Pedido de Divulgação – Explicas-me?

Quem sabe se não vos pode dar jeito.

 

Explicas-me? – a start-up que ajuda professores a encontrar alunos

 

 

explicas

 

 

Plataforma Explicas-me lançada recentemente já tem mais de mil e oitocentos ofertas de apoio pedagógico.

 

Chama-se Explicas-me e responde na internet pelo mesmo nome. Criada por Cinco jovens da Universidade do Porto, o Explicas-me pretende ser a maior base de dados nacional de explicadores e centros de explicações.

 

Contando já com mais de mil e oitocentos explicadores e centros de explicações registados a nível nacional, o Explicas-me é um serviço inovador e completamente gratuito para os alunos que procuram apoio pedagógico, sejam do 1º, 2º, 3º Ciclos ou até Secundário e Ensino Superior.

 

A simplicidade na pesquisa é a razão do sucesso desta plataforma, bastando colocar a disciplina e o local de residência para aparecer logo uma página de resultados, tendo depois a possibilidade de selecionar o grau de ensino e ordenar por preço ou distância. Os perfis dos explicadores estão completos, com foto, descrição, curriculum vitae e até um calendário com dias e horas a que o explicador está disponível.

 

A plataforma é inteiramente gratuita para os alunos, pais e encarregados de educação.

 

Aos explicadores é solicitado um pequeno investimento para terem acesso a todos os contactos interessados em si.

 

 

Matemática, português, inglês, física e química, biologia e geologia, geometria descritiva, análise matemática, economia, contabilidade e estatística são apenas algumas das áreas e disciplinas atualmente mais procuradas no Explicas-me.

 

A ideia de negócio começou com uma frustração de um dos fundadores: a difícil procura e escolha de um explicador. “Pesquisar em anúncios, pedir referências a colegas, depois telefonar a cada um dos contactos a solicitar informações e preços. No fundo tinha imenso trabalho e muitas vezes não encontrava a solução que procurava”, refere o empreendedor Renato Chainho. E de um problema nasceu uma ideia que resulta. “O Explicas-me resumiu todo esse trabalho a apenas 3 cliques e aumentou significativamente o leque de opções.”

 

Esta plataforma conta já com oito meses, tendo mais de 1200 contactos com explicadores e centros de explicação, e é suportado inteiramente nas competências e empenho dos seus fundadores.

 

O Explicas-me encontra-se atualmente a ser incubado na UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto.

 

Mais informações:

http://www.explicas.me/

https://www.facebook.com/explicasme

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Aposta Para Hoje

Que tem de dar para pagar o jantar de dia 25, pelo menos.

 

euromilhoes 17 abril

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Entramos Hoje no Período Previsível de Publicação das Listas Provisórias

No dia 6 de Abril, por comparação com os concursos interno de 2009 e 2013, apontei um intervalo de datas para a publicação das listas provisórias de ordenação.

 

Apontei que pudessem ser publicadas entre o dia 17 de Abril e o dia 4 de Maio.

Assim, entramos hoje naquela fase que em qualquer dia elas poderão ser publicadas não havendo qualquer aviso prévio da sua publicação.

Este ano não deverá ser muito fácil fazer previsões muito fiáveis se o número de excluídos for muito elevado, contudo, logo que elas sejam publicadas já se podem fazer algumas previsões.

 

datas

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Alegadamente – Não Terá Sido O Ministro

 

 
Amadores! – só duas escolas?
 

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Opinião de Santana Castilho no DN de Hoje

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Não Sei Se Quererão Perceber A Metáfora

… mas a curiosidade é do camandro.

 

Foi assim: estava sossegado – como é meu costume – e apareceu-me a uma das portas um vaso com coisas que pareciam espargos.

 

Não liguei, nem vos passa pela caixa dos pirolitos as cenas que aparecem às minhas portas quando chego de ir às gatas assanhadas, já cheguei a pensar brevemente que seria o destino ou visões etílicas. Os arranhões, acredito que terão sido daquelas aulas dos vocacionais, ainda não percebi porque é que os heróis dos filmes têm duas plaquitas ao pescoço e dão tiros e nós não somos fotogénicos e nos dão tiros, era meter cartuchos com sal grosso e já vínhamos temperados… .

 

Pois aquilo dos espargos, tive que ir verificar na wikipédia – mas não na escola; eu tentei, mas aparecia como pornográfico.

Foi só, enquanto fazia os sumários em casa, antes de estacar este poste, depois de recolher os espargos para não tropeçar neles daqui a nada numa das portas, quando percebi a metáfora.

 

Moral da estória: se te oferecerem espargos – fá-los com ovos mexidos, não há curiosidade nenhuma nisso e é do melhor que há depois de uma açorda de alho.

 

 

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Em Breve no Blog

… uma alma gémea.

 

6/6

 

E não o meu alter ego.

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Reserva de Recrutamento 21

Aceitação de Colocação pelo Candidato – 21ª Reserva de Recrutamento 2014/2015

Aplicação disponível até às 23:59 horas do dia 20 de abril de 2015 (Hora de Portugal Continental)

Publicitação das listas de Colocação e Não Colocação – 21ª Reserva de Recrutamento

 

21ª Reserva de Recrutamento – Docentes de Carreira – ano escolar de 2014/2015

 

 

 

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Notícias Soltas do Dia

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Do Correio da Manhã e do Público, respetivamente.

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Da Pouca Vergonha

Mas se olharmos pelo lado positivo a remuneração desta geração jovem e explorada subiu 5 euros desde 2012.

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Diário de Notícias (16-04-2015)

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Como (re)organizar o 1º ciclo… Ideias?…

imagesGR2V86GBO fim da monodocência aproxima-se a largos passos, será o fim de uma era que, no nosso país, dura desde sempre.

Fomos caminhando, com pequenos passos, para o estado em que nos encontramos hoje, fomos aceitando as mudanças, adaptando-nos às desventuras de um nível de ensino em constante mudança, qual tubo de ensaio…

Os “illuminatum” nunca tiveram em consideração os interesses de todos os intervenientes, nunca viram o 1º ciclo como um todo.

Na última década as mudanças têm-se agudizado, são constantes, todos os anos se enfrentam novos desafios novas arbitrariedades. Se se têm em conta os interesses dos alunos? A meu ver, eles, só têm servido de desculpa para tais mudanças.

No próximo ano letivo, o do 1º ciclo irá sofrer uma das mais drásticas mudanças dos últimos anos. Não pelo seu conteúdo, mas pelo número de mudanças impostas. Um novo programa de Português, depois de verem implementadas as metas e um novo programa de matemática, a introdução do Inglês como disciplina obrigatória, o que lhes aumentará a carga letiva e para alguns, a disciplina de Iniciação à programação virá sobrecarregar ainda mais o seu horário, já por si, pejado de horas fechados dentro de quatro paredes. E isto das 9h às 17h:30m. É o horário chamado normal… mas muitos ainda frequentam outras instituições, seja para a prática de desporto, seja para a ocupação de tempos livres, pois os pais não têm horários que coincidam com a vida académica dos seus educandos. Tudo isto vai tornar as vidas das crianças ainda mais complicadas.

Isto tudo para dizer o quê?

Para dizer que o sistema de ensino no 1º ciclo, tal como está, e tal como está a ser projetado para o próximo ano letivo, não vai beneficiar os interesses da “bandeira”, leia-se alunos, que alguns usam como desculpa para tentar deixar marca. O sistema de ensino necessita de ser totalmente revisto e não estou a falar em termos de conteúdo, de número de disciplinas, do que deve ser ou não lecionado, estou a falar na sua organização.

O horário do 1º ciclo encontra-se, na maior parte das escolas, no espaço temporal das 9h até às 17h:30m. Isto, porque se entendeu ser mais benéfico no que diz respeito, à ocupação do tempo das crianças e à necessidade dos encarregados de educação de terem de exercer uma profissão e de a conciliar com os horários escolares. Mas será que beneficia as aprendizagens? A meu ver, não. O período do dia em que o cérebro está mais apto a exercer qualquer tipo de atividade que envolva a aprendizagem, isso está mais do que provado, não sou eu que o afirmo, eu só o constato todos os dias, é a parte da manhã. Não cabe na cabeça de ninguém lecionar uma aula de matemática ou português das 16h:30m às 17h:30m. Então, porque não organizar as atividades letivas exclusivamente nessa parte do dia?

A organização do sistema de ensino no 1º ciclo, e em qualquer outro, deve ter em atenção todos os fatores e intervenientes no processo. Os alunos devem poder aproveitar, da forma mais eficaz, a sua estadia na escola para que o processo ensino/aprendizagem se realize. Aos encarregados de educação, deve ser assegurado que os seus educandos têm um ensino de qualidade e que explore todas as suas capacidades. Deve também ser assegurada a escola a tempo inteiro, uma vez que, nos dias de hoje e na sociedade em que vivemos, Assim o exige. Deve também garantir aos profissionais de educação, vulgo, professores, o exercício da profissão aproveitando os períodos de maior concentração para as crianças desta faixa etária. E nisto devemos estar todos de acordo. Se os níveis de aprendizagem subirem, todos os intervenientes ganharão.

Mas porque é que o sistema se mantém? Porque é que, os responsáveis e os políticos, não olham com mais atenção para os tais países que tantas vezes usam como termo de comparação para outras matérias e veem que somos dos poucos países a persistir com este sistema? Isso, como se diz, “cada um sabe de si”… Só sei que este sistema está dado por adquirido, mais vale não se discutir porque, mudar dá muito trabalho, nem que seja para melhor.

Pois, muitos de nós, professores de 1º ciclo, temos a nossa opinião de como o sistema podia mudar e melhorar, mas não temos palavra nos órgãos decisivos. Uma coisa é certa, quase todos sabemos que a mudança é possível. E isso, tem sido assunto de conversa ao longo de muitos destes anos. Pessoalmente, também tenho a minha opinião…

Uma organização possível seria a que já é utilizada em outros países, atividades letivas da parte da manhã e não letivas da parte da tarde, como na Alemanha (ver aqui). Mas como operacionalizar? Como faze-lo sem aumentar a despesa com a educação? E é claro, sem ferir os princípios de uma escola a tempo inteiro? Vou tentar explicar da melhor forma.

Da parte da manhã, que passaria a ter inicio às 8h, ou perto dessa hora, nunca antes. Os professores titulares de turma organizariam as áreas curriculares, Português, Matemática, Estudo do Meio e as Expressões, constantes no programa curricular deste ciclo, durante este período. Terminaria, esta importante parte do dia, pelas 13h.

A hora de almoço decorreria das 13h às 14h:30m.

O período da tarde situar-se-ia entre as 14h:30m e as 17h:30m. Neste espaço de tempo, os alunos beneficiariam de atividades complementares e de enriquecimento curricular. Seria durante a parte da tarde que disciplinas como, o Inglês, obrigatório para os alunos do 3º e 4º anos, a partir do próximo ano letivo, a nova disciplina de Introdução à programação para o 1º CEB, o projeto de educação para a saúde, PASSE, aulas PRESSE, EMRC, orientação do estudo, bem como outros projetos ao nível de escola (hora do conto) ou concelhio e as AEC’S já existentes.

Como já foi mencionado acima, o horário letivo da parte da manhã seria mais produtivo para os alunos, embora a mancha letiva tenha um início “vespertino”, as crianças teriam a vantagem de assimilarem melhor as matérias lecionadas. Os “números” a que tanta importância é dada pelas organizações “observadoras”, isso espelhariam.

Na parte da tarde, o horário seria composto de atividades “mais” lúdicas, mas de igual importância no desenvolvimento das crianças. Dariam aos encarregados de educação a segurança de uma escola a tempo inteiro sem interferir nas atividades letivas e na performance académica dos alunos.

De seguida apresento dois horários possíveis, um de uma turma e outro de um professor, para que se possa visualizar a possibilidade apresentada.

 

Horário Turma
2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª feira 6ª feira
8:00 Português Matemática Português Matemática Português
8:30 Português Matemática Português Matemática Português
9:00 Português Matemática Português Matemática Português
9:30 Português Matemática O.C. A.E. Expressões
10:00 E. M E.M. O.C. A.E. Expressões
10:30 Intervalo
11:00 E. M. E. M. E.M. Português Matemática
11:30 E.M. Português E.M. Português Matemática
12:00 Matemática Português Matemática Português Matemática
12:30 Matemática Português Matemática E.M. Inglês
13:00 Matemática Expressões Matemática E. M Inglês
Almoço
14:30 O. Estudo In. Prog. Inglês PASSE/PRESSE In. Prog.
14:50 O. Estudo In. Prog. Inglês PASSE/PRESSE In. Prog.
15:00 Proj. Escola EMRC Proj. Escola O. Estudo Expressões
15:50 Proj. Escola EMRC Proj. Escola O. Estudo Expressões
16:10 Ed. Física Musica Expressões Ed. Física Musica
17:00 Ed. Física Musica Expressões Ed. Física Musica

 

 

Horário Professor
2ª feira 3ª feira 4ª feira 5ª feira 6ª feira
8:00  

 

 

Horário Letivo

8:30
9:00
9:30
10:00
10:30
11:00
11:30
12:00
12:30
13:00
Almoço
14:30 Reservado a reuniões Trabalho individual Atendimento Enc. Educ. Trabalho individual Trabalho individual
15:00
15:30 Hora de estabelecimento
16:00
16:30 Trabalho individual Trabalho individual
17:00

Nota: sexta feira das12h:00m às 13h:00m o professor cumpre uma hora de estabelecimento (não consegui formatar a tabela)

Em termos económicos, não creio que o orçamento do ministério da educação sentisse muita diferença, é tudo uma questão de maximizar recursos. É claro que tal mudança vai envolver alterações na organização dos agrupamentos. Mas somos todos professores, não é por ser professor do 1º ciclo, que deixo de ser professor para os alunos dos outros ciclos. Se tiver que exercer a profissão com esses outros alunos, dentro das minhas competências, vou faze-lo. A colaboração dos professores de EVT, dos professores bibliotecários, dos professores de apoio e até dos professores de Matemática e Português em coadjuvação, em apoio educativo ou em orientação ao estudo, professores de Ciências em atividades experimentais… Isto seria uma quase revolução…

Revolução! Revolução, seria os professores do 1º ciclo, na sua totalidade ou quase, terem condições dignas de trabalho nas escolas para efetuarem todo o tipo de trabalho a que estão obrigados. Mas isso é uma utopia.

E agora puxando a corda, a escola a tempo inteiro podia ir além das 17h:30m. Quando possível ainda se poderia acrescentar uma hora ao horário dos alunos, que disso necessitassem ou por razões académicas ou por impossibilidade de coordenação de horários Pais /Alunos. Já me estou a “esticar” muito. Mas se a organização for a adequada, até se poderia colmatar a falta de apoio que as nossas crianças tê na realização dos famigerados TPC. Um professor de apoio, uma hora por dia, a alunos que necessitassem mesmo da tal hora, o que já acontece em alguns agrupamentos e sempre existiu nos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo.

É claro que este modelo não é consensual, é claro que as crianças vão estar fechadas dentro de quatro paredes o dia inteiro, é claro que o tempo para brincadeiras individuais será reduzido, é claro que, fora as disciplinas de carater obrigatório, as outras serão de carater facultativo, caberá aos encarregados de educação, como até hoje, optar ou não, pela sua frequência.

As vozes começam a levantar-se. O certo é que o sistema, conforme está, deixou de funcionar, deixou de dar respostas às exigências da sociedade atual. Os responsáveis têm andado a tapar buracos ao longo dos anos sem resolverem o problema. Só o têm piorado. Chegamos ao ponto que, ou o sistema se modifica, ou o sistema cai. É urgente a mudança, resta-nos saber para onde nos levará…

 

 

 

 

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Para o Jantar de Dia 25 de Abril

Estão confirmados os Tarecos e os Bobbys

O Alibaba e o Miguel

A Caloira

Me, myself and I

O Animajar

O César Paulo

O Prof Infinito apenas no fim da festa

Aguardava-se que o Kratov conseguisse trazer o Nuno Coelho ao Porto no seu Corsa de dois milhões de quilómetros, mas nem um nem outro podem vir.

 

Se esta gente se juntar toda não vai haver noite no Porto que resista a tanto(a) charme faísca.

Os que quiserem lançar mais achas para a fogueira têm até esta 6ª feira para me dizer.

 

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Faltam Só 2 Meses Para a Criança Nascer

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Mobilidade Estatutária – Registo de Novas Entidades Proponentes

Mobilidade Estatutária 2015/2016 – Aplicação Eletrónica para registo / inscrição de novas entidades proponentes

 

Aplicação disponível até às 23:59h do dia 21 de abril

 

Manual de Registo de novas entidades:

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/04/Manual-de-Registo-_-Inscrição-de-novas-entidades-proponentes.pdf”]

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Entrevista ao Diretor do Agrupamento de Escolas do Cerco

Especial ComRegras – O outro lado do Cerco (2ª parte)

 

 

Na sequência do texto Viver o Cerco, o ComRegras publica uma entrevista exclusiva com o Diretor do Agrupamento de Escolas do Cerco, Manuel António Oliveira.

Pais-Agridem-Professora-Escola-Do-Cerco-Porto

É inevitável começar pelo que aconteceu no dia 22 de Outubro (agressão a professora). Tratou-se de um ato isolado ou este tipo de situações é recorrente no agrupamento?

Tratou-se de um ato isolado.

A aluna ainda se encontra a ter aulas com a mesma professora?

Não.

Sobre a agressão, o caso foi comunicado ao Ministério Público?

Sim, mas ainda não houve uma conclusão.

A professora já voltou a exercer ou continua de baixa médica?

A professora exerceu sempre as suas funções docentes.

O facto de ter sido feita uma manifestação à porta da escola com a presença da comunicação social, leva a concluir que a comunidade educativa está apreensiva e sem saber o que fazer. É esse o sentimento atual?

Não foi pelo facto de se ter realizado uma manifestação que a comunidade escolar e educativa não sabe o que deve fazer. A comunidade sabe o que deve fazer não deixando, no entanto, à altura dos acontecimentos de manifestar a sua indignação e a sua inquietude.

Como classifica a indisciplina no seu agrupamento a nível quantitativo e qualitativo?

Existe um projeto de combate à indisciplina que está a ser aplicado e monitorizado e que teve início este ano letivo. A indisciplina ainda se encontra num patamar elevado, quer se fale do ponto de vista quantitativo quer do qualitativo.

Quais as suas causas?

A não valorização da escola, contexto sócio-cultural-económico difícil, frequência da escola por questão de cumprimento das regras do RSI, baixo nível de escolarização dos pais e encarregados de educação, etc.

Recentemente, o ComRegras publicou um texto elaborado por um grupo de ex-professoras da escola eb 2/3 do Cerco do Porto. Que diferenças e semelhanças encontra com o atual Agrupamento?

A diferença reside essencialmente na dimensão do Agrupamento que passou a ser um mega agrupamento incorporando escolas que pertenciam a um outro Agrupamento. Neste sentido aumentaram por razões óbvias as problemáticas. Relativamente às semelhanças o contexto social e cultural permanece acrescido da integração da comunidade cigana.

Então é da opinião que a criação do Agrupamento de Escolas do Cerco, trouxe mais prejuízos que benefícios a nível disciplinar?

Sim. Quanto maior for a organização maior também, à partida, as problemáticas.

Quanto às novas infraestruturas, acha que estas contribuíram para um melhor ambiente escolar e conservação do material?

Acho que sim. A comunidade revê-se nas condições físicas e materiais da escola.

A sua escola estabeleceu um contrato de autonomia com o MEC. Dentro dessa autonomia foi-lhe possível implementar projetos que visam combater a indisciplina no agrupamento?

Sim, através do Plano Plurianual de Melhoria TEIP.

O Gabinete de Intervenção Social, Técnico de Intervenção Local, o Projeto CerCool, o Gabinete Disciplinar do Aluno, a Provedoria do Aluno.

Na generalidade, acha que a comunidade educativa gosta de frequentar o Agrupamento de Escolas do Cerco?

Penso que sim.

Quais são os pontos fortes do Agrupamento?

O reconhecimento da comunidade pelo trabalho educativo e formativo desenvolvido pelo Agrupamento.

A sequencialidade educativa entre a educação pré-escolar e o 1.º ciclo e entre este e o 2.º ciclo, facilitando a transição dos alunos entre estas etapas do seu percurso escolar.

As práticas colaborativas das equipas de docentes que lecionam as turmas ninho e das turmas rede com reflexos na planificação articulada do processo de ensinoaprendizagem e partilha de experiências pedagógicas.

O trabalho desenvolvido nas áreas da música, da pintura de cerâmica e do desporto pelos bons resultados alcançados interna e/ou externamente, contribuindo para a valorização do sucesso e a afirmação do Agrupamento no exterior.

A liderança consistente e partilhada do diretor e da sua equipa, potenciadora do empenho dos profissionais e do envolvimento de entidades públicas e privadas.

A gestão criteriosa dos recursos humanos, com enfoque nas pessoas, que contribui para o bom ambiente educativo.

Criação de grelhas de avaliação comuns.

Diversidade de atividades dinamizadas no âmbito do PA.

Desenvolvimento de projetos próprios e /ou resultantes de adesão a programas e iniciativas locais, nacionais e internacionais.

Visitas de estudo que contribuem para o reforço das aprendizagens.

Participação e dinamização de iniciativas que visam a promoção de comportamentos saudáveis e a erradicação de comportamentos de risco.

Página eletrónica do Agrupamento/ Facebook do Agrupamento utilizado para divulgação de informação relevante para a comunidade educativa e disseminação de atividades e projetos do Agrupamento.

Iniciativas de angariação de bens que promovem o espírito de solidariedade e permitem dar apoio às famílias mais carenciadas.

E os pontos fracos?

A identificação dos fatores internos, designadamente ao nível das práticas de ensino, que ajudem a explicar a persistência de atitudes inadequadas na sala de aula e o insucesso escolar dos alunos

Ausência de recolha de informação concreta sobre o percurso escolar ou profissional dos alunos, após a escolaridade no Agrupamento

O desenvolvimento mais aprofundado das orientações curriculares na educação pré-escolar, de modo a assegurar condições de maior sucesso na etapa educativa seguinte

O aprofundamento da reflexão sobre as respostas no âmbito dos apoios educativos, com vista à sua melhor adequação ao pleno desenvolvimento das capacidades dos alunos

O acompanhamento e supervisão da prática letiva em sala de aula, numa perspetiva de melhoria do desenvolvimento profissional dos docentes

A definição de planos de ação estratégicos, com metas claras e exequíveis, com vista à melhoria do desempenho do Agrupamento

O alargamento e a consolidação do processo de autoavaliação com vista à melhoria organizacional e das práticas profissionais

Ausência de espaços interiores suficientes comuns para convívio dos alunos.

Tem conhecimento de ex-alunos do Agrupamento que agora são casos de sucesso?

Sim. Ex-alunos que se encontram a trabalhar nos media, em medicina, engenharia, etc.

Um estudo recente da Universidade do Minho, revelou que 80% dos professores inquiridos no inquérito, afirmam que a indisciplina aumentou nos últimos 5 anos. Que alterações propunha no sentido de diminuir os índices de indisciplina em Portugal?

Um quadro normativo que repusesse a autoridade dos professores e a comunidade educativa (vulgo sociedade) reconhecesse os professores como atores imprescindíveis na formação dos cidadãos.

Para finalizar, já visitou o ComRegras?

Já visitei.

Qual a sua opinião?

Aborda temas diversificados de interesse para a educação e não só. Apesar de tudo tem um espaço enorme e potencial intrínseco para crescer.

Obrigado Sr. Diretor pela sua disponibilidade.

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Divulgação – Mobilidade Estatutária

No caso de alguma associação/organização que pretenda um docente interessado para a Mobilidade Estatutária e tiverem dificuldade em encontrar podem enviar-me e-mail que farei essa divulgação.

 
 

A LPN procura um professor do Quadro, interessado em candidatar-se a destacamento na Associação, a partir do próximo ano letivo. Os requisitos encontram-se no documento em anexo.
Manifestações de interesse só até ao próximo dia 19 de Abril. 
Pedimos a vossa ajuda na divulgação!
A Direção Nacional
****************************************************************************
LPN-Liga para a Protecção da Natureza
Contribuinte n.º/VAT Number: 501 604 693
Sede Nacional/Main Office
Estrada do Calhariz de Benfica, 187
1500-124 Lisboa
Portugal
Telefone/Phone: +351-21 778 00 97
+351-21 774 01 55
+351-21 774 01 76
Telemóvel/Mobile Phone: + 351 964 656 033
Fax: +351-21 778 32 08
Endereço electrónico/E-mail address: lpn.natureza [arroba] lpn.pt
Página electrónica/Webpagewww.lpn.pt

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/04/ProfessorDestacadoLPN.pdf”]

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Notícias Soltas de Hoje

crato reageaposentadoslusofona

 

Do Jornal de Notícias,  do Correio da Manhã e do Diário Económico,  respectivamente.

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Em Que Dia Cheryl Nasceu?

cheryl

O problema

O desafio passa por descobrir, entre dez datas qual o aniversário de Cheryl:

15, 16 e 19 de maio;

17 e 18 de junho;

14 e 16 de julho; e

14, 15 e 17 de agosto

 

Cheryl contou aos dois amigos – Albert e Bernard -, respetivamente, o mês e o dia em que nasceu.

A Albert revelou o mês e a Bernard o dia.

Albert diz: “Eu não sei quando é o aniversário da Cheryl, mas sei que o Bernard também não sabe.”

Bernard responde: “No início, eu não sabia qual o aniversário da Cheryl, mas agora já sei.”

E Albert conclui: “Então eu também já sei quando é o aniversário.”

 

 

Não coloco por enquanto o link desta notícia porque tem a solução, mas podem ir dando palpites.

 

Qualquer dia o IAVE lembra-se de perguntas deste género para uma PACC.

 

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Sobre o Término do Contrato

A 29 de Janeiro o Assistente Técnico colocou um post com o título

Atenção Caducidade – Data FINAL dos Contratos Docentes a Termo

 

e que tinha este conteúdo:

 

Várias escolas estão a receber notificações de tribunais com sentenças a favor dos docentes contratados, em virtude dos mesmos terem sido dispensados, antes do retorno do docente que estava a ser substituído!
Logo, os docentes contratados não devem em junho serem dispensados, devem ficar até 31 de agosto, segundo consta na sentença. Os Agrupamentos têm de fazer contas e retificar contas e tempo de serviço…
Mais uma vez o MEC condenado tal como nas indemnizações/caducidades de contrato, mas será que desta vez vai emitir uma nota informativa ou ofício circular ? Ou fecha-se em copas ?
Se receberem alguma coisa avisem.

 

 

Eu ainda não tive conhecimento de nenhuma sentença que indique o que o Assistente Técnico colocou nesse post, mas acredito que tal possa existir.

Se porventura algum de vós tiver uma sentença nesse sentido agradeço que me enviem para o meu e-mail, pois começa a chegar o final do ano letivo e muitos docentes contratados que deveriam ficar até 31 de Agosto pelo não regresso do titular do lugar acabam por se vir embora no final das avaliações.

 

Entretanto também me chegou um e-mail sobre as alterações repentinas aos avisos de abertura dos concursos em que passam um contrato a termo certo até 31 de Agosto de 2015 para um horário de duração temporária depois do docente já ter aceite a colocação.

 

 

Olá Arlindo,

Quero pedir-lhe opinião sobre o seguinte assunto:
Num aviso de abertura de uma escola estava:

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No entanto, na plataforma estava selecionado Horário temporário.
Quando confrontei, antecipadamente, a escola com esta questão, a mesma informou-me que o contrato era até 31 de agosto e que a seleção de Horário Temporário devia-se ao facto desta disciplina (apoios e professor coadjuvante) não permanecer para o ano seguinte.
Como fui a selecionada, e tendo em conta a informação dada, aceitei.
Hoje, passado uma semana, a secretaria da escola informou-me  que o horário era até a necessidade persistir.

 

E alterou  o aviso de abertura para
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De realçar que, a data do 1º aviso e a deste é do mesmo dia. Apenas alteraram o ponto III.
Como já não é o 1.º contrato que tive este ano, não posso/devo denunciar, pois ficaria sem poder concorrer a qualquer outro.

 

Posso fazer alguma coisa legalmente?

 

Desde já agradeço a atenção,

 

Cumprimentos

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Números do Chat

O chat do blogue tem quase 6 anos e ao longo destes anos já foram colocadas mais de 2 milhões e 300 mil mensagens o que dá uma média de 1113 mensagens por dia.

Esta é a primeira vez que analisei os números do chat porque nunca tinha reparado que existiam estes dados estatísticos.

Existem mais de 1500 utilizadores registados com um nick próprio.

Já por algumas vezes pensei encerrar este chat, principalmente quando a linguagem não era a mais adequada, mas sempre fui resistindo a essa vontade.

Se em tempos o chat servia essencialmente para partilha de informação, neste momento para além dessa função que continua a ter, tem uma muito importante, que são os laços de amizade que se criaram neste espaço e que ainda perduram.

E é nesse espírito de amizade que alguns membros se irão juntar no próximo dia 25 de Abril no Porto.

 

 

chat

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Nota Informativa – Mobilidade Estatutária 2015-2016

Este ano está bastante mais antecipado o pedido de mobilidade estatutária do que em anos anteriores o que é bom que esteja a acontecer.

Mas desde que não sejam publicadas as autorizações por Agosto e Setembro fora, obviamente.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/04/NOTA-INFORMATIVA-MOBILIDADE-ESTATUTÁRIA_2015-2016.pdf”]

 

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Projeto de Lista Ordenada – CEE dos Açores

PROJETO DE LISTA ORDENADA DE GRADUAÇÃO DE CANDIDATOS AO CONCURSO EXTERNO EXTRAORDINÁRIO DE PROVIMENTO PARA O ANO ESCOLAR DE 2015/2016

 

 

 

Nos termos e para os efeitos do disposto nos n.ºs 1 e 3 do artigo 4.º do Decreto Legislativo Regional n.º 8/2014/A, de 23 de junho, e n.º s 1 a 4 do artigo 14.º do Regulamento do Concurso do Pessoal Docente da Educação Pré-Escolar e Ensinos Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 22/2012/A, de 30 de maio, retificado pela Declaração de Retificação n.º 39/2012, de 24 de julho, alterado pelo art.º 36.º do Decreto Legislativo Regional n.º 2/2013/A, de 22 de abril, aplicável por via do artigo 3.º daquele Decreto Legislativo Regional n.º 8/2014/A, de 23 de junho e conforme aviso publicado na BEP – Açores, de 30 de janeiro de 2015.

O prazo de audiência no âmbito do direito de participação dos interessados e de desistência do concurso ou de parte das preferências manifestadas decorre de 10 a 23 de abril, sendo as mesmas formuladas através das respectivas aplicações eletrónicas, disponíveis em http:\\concursopessoaldocente.azores.gov.pt. As siglas identificativas das colunas que constituem o Projeto de Lista Ordenada de Graduação significam, da esquerda para a direita, o seguinte:
Candidatos detentores de habilitação profissional:

 

N.º – Número de ordem do candidato por grupo de recrutamento;
Referência – Número de inscrição;
Nome – Nome completo do candidato;
PR – Prioridade a que se refere o n.º 3 do artigo 4.º do Decreto Legislativo Regional n.º 8/2014/A, de 23 de junho;
GR – Graduação Profissional, de acordo com o artigo 10.º do Regulamento do Concurso;
TT – Tempo total em dias de serviço docente;
CA – Classificação Profissional;
ID – Idade (data de nascimento).

 

Consultar aqui o Projeto de lista ordenada

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Aposta Para Hoje

euromilhões 14 abril

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Houston, we have a problem

Foi há 45 anos.
 

Swigert: ‘Okay, Houston, we’ve had a problem here.’
Houston: ‘This is Houston. Say again please.’
Lovell: ‘Houston, we’ve had a problem. We’ve had a main B bus undervolt.’

 

 

Houston, we have a problem

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Mas Já Não Foi Dado Esse Compromisso por Escrito?

… que levou à desconvocação da greve à PETetice por parte da FNE?

 

acordo

 

Correio da Manhã (14-04-2015)

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Proposta de Uma Docente de EVT para a Constituição do Grupo 140

Arlindo em época de mudança politica jugo que somos mais ouvidos, pode ser só mera esperança minha, mas mesmo assim arrisquei e fiz uma exposição aos partidos acerca da situação dos docentes de Educação Visual e Tecnológica propondo um grupo de recrutamento à semelhança do 120 de Inglês para o 1º ciclo mas para a Expressão Plástica.
Boa tarde
 
O meu nome é CXXXX SXXXX e ou professora do Ensino Básico variante Educação Visual e Tecnológica, tendo acabado a minha licenciatura na Escola Superior de Educação de XXXXXXX em 2008.
 
Assim que saí da Faculdade tive logo colocação no anos a seguir e nos dois anos seguintes avizinhando-se ao contrário do que era expectante já na altura, uma vida profissional “dentro dos moldes” tranquila.
No entanto, o horror chegou quando realmente percebi em 2012 com a eliminação do par pedagógico nas escolas que havendo lugar só para um professor, e fazendo as contas muito globalmente, onde havia lugar para dois, passava a haver um, logo cerca de “metade” ficaria sem trabalho, e claro está, os contratados (grupo ao qual pertenço) seriam os primeiros a ficar de fora.
Globalmente, poder-se-ia dizer que esta medida iria afetar os contratados e poucos efetivos, mas a verdade é que também devido a esta medida ficaram muitos professores de Educação Visual e Tecnológica com horário zero.
 
Desnecessário será dizer que, fiquei sem trabalho na escola até aos dias de hoje.
 
O que me leva então aqui a fazer esta exposição trata-se de recentemente ter sido criado o grupo 120 (Inglês para o 1º Ciclo do Ensino Básico) sob a manutenção da lógica pedagógica do professor titular como responsável pelo processo de ensino de forma global, mas sendo o Inglês dado por um docente especializado para o efeito.
 
Ora, não me espanta nada que a longo prazo o mesmo se aplique a outras áreas e agora aqui defendo então que tal seja aplicado à Expressão Plástica.
Com a criação de um grupo especializado para o Ensino da Expressão Plástica no 1º ciclo poder-se-ia eliminar as AECS desta área (que são tão mal pagas e que de uma forma global apresentam problemas de várias ordens, como é do conhecimento geral) e dar-se-ia lugar a mais uma série de professores que estão neste momento ou com horários zero ou no desemprego.
 
Neste caso, há ainda a vantagem, que se relativamente ao grupo 120 foram necessárias ações de formação para qualificar este grupo, no caso de um grupo de recrutamento para a Expressão Plástica, tal não seria necessário, pois os indivíduos que tiraram cursos para leccionar Educação Visual e Tecnológica são portadores de habilitação profissional tanto para o grupo de recrutamento 110 como para o 240 simultaneamente.
 
 
Numa altura de mudança politica e de novos horizontes fica a proposta para ser levada à assembleia, não resolverá, mas minimizará o problema de alguns docentes do grupo 240 e por outros lado, trará aos alunos do 1º Ciclo um ensino especializado na área artística, tão importante para o seu desenvolvimento e tão relevada para 2º plano no nosso país.
Com os melhores cumprimentos

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Prorrogação do Prazo de Candidaturas dos Cursos Vocacionais

Despacho n.º 3687-B/2015 – Diário da República n.º 71/2015, 2º Suplemento, Série II de 2015-04-13

Ministério da Educação e Ciência – Gabinete do Ministro

Prorroga o prazo estabelecido no nº.1 do Despacho nº. 3353, de 17 de março para as escolas públicas e privadas interessadas na candidatura a oferta formativa de cursos vocacionais no ensino básico e secundário, a iniciar no ano letivo 2015-2016, submetam o projeto no Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa (SIGO)

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Blogosfera – ComRegras

Artigo do ComRegras que conta parte da história da EB 2/3 do Cerco do Porto (décadas de 80/90) e que antecede a publicação de uma entrevista ao Diretor do Agrupamento de Escolas do Cerco.

 

Especial ComRegras – O outro lado do Cerco.

 

 

Todos nos lembramos de casos de violência em determinadas escolas. Ainda este ano aconteceu um caso lamentável que levou a uma manifestação à porta da escola secundária do Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto.  Mas o Cerco não é apenas isso… Há muito trabalho dentro daqueles portões, trabalho de qualidade! O texto que se segue é da autoria de ex-professoras da antiga escola eb 2/3 do Cerco do Porto. Professoras que dedicaram grande parte da sua vida a essa escola, lutando contra a adversidade, fazendo das fraquezas força. Este especial inclui também uma entrevista ao atual diretor do Agrupamento, professor Manuel António Oliveira, a publicar durante a semana.

O ComRegras dedica este especial a todos os que lidam com a dificuldade e a todos os que não se resignam, apesar das “austeridades” da vida. Sois uns heróis “carago”!

 

Clicar para continuar a ler o artigo.
 

Viver o Cerco

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Jantar do Blogue no Dia da Liberdade

Está a ser agendado para o próximo dia 25 de Abril, dia da Liberdade, um jantar “cumbibio” na cidade do Porto bem junto da “movida” nocturna da cidade. Está previsto que seja na Adega do Carregal que tem um espaço reduzido de mesas e portanto tem de ser reservado lugar o mais rapidamente possível.

 

adega
 
Quem se mostrar interessado em participar nesse encontro pode enviar-me mail até ao final do dia 17 de Abril.

A regra número um e única do encontro é: quem falar de educação paga o jantar!

É a comemoração da liberdade, mas limitada, ok?

Sejamos livres para pelo menos um dia esquecer o tema Educação.

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Sobre as Listas da BCE

Uma longa troca de e-mails entre um professor e a DGAE sobre a publicação das listas de colocações em BCE, mas que só coloco os últimos dois.

O sublinhado e o negrito da resposta da DGAE são meus.

 

 

 

De: P XXX [mailto:[email protected]]
Enviada: segunda-feira, 13 de Abril de 2015 11:37
Para: DSCI – DIREÇÃO SERVIÇOS CONCURSOS E INFORMÁTICA; Correio Geral DGAE
Assunto: Listas BCE

Exmos Srs

Conforme nota informativa da DGAE iriam ser publicadas as listas das colocações em BCE, sendo que a última saiu em Dezembro.

Estamos em Abril e as colocações posteriores continuam ocultas, adensando a opacidade, a desconfiança e a falta de transparência que esteve sempre por detrás desta forma de concurso.

Para quando a publicação dessas listas em cumprimento com a nota informativa?

Cumprimentos

P XXX

 

Resposta DGAE

 

Exmo. Sr. Professor
P XXX

Em referência ao assunto supra referenciado, informa-se V. Exa. que a publicação das listas de colocação em BCE é da responsabilidade dos agrupamentos de escolas/escolas não agrupadas.
Cabe ainda informar V.ª Exa. que foram registadas as preocupações manifestadas, e que a DGAE se limita, nos termos do artigo 3.º do CPA, a operacionalizar os comandos legais existentes, nomeadamente em termos de procedimentos concursais.

Com os melhores cumprimentos
DGAE/DSCI

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Deve Andar à Procura de Uma

Agora que a porta se encontra quase escancarada para entrar um governo PS em acção.

 

 

Maria de Lurdes Rodrigues defende regresso das Novas Oportunidades

 

 

Maria de Lurdes Rodrigues defende regresso das Novas Oportunidades

Mais de 200 mil jovens não concluíram com êxito o ensino e estão no mercado de trabalho”, lembrou a ex-ministra.

A ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues defendeu hoje a reativação de um programa como o Novas Oportunidades, e alertou para os perigos de enviar demasiado cedo as crianças para o ensino vocacional.

O alargamento do ensino obrigatório foi o tema do seminário do Conselho Nacional de Educação (CNE) que levou a ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues a debater hoje, em Lisboa, a situação atual e os desafios com que se debatem as escolas.

Saudando o momento em que passou a ser obrigatório que todos os alunos concluíssem o 12.º ano, Maria de Lurdes Rodrigues lembrou que muitos estudantes ficaram de fora porque já eram maiores de idade: “Mais de 200 mil jovens não concluíram com êxito o ensino e estão no mercado de trabalho”, disse durante a sua apresentação no auditório do CNE, em Lisboa.

Em declarações aos jornalistas, a ex-ministra defendeu a importância de retomar o programa Novas Oportunidades para que estes jovens, com menos de 24 anos, terminem os estudos: “Sim, eu falo no regresso de um programa das Novas Oportunidades”, disse, criticando a atual “escassez de oferta” formativa nas escolas para os jovens adultos.

Outro dos assuntos abordados foi o ensino vocacional, que levou a ex-ministra a criticar a política do atual governo que entende que vai contra a lei de bases, que determina um ensino obrigatório e unificado até aos 15 anos.

Para Maria de Lurdes Rodrigues, enviar crianças mais pequenas para o ensino vocacional poderá trazer problemas no futuro para as famílias e para o país: “Não é indiferente o encaminhamento para vias vocacionais aos 12 anos ou apenas aos 15”, alertou.

“Em nenhum outro país da Europa, a não ser os países com modelo germânico, encaminham precocemente as crianças”, disse a ex-ministra, referindo-se aos modelos existentes na Alemanha, Luxemburgo e Áustria, onde as escolas enviam os alunos com mais dificuldades para o ensino vocacional.

A ex-ministra lembrou que é consensual, nos países da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), a ideia de que só aos 14 ou 15 anos devem ser encaminhados os alunos, como se fazia antes em Portugal, para que se possa “respeitar a fase de crescimento das crianças”.

“É muito difícil responsabilizarmo-nos pelo encaminhamento de uma criança com 12 anos, que ainda está em processo de crescimento, além de ser um risco enorme”, alertou, dando o caso alemão, onde “faltam engenheiros” e outros quadros superiores, porque “deixam as crianças ficar para trás, mandando-as para cursos vocacionais, dos quais não podem sair nem sequer transitar para a universidade”.

Em declarações aos jornalistas à margem do seminário, David Justino lembrou que o ensino vocacional “nunca pode ser irreversível” e que os alunos podem sempre regressar ao ensino recorrente.

Para a ex-ministra, a medida do atual executivo é um “retrocesso anterior ao 25 de Abril”, enquanto para o presidente do CNE o ensino vocacional pode ser uma solução para reduzir as elevadas taxas de insucesso escolar, em especial no caso dos jovens que têm dificuldades no ensino recorrente.

“Muitas vezes, muitos jovens e muitas crianças têm dificuldades naquilo a que são chamadas as disciplinas académicas, mais teóricas e mais abstratas, mas têm mais sucesso quando têm um tipo de ensino mais ligado ao saber fazer. O que temos de fazer é encontrar alternativas para que os miúdos possam ter sucesso, independentemente de ser mais profissionalizante, teórico ou abstrato”, defendeu David Justino

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Quando Duas Cabeças Destas se Juntam

… é muito mau sinal.

Se bem que eu até concorde que o 2º ciclo é uma pequena coisa de nada no meio dos 12 anos de escolaridade.

Mas volta Maria de Lurdes Rodrigues à sua velha questão da quantidade de professores do 2º ciclo (não conheço turma do 2º ciclo onde existam 14 professores, nem nenhuma turma do 1º ciclo que só tenha um professor) e de David Justino que teve uma lei de bases do sistema educativo pronta com veto presidencial de Jorge Sampaio, onde separava o 1º ciclo de estudos até ao 6º ano e um segundo ciclo até ao 12º ano.

Já em Julho de 2013 coloquei artigo com o grande objetivo de David Justino para os tempos próximos, que parecem aproximar-se.

 

 

Ex-ministros da Educação defendem mudanças nos ciclos de ensino

 

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Para os ex-ministros David Justino e Maria de Lurdes Rodrigues, é preciso reforçar a articulação entre o 1.º e o 3.º ciclo.

 

 

A necessidade de reorganizar os ciclos de ensino, que atualmente se dividem em quatro fases, foi esta segunda-feira defendida pelos ex-ministros da Educação David Justino e Maria de Lurdes Rodrigues, de governos social-democrata e socialista.

O alargamento do ensino obrigatório foi o tema do seminário do Conselho Nacional de Educação (CNE) que levou a ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues e o atual presidente do CNE, David Justino, a debater a situação atual e os desafios do ensino.

Para os ex-ministros, é preciso discutir uma nova fórmula de ciclos de ensino, que atualmente se dividem em quatro fases: 1.º ciclo, a antiga primária, que vai do 1.º ao 4.ºano; 2.º ciclo (o antigo ciclo preparatório); 3.º ciclo, que vai do 7.º ao 9.º ano; e o secundário, do 10.º ao 12.º.

“Fomos construindo o ensino por camadas”, explicou Maria de Lurdes Rodrigues, sublinhando que “este é o momento de debater qual o melhor modelo” de organização de ciclos. “Muitos pedagogos identificaram um bloqueio na forma de organização que faz com que as crianças com dez anos passem de um único professor para 14. É muito desestabilizador para o desenvolvimento da criança”, disse Maria de Lurdes Rodrigues, lembrando ainda que com a mudança de ciclo as crianças tinham problemas de concentração e capacidade de relacionamento de matérias.

“É uma oportunidade de discutir isso e de propor para as legislativas seguintes um novo quadro de organização que ajude a combater o insucesso escolar”, defendeu Maria de Lurdes Rodrigues, em declarações aos jornalistas à margem do seminário, que hoje decorre na sede do CNE, em Lisboa.

Também David Justino entende que este é um dos temas onde será possível conseguir um acordo partidário, uma vez que está provado que existe um elevado insucesso no 2.º ciclo devido “à falta de articulação entre o 1.º e o 3.º ciclo”.

“É preciso eliminar obstáculos”, disse David Justino, classificando o atual modelo como “uma espécie de bolo de noiva, que é feito às camadas”.

Ambos saudaram a escolaridade obrigatória até ao 12.º ano, as melhorias registadas nas taxas de escolarização, abandono e insucesso, mas reconheceram que ainda existem problemas para resolver: “Ainda estamos muito longe de uma escola de sucesso”, defendeu o ex-ministro David Justino.

“Durante muito tempo, a preocupação era a igualdade de oportunidades no acesso à escola, mas agora é a equidade no sucesso”, disse por seu turno Maria de Lurdes Rodrigues.

As elevadas taxas de insucesso escolar, em especial quando os alunos mudam de ciclo de ensino, foi apontado como um dos problemas a resolver.

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SOS Docentes em Timor-Leste

Reencaminhado para mim, bem como para toda a comunicação social, organizações sindicais e grupos parlamentares.

Pelos vistos apenas eu e o Ramos Horta temos ligado alguma coisa a isto, porque o que se vai passando em Timor com o PCAFE está a passar bastante ao lado dos problemas que são as condições de trabalho dos docentes portugueses nesse País.

 

NINGUÉM DETÉM ESTA VERGONHA?

 

Muito se tem falado sobre a situação dos docentes destacados em Timor-Leste (https://www.arlindovsky.net/?s=timor), no agora denominado de Projeto Centros de Aprendizagem e Formação Escolar (PCAFE), anterior Projeto Escolas de Referência de Timor-Leste (PERTL).

A mais recente manifestação pública de repúdio ao que no referido projeto se passa (uma parte muito pequena é tornada pública, relativamente ao muito que havia para dizer…), feita pelo Dr. José Ramos Horta, no dia 23 do passado mês, na sua página de facebook (https://www.facebook.com/officialramoshorta?fref=ts), agitou um pouco a situação, especialmente porque em tudo ia ao encontro do que a Lusa tinha noticiado dias antes, ao ponto de, poucos dias passados, se ter noticiado que o Ministro da Educação de Timor-Leste, “desconhecedor” da situação constrangedora, iria rapidamente tomar as medidas necessárias para a rápida resolução desta questão.

A verdade é que nada foi feito, a não ser uma movimentação muito grande para se saber quem tinham sido os docentes responsáveis pelas notícias!

A verdade é que os docentes deste projeto não recebem, desde janeiro, o complemento a que têm direito, encontrando-se, por isso, alguns em situações muito complicadas de vida, em situações limite. E não fosse a ajuda de colegas que os vão socorrendo estariam mesmo a passar fome!

Se esta situação fosse nova aceitar-se-iam as pretensas justificações feitas, contudo, a realidade revela algo bem diferente: desde o início do funcionamento deste projeto que os docentes vivem esta e outras situações vergonhosas (por exemplo, seguros que não existem ou se existem nada “seguram” e substituições que demoram anos a fazer-se)! Independentemente da altura do ano, da aprovação do orçamento, da mudança governamental, a situação tem sido sempre vergonhosa! Haja vergonha! Haja quem se importe!

A embaixada de Portugal “olha para o lado e assobia”; a coordenadora portuguesa é da opinião que os docentes não têm que lamentar-se, pois até recebem vencimento em Portugal; a coordenadora timorense apenas quer o seu lugar salvaguardado, nem que para isso tenha que mudar de opinião a toda a hora; o ME de Timor-Leste “nada sabia”, mas “se soubesse” já tinha resolvido o assunto; O ME de Portugal ainda existe? A avaliar pelo silêncio conivente que sempre demonstrou, desconfia-se que realmente já implodiu!

Haja coragem para deter esta vergonha. A verdade é que este é um falso projeto que apenas serve os interesses privados de alguns.

O receio de represálias, com fundamentos provados (veja-se o caso dos juízes portugueses), faz com que por aqui nos fiquemos, apenas identificados, por agora, como: um grupo de docentes completamente abandonados à sua sorte e que deseja ver a sua situação resolvida. Investiguem. Há muito por onde o fazer.

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Começou Hoje a PETetice Oral

PET

 

Diário de Notícias (13-04-2015)

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Entrevista de Paulo Guinote ao Jornal i

São 3 páginas de uma longa entrevista que o jornal i fez ao Paulo Guinote.

 

pg jornal i

pg entrevista

Entrevista completa aqui.

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A Minha Escolha da Semana

Marriages – Salome

 

 

Lançado em 7 de Abril de 2015

 

Site da Banda e do Facebook.

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Resumo da Semana 1 e Antevisão da Semana 2 (3 Período)

SEMANA 1 3p1

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Números Residuais Sobre as Indemnizações da BCE

63 professores vao receber indemnizações por erros no concurso de colocação

 

 

A comissão de acompanhamento aos lesados pela Bolsa de Contratação de Escola (BCE) analisou 86 requerimentos, 63 dos quais foram aceites, 20 não tiveram direito a receber qualquer compensação e dois dos lesados não aceitaram os valores propostos.

 

A comissão de acompanhamento foi criada na sequência dos erros com a primeira BCE, que acabou por ser anulada, depois de terem sido detetados erros nas colocações de docentes, numa altura em que estes já estavam em serviço nas escolas, e em que já tinham assumido despesas de contratos de arrendamento e deslocação para ocuparem o lugar que lhes tinha sido atribuído no concurso.

Segundo dados do Ministério da Educação e Ciência dos 86 requerimentos apresentados, 63 tiveram como desfecho a aceitação dos montantes de compensação apresentados, “bem como com a renúncia ao direito ao recurso judicial”.

O MEC adiantou ainda que “20 docentes não discordaram, face à fundamentação apresentada pela comissão, com o facto de não lhes ser devida qualquer compensação” e “apenas dois docentes não concordaram com o montante da compensação financeira proposto”.

Tendo a comissão de acompanhamento encerrado os seus trabalhos com a entrega do relatório, caberá aos docentes que não concordaram com a proposta de compensação apresentada por este grupo de trabalho decidir se pretendem dar continuidade ao processo, recorrendo aos tribunais.

O ministro Nuno Crato assumiu no parlamento, em setembro de 2014, que o processo de colocações de professores nas escolas pela 1.ª BCE tinha erros matemáticos na fórmula de cálculo das listas ordenadas, tendo pedido desculpas a pais, alunos, deputados e ao país pelos erros que redundariam na demissão do Diretor-Geral da Administração Escolar, nesse mesmo dia, depois de ter afirmado que os problemas eram da exclusiva responsabilidade dos serviços do Ministério da Educação.

Os erros acabariam por obrigar a anular este concurso, a refazer a lista e corrigir colocações, que deixaram muitos professores inicialmente colocados sem um lugar nas escolas, em alguns casos a centenas de quilómetros das suas residências, o que implicou investimentos como arrendamentos de casas.

A 08 de outubro o ministro disse no parlamento que o Governo pediu ao Conselho Superior da Magistratura a designação de um representante para uma comissão avaliar junto das partes eventuais compensações a professores lesados com erros nas colocações, tendo nomeado o juiz conselheiro jubilado Soreto de Barros para presidir à comissão.

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Debate Sobre os Recursos Deferidos/Indeferidos

A colega Emília Pereira pediu-me para abrir um debate exclusivo às respostas dos recursos hierárquicos.

Porque constata-se que para casos semelhantes tem havido respostas diferentes, o que não é de estranhar, porque cada jurista interpreta de forma diferente casos idênticos (algo que não devia acontecer).

Ainda ontem me contaram uma história de dois casos exatamente iguais em que a única coisa que mudou nos dois recursos foi o nome do docente, um deles veio deferido e outro indeferido.

Fica aqui o tema para debate na caixa de comentários, agradeço que indiquem a resposta dada pela DGAE no caso de deferimento/Indeferimento e a situação que originou o recurso.

 

 

Bom dia, Arlindo.
Tenho lido no seu fórum  que muitos colegas têm recebido deferimento relativamente aos recursos apresentados pela não renovação. Sinto-me desesperada, pois não sei o que fazer. Também apresentei recurso porque não consegui a renovação, apesar de a escola me ter garantido que a tinha pedido, O meu recurso veio indeferido com base no seguinte: ”Contudo, compulsada a declaração de necessidades temporárias efetuada pelo Agrupamento …constata-se a inexistência de qualquer requisição de número de horas e horários para o referido grupo de recrutamento…”; ´´Desta forma, inexistindo qualquer horário naquele Agrupamento e no grupo de recrutamento da Recorrente, não se verifica o requisito constante na alínea b) do n.º 3, do artigo 42.º do DL n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação conferida pelo Decreto-Lei n.º 83.º-A/2014, de 23 de maio: Manutenção do horário letivo anual e completo, apurado à data em que a necessidade é declarada.

Mas para meu espanto parece-me, aparentemente, que para situações iguais os serviços do MEC estão a dar respostas diferentes. Esta questão é vital para mim pois fico impossibilitada de aceder a uma vaga para QZP ( já tenho mais de 15 anos de serviço…).

 

Estarei eternamente grata se me puder ajudar a perceber esta questão e a agir na justiça se o meu caso foi mal indeferido.
Obrigada

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“Animação, hoje é sexta!” (Cartoon d’Or – 1999, 2004 e 2007)

Boa noite! Hoje é sexta, o dia de cinema de animação aqui pelo blog!

Em anteriores semanas, cheguei a divulgar alguns filmes de animação que foram vencedores de Óscars de curtas metragens de animação. No entanto, existe um prémio europeu, muito cobiçado no mundo da animação: o Cartoon d’Or. Pois bem, para hoje trago-vos 3 filmes de animação, claro está, vencedores do Cartoon d’Or em 1999, 2004 e 2007, respetivamente.

O de 1999 é Migrations, de Constantin Chamski. Esta animação, conta a história de um anjo de pedra de um monumento que ganha vida e se tenta libertar para acompanhar as outras aves num voo migratório. Não será fácil…

Em 2004 o vencedor do Cartoon d’Or, segunda animação de hoje, foi Fast Film, de Virgil Widrich. Esta animação é uma perseguição realizada a partir de várias perseguições, usando excertos de “found-footage” que depois são compilados e animados.

 

Finalmente, em 2007 o vencedor foi Luis Cook, com The Pearce Sisters, uma animação que ao mesmo tempo é divertida e mórbida, sobre duas irmãs: velhas, contundentes e solteironas. Vivem numa zona austera e remota da costa e com esforço conseguem arrancar uma existência miserável do mar. The Pearce Sisters é um conto de amor, solidão, entranhas, nudez, violência, fumo e xícaras de chá.

E por hoje terminamos! Até à próxima sexta!

 

 

 

 

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