Espero Que Não Passe de Boato

E que coisas deste género não ocorram em nenhuma escola, mas se conhecerem situações idênticas podem-nas descrever na caixa de comentários.

 

 

Bom dia,
Aqui na Escola corre o boato que mesmo em greve o Diretor poderá convocar os docentes grevistas para cumprirem a greve presencialmente na Escola. Se não o fizerem terão falta injustificada.
Fiquei escandalizada com a possibilidade do boato passar a ser real. Isso é possível?
Na minha perspetiva não o será.
Questiono se os diretores de tudo farão para agradar o ministério e atropelarão a lei e ameaçarão os colegas.
Sei de escolas que em anos anteriores passaram uma folha para questionar quem seriam os docentes a fazerem greve e obrigaram os docentes a assiná-la. Posteriormente a lista foi divulgada, o que são ilegalidades.
Por isso, quem nos protege?
Obrigada.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2013/05/espero-que-nao-passe-d-boato/

41 comentários

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    • I. Cruz on 29 de Maio de 2013 at 16:35
    • Responder

    Não vou escrever um comentário ao que está escrito pois se calhar não passa de um boato mas quem ler isto vá ao forum do Educare e leia “carta aberta de um estudante liceal grego”, publicado por Winston Smith, vale a pena e….. medite.

      • Apoiovirtual on 30 de Maio de 2013 at 2:19
      • Responder

      Bem que podia ter colocado o link direto… mas valeu pela dica.

    • Karkov on 29 de Maio de 2013 at 16:44
    • Responder

    A greve na minha opinião deve ser feita na escola. Estar lá, mas não trabalhar…
    Dava um peso diferente à greve!
    Mas isso é só a minha opinião e é o que costumo fazer.

    • Cláudia on 29 de Maio de 2013 at 16:46
    • Responder

    na escola onde leciono, as reuniões estão para dia 7 de junho. qdo disse que ia faltar, disseram que nesse caso ia ter de ir dar as aulas… que foram canceladas para que houvesse as reuniões. já sei que eles acabam sempre por fazer o que quiserem, mas acho confuso. ou estão canceladas, ou não.

    1. Cláudia
      A greve é só ás avaliações.
      Por isso se faltares a uma reunião só perdes DOIS tempos…

        • Cláudia on 29 de Maio de 2013 at 19:29
        • Responder

        obrigada pela resposta:)
        eu sei que é só às avaliações, não é essa a minha duvida. o que não entendo é eles terem cancelado as aulas para haver reuniões, mas se eu quiser faltar às avaliações, ter de ir Às aulas.. os alunos vão lá estar, pelo sim pelo não?

          • ana on 29 de Maio de 2013 at 19:48

          Colega, isso é só para desmotivar. tudo será feito e dito para que os professores se amedrontem e desistam da greve!

      • António on 30 de Maio de 2013 at 6:54
      • Responder

      Colega:
      Estranho! Então não há aulas para haver reuniões? Não está de acordo com a lei!
      De acordo com esta, as reuniões serão após terminarem as aulas, pelo que não se percebe!

        • Cláudia on 30 de Maio de 2013 at 11:43
        • Responder

        pois! é mesmo essa a minha questão:) eu vou faltar e pronto. se me marcarem falta injustificada, mostro as requisições das reuniões. penso ser a minha única opção.
        obrigada:)

  1. Sinceramente podemos culpar os directores pelo actual estado da educação. Estes são subservientes do MEC mesmo não concordando muitas das vezes com ele. Aquilo que mais se vê é apresentarem a “sua” escolinha como uma das 7 maravilhas do mundo para evidenciar aparências que na realidade não existem. É vergonhoso como estes também gostam de estatísticas positivas custe o que custar, não pautando pela exigência mas sim pela aparência fragilizando os professores. Perante isto não querem fazer má figura perante o MEC e como tal os professores terão de se sujeitar às suas regras, independentemente do seu estatuto legal.
    Boa sorte com a greve, mas penso que peca por tardia e está condenada ao fracasso.

  2. greves mal pensadas e mal acompanhadas por aqueles que recebem salario para elaborar estas situações com jeito , dá nisto

    1. katy
      Isso são “desculpas de mau pagador”
      As greves deveriam ser sempre ás avaliações e exames, que é onde doi mais……as outras greves é só para o professor perder dinheiro.

  3. #Cláudia.. aulas canceladas para fazer reuniões..??????????????? cada dia vejo uma…..Então obrigam-nos a cumprir todos os minutinhos e depois faz-se isso?????????
    O professor decide se faz greve a tudo se às aulas se à reunião

      • Cláudia on 29 de Maio de 2013 at 19:31
      • Responder

      pois! tenho aulas a tarde toda… o que pretendem é que eu vá para dar as aulas e depois como não haverá alunos, me “puxem” para a reunião… acho eu:)

  4. Ninguém é obrigado a dizer que faz greve. Quanto à presença na escola não me parece que seja possível impor
    Mas os directores hoje fazem o que querem. Essa a luta que os professores deveriam ter tido e não a treta da add

    • António Luís on 29 de Maio de 2013 at 18:51
    • Responder

    POR MÁ PREPARAÇÃO E PLANEAMENTO o que se pensava ser uma forma de pressão para que o MEC recuasse nas suas intenções, será uma ratoeira para tramar alguns professores grevistas com processos disciplinares e toda uma classe perante a opinião pública. Vejam que os sindicatos ainda não deram uma devida e cabal resposta a todas a questões, porque na realidade não a têm, nem sabem como agir.
    Os SINDICATOS devem andar lunáticos. Assim, deste modo, continuarão a perder a confiança dos docentes.
    QUEM realmente ESTÁ ATRAPALHADO e FRAGILIZADO? O MEC ou as estruturas sindicais? Será que devemos CONFIAR nos sindicatos? O que fizeram até agora só nos faz refletir se valerá o esforço. A situação em que se encontram os docentes não será também culpa dos sindicatos?
    Esta situação não será mais uma manobra dos sindicatos para desviar as atenções dos professores para que seja aprovada a proposta da AEEP (novo contrato coletivo de trabalho – para as escolas privadas)?
    A proposta da AEEP (Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo) para as escolas privadas é um prelúdio para a privatização do ensino em Portugal. Os grandes grupos económicos interessados na privatização do ensino (GPS, Didáxis, Ribadouro, etc.) só aceitam tomarem conta das escolas públicas se este contrato for aprovado.
    Desengane-se quem pensa que este problema é somente dos privados. Se esta medida for aprovada, rapidamente será aplicada igualmente no ensino público, não só por força das escolas e agrupamentos privatizados, mas também como medida economicista.

      • Fátima Silva on 2 de Junho de 2013 at 0:32
      • Responder

      Não sabia que os sindicatos legislavam…

      1. Deves andar bisgarolha! IOnde é que no comentário está a afirmar que os sindicatos legislam?
        O colega tem muita razão no que apresenta.
        Toda a situação em que os professores se encontram é fundamentalmente culpa dos sindicatos que têm assinado todo o tipo de acordos com a tutela. O João Dias da Silva deve andar com as orelhas quentinhas. Este tipo parece que anda a colecionar acordos com a tutela.

        Os sindicatos só defendem os professores de carreira, e mesmo estes estão numa situação bastante precária. Agora os contratados que se juntem às greves e manifestações para lhes salvar a pele. Achas justo? O acordo que está para ser assinado com a AEEP irá irremediavelmente afetar todos os docentes. É só uma questão de tempo.

    • Laura on 29 de Maio de 2013 at 19:59
    • Responder

    Acredito que não passa de mais um boato para amedrontar os docentes. Pena é que uma classe instruída se assuste com qualquer coisa e assine qualquer papel, bastando para isso que alguém exerça um bocadinho de pressão, e infelizmente não é preciso muita, para que as cedam de imediato. É assim que vamos perdendo a nossa força. 🙁

  5. Agora não, que me dói a barriga.
    Agora não, que não sei que mais….
    Se é greve um dia, não dá. Devia ser às avaliações.
    Se é às avaliações, devia ser aos exames.
    Se é aos exames, devia ser na interrupção do Natal, para não criar problemas com os pais.
    Se não marcam greves, os sindicatos não fazem nada.
    Se marcam greves, que as façam os sindicalistas.
    Se prejudicamos os miúdos com a greve, não a devemos fazer.
    Se a greve é de um dia e não prejudica ninguém, não vale a pena fazer.
    Se é a uma sexta-feira. é oportunismo. se a marcam no meio da semana não faço, pois para perder o dia gostava de ir passar o fim de semana a casa com o meu marido.
    Meus caros, independentemente de sindicatos, sindicalistas, dos pais e dos avós, se desta vez ficarmos parados, acabou-se.
    Mas acabou-se mesmo. Cagam-nos em cima.

    1. É isso mesmo JCP.
      Há sempre quem não esteja contente e isto mostra bem a divisão da classe.
      Nada como os estivadores ou os funcionários da recolha do lixo… são mais unidos e determinados.
      Já agora era bom q os diretores se lembrassem q são professores. Mas valores mais altos se levantam…

      1. Sempre foi assim e sempre há-de ser!

      • Maria on 29 de Maio de 2013 at 21:16
      • Responder

      Bravo JCP! Subscrevo em absoluto. Mas também lhe digo, se não for desta que reagimos, então merecemos que nos caguem mesmo em cima.

      • Francisco Santos on 30 de Maio de 2013 at 17:35
      • Responder

      Muito boa! Se continuarmos desunidos, uns contra os outros, acabamos.

      • Catarina on 30 de Maio de 2013 at 17:36
      • Responder

      Tão bom que vou partilhar no facebook!

    2. Até que enfim alguém diz a verdade existem desculpas sempre, só que atenção isto vai doer a todos e depois será !!!! porque não fizeram (os outros sempre) greve. Temos o que merecemos

  6. Eu VOU fazer greve e vou estar na escola…a greve deve ser feita no local de trabalho e não em casa…agora os diretores não tem nada que “obrigar” ninguém a ir para a escola em dia de greve. Eu entendo que devo ir para a escola, agora obrigar…

      • António on 30 de Maio de 2013 at 6:57
      • Responder

      Penso que isso é ilegal, pois é chamada greve de zelo. Quem está em greve, não vai para a escola.
      É melhor os sindicatos explicarem.

        • Fátima Silva on 2 de Junho de 2013 at 0:36
        • Responder

        Já que nos é descontado o dia, não recebemos, não temos obrigação de ir para a escola, as deslocações estão caras e as refeições também; a não ser que a escola esteja ao lado de casa, mas mesmo assim é discutível.

    • D. Maria II on 29 de Maio de 2013 at 20:54
    • Responder

    Mesmo que seja verdade É ILEGAL!!!
    A lei é clara, não se pode sequer pedir para que o trabalhador informe se faz ou não greve, essas listas são ILEGAIS.
    Já outras entidades patronais foram julgadas por esse tipo de medidas.
    Lamento que uma classe que supostamente deveria ser informada e esclarecida não o seja…quando esta não é, qual será???
    Reflexos da sociedade em que vivemos!!!

    • Oficina nem falar on 29 de Maio de 2013 at 21:36
    • Responder

    Mas qual boato, qual carapuça?!
    A malta anda mesmo a dizer quando e onde vai fazer o quê!!! Aos pontos que chegámos…
    Deplorável e escatológico: “eu faço ali, tu fazes acolá, ele faz na cabeça do vizinho”…

  7. Será possível que uma classe profissional que é instruída e deve ser informada embarque nisto, leiam a legislação, informem-se e não tenham medo de inquéritos disciplinares ou não. Foram sempre feitos para inquirir e se a razão estiver do lado do professor qual é o medo??? A greve suspende a relação laboral entre trabalhador e entidade patronal. Não existe qq imposição possível por parte de Directores adesivados… No Código de trabalho em vigor, não há referência a Serviços mínimos para o sector da Educação. O que foi imposto em 2005 por M.L. rodrigues foi ilegal. Portanto avancem pq se não o fizerem, alguns estarão em casa a partir de Setembro.

    • freitas on 30 de Maio de 2013 at 11:57
    • Responder

    As greves e a manifestação são pela defesa da Educação em Portugal. Para além de defender os seus direitos, os docentes estão a defender os direitos dos alunos.
    OS ALUNOS DEVERIAM ESTAR AO LADO DOS PROFESSORES, só assim teríamos mais força.
    A sociedade tem de se envolver na luta pela defesa da Educação em Portugal.
    Os motivos são vários: a diminuição do financiamento dos serviços de ação social escolar, a subtração das respostas aos alunos com NEE, a diminuição das horas de apoio individualizado dos alunos, o aumento substancial do preço dos manuais e dos passes de transporte escolar, a obrigatoriedade de frequência de estabelecimentos escolares a quilómetros da residência dos alunos, a diminuição dos funcionários auxiliares e administrativos… É também pela prservação da escola pública e pela qualidade do ensino que a clase docente se está a manifestar. Esta luta também é dos encarregados de educação.

    • Maria on 30 de Maio de 2013 at 13:38
    • Responder

    Os diretores das escolas são uns lambe-botas duns mansos que se esquecem que são professores e voltarão a sê-lo. Não têm nada que pressionar ninguém nem sequer questionar as pessoas sobre o que vão ou não fazer, só têm que comunicar, no dia, aos seus superiores, os dados sobre as greves. E mais: imputo muita responsabilidade aos diretores das escolas pelo estado em que o ensino está. Desde que chova a compensação financeira vão continuar a ser paus mandados.

    • I. Cruz on 30 de Maio de 2013 at 14:41
    • Responder

    “Há casos de escolas absolutamente ilegais, que anteciparam reuniões para 31 de Maio, como é o caso de uma no distrito de Aveiro. Há também reuniões para 5 e 6 de Junho. Isso é ilegal e nesses casos e não é preciso pré-aviso de greve, basta que os professores se recusem”, disse hoje o secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira, que admitiu vir a interpor providências cautelares para impedir estas situações.”

    http://www.publico.pt/sociedade/noticia/sindicato-de-professores-anuncia-queixa-contra-antecipacao-das-avaliacoes-1595901

    Colegas: denunciem estes casos se, por acaso, acontecerem nas vossas escolas; não é tempo de pensarmos se é esta ou aquela federação que está a tomar posição.

    • Marlene on 30 de Maio de 2013 at 15:55
    • Responder

    Acho que a greve deveria ser feita no local de trabalho!

    • Teresa on 30 de Maio de 2013 at 19:26
    • Responder

    Neste caso o melhor é tirares um dia de ferias. Não comenheces o verdadeiro sentido das greves.

  8. Mas fazer greve não é faltar ao trabalho, mas estar presente no local de trabalho?? Pensei sempre que greve é isto! Não percebo a indignação!! Eu sei que está bom para ir para a praia, mas…

  9. Nem sabem o que é greve!!! Isto é só putos

    • Galego on 5 de Junho de 2013 at 15:30
    • Responder

    Sempre fiz greve estando presente no local de trabalho. Há sempre muito a fazer: esclarecer os pais, apoiar processos e iniciativas de luta…
    Há que despertar para a luta, vamos lá.

    • Maria on 19 de Junho de 2013 at 20:11
    • Responder

    Colegas ! …

    Qualquer trabalhador, sindicalizado ou não, não tem qualquer obrigação de informar o empregador de que vai aderir a uma greve, mesmo no caso deste lho perguntar.
    Tão pouco é obrigado a comparecer em qualquer serviço sem obrigatoriedade de prestação de Serviços/Cuidados Mínimos, como é o caso da educação.

    A Comissão Nacional de Protecção de Dados deliberou proibir, ao abrigo da al. b), n.º3, art.º 22º da Lei 67/98, qualquer tratamento autónomo de dados – recolha de tipo de vínculo/nome/n.º mecanográfico/outros dados similares – relativos aos aderentes à greve por constituir violação do disposto no art.º 13º e n.º 3 do 35º da CRP e nos n.ºs 1 e 2 do art.º 7º da Lei de Protecção de Dados Pessoais (Deliberação n.º 225/2007 de 28 de Maio).

    Pelas razões em cima indicadas, o número de trabalhadores em greve, pode ser estimado, mas nunca confirmado no próprio dia. Só decorrido o número de dias que a lei prevê para apresentação de atestado médico, é que se pode apurar em definitivo o motivo da falta do trabalhador.

    .

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