
    • Responder

    da autonomia

    … temos sujeitos que sairam do departamento de educação ou ensino, de uma Universidade Pública, que (tb) forma educadores/as de infância, preparados para serem educadores infantis. FOram ao Piaget e por artes mágicas admitiram-os no 4º ano de uma “especialidade”. Acabaram e foram a Espanha fazer um doutoramento em ensino da “coisa”. Vollaram à Universidade Pública de origem e são lá professores. Provavelmente o anterior coordenador do departamento a que pertencem era amigo deles… Provavelmente um desses chicos-espertos é o actual coordenador… Provavelmente haverá mais casos no ensino universitário público (para não falar no ensino politécnico) – pago pelo zé pagode!

    Estivesse tudo centralizado e estes casos talvez não tivessem passado. Como as universidades são totalmente autónomas – e dentro das universidades as faculdades, os departamentos, etc, porque cada um é “dono” do seu “espaço” e todos respeitam este (falso) princípio, até para que o espaço próprio seja respeitado – tudo pode acontecer. O problema é quando paga o zé pagode ou quando andam por aí a formar falsos “especialistas”.

    1. Trill, tem que resolver esse conflito interno. Deixe lá os Educadores de Infância sossegados. Há outras coisas que deviam preocupá-lo bem mais nesta altura.

      • Paulo Pereira on 22 de Maio de 2013 at 17:47
      • Responder

      Não se deve ler o primeiro comentário a artigos pois o Trill faz sempre um “ArticleJacking” falando de um assunto totalmente diferente!.
      Ele assim sabe que vai ser lido.
      Ande lá… faça um blogue seu ou fale no fórum!
      Tempo você tem.. não faça perder o nosso!

    • Manuela on 21 de Maio de 2013 at 20:09
    • Responder

    Em Lisboa até há um Rei tor que sem nunca ter completado a licenciatura foi admitido a doutoramento lá fora e, passado pouco tempo, apareceu cá com vários doutoramentos em “ciências ocultas”.
    Porque é que OS JORNALISTAS NÃO INVESTIGAM ISTO?
    Dava outro caso RELVAS, podem crer!

      • trill on 21 de Maio de 2013 at 21:26
      • Responder

      é assim:

      antes o pessoal do teatro, por exemplo, fazia o conservatório, quenão dava licenciatura, o mesmo se passando c o pessoal da música (mas aqui a coisa pia fino – tirando talvez a área da composição onde há mais aldrabice – porque para serem admitidos a qq coisa lá fora era na base das audições públicas), logo era natural que fossem admitidos a doutoramentos lá fora sem haver a licenciatura cá.

      O que se passou nessa universidade que acima refiro, é que o coordenador “aqueceu” o lugar, dois lugares porque já não teve oportunidade para tb meter a mulher (he he), até que os seus protegidos tivessem um doutoramento espanhol, já que cá jamais em tempo algum o teriam. A grande trafulhice está no facto de um instituto privado os ter admitido no 4to ano de uma “especialidade”, que lhes dá o grau para leccionarem a “especialidade” no 2º ciclo, quando para isso teriam de fazer essa via desde o início pois teriam aulas progressivas da “especilidade” de ano para ano. Todos temos consciência queos educadores ed infância durante o curso aprendem o básico entre o mais elementar. Não é possível portanto passarem para o último ano de uma especilidade no fim do curso de educadores. No privado foi…. E mais: se legalmente nem habilitação para dar no 2º ciclo teriam, já que esse salto foi ilegal, que fará para serem profs do superior (universitário público!), como são! Mas as escolas privadas fazem milagres, que neste caso foram complementadas com o doutoramento à espanhola. Normalmente estes sujeitos estariam a lidar com criancinhas do infantário que é para isso que estão habilitados.

      Haverá muitos mais casos assim? Não sei. Mas o MEC pode saber e agir em conformidade.

      • trill on 21 de Maio de 2013 at 21:32
      • Responder

      o caso que q Manuela refere só pode ser numa universidade: a universidade relvas. Isso, a tal.

        • trill on 21 de Maio de 2013 at 21:33
        • Responder

        uma univ privada, portanto.

          • trill on 21 de Maio de 2013 at 21:39

          nas instituições privadas é o vale tudo. Os reitores têm autonomia total e logo até diplomas de doutoramento comprados pela internet podem reconhecer. O grave do caso que acima refiro é que foi numa univ pública, literalmente paga pelo Zé Pagode (com a pequena ajuda das propinas que os estudantes pagam, claro). O grave de tudo isto é que o ensino superior em Portugal não é fiável e logo o Brasil diz aos bolseiros que têm de ir estudar para outros países. Têm razão.

    • Abílio on 22 de Maio de 2013 at 0:52
    • Responder

    Embora o “timing” estipulado pela tutela fosse reduzidíssimo (uma vergonha já habitual) os Diretores também deviam ter algum respeito pelas respetivas escolas/agrupamentos e nunca deveriam responder (nem Sim nem Nim) sem consultar, pelo menos o Conselho Geral !!!Eu sei que há prazos para as convocatórias…mas, quando há urgências, todos aceitam o e-mail ou o telefonema …é melhor do que transformar a “autonomia” em autocracia que só reflete a vontade do “gestor” nunca do “lider”…

      • Samuel on 22 de Maio de 2013 at 8:28
      • Responder

      O que está qui em causa é um conjunto de diretores que foram nomeados quer pelo governo do PSD, quer pelo governo do PS, para que fossem fiéis às políticas ora de um ora do outro, quando estes estivessem no poder. Há muitos diretores que não têm perfil algum para ocuparem este cargo. São pessoas com muitas falhas em termos profissionais, para não falar em termos de formação pessoal. O que temos, neste momento, é um conjunto de diretores que assinam sempre de cruz, quanso a cor do partido que os lá colocou apresenta uma qualquer experiência/proposta. Daí este número tão significativo de escolas que se propoem aplicar a autonimia de escola. Estas pessoas que ocupam os cargos de direção são pessoas profundamente mesquinhas e incompetentes, pois não tiveram a sensatez de auscultar a opinião das pessoas a quem vai aplicar esse contrato de autonomia. É por ação destas pessoas que a Educação em Portugal está a perder a boa qualidade que a caracterizava. Temos de nos unir e impedir que continue com este ritmo.

        • Maria on 22 de Maio de 2013 at 10:02
        • Responder

        Tem toda a razão, Samuel. Desde que deixámos de votar para os eleger a coisa descontrolou-se. E muitos estão a precisar de aprender uma liçãozita. 😉

    • Afonso on 8 de Junho de 2013 at 19:57
    • Responder

    Olá Samuel
    Recomenda-se uma atenção especial a Monção.
    Apesar da deficiente condução do processo de constituição do megaagrupamento neste concelho o senhor Secretário de Estado vai apresentar-se na sua sede, como bandeira do PP nas eleições autárquicas.
    Ou esta gente não vê ou faz que…

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