Escolas com 20 ou Mais Vagas Negativas

São 64 os Agrupamentos/Escolas que têm 20 ou mais vagas negativas na lista de vagas ao concurso interno.

O Agrupamento com mais vagas negativas é o Agrupamento de Escolas Rafael Bordalo Pinheiro nas Caldas da Rainha com 47 vagas negativas.

Por curiosidade o “meu” mega-agrupamento (onde se juntaram apenas duas EB2/3 e não tem ensino secundário!!) encontra-se no 7º lugar das escolas com mais vagas negativas.

Para verem em que grupos existem as vagas negativas nestes 64 agrupamento abrir este pdf.

 

MAIS de 20 negativas

 

 

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Escolas com 20 ou Mais Vagas Positivas

São 43 os Agrupamentos/Escolas que têm 20 ou mais vagas positivas para o concurso interno. O Agrupamento que se destaca é o Agrupamento de Escolas de Benfica em Lisboa que tem 101 vagas positivas, seguindo-se o Agrupamento de Escolas de Águas Santas na Maia, com 59 vagas.

 

Para ver a que grupos de recrutamento correspondem estas vagas abrir este documento em pdf.

 
MAIS de 20 positivas

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Circular Sobre o Artigo 79º

Que mantém  a versão oficial do MEC sobre o assunto e remete para canto a resposta de Mário Pereira à Provedoria de Justiça.

Mesmo sendo este o entendimento correto sobre o assunto não deixo de fazer o reparo à forma como as leis são escritas e como por vezes a sua má redacção provoca a dificuldade de entendimento em quem as lê e analisa.

Seria muito mais simples que a legislação fosse feita de uma forma clara sem que levasse a diferentes interpretações conforme a leitura de quem a faça.

Pelo menos o alerta que foi feito aqui relativamente à resposta do artigo 79º levou a que finalmente ao fim de 8 anos saísse uma resposta oficial de uma Direção-Geral em forma circular.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/03/Circular-redução-da-componente-letiva-ao-abrigo-do-art.º-79.º-do-ECD.pdf”]

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As 34 sombras da minha docência 

Bom, eu detestava aula do 7º G até precisar de fotocópias, assim, “tipo”, para ontem… Então, decidi que o 7ºG ganhava o segundo lugar e a Reprografia o primeiro. Tem uma bruxa (Ná! Bruxa até é um nome bem simpático!), aliás um grifo asqueroso (ainda é demasiado injusto) que me trata de modo arrepiante:

– Bom dia, precisava de 55 cópias para amanhã de manhã, se faz favor.

– O quê? Mas julga que eu sou alguma máquina, é impossível! Impossível! Estou aqui sozinha e não tenho tempo para tudo, devia ter deixado isso mais cedo…

(Tento interromper o arrulhar nervoso)

–  Mas são só 55 cópias, não pensei…

– Não pensou, pois, nunca pensam! Chegam aqui e querem tudo feito à medida, como os sapatos! É impossível, eu tenho…, está a ver? (aponta o dedinho irritante para uma pilha de papéis suspeita) Tenho um trabalho para entregar hoje, isto é demais, tenho mais que fazer! (Continua a argumentar escabrosamente, quando estou prestes a desistir)

– Pronto, deixe estar, não imaginei… (rápida reformulação da planificação: net off, datashow não funciona, no copies, o que sobra?…PENSA DEPRESSA, PENSA DEPRESSSA!!!).

Sou interrompida pela voz arrastada e pesarosa do grifo da reprografia:

– Ora, deixe lá, deixe lá, eu é que sei o que sofro com isto, eu é que sei, agora 55 cópias, acha que é assim sem mais nem menos?

Deixo-lhe, temerosamente, os exemplares e preparo-me para vir embora com um obrigado e boa tarde suspensos entre tanta conversa desfiada. Subitamente, esta estranha admoestação é interrompida com a chegada de uma professora, velha na “casa”:

– Olá, boa tarde, doutora! Como foi esse fim-de-semana? E os seus meninos?… 60 cópias para logo? Com certeza, dê-me cá que ficam já feitas!

Sombra

Sinto-me extremamente estúpida. Não, abaixo de estúpida… entupida. É isso, sinto-me entupida pela minha miserável condição de caloira na escola. Confesso à Lurdes a cena que se passou (a Lurdes é a minha colega mais próxima, tem só 12 horas e está de passagem, tal como eu) e ela riposta-me com uma situação similar; a falsa ruiva ouve-nos (outra provisoriazeca) e repete as injúrias que lhe foram dirigidas na semana anterior, o Hércules (contratado de Biologia) confessa-se, igualmente tramado por uma cena do estilo.

Em reunião de grupo, alerto para o sucedido revelando-me “profundamente descontente com a falta de profissionalismo revelada”; que é como quem diz que não se admite que uns sejam primos e outros enteados (mas isso eu só pensei, não repeti).

–  Ó colegaaaa….

(Mau, se começa com este paternalismo…)

–  Ó querida (porque será que percebo logo que isto vai correr mal já a seguir?…), temos de desculpar a D. Conceição…

(o quê? Esse abutre draculesco tem nome?)

– Ela já está cá desde a fundação da escola!

(Uma loira oxigenada interrompe para reforçar o irreforçável)

– É bem verdade, desde a fundação!

– Estima-nos muito e mima-nos, mas, de início, fomos todas tratadas…

(Como merda?)

– … com aspereza! São feitios, é uma questão de feitios!

Olho em redor… . Estou rodeada de cabeças bamboleantes que acenam como zombies, assustadoramente em coro. Enterro-me na cadeira e afogo-me no silêncio. Recordo, apenas, o primeiro dia em que entrei nesta escola, cheia de felicidade por ter ficado colocada, repleta de energia para começar a trabalhar, superada a angústia dos erros e da espera de um concurso desumano e miserável.

Devia ter percebido, logo à entrada, que este lugar era de uma negrura cerrada. Sobretudo, depois de me sentar no local errado, na sala de professores, quando ocupei uma mesa, enquanto organizava a papelada do costume, sem adivinhar que cada cadeira ostentava um nome invisível. Tão invisível como eu, que fui completamente ignorada por quem me rodeou, conversando e rindo – “Cá estamos de regresso, não é? Ficaste com que turma?… Excelentes! De manhã, é claro, de manhã.” Pois, para nós sobram sempre os G’s, os F’s que ninguém quer, mas que dão tanta autonomia e independência a estas escolas.

Recordo-me de ver uma colega mais velha, com um sorriso estupendo e surpreendente, vir na minha direção e proferir ironicamente:

– A colega desculpe, mas vai ter de mudar de lugar, pois esta mesa está ocupada pelo nosso grupo, vê as pastinhas nas cadeiras?

Remeti-me à minha insignificância e, com um sorriso amargo, olhei em redor, dirigindo-me para a segunda área da sala, onde dois sofás absolutamente desconfortáveis acomodavam os outros intrusos recém-chegados e silenciosos.

sombra 1Foi assim que percebi que o ambiente nesta escola não resulta apenas das turmas difíceis, mas também do ar que lá dentro se respira.

Sobreviverei eu à sala de professores, à reprografia, ao 7ºG, ao F, ao H, aos 150 alunos que me calharam na sorte, aos desígnios de mais um concurso injusto que se avizinha?

Provavelmente sim, pois sou de uma casta de professores já velha no mercado. E que não tem alternativa, senão aguentar tudo isto…

A questão final, essa sim, é saber o que sobreviverá dentro mim no final de mais um ano, simplesmente, atroz.

 

To be continued…

 

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Números no Diário Económico

Para compararem as vagas de 2015 com as de 2013, por grupo de recrutamento e por QZP podem ver este artigo de 2013 e comparar com os que publiquei neste fim de semana.

economico
Diário Económico (02-03-2015)

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A Minha Escolha da Semana

Rubrica semanal dedicada à música que não se vai ouvir tão cedo em (quase) nenhuma estação de rádio, ou até nunca se vai ouvir.
Como costume este álbum ficará na barra lateral do blog até ao próximo domingo e foi lançado na passada quarta-feira.

 

Eduard Francis – Braver 

 

Released 25 February 2015

All songs written and produced by Edward Francis
Mastered By Corey Kikos
Artwork by Alanna Lorenzon
Released by Zero Through Nine (ZTN006)

 

Uma boa semana para todos vocês.

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Requalificação de Professores – Prof. Sílvio Miguel

A opinião de Sílvio Miguel que foi um dos 15 docentes que entraram no processo de requalificação e que injustamente foi enviado para esse processo.
Como a lista ainda não se tornou definitiva acredito que casos idênticos ao do Sílvio serão solucionados.

 


 

Sílvio Miguel, de 50 anos, professor dos quadros no Agrupamento de Escolas de Ovar, esteve lá colocado já este ano letivo com horário completo (entre 1 de dezembro e 19 de janeiro, até regressar ao agrupamento uma colega com mais graduação), pelo que não poderia ter sido remetido para a requalificação. Isto porque o Decreto-Lei nº83-A/2014, que regula os concursos de docentes, determina que o sistema de requalificação seja aplicado apenas a professores que “não obtenham colocação através do concurso de mobilidade interna até 31 de janeiro do ano letivo em curso”. Por outro lado, Sílvio Miguel afirma que depois de ter sido indicado para requalificação foi ilegalmente retirado das listas de concurso, apesar de, como estipula a lei, ter manifestado junto da tutela a intenção de se manter na lista. “Eu fui retirado das listas e, na 17ª Reserva de Recrutamento, vi um colega posicionado 80 lugares abaixo de mim ser colocado numa escola a quatro quilómetros da minha casa”, disse Sílvio Miguel, questionando ainda a forma “aleatória” como a tutela contactou docentes em risco de requalificação para propor alternativas. “Eu não fui contactado”, disse.
Impresso do site do jornal Correio da Manhã, em www.cmjornal.pt, por Bernardo Esteves 25.02.2015 17:54

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Concurso Nacional de Professores 2015/2016 – Onde está o 1453? 

Comunicado ANVPC

Concurso Nacional de Professores 2015/2016 – Onde está o 1453?

 http://anvpc.org/comunicado-concurso-nacional-de-professores-20152016-onde-esta-o-1453/

Wembley Legends Join Where’s Wally? For 25th Anniversary

Esta interrogação, relativamente ao número de abertura de vagas de Quadro de Zona Pedagógica (QZP) para o concurso de professores de 2015/2016, pode-se adaptar da saga do livro “Onde se encontra o Wally ?”.

Os (excelentes) estudos publicados pelo Arlindo Ferreira (www.arlindovsky.net), alguns deles realizados em articulação com a Associação Nacional dos Professores Contratados, indicavam que a aplicação da “norma-travão” representaria a abertura de 461 vagas de QZP, não contabilizando alguns dados (por, curiosamente, não serem públicos), nomeadamente os contratos a termo realizados pelos professores nas escolas TEIP e nas com Contrato de Autonomia. Adicionando as 106 vagas que foram abertas no grupo 290 (EMRC) e que também não eram consideradas nos estudos citados, o total de vagas a abrir aplicando o n.º 2 do art.º 42º do D.L. n.º 83-A/2014 de 23 de maio, perfazia o total de 567.

Ora, a Portaria n.º 57-C/2015 de 27 de fevereiro fixou em 1453 o número de vagas de QZP, mais do dobro do que era expectável, o que veio a superar as projeções mais otimistas.

A ANVPC pautou a sua atuação, nas reuniões que teve com a tutela nos passados meses de janeiro e de fevereiro (divulgadas em www.anvpc.org), pelo alerta para os imperativos de equidade e de igualdade de oportunidades entre professores contratados, sem os quais a aplicação do n.º 2 do art.º 42º do D.L. n.º 83-A/2014 de 23 de maio gerará novas injustiças, que perdurarão nos anos seguintes e conduzirão a inevitáveis conflitos judiciais.

Nesse sentido, e para minimizar essas injustiças, esta organização sempre defendeu a necessidade de flexibilização na extensão da aplicação da “norma-travão” a um maior número de professores, já no concurso nacional de 2015/2016.

Resta aguardar pelo aviso de abertura para sabermos qual foi o critério adotado para a contabilização das 1453 vagas, esperando que tenha tido em conta as variadas propostas apresentadas pela ANVPC, no sentido de resolver o problema dos docentes que realizaram contratos anuais e sucessivos com o MEC, assim como o de aqueles que, não o tendo feito, detêm muitos anos de serviço docente prestado nas escolas diretamente tuteladas pelo Ministério da Educação e Ciência.

A direção da ANVPC
01.03.201

 

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Resumo da Semana 7 e Antevisão da Semana 8

Semana 7

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A Minha Opinião Sobre as Vagas de 2015

Como sabem, sempre defendi a separação dos concursos interno e externo de forma a permitir beneficiar os docentes dos quadros e os docentes contratados. Poderei procurar mais artigos onde disse isso, mas o primeiro que encontrei na pesquisa foi este.

Sempre fui conta a realização em simultâneo de um concurso interno/externo pela simples razão que não beneficiaria ninguém.

O número de vagas de 2015 veio dar-me razão.

Relativamente ao mecanismo da norma travão, apesar de ser uma necessidade imposta por normas europeias, carece de mais justiça e equidade. Não sei até que ponto seria possível que a sucessão de contratos pudesse levar à abertura de vaga no QZP dessa escola de forma a que apenas os docentes com 5 ou mais anos de serviço nos últimos 10 no ensino público pudessem concorrer na 1ª prioridade.

Julgo que por aqui criava-se mais justiça e já referi que assim devia ser.

Como também já disse, as 1453 vagas superam um pouco as minhas expectativas, mas também sabia que não poderia saber ao certo quantos docentes estariam nessas condições. Fui apontando para que abrissem cerca de um milhar de vagas a considerar os docentes colocados em escolas TEIP e com Autonomia em pelo menos num dos últimos 5 anos letivos. Contudo, acrescem as colocações no EPE e já me chegaram vários relatos de docentes que estão neste ano no seu 5º contrato anual, pelo que para além das colocações em escolas TEIP e com Autonomia haverá sempre mais uns quantos que terão o direito à vinculação por colocações fora destes concursos.

Mas agora voltando ao concurso interno e ao número de vagas de 2015 e à comparação com 2013.

Em 2013, em que havia um concurso interno e externo em simultâneo as vagas foram estas, na altura fiz imensos estudos sobre as vagas e o quadro seguinte foi retirado deste artigo. E por este concurso entraram no quadro, pasme-se, 3 docentes.
vagas por QZP

Comparando o quadro de 2013 com o quadro de 2015 verifica-se um enorme aumento das vagas positivas e um grande redução das vagas negativas.

 

vagas tota ci

E porquê?

Pela razão que me leva a dizer que a separação dos concursos é benéfica para todos.

A administração abrindo apenas vagas para um concurso interno consegue gerir melhor os seus recursos não receando a entrada de inúmeros docentes nos quadros que poderia ser descontrolado em função das opções que fossem feitas pelos docentes dos quadros.
E abrindo vagas em exclusivo para o concurso externo consegue já prever o impacto dessa medida.

Serei talvez dos poucos que pensa desta maneira e compreendo os que dizem que o que sempre existiu é que está bem, em que só devia funcionar uma lista graduada num concurso Interno/Externo único. Se soubessem e compreendessem estes números não insistiam no absurdo.
Podia recuar a 2009 e mostrar outros quadros que fiz na altura, mas como 2009 foi o ano em que todos os docentes QZP foram obrigados a concorrer a QE, as vagas que abriram na altura foram em enorme número para absorver os docentes QZP em QA/QE. Mas nem todos conseguiram lugar de quadro de agrupamento e ainda hoje continuam a ser esses que melhor se posicionam na Mobilidade Interna.

Mesmo com esse elevado número de vagas positivas, apenas 396 docentes contratados entraram nos quadros.

Esta posição da separação dos concurso interno e externo é individual e não se transpôs para a reivindicação de nenhuma organização sindical, que continuam a defender um concurso Interno/Externo único apenas com base na graduação profissional.

Neste caso acho que o MEC está de parabéns por perceber que a separação destes concursos acaba por beneficiar os professores.

E ao contrário de 2013, em que comprovei ter havido manipulação das vagas positivas (pelas razões que apontei para a necessidade da separação dos concursos) desta vez até acho que houve uma maior permissão na abertura das vagas positivas e uma redução ao número de vagas negativas pedidas pelas escolas.

E para quem quiser justificar este número de vagas com o facto de ser ano eleitoral não deve ir por ai, porque é mesmo pela separação dos dois concursos que tais números são possíveis de existirem.

 

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Resposta do MEC ao Correio da Manhã Sobre o Artigo 79º

O MEC mantém a resposta oficial que sempre deu sobre as reduções da componente letiva ao abrigo do artigo 79º.

Seria interessante conhecer a versão do Ex-Diretor-Geral sobre o documento que assinou dando uma interpretação diferente à versão oficial do MEC e quem sabe questionar um linguista para fazer a interpretação da norma transitória que se encontra no artigo 18º, porque quer tribunais, quer provedoria de justiça também têm o mesmo entendimento desta posição oficial.

 

artigo 79

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Quadro Resumo com as Vagas Positivas, Negativas e Saldo por QZP

Clicar na imagem para abrir documento em pdf.

 

RESUMO

 

Acrescem a estas vagas do concurso interno as vagas seguintes do concurso externo anual.

 

vagas norma travão

 

E por hoje é tudo.

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Vagas do Concurso Interno no QZP 10

QZP10

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Vagas do Concurso Interno no QZP 9

QZP9

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Vagas do Concurso Interno no QZP 8

QZP8

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Vagas do Concurso Interno no QZP 7

QZP7

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Vagas do Concurso Interno no QZP 6

QZP6

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Vagas do Concurso Interno no QZP 5

QZP5

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Vagas do Concurso Interno no QZP 4

QZP4

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Vagas do Concurso Interno no QZP 3

QZP3

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Vagas do Concurso Interno no QZP 2

QZP2

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Vagas do Concurso Interno no QZP 1

Este primeiro post com o número de vagas positivas, negativas e o saldo das vagas será o primeiro de uma série de 10 artigos sobre cada um dos QZP.

Chamo a atenção que estas vagas são de Quadro de Agrupamento/Escola mas que para melhor análise final resolvi transpor para QZP.

A análise será apenas feita no fim do tratamento de todos os dados.

Mas podem ir tirando as vossas conclusões na caixa de comentários de cada artigo.

QZP1

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Número de Vagas no Concurso Interno

É um número razoável para haver bastante mobilidade.

E o elevado número de vagas no grupo 910 vai permitir que se libertem vagas noutros grupos de recrutamento, apesar do saldo das vagas ser negativo em 4910.

 

vagas tota ci

 

 

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Portaria das Vagas

PORTARIA N.º 57-C/2015 – DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 41/2015, 3º SUPLEMENTO, SÉRIE I DE 2015-02-27

 

Ministérios das Finanças e da Educação e Ciência

 

Fixa o número de vagas a preencher pelo concurso externo, previsto e regulado no Decreto-Lei n.º 83-A/2014 de 23 de maio

 

Em atualização.

 

Será difícil perceber como existem vagas que são abertas para a norma travão onde sempre existiram docentes de QZP por colocar em alguns grupos de recrutamento. Dou como exemplo a abertura de 3 vagas no grupo 240 onde existiam docentes dos quadros por colocar.

 

vagas norma travão

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Os Vários Estudos Que Fiz da Norma Travão

461 Docentes Que Cumprem em 31/08/2015 os Limites

 

E Se na Norma Travão Não Fosse Considerado o Mesmo Grupo de Recrutamento?

Mais um Estudo de uma Vinculação Onde Deviam Entrar nos Quadros 2833 Docentes

 

Dados dos candidatos à vinculação semiautomática

 

 

E o mais aproximado com os números anunciados hoje que foi publicado em 20 de Julho de 2014.

 

E Com 4 Contratos Sucessivos Anuais e Completos

 

… existem actualmente pelo menos 1585 docentes que podem em 2014/2015 obter o 5º contrato anual consecutivo de forma a que em 2015 obtenham o 6º contrato que dará entrada directa nos quadros.

 

DE - 20JAN

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“Animação, hoje é sexta!” (Literatura e animação: Franz Kafka)

Hoje o espaço “Animação, hoje é sexta!” é dedicado à literatura e cinema de animação. Mais precisamente a filmes de animação realizados com argumentos adaptados de obras de Franz Kafka.

O primeiro, realizado em 1991 por Piotr Dumala, é Os diários de Franz Kafka, baseada na obra homónima de Kafka. Neste filme de Dumala são apresentadas cenas da vida de Franz Kafka, da sua juventude e do amadurecimento de seu génio criativo até ao seu isolamento. Baseado em diários, cartas e romances de Kafka como fonte inspiradora, esta animação inclui material documental – a partir de fotos tiradas por Kafka entre 1883 e 1924 com imagens de Praga na mudança de século. A técnica de animação é prodigiosa, com desenhos e gravura sobre placas de gesso.

 

 

A segunda animação, de 1999, é baseada na obra “A Metamorfose” de Franz Kafka. Realizada pelo espanhol Charlie Ramos, The Metamorphosis, baseou-se na obra de Franz Kafka, em que Gregor, a personagem principal, acorda para ver que se transformou num grande inseto.

 

 

 

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Aguardo o 4º Suplemento do Diário da República de Hoje

Para ver a lista de vagas e quem sabe o aviso de abertura do concurso.

 

Ele sairá aqui, ou aqui se sair na 1ª Série do Diário da República.

 

E como sempre tive o feeling para que fosse hoje publicado o aviso de abertura vou ficar a aguardar que o mesmo ainda saia hoje.

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Supera as Minhas Expetativas

Só espero que estes dados tenham sido trabalhados pelo MEC e que não se reportem apenas aos pedidos que as escolas fizeram há pouco tempo.
Porque parece-me que alguns erros foram feitos na declaração dos docentes que reúnem as condições para a vinculação através da norma travão.

 

Ministério da Educação anuncia vinculação de 1453 professores

 

 

O Ministério da Educação e Ciência anunciou esta sexta-feira que vai vincular aos Quadros de Zona Pedagógica 1453 professores.

De acordo com uma nota do Ministério (MEC), a portaria que fixa as vagas dos quadros das escolas e dos quadros de zona pedagógica, discriminados por grupos de recrutamento, «a preencher através do concurso interno/externo de 2015 será hoje publicado em Diário da República».

«De acordo com a legislação, o concurso interno realiza-se de quatro em quatro anos. No entanto, o MEC assumiu no ano passado, no âmbito da vinculação extraordinária realizada, o compromisso de realizar um concurso interno intercalar, sem prejuízo daquele que está previsto para 2017», diz o comunicado.

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E as Permutas?

Cessam com este concurso interno?

Sim. As que decorram das colocações das listas da mobilidade interna cessam os seus efeitos com o concurso interno intercalar de 2015, independentemente de ser entre QA/QA ou QA/QZP.

As que decorram do concurso interno/externo de 2013 mantêm-se por 4 anos.

 

Decreto-Lei nº 83-A/2014

Permutas
Artigo 46.º
Âmbito de aplicação

3 — A permuta autorizada entre docentes colocados
nos concursos interno e externo vigora obrigatoriamente
pelo período correspondente a quatro anos escolares, sem
prejuízo da perda da componente letiva que ocorra no seu
período de duração.

5 — A permuta dos docentes colocados no procedimento
de mobilidade interna e no concurso de contratação
inicial vigora pelo período correspondente às respetivas
colocações, sem prejuízo de cada um dos permutantes ser
obrigado a permanecer no lugar para que permutou pelo
período correspondente à sua colocação em plurianualidade
nos termos do presente diploma.

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Para Esclarecer As Dúvidas Sobre Quem Tem de Concorrer

Já tinha dito em 25 de Janeiro que os docentes QZP não eram obrigados a concorrer ao concurso interno, confirma-se o que disse.

 

Os únicos docentes obrigados a concorrer ao concurso interno são os docentes que vincularam em 2014 no Concurso Externo Extraordinário.

Todos os restantes docentes concorrem se entenderem que o devem fazer.

 

Já na Mobilidade Interna são obrigatoriamente candidatos os seguintes docentes:

  • Docentes QZP;
  • Docentes a quem não é possível atribuir o mínimo de 6 horas de componente letiva na escola de provimento.

 

Na Mobilidade Interna os docentes QZP são obrigatoriamente candidatos a todas as escolas do seu QZP, podendo manifestar preferências por escolas de outros QZP e os docentes QA/QE a quem não é possível atribuir o mínimo de 6 horas de componente letiva são obrigatoriamente candidatos a todas as escolas do seu concelho, ou no caso das “zonas” metropolitanas do Porto e de Lisboa aos concelhos identificados no DL 83-A/2014.

Ambos concorrem na 1ª prioridade, assim como os docentes que estão no programa de requalificação.

 

Como os docentes QZP têm de concorrer na Mobilidade Interna pelo menos a todo o seu QZP, não vejo porque razão não concorram no concurso interno para as escolas ou QZP que pretendam ficar colocados, independentemente de haver vaga ou não.

 

NOTA: Todas as mobilidades cessam com o concurso interno intercalar deste ano (Número 3, do artigo 6º do DL 83-A/2014)

As renovações como não são uma forma de mobilidade podem manter-se até ao limite previsto no número 2 do artigo 42º do mesmo Decreto-Lei e em 2015/2016 pode haver renovações desde que se cumpram os requisitos previsto no número 3 do artigo 42º.

 

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Apresentação do Concurso pela DGAE

Mas ainda sem datas.

candidatura

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/02/Concurso_Docentes_2015_25_fev.pdf”]

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Aposta de Hoje

… para 70 milhões.

 

euromilhoes 27 fevereiro

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O Novo Programa de Português do Ensino Básico

… estará em consulta pública durante o mês de Março.

 

DESPACHO N.º 2109/2015 – DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 41/2015, SÉRIE II DE 2015-02-27

Ministério da Educação e Ciência – Gabinete do Ministro

 

Novo Programa para o Ensino Básico

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Resumo da Reunião Entre a DGAE e o SPLIU

Como amanhã é o último dia útil de Fevereiro já não me acredito que saia qualquer aviso de abertura durante este mês tendo em conta o conteúdo conhecido das reuniões com o SPLIU e com a FNE.

 

 

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Blogosfera – Com Regras

Um blogue em evolução.
 

Mais uma parceria TOP!

 

 

Logotipo Elisabete LealAlguns de vocês já se devem ter apercebido do separador que se encontra no menu (em cima) intitulado de “Apoio Jurídico”. Hoje é o dia da sua inauguração!

Além do espaço S.O.S, que é acompanhado por especialistas na área da psicologia, a partir de hoje, o ComRegras disponibiliza também uma especialista em direito.

Qualquer membro da comunidade educativa poderá apresentar as suas questões, relacionadas com questões disciplinares, sendo estas respondidas pela advogada, Dra. Elisabete Leal.

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Por Paredes

Alunos de escola de Paredes fecham escola contra a discriminação do ensino público em Portugal

Dezenas de alunos manifestaram-se na manhã desta quinta-feira em frente à escola secundária de Paredes gritando palavras de ordem contra as políticas do ministério da Educação. Os alunos consideram que são penalizados pelo Governo e que não têm as mesmas facilidades proporcionadas aos alunos do ensino privado.

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Eu Sei Que Estou a Falar Imenso de Timor

Por isso não sei se o recado é também para mim. 😉

Presidente parlamento timorense pede que estrangeiros respeitem decisão sobre línguas

 

Díli, 26 fev (Lusa) – O presidente do Parlamento Nacional timorense pediu hoje a outros países e a instituições estrangeiras que deixem de “perturbar” e respeitem a decisão “fundamental e estratégica” de Timor-Leste sobre as suas línguas nacionais, tétum e português.”Tenho visto, desde o início, infelizmente, interesses estranhos a Timor a perturbar as escolhas fundamentais estratégicas que o país tomou”, disse Vicente da Silva Guterres em entrevista à Lusa.

Peço às pessoas que são estranhas a Timor que nos respeitem. Que respeitem as opções fundamentais que os timorenses tomam relativamente aos seus interesses fundamentais. Peço a países estrangeiros ou instituições das Nações Unidas que respeitem a vontade dos timorenses”, afirmou.

Vicente da Silva Guterres falava à Lusa dias antes de o parlamento timorense debater e votar – está agendado para terça-feira – uma Apreciação Parlamentar para revogar a vigência de dois polémicos diplomas que colocam o português como língua principal apenas no 3.º ciclo.

Os quase 20 deputados que assinam a Apreciação Parlamentar consideram que os dois diplomas do Governo – publicados no Jornal da República em janeiro – são inconstitucionais e “afetam negativamente o ensino da língua portuguesa em Timor-Leste”.

Os deputados acham “flagrantemente contraditório” que o Governo, no mesmo diploma, proclame o objetivo de “garantir um sólido conhecimento de ambas as línguas oficiais”, mas acabe por as discriminar, “colocando em papel de destaque as línguas maternas e o tétum”.

Os parlamentares consideram que o diploma faz “perigar a aprendizagem do português ao não lhe atribuir a devida importância na fase da vida da criança em que ela está mais predisposta à assimilação de conhecimentos”.

Afirmando que tem defendido a mesma posição sobre as duas línguas oficiais “desde sempre”, o presidente do parlamento pediu aos timorenses que sejam “coerentes e consequentes”.

“Trata-se de uma decisão fundamental para o país, maduramente pensada, na convicção de que é vital para a sobrevivência de Timor como pais independente que possa dominar de uma forma definitiva a língua portuguesa”, afirmou.

Vicente da Silva Guterres disse que defendeu esta mesma posição, esta semana, num encontro que a vice-ministra da Educação, Dulce Jesus Soares, que, acompanhada de duas assessoras portuguesas, defendeu os decretos.

O presidente do parlamento disse ter ficado “admirado” e “não conseguir compreender” o facto de os decretos terem sido defendidos por duas assessoras portuguesas.

E insistiu que, “independentemente de todas as teorias”, ele próprio é um exemplo de que ensinando o português desde o início se consegue aprender essa língua, mesmo que não seja a materna.

“Aquilo que convictamente defendo é que se avance, em simultâneo, com as duas línguas oficiais: o português e o tétum. O português pode arrastar o tétum e o tétum, juntamente com o português, podem desenvolver-se de forma harmoniosa, consolidando os nossos conhecimentos nas duas línguas oficiais”, disse.

“E consegue aprender-se o português sem esquecer as línguas maternas. Adquiri o português e não perdi as minhas línguas maternas”, afirmou.

Vicente da Silva Guterres afirmou que há exemplos em que a implementação de programas de promoção das línguas maternas, como a África do Sul, só pretendeu impedir o acesso a outra língua, que poderia fornecer maiores conhecimentos científicos.

“E aqui perto, na nossa região, também se foi nesse sentido. Para dividir, desunir e evitar que o povo dê um salto e se possa inserir adequadamente neste mundo globalizado”, afirmou.

ASP // JPS

Lusa/Fim

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Inscrição na Prova Específica

Link na imagem.

 

inscricao pacc

 

 

O formulário de inscrição está disponível até às 18 horas do dia 2 de março

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Resumo da Reunião Entre a FNE e a DGAE

CONCURSOS DE DOCENTES DEVEM SER TRANSPARENTES E A TEMPO E HORAS

Em reunião que decorreu na DGAE, a FNE expôs as suas perspetivas em relação aos concursos de docentes de 2015 para o ano letivo de 2015/2016, com o objetivo de que estes sejam justos, transparentes e concretizados de forma que todos os docentes conheçam as suas colocações a tempo e horas e todos os alunos vejam reconhecido o direito a terem os seus professores desde o primeiro dia de aulas do próximo ano letivo.

 

Embora a DGAE não tenha divulgado, nem o mapa de vagas que vão estar em concurso, nem o cronograma do seu desenvolvimento nas diversas etapas, fez a apresentação das linhas gerais a que vão obedecer os concursos interno e externo que vão iniciar-se proximamente. As bases desses concursos constituem a aplicação da lei em vigor sobre esta matéria, uma vez que a opção do MEC foi a de não produzir qualquer alteração à lei em vigor, apesar de a FNE ter insistido desde o início do ano letivo na necessidade de proceder a correções que a experiência demonstra como absolutamente necessárias.

 

Aliás, a FNE reafirmou claramente e em particular a sua oposição à existência do mecanismo da BCE (Bolsa de Contratação de Escola), que constituiu e voltará a constituir um fator desnecessário de perturbação do início do ano letivo, atrasando colocações de docentes e produzindo injustiças e dando espaço a arbitrariedades que só acumulam desconfiança entre todos os candidatos.

 

Nesta reunião, a DGAE anunciou que o concurso interno vai basear-se num novo apuramento de vagas, realizado nas últimas semanas e que deverá permitir que os docentes dos quadros de agrupamento, de escola e de zona pedagógica possam aproximar-se das escolas da sua preferência. Este concurso interno é realizado em 2015 e o compromisso do MEC é de que o próximo concurso interno será em 2017.

 

A FNE manifestou as suas fortes apreensões em relação ao apuramento de vagas conduzido pela DGAE, salientando que o mapa que resultar desse apuramento não pode constituir um fator de desnecessária perturbação entre os docentes, devendo antes possibilitar que cada docente possa, tanto quanto possível, estar colocado numa das escolas da sua preferência.

 

Nesta reunião foi ainda tratada a questão da operacionalização do concurso externo, tornado imprescindível pela aplicação da norma que impõe a vinculação, através do quadro de zona pedagógica, dos docentes que reúnem como condição terem trabalhado nos cinco anos consecutivos imediatamente anteriores, em horários completos anuais.

 

A DGAE comprometeu-se a que o número de vagas a abrir em QZP coincidirá com o número de docentes naquelas condições, apurado pelos serviços do MEC (e que não foi divulgado).

 

A FNE sublinhou a necessidade de ser garantida a plena contabilização dos dias de serviço para efeitos de concurso de todos os docentes que foram colocados depois do dia 1 de setembro em resultado de atrasos nos procedimentos de concursos e que foram da responsabilidade dos serviços do MEC.

 

Nesta reunião, a FNE insistiu ainda na necessidade de ser garantido que as normas com que o concurso vier a abrir não venham a sofrer alterações ao longo do tempo, como tem acontecido nos anos anteriores. Aliás, a FNE considerou essencial a clareza do aviso de abertura de concurso, bem como a publicitação, em simultâneo com aquele aviso, do manual de procedimentos para apoio aos candidatos.

 

Para a FNE, é ainda essencial que a DGAE divulgue atempadamente o cronograma de desenvolvimento das diferentes fases de concurso, de forma que os candidatos as conheçam a tempo de se organizarem para os procedimentos a que sucessivamente irão ser chamados.

 

A FNE alertou finalmente a DGAE para a necessidade de ser clarificada corretamente e antes da abertura do concurso a forma de organização dos horários no quadro da aplicação do artigo 79º do ECD (reduções da componente letiva por efeitos da idade e do tempo de serviço), do artigo 103º do ECD (contabilização dos dias de faltas por motivo de doença)e ainda as condições de contabilização do tempo de serviço prestado no 1º ciclo para efeitos da candidatura ao Grupo de Recrutamento 120.

 

 

Lisboa, 25 de janeiro de 2015

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Perguntas Frequentes da PACC

Apenas coloco neste post as perguntas novas. As restantes podem ser lidas aqui.

 

Posso realizar a componente específica da prova, apesar de ter a minha falta justificada na componente comum, ao abrigo do Guia da Prova? NOVO

Não. A justificação da falta à componente comum da prova é extensível à componente específica, estando a sua situação justificada apenas para o ano escolar de 2014/2015.

 

Obtive aprovação na Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades no ano letivo 2013/2014. Preciso de realizar, este ano, a prova da componente específica? NOVO

Não. Os professores que obtiveram aprovação na PACC em ano em que não se realizaram provas das componentes específicas não necessitam de prestar provas nesta componente em virtude de, no ano em questão, a prova ser composta, apenas, pela componente comum.

 

Caso pretenda ser opositor(a) a vários grupos de recrutamento, devo obter aprovação nas correspondentes componentes específicas? NOVO

Sim. Para cada grupo de recrutamento deverá obter aprovação no conjunto da componente comum e da componente específica, sendo apenas necessário realizar a componente comum uma única vez.

 

Tenho uma licenciatura/mestrado que me qualifica profissionalmente para dois grupos de recrutamento. Necessito de obter aprovação nas duas componentes específicas relativas a esses grupos? NOVO

Sim. Para tal, deve consultar o Anexo I do Decreto Regulamentar n.º 7/2013, de 23 de outubro (componente específica da prova por grupos de recrutamento e ciclos de ensino), sendo que existem situações em que a mesma componente/prova específica corresponde a mais do que um grupo de recrutamento.

 

Tenho qualificação profissional para um determinado grupo de recrutamento e encontro-me em processo de profissionalização para outro grupo de recrutamento. Posso realizar a componente específica correspondente a este último? NOVO

Não. Sendo a qualificação profissional um requisito obrigatório e objeto de validação durante o período de inscrição, não é possível inscrever-se nesta edição da PACC para o segundo grupo de recrutamento.

 

A inscrição na prova específica é automática? NOVO

Não. Conforme o estipulado no Aviso n.º 12960-A/2014, de 19 de dezembro, os procedimentos de inscrição para a realização da componente específica da prova serão objeto de publicação em aviso próprio, nos termos do artigo 4.º do Decreto Regulamentar n.º 3/2008, de 21 de janeiro, na sua atual redação.

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