Hoje no Diário de Notícias

… onde consta a minha opinião sobre uma greve aos exames.

Mas quem achar que esse é o melhor caminho pode contrariar o meu ponto de vista que coincide com o do Paulo Guinote.

DN-Professores_em_luta_contra_mobilidade_e_concursos

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14 comentários

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    • Miguel Castro on 2 de Abril de 2013 at 19:04
    • Responder

    Medidas eficazes: greve aos exames e/ou às avaliações (não divulgação).

    Tudo o resto que não seja isto, é verbo de encher.

    Enquanto não se mentalizarem disto, eles continuam a comerem-nos por lorpas.

      • Nuno Coelho on 2 de Abril de 2013 at 19:56
      • Responder

      Miguel,
      Como faria uma greve aos exames ou às avaliações sem as divulgar?
      Sabe que o aviso prévio de greve é obrigatório?

        • Miguel Castro on 2 de Abril de 2013 at 20:07
        • Responder

        Os exames estão marcados.
        Qual é a dificuldade?

        Não inventem entraves onde eles não existem.
        Deixemo-nos de tretas ou comem-nos de vez.

          • Nuno Coelho on 2 de Abril de 2013 at 22:08

          Miguel
          Pelos vistos desconhece que o aviso prévio é obrigatório.
          Conhece o acórdão do STA de 2007 sobre os serviços mínimos nos exames?

    • Manuel Carvalho. Trofa. on 2 de Abril de 2013 at 19:06
    • Responder

    Estou de acordo com a luta cívica , contra todas estas medidas que desde 2005 não param contra a vida profissional e familiar , de uma classe que é fundamental para o presente e futuro de Portugal. Mas também penso que os professores mais jovens, que são os que mais sofrem com esta instabilidade, devem estar mais atentos e participativos, pois eu tenho ido a todas as manifestações que os sindicatos realizam e a maior percentagem de professores são pessoas de idade bastante avançada. Esta juventude se não lutar pelos seus interesses, não pensem que somos nós os velhos que lhe vamos assegurar a sua estabilidade profissional. Estamos a ficar cansados de tanta apatia nos jovens e instabilidade na educação.

      • Castle on 3 de Abril de 2013 at 19:48
      • Responder

      Não é bem assim, pois tb tenho ido às manifestações e constatei que apenas nestas duas últimas se encontraram colegas mais velhos.

      Pergunta: porque será?!?

      fica a deixa

    • António on 2 de Abril de 2013 at 19:25
    • Responder

    Chega de piedade. Temos que ser fortes e unidos na defesa da classe. GREVE AOS EXAMES.

    • martins6061mocho on 2 de Abril de 2013 at 21:04
    • Responder

    Greve de zelo.. Greve em que se trabalha no máximo e forma rigorosa cumprindo todas as questões legais. Todos os pintelhos. Garanto-vos que as reuniões de avaliação se eternizam e a partir daí para tudo. Cumprir todos os preceitos ao máximo. Actas de dezenas e dezenas de páginas. Estamos a trabalhar ninguém nos pode condenar. Estamos a cumprir a lei
    Nem sequer era preciso pré-aviso na primeira fase.Levantar dúvidas e dúvidas…
    AS notas não saiam não teriam exames.. depois cumprir tirar duvidas levantar duvidas na correcção dos exames.. vai parando tudo….

    • azevedo on 2 de Abril de 2013 at 21:12
    • Responder

    Concordo com a greve às avaliações (não divulgação) por tempo indeterminado

  1. Concordo com a greve às avaliações.

    • baudolino on 2 de Abril de 2013 at 21:59
    • Responder

    abaixo-assinados?? manifestações??
    mas será que nos sindicatos ainda ninguém percebeu que isso NÃO RESULTA?!

    • Maria on 3 de Abril de 2013 at 18:32
    • Responder

    Colegas, não sei se leram no Público que os professores dinamarqueses estão há dois dias em greve porque o governo pondera aumentar o horário de trabalho deles na escola de 16 para 25 horas. Há dois dias que se manifestam e não trabalham. Se fizéssemos todos isso, mas TODOS, iam ver como não nos enxovalhavam desta maneira. Ai não, não.

    • Mª Almeida on 4 de Abril de 2013 at 2:09
    • Responder

    Bom dia colegas,
    Estão mesmo com memória curtissima. Não dá fazer mais greves. Os profs têm medinho, os mais velhos já deram para isso tudo e os mais novos “não podem porque isto e aquilo…”. Já lá vai o tempo em que a malta acreditava e 37 anos nisto já aprendemos muitoooo. Bem gostava de acreditar. Em 1988/89 foi a minha/nossa 1ª grande desilusão mas fui fazendo, alinhando, até aos OIs e… agora não conheço ninguém da minha idade que alinhe em greves. No entanto, penso que é a única forma de tentar travar esta “gente” que nos (des)governa. Malditos sejam!

    • clausalsera on 5 de Abril de 2013 at 14:30
    • Responder

    Os eternos argumentos de que não podemos fazer “isto” porque senão acontece “aquilo”…Não se pode fazer greve aos exames porque irá haver requisição civil??Mas então a requisição civil não era para quando estava em perigo a vida de alguém??Basta escrevinhar um despacho e tudo muda, basta argumentar com a contenção de despesas, faz-se um decreto-lei e pronto!Tudo é possível!!Qual estatuto da Carreira Docente, quais direitos…Passámos a ter quase apenas obrigações…Já andamos a pagar para trabalhar, mas como isso ainda não chega ainda temos que ir “mais além”, nas palavras do “doce Coelhinho” ….

    Fui quase das únicas a fazer greve, nas escola por onde poiso, uma TEIP “muito coiso”, cheia de projectos, de metas e tudo o que de mais pseudo-pedagógico se possa imaginar…

    Venho robots à minha volta, colegas professores basicamente preocupados com os papéis, com os projectos…

    Quanto a mim, trespassa-me um grande náusea…

    O ensino tal como o conheci morreu.

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