Anda Meio Mundo Perdido com a Greve dos Professores

O primeiro ministro que incentiva à greve do dia 27 (dia do exame de matemática do 9º ano), o Secretario de Estado, João Grancho, que apoia a decisão do primeiro ministro e por fim Jorge Ascenso, em tom irónico, que acha que por ele as greves dos professores deviam ser todas aos fins de semana.

 

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8 comentários

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  1. Diria que a silly season começou bem mais cedo e em força!
    A culpa é de Miguel Sousa Tavares!! Chamou as “tropas” cedo demais!!! 😆

    • Anedota on 9 de Junho de 2013 at 21:28
    • Responder

    Esta deve ser para as direções que marcaram reuniões ao sábado… e para os profes que as aceitam…

    • Inês 510 on 9 de Junho de 2013 at 21:59
    • Responder

    Eu ouvi o sr. a dizer essa aberração!
    Pensei em seguida: se os professores fizessem greve aos fins de semana, com seriam as aulas?? Não as planeávamos, não fazíamos testes nem os corrigíamos. Como poderia haver depois avaliação no final do período??
    O senhor não deve saber como é a vida de um professor….

    1. Exato. 😉

    • cátia on 10 de Junho de 2013 at 15:42
    • Responder

    AHAHAHAHAHAH…garanto-vos que este vídeo me dá vontade de rir, rir a sério, alto e bom som! Associações de Pais sugere greve ao fim-de-semana??? Só falta alguém que sugira alterar a constituição, qualquer coisa do género “todo o trabalhador tem direito à greve, excepto se for professor”. Que bem que nós vamos…

    • Maria on 10 de Junho de 2013 at 17:49
    • Responder

    Eu não vi a notícia e nem posso acreditar no que acabo de ouvir. Agora a Confap também já manda nos senhores professores é? Inominável.

    • jcosta13 on 10 de Junho de 2013 at 18:31
    • Responder

    Acrescentar que dia 27 também há exame de matemática do 6º ano! Esta gente sabe o que anda a fazer?

    • paula on 10 de Junho de 2013 at 22:22
    • Responder

    O premiar da incompetência e do compadrio

    No dia de Portugal, o Presidente da República condecorou o João Proença da UGT e João Dias da Silva da FNE pelos favores prestados aos sucessivos governos, em concertação social, em detrimento dos direitos dos trabalhadores portugueses, incluindo-se nestes os professores.

    Os professores estão, agora, certos que estão sós na luta pelos seus direitos. A estrutura sindical que deveria defender a Escola Pública e os direitos dos docentes é aquela que os vende ao poder instituído. Parece claro a razão pela qual a FNE se afastou das greves às avaliações. Foi o suficiente para fragilizar a luta que os professores estão a desenvolver e dar um novo fôlego ao executivo, que se preparava para esgotar os argumentos para manter o Nuno Crato, sendo obrigado a demiti-lo.

    Os docentes estão agora esclarecidos sobre o papel da UGT/FNE que deveria ser de luta pelos direitos dos docentes e o futuro de uma Escola Pública de qualidade e gratuita, sem qualquer tipo de pressão, onde a democracia seja respirada e sentida em cada recanto das nossas escolas e as nossas crianças sejam educadas com o máximo de serenidade e condições.

    Deixem de ser sindicalizados da FNE. Para quê pagar quotas, quando os sindicatos da FNE não defendem os professores.

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