Tag: Greve

Alguém Confirma Estas Indicações do JNE?

Colocadas aqui.

“…A fim de poder ser assegurada a realização das provas e exames do dia 17 de junho, os diretores/presidentes de CAP devem convocar para o serviço de exames, nomeadamente, para o serviço de vigilância, todos os docentes de todos os níveis de ensino pertencentes aos respetivos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas, cumprindo as regras em vigor para o serviço de vigilância…”

 

Porque isto aparenta ser um serviço máximo decretado de forma ilegal.

E se for confirmada esta indicação do JNE só resta mesmo o confronto direto com o MEC e ter uma adesão à greve na ordem dos 100%.

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Ponto de Situação das Greves às Avaliações – Dia 12

Fica este post para irem dando conta de como estão a decorrer as reuniões de avaliação do dia de hoje.

Em alguns casos realiza-se também hoje o segundo round das reuniões adiadas do dia 7 ou de dia 11.

Podem também preencher ao longo do dia este formulário e logo que tenha dados relevantes começo a publica-los.

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Os Bravos do Dia

O Top 5 das escolas com mais reuniões adiadas e identificadas neste formulário são as seguintes:

 

Sá de Miranda, Braga – 24 reuniões marcadas e 24 reuniões adiadas

Dr. Ginestal Machado, Santarém – 21 reuniões marcadas e 21 reuniões adiadas

Escola Secundária de Loulé – 20 reuniões marcadas e 20 reuniões adiadas

Escola Secundária José Régio, Vila do Conde – 19 reuniões marcadas e 19 reuniões adiadas

Escola Secundária Francisco de Holanda, Guimarães – 17 reuniões marcadas e 17 reuniões adiadas.

 

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Mais Detalhada a Notícia dos Servíços Mínimos

… e da requisição civil que não pode ser decretada sem a existência de serviços mínimos.

Justiça feita tarde sobre uma decisão de Maria de Lurdes Rodrigues em decretar os serviços mínimos em 2005. Como se costuma dizer, mais vale tarde que nunca.

Professores sem serviços mínimos no primeiro exame do secundário, decide colégio arbitral

 

 

 

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A Greve de Hoje, na TVI

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Ponto de Situação das Greves às Avaliações – Dia 11

Às 17 horas de hoje chegaram-me os seguintes dados de 47 Escolas/Agrupamentos:

323 reuniões agendadas

2 reuniões realizadas

 

O dia de hoje, com os dados que possuo, está com um adiamento de reuniões na ordem dos 99,4%

 

Podem continuar a enviar os dados para aqui.

 

Fica este post para ser editado com os dados que me chegarem. Ao final da noite faço o quadro estatístico por distrito e concelho.

NOTA: este formulário pede o número de reuniões realizadas das que foram agendadas. Digo isto porque vi agora uma escola com 5 reuniões agendadas e 5 realizadas e como pode ter sido engano deixo aqui o aviso. Caso sejam colocados novos dados da mesma escola elimino a primeira introdução de dados.

 

 

ADENDAS:

 

18 Horas: 63 Escolas/Agrupamentos – 458 reuniões marcadas – 9 realizadas – (98% de reuniões adiadas)

19 Horas: 93 Escolas/Agrupamentos – 729 reuniões marcadas – 15 realizadas – (98% de reuniões adiadas)

20 Horas: 124 Escolas/Agrupamentos – 916 reuniões marcadas – 20 realizadas – (97,8% de reuniões adiadas)

21 Horas: 164 Escolas/Agrupamentos – 1176 reuniões marcadas – 30 realizadas – (97,5% de reuniões adiadas)

22 Horas: 199 Escolas/Agrupamentos – 1467 reuniões marcadas – 31 realizadas – (97,9% de reuniões adiadas)

22:45 Horas: 229 Escolas/Agrupamentos – 1720 reuniões marcadas – 38 realizadas – (97,8% de reuniões adiadas)

Meia-Noite: 262 Escolas/Agrupamentos – 2071 reuniões marcadas – 54 realizadas – (97,4% de reuniões adiadas)

 

Amanhã volto a apresentar dados do dia 11.

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Anda Meio Mundo Perdido com a Greve dos Professores

O primeiro ministro que incentiva à greve do dia 27 (dia do exame de matemática do 9º ano), o Secretario de Estado, João Grancho, que apoia a decisão do primeiro ministro e por fim Jorge Ascenso, em tom irónico, que acha que por ele as greves dos professores deviam ser todas aos fins de semana.

 

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Escolas com Mais Reuniões Adiadas no dia 7 de Junho

No formulário que se encontra neste post foram já identificadas 685 reuniões marcadas para o dia 7 de Junho de 190 escolas/agrupamentos e apenas se realizaram 33 reuniões.

As escolas que estão identificadas no formulário com 10 ou mais reuniões no dia de ontem são as que se encontram na imagem de baixo.

No topo desta lista encontram-se três escolas secundárias e no total de 112 reuniões marcadas para ontem nestas escolas apenas se realizaram duas, que representa 98,2% de reuniões que tiveram de ser adiadas.

 

Estatística greves dia 7

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1º Dia de Greve às Avaliações

Podem aqui relatar o que está a acontecer nas vossas escolas e indicar o número de reuniões agendadas para hoje e número de reuniões que foram adiadas.

Entretanto podem usar o seguinte texto para colocar na acta, no caso das reuniões serem adiadas.

A reunião foi adiada, por se ter verificado a ausência imprevista da (o) docente da disciplina de __________, o que, nos termos do disposto no n. 3 do artigo 15. do despacho normativo n. 24-A/2012 (para o ensino básico)/ nos termos do Agosto no n. 3 do artigo 19. da portaria n. 243/2012, de 10 de Agosto ( para o ensino secundário), obriga ao adiamento da reunião e a uma nova convocatória da mesma no prazo máximo de 48 horas. Deste facto foi de imediato dado conhecimento à Direção/ à Comissão Administrativa Provisória.

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E Como se Estão a Organizar para as Greves de 7 a 14?

Deixo aqui a pergunta porque tenho sentido que alguma imaginação vai acontecendo nas escolas e que os mais organizados podem conseguir provocar maiores efeitos com menores custos.

Podem relatar o que se vai fazendo nas vossas escolas.

 

 

 

 

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Mais um Conjunto de Perguntas e Respostas sobre a Greve

… agora no site da FNE.

documento em pdf.

 

DIREITO À GREVE – PERGUNTAS FREQUENTES


P – Quem tem direito a fazer greve?

R – O direito à greve, consagrado na Constituição da República Portuguesa (art. 57.º), é um direito de todos os trabalhadores, independentemente da natureza do vínculo laboral que detenham, do setor de atividade a que pertençam e do facto de serem ou não sindicalizados.

P – Deve o trabalhador avisar antecipadamente a entidade empregadora da sua intenção de aderir a uma greve?
R – Não, o trabalhador, sindicalizado ou não, não tem qualquer obrigação de informar o empregador de que vai aderir a uma greve, mesmo no caso de este lho perguntar.
A adesão à Greve não carece de autorização nem de comunicação prévia. Esta comunicação é feita pelos Sindicatos que, nos termos da Lei, entregaram no Ministério da Educação e Ciência, entre outros organismos, um Pré-Aviso de Greve.

P – E depois de ter aderido à greve, tem de justificar a ausência?
R – Os trabalhadores não têm de proceder a qualquer justificação da ausência por motivo de greve.

P – O empregador pode por qualquer modo coagir o trabalhador a não aderir a uma greve ou prejudicá-lo ou discriminá-lo pelo facto de a ela ter aderido?
R – Não. É absolutamente proibido coagir, prejudicar e discriminar o trabalhador que tenha aderido a uma greve. Os atos do empregador que impliquem coação, prejuízo ou discriminação sobre qualquer trabalhador por motivo de adesão ou não à greve são considerados nulos (404.º do RCTFP).

P – O dia da greve é pago?
R – Não. A greve suspende, no que respeita aos trabalhadores que a ela aderirem, as relações emergentes do contrato de trabalho, nomeadamente o direito à retribuição e, consequentemente, o dever de assiduidade.

P – E tem algum efeito relativamente à antiguidade?
R – Não. Não prejudica a antiguidade do trabalhador, designadamente no que respeita à contagem do tempo de serviço.

P – Pode alguém ter falta injustificada em dia de greve?
R – Não! Os serviços são obrigados a presumir a adesão à greve de quem, tendo faltado, não tenha justificado a falta ao abrigo de qualquer outro motivo.

P – Que tipo de greve é esta?
R – Na verdade não se trata de uma greve mas de várias. Teremos as greves de dias 7, 11, 12, 13 e 14 de junho que são Greves Nacionais de Professores do Ensino Básico e Secundário, com incidência no serviço de avaliações dos alunos. A sua marcação com um pré-aviso de greve para cada dia pretende permitir que os professores adiram à greve apenas no período destinado ao serviço de avaliações.
Já a greve de dia 17 de Junho é uma Greve Geral de Educadores de Infância, dos Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Superior e dos Investigadores Científicos.

P – E durante um dia de greve é possível a um docente ir trabalhar durante um período fazendo greve noutro período?
R – Sim, é possível. Um professor pode, por exemplo, desempenhar determinada tarefa de manhã, como seja cumprir a atividade letiva ou não letiva que lhe está distribuída e aderir à greve de tarde. O que não pode é estar ao serviço, fazer de seguida greve e apresentar-se de novo ao serviço no mesmo dia, nem o contrário, isto é, estar em greve, apresentar-se de seguida ao serviço e voltar de novo a entrar em greve no mesmo dia.

P – Um professor que, nas greves de dias 7, 11, 12, 13 e 14 (com incidência no serviço de avaliações) adira à greve, qual o desconto que lhe é feito no salário?
R – Apenas o proporcional às horas a que faz greve. O facto de o artigo 94.º do ECD considerar a falta a reuniões de avaliação sumativa dos alunos como falta a um dia, a adesão à greve não configura uma falta, pois a greve suspende o contrato de trabalho de trabalhador aderente, incluindo o direito à retribuição e os deveres de subordinação e assiduidade (artigo 398.º do RCTFP). Ou seja, estando suspenso o dever de assiduidade, em caso de greve, não há lugar à marcação de falta, pois o trabalhador tem suspensa a sua relação laboral com a entidade patronal.
Assim, tendo o professor trabalhado parte do dia em actividade letiva ou outra não relacionada com as avaliações, essa atividade terá de lhe ser paga. Isto é, apenas lhe será deduzido o valor correspondente às horas em que aderiu à greve.

P – Que significam os serviços mínimos?
R – Os serviços mínimos são aqueles que, durante a greve, devem ser assegurados para garantir o funcionamento dos órgãos ou serviços que se destinem à satisfação de necessidades sociais impreteríveis (artigo 355º do Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas (RCTFP), anexo à Lei n.º 59/2008, de 11 de setembro).

P – Na educação há serviços mínimos?
R – A educação não consta da lista de órgãos ou serviços sujeitos a serviços mínimos contida no nº 2 do artigo referido no ponto anterior.
Em concreto, e para esta greve, a eventual existência de serviços mínimos e os meios necessários para os assegurar, será decidida por um colégio arbitral, constituído para o efeito.

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Era de Prever

Ministério da Educação e sindicatos sem acordo

 

O Ministério da Educação e os sindicatos de professores não se entenderam sobre o agendamento de serviços mínimos para a greve geral convocada para 17 de Junho, dia em que começam os exames nacionais do Ensino Secundário.

 

O insucesso nas negociações foi confirmado esta tarde pelo líder da Federação Nacional de Educação, João Dias da Silva, à saída da reunião promovida pela Direção Geral da Administração e Emprego Público.

A decisão será agora tomada por um colégio arbitral, composto por três elementos: um magistrado, que presidirá, um representante do Ministério e um dos sindicatos. O colégio tem até 12 de junho, cinco dias antes das provas, para decidir se há lugar a serviços mínimos e os termos em que estes terão de ser assegurados.

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Perguntas e Respostas sobre as Greves

Documento assinado pelas “organizações Sindicais de Professores” e retirado daqui. Neste momento também se encontra um esclarecimento sobre a antecipação das reuniões para antes do dia 7 e que não difere do que já disse aqui.

 

 

Que tipo de greve é esta?

Na verdade não se trata de uma greve mas de várias. Teremos as greves de dias 7, 11, 12, 13 e 14 de Junho que são Greves Nacionais de Professores do Ensino Básico e Secundário, com incidência no serviço de avaliações dos alunos. A sua marcação com um pré-aviso de greve para cada dia pretende permitir que os professores adiram à greve apenas no período destinado ao serviço de avaliações. A greve de dia 17 de Junho é uma Greve Geral de Educadores de Infância, dos Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Superior e dos Investigadores Científicos.

Por que é importante haver um pré-aviso para cada dia?
Porque desse modo, para além do já referido antes, os professores poderão aderir à greve num dia, não aderir no seguinte e voltar a aderir no terceiro ou no quarto. Já em relação ao dia 17, o apelo é a adesão de todos os educadores, professores e investigadores

E durante um dia de greve é possível a um docente ir trabalhar durante um período fazendo greve noutro período?
Sim é possível. Um professor pode por exemplo desempenhar determinada tarefa de manhã e aderir à greve de tarde. O que não pode é estar ao serviço, fazer de seguida greve e apresentar-se de novo ao serviço no mesmo dia, nem o contrário, isto é, estar em greve, apresentar-se de seguida ao serviço e voltar de novo a entrar em greve no mesmo dia.

Um professor que, nas greves de dias 7, 11, 12, 13 e 14 (com incidência no serviço de avaliações) adira à greve, qual o desconto que lhe é feito no salário?
Apenas o proporcional às horas a que faz greve. O facto de o artigo 94.º do ECD considerar a falta a reuniões de avaliação sumativa dos alunos como falta a um dia, a adesão à greve não configura uma falta, pois “a greve suspende o contrato de trabalho de trabalhador aderente, incluindo o direito à retribuição e os deveres de subordinação e assiduidade” (artigo 536.º do Código do Trabalho). Ou seja, estando suspenso o dever de assiduidade, em caso de greve não há lugar à marcação de falta, pois o trabalhador tem suspensa a sua relação laboral com a entidade patronal. Assim, tendo o professor trabalhado parte do dia em atividade letiva ou outra não relacionada com as avaliações, essa atividade terá de lhe ser paga. Isto é, apenas lhe será deduzido o valor correspondente às horas em que aderiu à greve.

O que significam os serviços mínimos?
Os serviços mínimos são aqueles que durante a greve devem ser assegurados para garantir o funcionamento dos órgãos ou serviços que se destinem à satisfação de necessidades sociais impreteríveis (artigo 355º da Lei 59/08 de 11 de Setembro).

Na educação há serviços mínimos?
A educação não consta da lista de órgãos ou serviços sujeitos a serviços mínimos contida no nº 2 do artigo referido no ponto anterior.

Porque razão vem o MEC exigir que os sindicatos definam serviços mínimos?
Existe um acórdão do Tribunal Constitucional (que não é lei!), datado de 2007, que entende que a realização de exames configura uma necessidade social impreterível. Contudo, esse acórdão do TC não se refere à Educação como uma atividade passível de exigência de serviços mínimos e apenas se pronuncia sobre a questão da realização de exames.

Poderá o MEC, com base nesse acórdão, definir serviços mínimos?
Não! Os sindicatos contestam, logo à partida, a necessidade de serviços mínimos por considerarem que esse não é o espírito da Lei (artigo 399º da Lei 59/08 de 11 de setembro). Por outro lado, mesmo que se considere a legalidade da existência de serviços mínimos, a posição agora assumida pelo MEC é manifestamente contrária ao que a Lei estipula, relativamente à forma como se processa a definição desses serviços.
Segundo o artigo 400º, nº 2, da mesma Lei 59/08 de 11 de setembro, há trâmites que têm necessariamente de ser cumpridos na definição dos serviços mínimos: após receber o Pré-Aviso de Greve, o MEC tem 24 horas para o comunicar à DGAEP / Ministério das Finanças. Compete depois ao Secretário de Estado da Administração Pública, desenvolver uma tentativa de acordo entre Sindicatos e MEC e, na sua ausência, ao fim do 3.º dia, requerer a intervenção de um colégio arbitral.
É este colégio arbitral que poderá decidir da existência ou não de serviços mínimos. Se decidir pela existência, só ele poderá estabelecer a sua dimensão. Sublinha-se, pois, que estes procedimentos são desencadeados pelo membro do Governo responsável pela área da Administração Pública, pelo que o procedimento que o MEC tornou público na sexta-feira dia 24 de maio de 2013, a concretizar-se, seria completamente ilegal, pelo que os sindicatos recorreriam aos tribunais para travar esse procedimento.

Estes serviços mínimos que o MEC pretendia impor só se referem à greve de dia 17?
Sim. O MEC quer reportar-se ao acórdão anteriormente referido. Sublinha-se, mais uma vez, que um acórdão não faz lei; um Tribunal pode hoje decidir de forma diferente. E, independentemente disso, só o colégio arbitral antes referido pode decidir nesta matéria, nunca o MEC ou qualquer outro membro do governo.

Se houver serviços mínimos os professores são impedidos de fazer greve?
Não! Havendo serviços mínimos os trabalhadores necessários para cumprir serão designados até 24 horas antes do início do período de greve (artigo 400.º, n.º 5, da Lei 59/08 de 11 de setembro). Se essa designação não for feita pelos Sindicatos (a FENPROF não o fará), compete ao MEC fazê-lo.

Nas greves às avaliações quantos professores terão de estar em falta no Conselho de Turma para a reunião não se realizar?
Sobre a avaliação de alunos dispõem os artigos 8.º, 14.º e 15.º do Despacho Normativo 24-A/2012 (1.º, 2.º e 3.º ciclos) e o artigo 19.º da Portaria 243/2012, de 10 de agosto (Ensino Secundário). De acordo com o que estabelecem aqueles quadros legais, a lei prevê que o Conselho de Turma seja adiado caso se verifique a ausência de um dos seus membros por motivos imprevistos e que não sejam de longa duração.

A adesão à greve constitui um motivo imprevisto?
Sim, a adesão à greve constitui um motivo imprevisto, pois é ilegal efetuar qualquer levantamento prévio sobre a eventual adesão de um trabalhador, podendo este tomar essa decisão apenas no momento em que iniciaria a atividade. Deverá, após se constatar a não realização da reunião, ser convocada nova reunião no prazo de 48 horas.

As direções dos agrupamentos/escolas não agrupadas poderão exigir a entrega antecipada das classificações atribuídas aos alunos?
Não. O facto de ser solicitada essa informação não obriga os docentes a fornecê-la, visto não existir qualquer disposição legal nesse sentido. No contexto de luta que estamos a viver, o professor deverá reservar a atribuição das classificações aos alunos para os momentos de reunião.

As direcções dos agrupamentos/escolas não agrupadas podem antecipar as reuniões de avaliação?
A lei estipula que a avaliação de alunos se processa após o termo das atividades letivas. Deste modo, não se afigura possível antecipar uma reunião e preencher documentos com data posterior, pois configuraria um crime de falsificação de documento, punível pelo Código Penal. Ver, a este propósito, esclarecimento específico.

Poderão ser marcadas reuniões para sábado ou domingo?
Não! O domingo é, nos termos da lei, dia de descanso e o sábado é dia suplementar de descanso, pelo que só excecionalmente seria possível marcar serviço para esses dias. Há ainda outro impedimento legal à marcação de reuniões para esse dia: o artigo 76.º, n.º 2 do ECD refere que “O horário semanal dos docentes integra uma componente letiva e uma componente não letiva e desenvolve-se em cinco dias de trabalho”.

28.05.2013
As organizações sindicais de professores

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Sondagem Sobre as Greves e a Manifestação

Retomando a sondagem iniciada a semana passada.

Porque em Abril a vontade por uma greve aos exames representava quase 85% dos leitores deste blog.

E agora que ela está marcada…

 

Quem não se encontra a trabalhar escusa de votar na 1ª e na 3ª sondagem mas pode votar na 2ª.

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Lógico

Ao contrário do que afirmou Agnelo Figueiredo aqui.

E entretanto terminou o prazo para as organizações indicarem os serviços mínimos, algo que não deve ter acontecido e que será agora decidido por um colégio arbitral.

Este será mais um braço de ferro polémico entre MEC e sindicatos, já que estes últimos, com especial destaque para a FENPROF, não consideram existirem serviços mínimos na educação, apesar do acórdão do Supremo Tribunal Administrativo de 14-08-2007 considerar o Governo competente para definir os serviços mínimos.

 

 

Diretores avisam

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Os Pré-Avisos de Greve

No site da FNE

Reunião com o Governo mantém o impasse Pré-aviso de greves seguiu esta sexta-feira

A primeira ronda negocial para discutir a proposta do Governo de requalificação dos professores terminou ontem (23.05.2013), sem que a tutela demonstrasse abertura para recuar nos pressupostos que foram apresentados aos sindicatos, na versão inicial do documento que se encontra em negociação.

Deixamos claro nesta reunião com o secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino e com o secretário de Estado do Ensino e administração Escolar, João Casanova de Almeida, que consideramos que o principio da requalificação, tal qual está previsto na proposta, é uma má solução. É uma solução que é ilegal, inconstitucional e que desrespeita acordos feitos entre organizações sindicais e o Governo.

A FNE tem por isso intenção de pedir uma eventual fiscalização da constitucionalidade da proposta de Lei, através do Provedor de Justiça ou dos partidos políticos. O novo regime proposto pela tutela é uma evolução para pior daquilo que era o regime de mobilidade especial com intenção de retirar muitos trabalhadores da função pública.

A FNE está contra esta ameaça de passagem para este novo regime pelo que confirma a entrega esta sexta-feira (24.05.2013) do pré-aviso de greve às avaliações a 07,11,12,13 e 14 de junho, e à greve geral de 17 de junho.

Pré-aviso de greve às avaliações

7 junho

11 junho

12 junho

13 junho

14 junho

Pré-aviso de greve geral

17 junho

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Se Há Greve aos Exames

Então que se cumpram as previsões desta sondagem, que continua aberta a votações.

Porque uma coisa é um clique num PC, outra é a vida real e as desculpas de última hora. E se uma greve deste género tivesse 90% de adesão muito se podia evitar.

 

 

greveconcordo

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Hoje no Diário de Notícias

… onde consta a minha opinião sobre uma greve aos exames.

Mas quem achar que esse é o melhor caminho pode contrariar o meu ponto de vista que coincide com o do Paulo Guinote.

DN-Professores_em_luta_contra_mobilidade_e_concursos

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Já Estamos Safos

E aquela coisa do défice de 9% até Setembro de 2012 e da taxa record do desemprego em 15,8% serão facilmente resolvidas porque…

 

Cavaco não fez greve para trabalhar por mais emprego e crescimento

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Este Blog Hoje Está de Greve

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Greve de dia 24 – FNE

Pré-aviso de Greve entregue pela FNE

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Greve de dia 24

Pré-aviso de Greve

INFORMAÇÃO SOBRE A GREVE

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Uma "greve" em período de PEC

… está a ser feita em Espanha pelos controladores aéreos.

Contra a opinião de alguns legalistas e puristas sobre esta forma de “greve” existe quem se movimente para não perder muito dinheiro e obter um efeito idêntico ou superior à de uma greve típica com perda de vencimento.

A apresentação de baixas médicas por parte dos controladores aéreos espanhóis paralisou todo o espaço aéreo do país.

70% dos controladores aéreos de Espanha já deixaram os seus empregos, alegando problemas físicos.

É do diabo, tanta gente doente ao mesmo tempo!

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Uma repetição histórica 22 anos depois?

  “A greve de 1988 teve como alvo lutar contra o pacote laboral, cujo alcance o Tribunal Constitucional depois limitou.

“A greve de 2010 teve como alvo lutar contra as medidas de austeridade, cujo alcance o Tribunal Constitucional depois limitou.”

Espero que a história se repita, 22 anos depois.

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Dren em Greve?

Curiosidades do dia da greve

Nota: foi uma greve pequenina, voltou.

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Lista de Escolas Encerradas

Em actualização ao longo do dia.

EB2/3 Júlio Saul Dias

EB1 Retorta

EB2/3 Frei João (aberta sem aulas)

EB1 Benguiados

EB2/3 D. Pedro IV (Mindelo)

EB1 Areia

EB1 Aveleda

EB1 Vilar

EB1 Mosteiró

EB1 Padinho

EB1 Gonçalo Mendes da Maia

EB1 Macieira

JI S. Lázaro

EB2/3 Junqueira

EB1 Parada

ES Rocha Peixoto

EB2/3 Marinhas

EBI Forjães

EB1 de Azevedo Antas

JI Guilheta

ES Barcelinhos

EB2/3 Abel Varzim

EB2/3 Dr. Flávio Gonçalves (Aberta sem aulas)

EB1 Desterro

EB2/3 Rosa Ramalho

EB2/3 Rates

EB1/JI Granja

EB1 Fontainhas

EB1 Praça

EB2/3 Cego do Maio

EB1 Lapa

EB 2/3 António Correia de Oliveira

EB1 Apúlia

EB1 Fonte Boa

EB1/JI Facho

EBI Távora

EB 2/3 Gonçalo Nunes

Escola EB 1 Gonçalo Pereira
Escola EB 1 Paço Velho
Escola EB 1 dos Penedos
Escola EB 1 António Fogaça
Escola EB 1 Aldão
Escola EB 1 Pontes
Escola EB 1 Abade de Neiva
Escola EB 1 Vila Boa
Jardim de Infância António Fogaça
Jardim de Infância Aldão
Jardim de Infância Pontes
Jardim de Infância de Abade de Neiva
Jardim de Infância de Vila Boa
Jardim de Infância das Calçadas
Jardim de Infância Nª. Sra. de Fátima
Jardim de Infância Av. João Duarte

Agrupamento Ponte da Barca

Correlhã 85% do 1º Ciclo

Centro Educativo Arcozelo
EB1/JI Moreira
EB1/JI  Bertiandos
Centro Educativo Refoios

JI Ponte de Lima
Centro Educativo Ribeira, s. Martinho, Trovela, foi garantida a assistência aos alunos mas sem componente lectiva

EB1/JI do Lidador- agrupamento Vieira de Carvalho
ES da Maia

Agora as abertas a funcionarem (nova terminologia)

EB 23 da Maia

MAIS ESTAS TODAS

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E-cards da Greve

Gostei da ideia.

Fiz este:

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Pré-Aviso de Greve dia 24

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Pré-aviso de greve em pdf 

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Escolhi este

Mas há mais.

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porque isto não está porreiro pá!

Não está porreiro não. Até acho que pela primeira vez a minha escola não vai fechar. E porquê? Porque esta é a primeira greve da administração pública depois da transferência de competências do pessoal não docente para a autarquia do meu concelho. Esta é uma das razões pelas quais irei fazer greve em solidariedade com os que se sentem amordaçados e com medo de dar a cara nesse dia. É contra esta falta de liberdade, que temo crescente, que dia 4 farei greve.

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