Estatísticas para as Greves às Avaliações

Aqui

 

Podem colocar os dados por cada um dos dias de greve.

Ao fim de cada dia serão apresentados dados estatísticos, mas de hora a hora serão divulgados resultados.

 

 

image

 

Evolução:

 

Às 18:45 do dia 7 de Junho:

  • em 115 reuniões previstas realizaram-se 3. (97,4%)

Às 20:00 do dia 7 de Junho:

  • em 258 reuniões de 59 escolas apenas se realizaram 11 reuniões. (95,7%)

Às 22:00 do dia 7 de Junho:

  • em 431 reuniões de 96 escolas apenas se realizaram 15 reuniões. (96,5%)

Às 23:00 do dia 7 de Junho:

  • em 469 reuniões de 109 escolas apenas se realizaram 18 reuniões. (96,2%)

Às 22:00 do dia 8 de Junho:

  • em 685 reuniões de 190 escolas realizaram-se 33 reuniões. (95,2%)

Link permanente para este artigo: http://www.arlindovsky.net/2013/06/estatisticas-para-as-greves-as-avaliacoes/

58 comentários

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  1. Parece-me que isto merecia alguma forma de autenticação para evitar falta de transparência…

    1. Decorreram no dia 6 de junho reuniões entre a FENPROF e o MEC sobre o alargamento do horário de trabalho e a regulamentação, para os professores, do regime de requalificação dos trabalhadores em funções públicas, vulgo mobilidade especial.

      A reunião, com a presença (na 1ª parte) do Secretário de Estado da Administração Pública, não adiantou nada relativamente às medidas que o governo pretende impor a toda a Administração Pública. O Governo continuou a afirmar que, quer o aumento do horário de trabalho para 40 horas, quer o sistema de mobilidade especial, agora chamado de requalificação profissional, se aplicará aos docentes, propondo apenas adiar a sua aplicação para fevereiro de 2014.

      A suspensão da reunião e o seu recomeço ao final do dia, parece não ter sido mais que uma encenação para fazer crer à opinião pública que o MEC estava efetivamente a negociar e, a prova-lo, até tinha sido suspenso o Conselho de Ministros como passou na comunicação social.

      Sobre estas duas medidas, a FENPROF assumiu as seguintes posições:

      POSIÇÃO DA FENPROF A PROPÓSITO DO DESPACHO

      SOBRE ORGANIZAÇÃO DO ANO LETIVO

      É inadmissível não ter havido qualquer negociação com as organizações e sindicais e também não lhes ter sido enviado, sendo apenas conhecido por favor de alguns/algumas jornalistas que, gentilmente, o cederam. Trata-se um comportamento inaceitável e impróprio da democracia.

      As componente letivas de 22 e 25 horas mantêm-se mas, como a FENPROF já antes tinha afirmado, nem poderia ser de outra forma porque:

      i) estão estabelecidas no ECD e não poderia um despacho alterá-las;

      ii) o horário de trabalho a que este despacho obedece é o das 35 horas, pois não foi ainda aprovada a sua alteração para as 40 horas, preparando-se o governo para impor essa decisão. Acontece que, de acordo com proposta de lei do governo, não existe qualquer regime de exceção previsto, pelo que esta prevalecerá sobre o ECD, o despacho sobre organização do ano letivo ou qualquer outro diploma legal e, dessa forma, alterará automaticamente todas as suas disposições legais.

      Prevendo-se que isso aconteça em 1 de julho, pergunta-se: em 1 de setembro serão ainda essas as horas letivas? Admitindo que, este ano, não possam ser alteradas dada a proximidade do novo ano letivo e a necessidade de as escolas se organizarem para ele, está o MEC em condições de garantir que não serão alteradas em setembro de 2014 ou mesmo antes, por exemplo, em janeiro de 2014? Só há uma forma de garantir que isso não acontecerá: manter 35 horas semanais de trabalho. Parece exceção? E é, dada a excecionalidade do trabalho docente. Como outras exceções existem para outros setores da Administração Pública nas mais diversas matérias, nomeadamente o vínculo. É de recordar que, segundo a OCDE, os professores portugueses são dos que têm dos mais preenchidos teacher’s time.

      Se MEC reconhece que professores já trabalham 40 e mais horas nas escolas, então por que motivo considera necessário alterar a lei para nela inscrever as 40 horas? Obviamente que a alteração tem outro propósito que é refletido nos milhões de euros que o governo pretende reduzir em despesa com pessoal, e isso decorre de despedimentos e mobilidade especial. De acordo com orçamento retificativo, até final de 2013 serão 200 milhões de euros. Para 2014 a “fatura” será bem maior! Se o aumento do horário de trabalho não tivesse qualquer impacto no emprego, como sugere o ministro, então como conseguiria o governo reduzir tantos milhões de euros na chamada despesa com pessoal?

      Prevê-se a possibilidade de a direção da escolas ou agrupamento, ao longo do ano, alterar horários dos docentes.

      É eliminada da componente letiva a redução para o exercício do cargo de diretor de turma. Das principais críticas relativamente ao despacho que vigora foi a redução das horas para direção de turma. Agora são eliminadas! Isto constitui um aumento do número de turmas / alunos a atribuir à generalidade dos docentes que, no entanto, continuarão a ter de assumir a direção de turma, só que esta passará para a sua componente não letiva.

      No 1.º Ciclo, permite retirar o professor titular de turma, até 150 minutos, da turma. Destino: AEC! Isto significa que, saindo este docente titular de turma durante períodos em que está a decorrer coadjuvação, os coadjuvantes ficarão com a turma sem a presença do coadjuvado. Absurdo!

      Nos restantes setores poderão ser atribuídos 2 tempos de 50 minutos para esta atividade de AEC, e outras.

      Podem ser imputadas à componente letiva atividades como a coadjuvação, o apoio educativo, a oferta complementar no 1.º ciclo, a lecionação em grupos homogéneos ou atividades de substituição. Mas apenas para quem tem horário letivo incompleto que assim o completa. Já para quem não atividade letiva atribuída (horários-zero) estas atividades não são consideradas letivas! Isto revela que não servirão para retirar docentes do horário-zero. A intenção é ocupá-los com tais atividades até que chegue o dia (1 de fevereiro de 2014) em que são atirados para o circuito da mobilidade especial que, 1 ano depois, os levará ao desemprego.

      É inadmissível a discriminação de escolas cujos alunos apresentam índices de sucesso menos elevados. Perante dificuldades acrescidas reveladas por estes alunos não deveriam estas escolas ser discriminadas positivamente? Ou o MEC atribui índices menos elevados de sucesso a mau trabalho dos professores e quer castigar as escolas?

      De uma primeira simulação feita em escolas de média dimensão, este novo despacho dá origem a uma quebra de 3 a 4 horários por escola / agrupamento o que poderá significar a eliminação, a nível nacional, de 3.000 horários de trabalho. Isto sem considerar os eventuais efeitos do aumento do horário de trabalho para as 40 horas.

      PARECER sobre o anteprojeto de Proposta de Lei que institui e regula o sistema de requalificação dos trabalhadores em funções públicas, vulgo, mobilidade especial

      O governo quer impor o despedimento sem justa causa na Administração Pública e, consequentemente, entre os docentes, através de um sistema dito de “requalificação dos trabalhadores em funções públicas”, que revogaria o atual e, já de si, gravoso sistema de mobilidade especial, que entra em confronto direto com a Constituição da República.

      No caso específico dos professores, aqueles que fossem considerados “excedentários”, designadamente por ausência da distribuição de serviço letivo, seriam colocados na situação de requalificação, o que mais não seria do que a antecâmara do seu despedimento, agora ainda mais clara na proposta apresentada pelo governo aos Sindicatos da Administração Pública.

      No plano geral e específico, este diploma está ferido de inconstitucionalidade formal, tendo em conta que, do art.º 7.º da Lei 23/98, de 26/5, se retira que as matérias com incidência orçamental só podem ser discutidas na negociação geral anual (que se iniciará a partir de 1 de setembro).

      Por outro lado, as que não têm essa incidência exigem que as partes acordem na negociação e “que não tenham sido discutidas na negociação geral anual precedente” — no caso em apreço houve esta negociação e, para o efeito, não houve acordo entre as partes.

      Ora, a pretensão do governo de querer impor aos Sindicatos uma negociação ilegal é um arrogante e inadmissível desrespeito pelo direito à negociação coletiva, direito consagrado na Lei acima referida.

      A FENPROF considera, ainda, que não há professores a mais nas escolas, daí que, em sua opinião, não faça sentido estabelecer um sistema que não terá aplicação, exceto se não for esta a opinião do MEC. Antes deixaria claro como, à força de tanto querer despedir, o governo não teria qualquer pudor em destruir condições fundamentais para uma oferta pública de educação e de ensino de qualidade. Os professores fazem falta às escolas e deles depende, em grande parte, um ensino de qualidade.

      Como diversos responsáveis deste ministério têm, repetidamente, afirmado que não haverá professores na mobilidade especial, agora designada por sistema de requalificação, reforçam-se as razões para o que antes se afirmou. Mantenham-se os termos em que o Estatuto da Carreira Docente define esta matéria, ajustando-se e atualizando-se o texto com referência a legislação, entretanto aprovada, relativa a concursos e colocações de professores.

      Assim, a FENPROF apresenta as seguintes propostas:

      Artigo 64.º

      N.º 1 – Manter

      N.º 2 – Manter

      – N.º 3 – “Por iniciativa da Administração…sendo aplicados os procedimentos previstos para efeitos de mobilidade interna no Decreto-lei n.º 132/2012, de 27 de junho.”

      – N.º 4 – “As regras de requalificação dos trabalhadores em funções públicas aplicáveis aos docentes… próprio.”

      – N.º 5 – Manter

      Artigo 64.º-A, proposto pelo MEC

      Eliminar

      6 de junho de 2013

      O Secretariado Nacional da FENPROF

    • Infor on 7 de Junho de 2013 at 17:34
    • Responder

    Cuidado ao preencher os dados, para que exista um correcto tratamento estatístico.
    Houve alguém que preencheu um “o” em vez de um “0” (zero).

    Grande greve!!!!!

      • Alexandra Ferreira on 7 de Junho de 2013 at 21:37
      • Responder

      lol e são vcs professores!

        • Xana G. on 7 de Junho de 2013 at 23:36
        • Responder

        Duh! Os professores também se enganam!

          • Alexandra Ferreira on 8 de Junho de 2013 at 0:32

          lol, eu sei 😉

  2. A greve está a bombar ninguém este ano ninguém entra na universidade…
    Este ano o governo cai.
    Vai haver SANGUEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE

      • Alexandra Ferreira on 7 de Junho de 2013 at 21:42
      • Responder

      “Que lindo”!!!!!!!!!!!! Deviam ter vergonha na cara!!!!!!!!!!!

        • Xana G. on 7 de Junho de 2013 at 23:38
        • Responder

        Alexandra Ferreira, os professores NÃO SABEM SE EM SETEMBRO TÊM PÃO PARA PÔR NA BOCA DOS FILHOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! VEJA SE ENTENDE ISTO!!!!!

          • Alexandra Ferreira on 8 de Junho de 2013 at 0:39

          Isto escrito com respeito, entendo sim!!!!!!!!!!!!

        • Maria on 7 de Junho de 2013 at 23:54
        • Responder

        Não Alexandra Ferreira, quem devia ter vergonha na cara pelo que estão a fazer ao país no seu todo, atingindo desde os jovens aos mais idosos, alguns deles em situações de extrema carência e vulnerabilidade, são os políticos que nos desgovernam, com medidas que estão a conduzir, a passos largos, o país ao abismo, nem sei mesmo se não estaremos já em processo de queda livre.
        Ah, e pessoas como você, que confundem o óbvio e vêm para aqui com moralismos primários e bacocos, deviam ter vergonha na cara também e remeterem-se, silenciosamente, à vossa irremediável e cega estupidez.

          • Alexandra Ferreira on 8 de Junho de 2013 at 0:32

          Maria, tem razão qdo diz q a culpa é dos políticos…..Qto ao resto nem merece resposta. pq apenas estou a comentar a forma como a Ilda se exprimiu. Portanto se faz favor lave a boca antes de falar de mim, q n me conhece de nenhum lado, n sabe quem eu sou para me insultar dessa forma. Não me digam q é por gentinha como você q os nossos filhos estão a ser ensinados??????????????

    • Maria on 7 de Junho de 2013 at 18:42
    • Responder

    Na minha escola também está tudo a bombar! E quando chegar a minha vez vou fazer! Que venham os meninos e os pais dos meninos dizer que já têm planos e tal. Eu também tenho planos de aproximar de casa e… AZAR!

      • Alexandra Ferreira on 7 de Junho de 2013 at 21:40
      • Responder

      Como sempre os alunos são os prejudicados, só pensa em vcs professores e estão literalmente a #cagar-se# para os alunos, para os exames deles ou avaliações. Não vão conseguir nada com isto, e como sempre quem sofre é o elo mais fraco – os miúdos. E ainda vos dá gozo em saber disso….tristes

        • Maria on 7 de Junho de 2013 at 21:59
        • Responder

        Oiça Alexandra Ferreira, regra de ouro: aqui não é bem vindo vocabulário de quinta categoria como o que a senhora usa no seu post. Eu trabalho com e para os meus alunos sempre, mas não vou permitir que me pisem, me desrespeitem e me insultem, e isso inclui-a a si. Triste é a figura que a senhora veio cá fazer. Faça-me um favor, e a si também: não volte a dirigir-se à minha pessoa, não lhe dei confiança para isso.

          • Alexandra Ferreira on 8 de Junho de 2013 at 0:38

          Não me dirigi a si, e já agora q me aborda, isto é linguagem de quem anda a dar educação aos nossos filhos: “Na minha escola também está tudo a bombar! E quando chegar a minha vez vou fazer! Que venham os meninos e os pais dos meninos dizer que já têm planos e tal. Eu também tenho planos de aproximar de casa e… AZAR!”
          Fala mto bem dos seus educandos e dos pais. Palmas!!!!!!

          • Maria on 8 de Junho de 2013 at 21:49

          Não sabia que este blog era uma praça de peixe, fiquei a saber agora. Poupem-me…

          • Alexandra Ferreira on 12 de Junho de 2013 at 13:57

          As peixeiras são vocês, como não estou a favor da greve nesta altura do ano, sou tratada abaixo de cão. Uau, bom exemplo para os nossos filhos.
          “Nunca vás contra uma greve de professores que eles não perdoam, tratam-te abaixo de cão”.
          Fui…..que o meu trabalho não dá direito a greves!

        • José on 7 de Junho de 2013 at 22:16
        • Responder

        Minha senhora, respeite quem luta pelos seus direitos e não é passivo ou submisso. O ridículo disto tudo é que só nesta altura, muita gente, onde se inclui o governo, se preocupa com os alunos. Onde estavam quando se aumentaram as propinas, se reduziu o rendimento das famílias (lei-se dos pais que pagam as despesas dos filhos) e outros disparates que fazem com que qualquer dia nem sequer sejam necessárias escolas por falta de alunos.

      1. De facto acho que não faz sentido nos vangloriarmos dizendo que nenhum alguno entra da Universidade. Não é isto que se pretende. Mas, por outro lado, se a greve não tiver consequências negativas para alguém, não funciona. Quantos pacientes ficaram sem consultas ou operações depois de meses de espera com a greve dos médicos? Quantos trabalhadores deixaram de poder ir trabalhar com a greve dos transportes. É normal que a greve recaia sobre os inocentes; quem nos dera a nós que recaísse sobre os nosses governantes, mas isso infelizmente não é possível. Agora quanto a dizer que não nos preocupamos com os nossos alunos isso não é verdade. É também por eles que lutamos. Refiro no entanto que o comentário do colega foi infeliz, mas o seu, D. Alexandra Ferreira, não ficou atrás.

          • Alexandra Ferreira on 8 de Junho de 2013 at 0:52

          Só respondo assim qdo vejo “aberrações” de frases como aquela. De resto dos outros comentários, n tenho nada a dizer. Todos devem poder lutar pelos seus direitos.Mas n consigo concordar com uma greve nesta altura do ano, no entanto com ou sem o meu acordo ela é feita, por isso……
          Há 8 anos q eu tb luto pelos direitos da minha filha e no entanto tenho levado com cada resposta do pessoal docente q enfim…só ouvindo para crer!

          • Maria on 8 de Junho de 2013 at 18:48

          Para a Alexandra Ferreira:
          Luta pelos direitos da sua filha? Então junte-se à luta dos professores que é, na essência, a luta por uma escola pública de qualidade que beneficiará a sua filha e todos os restantes filhos e filhas de outrem que também a frequentam, em vez de andar para aqui a descarregar frustrações e azedume sobre uma classe inteira a partir de alguma má experiência pessoal que teve com um ou outro professor ou escola (descobriu este site agora, foi? e pensou: temos festa!)
          Tenha juízo e deixe quem quer lutar por uma educação melhor, essencial para o país sair desta choldra em que está metido, fazê-lo.
          E gostaria de perceber porque é que dizer “na minha escola está tudo a bombar” e outros (merecidos) comentários que lhe fizeram é uma aberração de frase ou uma ofensa que não têm direito a fazer-lhe, enquanto a xôra Alexandra dizer que os professores estão a #cagar-se# para os alunos e são uns tristes, entre outras ofensas que tais, já é aceitável.
          Posto isto, eu retiro o que disse quanto ao tenha juízo e substituo por vá tratar-se.
          Tadita da xôra Alexandra…

          • Maria on 8 de Junho de 2013 at 21:51

          Maria, ainda tem paciência? Não gaste o seu latim com quem nem escrever sabe, vá por mim. 😉

          • Alexandra Ferreira on 12 de Junho de 2013 at 12:57

          Ohhhh! Então pq é q os pais, na sua grande maioria estão contra vós????????????? Eu n estou contra a greve, eu estou CONTRA A ALTURA DA GREVE!!!!!!!!! Não entendem, temos pena. Qto à minha filha, a luta pelos seus direitos, n é de 1 ou 2 profsss, e sim de quase todos. Mas n gasto mais o meu latim, afinal n sei escrever n é (é q abreviaturas é n saber escrever). Fiquem lá na vossa luta, afinal no meio dos profsss, quem n é e dá opinião (pelos vistos n tem direito), é peixeiro entre outros….looooooooolllllll.

          • Alexandra Ferreira on 12 de Junho de 2013 at 14:03

          Maria, só espero que você nunca seja professora da minha filha ou dos miúdos que conheço, porque parece-me que não tem muita capacidade mental para dar aulas. Deve ser daquelas que vai lá só para receber o ordenado e não ensina nada.
          OFENDEU TEMOS PENA, NÃO LEVO DESAFORO PARA CASA.

          Assim se vê a boa aceitação dos professores que não são capazes de lidar com quem não está a favor deles. És contra – és lixo!!!!!!!!

          Já obtive daqui o suficiente que queria, agora sejam “felizes” na vossa greve!

    • Carlos on 7 de Junho de 2013 at 20:03
    • Responder

    Está a correr bem.

    • Rodrigo Guedes on 7 de Junho de 2013 at 20:22
    • Responder

    Na escola de Água de Pau, na ilha de São Miguel, das 2 reuniões previstas não se realizou nenhuma. E pelo que sei irá acontecer o mesmo na próxima semana.

  3. Na ESFLG, na Parede- Cascais, na Ibn Mucana – Alcabideche, na escola básica de Sto António, Parede- Cascais —- nem uma reunião se realizou!

    • Preocupada on 7 de Junho de 2013 at 23:02
    • Responder

    Não se esqueçam que os professores são pais e muitos dos que estão e vão fazer greve têm filhos em anos de exame. É o meu caso, e só para saberem o meu filho até acha que é uma forma de ter mais tempo para estudar para os exames. Férias, não temos porque não há subsídio para poder gozá-las. Por isso, fico na escola o tempo que for preciso. “ Perdido por cem, perdido por mil”.

    • aurora on 7 de Junho de 2013 at 23:20
    • Responder

    Também tenho um filho que vai ou iria fazer exames…também não me importo de não ter férias…dinheiro?! tem ido para os bolsos de outros

    • Ricardo on 7 de Junho de 2013 at 23:28
    • Responder

    Na minha escola não se realizaram as duas reuniões previstas para hoje (uma de 6º e outra de 9º). Já está confirmado que todas as reuniões de 9º ano não se irão realizar. Eu estou “destacado” para não comparecer a duas. As de 6º ano provavelmente também não se irão realizar.
    Também sou pai de uma menina que irá fazer exame.

    A opinião pública pensa que isto é uma guerra entre professores e governo. Mas não é. É o ensino publico que está em causa e em constante degradação. A “vitória” dos professores é a vitória dos alunos.

  4. A FNE não tem vergonha? Como é possível vender os professores ao partido do poder? Ou será pelo facto do Dias da Silva ter dado umas aulas ao Casanova?
    Alguém pode explicar esta retirada da FNE? Mas como se eu fosse loura!

    • Miguel Castro on 8 de Junho de 2013 at 0:02
    • Responder

    Quando o outro puto de 16 anos “calou” esta Senhora com a treta do “é melhor estarem a com o ordenado mínimo do que desempregados” o vídeo tornou-se viral, vamos ver se este também se torna…. é ó tornas!: http://www.youtube.com/watch?v=is5E8RdjMdo

    • Miguel Castro on 8 de Junho de 2013 at 0:04
    • Responder

    E felizmente que não há só Alexandras Ferreiras neste país. Olhem esta:

    Um Encarregado de Educação cidadão

    Paulo Bernardo E Sousa
    Quanto à greve dos Senhores Professores agendada para os dias de exames:

    1. Tenho uma filha que será afectada, pois pelo menos um dos exames coincide com as datas conhecidas.
    2. Apoio a greve.
    3. Informei a minha filha que o(s) exame(s) que não puder fazer naquele dia(s) certamente que se fará(ão) noutro(s) dia(s).
    4. Informei a minha filha que os professores não irão trabalhar naquele dia porque estão em luta pelos seus direitos e que por tal vão perder um dia de salário.
    5. Informei a minha filha que não há greves sem prejuízo, nem prejudicados – aliás essa é a força da greve.
    6. Informei a minha filha que numa sociedade solidária, mesmo quando não ganhamos nada directamente pode acontecer que sejamos chamados a lutar pelo que é certo, mesmo com prejuízo em causa própria.
    7. Informei a minha filha que numa sociedade solidária, ninguém pode aceitar como bom, que as famílias partilhem menos uma hora por dia, que se despeçam pessoas aos milhares e se diga que tal é bom, que se trabalhe gratuitamente, que se reduzam remunerações, que se retirem direitos aos fracos quando se engordam os ricos, que se desprezem e menosprezem as pessoas e que se castiguem os que nada fizeram e se dê cobertura aos que a este ponto nos trouxeram.
    8. Informei ainda que a possibilidade dela ter de fazer o(s) exame(s) noutro(s) dia(s) representa o(s) contributo(s) dela para uma sociedade justa.
    9. Pedi desculpa à minha filha, por não ter sido capaz de evitar que ela, tão nova, tivesse que participar num processo de combate político, mesmo que passivamente. Pertenço a uma geração de inertes, que tudo delegam e depois ousa estranhar a acção dos que diferem e vão à luta.

    O mais interessante nisto tudo, é que ao contrário dos doutos egoístas que em vários fóruns vi manifestarem-se, a minha filha, com 12 anos, depois de pensar um pouco disse-me convicta: Faz sentido! Não faz mal. Se não fizer exame naquele(s) dia(s), farei noutro e assim os professores terão lutado pelo que é justo.

    Nestas alturas, fico aliviado, pois percebo que ainda temos salvação. Provavelmente, tal só acontecerá na geração que nos segue, mas sempre é melhor do que nada.

    1. Esse post já é viral :))

      • paula on 10 de Junho de 2013 at 22:30
      • Responder

      Caríssimo Sr. Miguel Castro, entendo os seus desabafos. Acredite que se não fosse pela defesa da Escola Pública, pela defesa da qualidade da Educação e defesa dos direitos dos alunos, os docentes não estariam a efetuar estas greves.

      No atual cenário da Educação, o que está em causa são os direitos dos alunos. Estes têm sido constantemente violados. A diminuição do financiamento dos serviços de ação social escolar, a subtração das respostas aos alunos com NEE, a diminuição das horas de apoio individualizado dos alunos, o aumento substancial do preço dos manuais e dos passes de transporte escolar, a obrigatoriedade de frequência de estabelecimentos escolares a quilómetros da residência dos alunos, a diminuição dos funcionários auxiliares e administrativos… constituem uma diminuição da qualidade da Educação em Portugal.

      Tal como inúmeros docentes, eu tenho duas licenciaturas via ensino (pré-Bolonha), uma especialização e um mestrado. Sinto que quanto mais habilitações possuo, menos valor tenho para este país. É este tipo de país, onde as pessoas com mais habilitações são diminuídas e menosprezadas, que deseja que os seus filhos cresçam e exerçam as suas atividades profissionais?

  5. na minha escola estavam marcadas 2 reuniões de 9º ano e 3 de 6º ano mas não se realizou nenhuma. a planificação está feita e não vai realizar-se nenhuma das reuniões que estão marcadas. a participação dos colegas no fundo para apoiar os grevistas ronda os 100%. um orgulho!

    • Maria José Andrade on 8 de Junho de 2013 at 9:12
    • Responder

    Passos e Crato não estão muito preocupados com os exames de 9º nem de 11º ano.
    O que os preocupa são os de 12º ano, por causa da (não) entrada a tempo na Universidade, e os professores universitários não querem ver as suas férias adiadas :-))

    Por isso acho que devemos centrar as nossas futuras greves só nas reuniões de 12º ano, prolongando-as tanto quanto possível, a ver se as notas para a entrada na Universidade saem o mais tarde possível.

      • Maria on 8 de Junho de 2013 at 21:53
      • Responder

      Muito bem, quem tem 12.º ano que esteja preparado.

    • Caetano on 8 de Junho de 2013 at 10:23
    • Responder

    Sou um cidadão que trabalho, entre viagens e escritório umas 55horas semanais, muitas vezes a minha mulher interpela-me que só vou a casa dormir, muitas vezes nem dormir vou…quantas viagens não faço pela exportação dos produtos que vendo, estando por vezes mais de uma semana fora de casa, onde normalmente uma feira começa às 10h e termina às 20h! Como trabalho com vinhos é muito normal ter provas ao sábado e até ao domingo! Ganho 1200€liquidos, tenho licenciatura em economia numa universidade do top3 nacional (posso estar errado mas os professores não sabem o que é o mercado exigir que tenhas um curso nas melhores universidades), 2 pós graduações(custaram 5000€ cada) e várias formações na área em que trabalho. O sector em que trabalho tem algumas semelhanças com o vosso, muitos produtores, milhares de marcas e poucos locais onde vender, já que a grande distribuição representa uns 70% do mercado. Vocês são aos milhares como as marcas de vinho e têm poucos locais onde vender o vosso produto, o serviço de leccionar, por esse motivo há tantos professores no desemprego. Agora vamos aos factos cerca de 80% do mercado estará nos vinhos até 3€, havendo muitos deles a 1€, 1,49€,1,99€…este é o grosso da realidade dos produtores nacionais…pensem quanto pode custar uma garrafa, rolha, caixa, transportes…margem dos grandes supermercados…quanto fica para o produtor??? Por mais estranho que pareça há alguns produtores que precisam tanto de dinheiro para pagar contas que querem vender barato e não conseguem!
    Podia ganhar mais…podia…podia trabalhar menos…podi, mas teria de ir para outro lado, pois aqui lutamos diariamente pela sobrevivência…é uma opção minha! Nós não podemos pedir ajuda a ninguém quando não vendemos….podemos ir ao banco pedir dinheiro e ver se nos emprestam, pagar o dinheiro cada vez mais caro, porque muitas vezes não nos pagaram o vinho e a justiça pouco ajuda…ser honesto, pagar os impostos atempadamente, pagar a toda gente que devemos…é muito dificil. Esta é a realidade de muitas empresas em Portugal! Os professores podem empreender, centros de explicações, videos online com explicação de matérias, podem tirar outro curso, podem aprender outras actividades…quando fui para economia, nunca pensei em ter de aprofundar a área de vinhos!
    Para não falar de que os professores efectivos foram durante décadas umas classe altamente previligiada, pois sempre tiveram bons ordenados, sem problema de serem despedidos, sem avaliações….em toda a minha vida tive poucos professores extraordinários…tive muitos médios…também era um aluno médio…tive professores que nunca faltavam, tive professores que faltavam para fazer pontes…conheço professores que conjugavam os horários para os 3primeiros dias da semana e quinta e sexta já estavam num parque de campismo a passar fim-de-semana (ganhava um deles em topo de careira 2000€), já tive vizinhos que iam e vinham todos os dias para dar aulas a 100km de distância porque era a opção deles…podiam viver lá! Como eu já tive de viver no Brasil por causa de trabalho! Como o meu vizinho que agora está toda a semana em Mafra numa obra porque o patrão não tem obras por aqui! Como todos os que emigram diariamente com formação elevada para terem um empreo e não para ganhar mais….
    Em conclusão, todos temos problemas e dificuldades, todos estamos num país que não vê melhorias, todos temos cortes nos salários…etc…
    Entendo que uma greve nos dias dos exames tem outro impacto, mas também sei que a minha filha que tem dupla nacionalidade portuguesa e brasileira, com óptimas notas no 6ano, elogiada pelos professores por ser muito educada e simpática, estar nervosa porque tem viagem marcada para o brasil para visitar os seus avós, tios, etc..no dia 28 de Junho e tem um exame dia 27…a directora de turma disse que se houver greve, o mesmo, terá de ser realizado noutra data e que se faltar chumba o ano! A minha filha também sabe que os pais estão a fazer um enorme esforço e que uma alteração de data custa bastante dinheiro! Sei que os meus planos pouco vos interessam, mas eu sei que o exame está marcado para dia 27.

    Muito obrigado a todos os professores que leram este texto, talvez algo obtuso em algumas análises mas a minha realidade e da maioria dos portugueses não é nada fácil, como é uma vergonha o salário mínimo ser de quase 500€.

    Bom dia a todos…j

      • Maria da Conceição Martins on 8 de Junho de 2013 at 11:46
      • Responder

      Sr. Caetano,
      Lamento todos inconvenientes apontados, mas nem queira saber no que se transformou o ensino!! Não chegaria o muro das lamentações para acolher as injustiças existentes. Neste momento qualquer professor deixou de ser um profissional para ser um escravo de trabalho sem qualidade! (Esta é a minha opinião de quem tenta dar o melhor para os seus alunos)

      • Maria on 8 de Junho de 2013 at 22:12
      • Responder

      Senhor Caetano,
      Deixe-me dizer-lhe que as escolas funcionam, e bem, graças aos muitos milhares de bons professores que trabalham muitíssimo para que os seus alunos sejam sempre melhores, esse é o ponto que nos norteia. Existem maus profissionais como em qualquer profissão, mas são uma minoria, estou em crer.
      Dito isto, há que perceber que, de há uns anos a esta parte, foi lançada uma campanha ignóbil e vil contra os professores, que desde preguiçosos a incompetentes foram rotulados de tudo. E os professores, com enorme sentido de dever, e muitas vezes com não menor sacrifício pessoal, puseram SEMPRE a sua MISSÃO e os seus ALUNOS acima de tudo e estão fartos de ser enxovalhados pela tutela e por muitos pais. Portanto, entenda que esta luta, na minha opinião e por mim falo, é o corolário de uma saturação que se instalou há muito, e que só com prejuízos para o sistema (incumprimento de prazos…) é que o Governo entenderá que não pode abusar deste sentido de dever de forma indigna como tem feito.
      Cumprimento-o pela sua participação aqui no fórum.

    • manuel on 8 de Junho de 2013 at 11:25
    • Responder

    Colegas, cuidado com a linguagem por favor!!! Eu não quero de forma alguma prejudicar os meus alunos, lamento que eles estejam no meio disto tudo, mas por vezes as coisas têm de ser feitas assim. Vou acompanhar e apoiar a sua preparação para os exames, na escola, já tenho aulas marcadas depois do fim do ano lectivo para isso, mesmo que esteja em greve. Vou apoiar o seu trabalhode preparação via meios informáticos, através do Moodle da escola e email. Portanto, eu e muitos de nós, ou a totalidade, estamos cá para os apoiar e informar. Espero que eles compreendam também as nossas razões e as mentiras que circulam por aí contra nós

    • manuel on 8 de Junho de 2013 at 11:43
    • Responder

    Caro sr Caetano, lamentamos os danos que possam ser causados, mas temos também de pensar e lutar pelo nosso futuro, dos nosso filhos e familiares. Pelo futuro da escola pública e dos nossos alunos. Será que um professor cansado, desmotivado, com excesso de trabalho, sem tempo para se preparar, actualizar, pesquisar, com um futuro incerto, poderá dar o seu melhor aos seus alunos?
    A profissão de professor é de acesso público, que a considera atraente, cheia de coisas boas e bons ordenados, teve, cada vez menos, ou agora nada, a possibilidade de enveredar por esta via. Eu não invejo as profissões honestas em se ganha bem mais que na minha. Sei perfeitamente das dificuldades que a maioria da nossa população atravessa e estou solidário com eles, não defendo o empobrecimento das pessoas, nem as politicas actuais que vão nesse sentido. Pensará que, se os professores forem despedidos, reduzido o seu vencimento, trabalhando mais horas na escola, o país, os portugueses, o senhor e a sua actividade profissional irá ficar melhorar???. Bons e maus profissionais, gente sem escrúpulos, oportunistas e xico-espertos, injustiças, existem em todas as profissões. Cabe a cada um tentar alterar isso. Fique bem, espero que a nossa luta não o prejudique nem à sua filha. Fique ciente que os nossos alunos, os seus resultados e sucessos são o nosso orgulho, o que nos faz gostar desta profissão

    • olilucia on 8 de Junho de 2013 at 11:49
    • Responder

    http://temposmodernos.blogs.sapo.pt/334300.html

    • Grevista on 8 de Junho de 2013 at 13:10
    • Responder

    …”considero que os professores são o grupo profissional que mais legitimidade tem para contestar abertamente estas políticas governamentais, com destaque para o desnorte absoluto na Educação, prisioneira de modas passageiras, ideias desgarradas e cortes horizontais sem uma lógica sistémica que indicie um projeto integrado de reforma.”

    Sem dúvida que a classe profissional em quem mais bateram foi na dos docentes! Desde 2005, que os governos escolheram-nos como “bombos da festa”…agora estamos cansados, revoltados e desmotivados. Basta!

    Se a qualidade do ensino ainda não “descambou” é devido ao profissionalismo de toda esta classe.

    As sucessivas reformas, cortes salariais, descredibilização da classe vendendo-nos à opinião pública para depois melhor imporem os seus desvarios, têm contribuído para a desmotivação e fuga de muitos através da reforma antecipada.

    Se vamos ser funcionários públicos como os restantes, temos que ser em tudo. 40 horas mas com intervalos de 15m de manhã e à tarde para tomar café… é que os nossos intervalos não contam no horário de trabalho e nós até trabalhamos durante os mesmos. E as férias? somos os únicos que só marcamos férias quando o ministério nos deixa, ou seja depois de 25 de julho, devido ao período de exames, e apanhamos sempre a época alta…
    e o material? Sempre comprámos os lápis, as canetas, o papel, e quantas vezes imprimimos em casa os documentos?
    E o trabalho que trazemos para casa? É que por mais tempo que passemos na escola (durante a semana já lá estou 40 horas, pois moro a Km da escola e não posso ir a casa) não há condições para que ele se realize, os computadores disponíveis não chegam, não há gabinetes de trabalho e o silêncio não impera…

    Ah! Também não temos ajudas de custo… gasóleo, portagens, almoço… e quartos, quando é preciso ficar alojado, contribuímos assim para a economia local.

    Por tudo isto estou em greve! Basta de humilhação!

      • grevista on 8 de Junho de 2013 at 13:15
      • Responder

      Acrescento ainda que a minha filha tem exames de 12º para fazer, mas nada disso me impede de lutar.

    • Xana G. on 8 de Junho de 2013 at 15:26
    • Responder

    Vou fazer greve à reunião da minha Direção de Turma. Se estou feliz por isso? Não, nem por sombras!

    Falei com eles. Fiz-lhes um esquema no quadro, sobre as implicações das propostas do Governo. Disse-lhes que, além de mim, também a professora de Matemática poderá ficar desempregada, se as propostas avançarem.

    Ficaram incrédulos e em silêncio.

    ” – Mas a professora de Matemática ensina tão bem…” – disseram alguns.

    Os alunos sabem, perfeitamente, que não é no cumprimento ou incumprimento da data de uma reunião de avaliação, que faz de nós “bons ou maus professores”, “que se importam ou não se importam com eles”.

    É no dia a dia, aula a aula. E ainda bem que assim é.

  6. Pois é.
    No meu caso nem foi necessário esquema no quadro. Tinham, previamente, percebido. E, mais do que no presente e de nós, falaram da falta de futuro e deles próprios.

    • Rui Taveiras on 8 de Junho de 2013 at 17:45
    • Responder

    A FNE já tem o bolo preparado para lançar estes dias. ( provavelmente apresenta o descongelamento do tempo de serviço como vitória.)

    • Pedro on 8 de Junho de 2013 at 18:08
    • Responder

    Desejo do fundo do coração que os professores que permitiram que fossem realizadas as 18 reuniões e todos aqueles que fizeram reuniões antes do dia 7 sejam os primeiros a ir para a mobilidade (dita requalificação) e logo de seguid para o desemprego. Não são merecedores de melhor sorte.

  7. Também expliquei à minha Direção de Turma o porquê da greve e da possibilidade de eles irem a exame sem notas…entenderam perfeitamente e mais: Professora, estamos convosco!!(Professores)

    • Manuel Carvalho. Trofa. on 8 de Junho de 2013 at 18:43
    • Responder

    Atenção! Há diretores que tudo estão a fazer para ficar bem na fotografia. Acabei de saber que na zona da Drel, um Diretor, marcou as reuniões de ontem, dia sete, para hoje dia oito de Junho. Só não se realizaram porque a própria Drel, atuou. Temos que estar atentos a estas e outras jogadas que alguns muchachos vão efectuar ao longo deste processo.

  8. Um questão muito prática que lanço à discussão: No estado atual das coisas, que razões têm os professores contratados para fazer greve? Contextualizando, quais as medidas tomadas pelo Governo que afetam os contratados? Ou colocando a questão de outra forma, que medidas, aplicáveis aos contratados têm merecido a contestação dos sindicatos?

      • Maria on 10 de Junho de 2013 at 18:00
      • Responder

      Uma resposta muito prática à sua questão: todas as medidas que ataquem os professores do quadro têm implicações nos contratados. Se houver professores do seu grupo (que não deve ser exceção) na mobilidade, o senhor nunca mais na vida ensinará. A contestação dos sindicatos é outra questão. Eu sou do quadro, não sindicalizada e vou fazer greve, e só a posso fazer porque os sindicatos a convocaram. Resumidamente, é isto. Agora cada um sabe de si…

    • Rui Taveiras on 9 de Junho de 2013 at 11:41
    • Responder

    “… Por outro lado, o alinhamento partidário da acção dos principais representantes sindicais dos professores foi-se tornando cada vez mais óbvio, sabendo-se quase de antemão quem se entenderá com o governo em exercício, apenas existindo dúvidas sobre o respectivo timing…”

    • Ezequiel Rosmaninho on 9 de Junho de 2013 at 22:51
    • Responder

    Alexandra Ferreira.. duas coisinhas, sim?

    XXXXXXXXXXXXX

      • Alexandra Ferreira on 12 de Junho de 2013 at 13:53
      • Responder

      Ezequiel Rosmaninho…uma coisinha, sim????????????
      xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

      TENHO DIREITO A OPINIÃO?????????????
      NÃO ESTOU CONTRA A GREVE, ESTOU CONTRA A ALTURA DA GREVE É MUITO DIFERENTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

      AGORA FIQUEM-SE POR AÍ A MATAR, QUE EU TRABALHO E NÃO TENHO DIREITO A GREVES!!!!!

  1. […] formulário que se encontra neste post foram já identificadas 685 reuniões marcadas para o dia 7 de Junho de 190 escolas/agrupamentos e […]

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