Ensino Secundário
Matemática A-635
12.º Ano / 1.ª Fase
23.06.2016, 09:30
Matemática Aplicada às Ciências Sociais-835
11.º Ano / 1.ª Fase
23.06.2016, 09:30
Matemática B-735
11.º Ano / 1.ª Fase
23.06.2016, 09:30
Jun 23 2016
Matemática A-635
12.º Ano / 1.ª Fase
23.06.2016, 09:30
Matemática Aplicada às Ciências Sociais-835
11.º Ano / 1.ª Fase
23.06.2016, 09:30
Matemática B-735
11.º Ano / 1.ª Fase
23.06.2016, 09:30
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Jun 23 2016
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Jun 22 2016
Alemão-501
11.º Ano / 1.ª Fase
22.06.2016, 14:00
Biologia e Geologia-702
11.º Ano / 1.ª Fase
22.06.2016, 09:30
Economia A-712
11.º Ano / 1.ª Fase
22.06.2016, 09:30
Espanhol-547
11.º Ano / 1.ª Fase
22.06.2016, 14:00
Francês-517
11.º Ano / 1.ª Fase
22.06.2016, 14:00
Inglês-550
11.º Ano / 1.ª Fase
22.06.2016, 14:00
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Jun 22 2016
O problema persiste. Onde deixar os filhos durante as férias escolares?
Na escola. Não se está a ver. É o sitio indicado. É o armazém ideal… Porque razão lhes chamam “Férias”, é uma coisa que custa a entender. Este período de tempo deveria ter um outro nome, quem sabe… “Escolérias”!
in Económico
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Jun 22 2016
Por motivos de organização, as escolas e os encarregados de educação, estão em suspenso. O calendário escolar do próximo ano letivo ainda é desconhecido.
Esta situação, a prolongar-se, vai trazer sérios problemas. Para quando a sua divulgação?
Os diretores e encarregados de educação continuam sem saber quando começam as aulas no próximo ano letivo por falta de divulgação do Calendário Escolar, situação que dizem afetar a vida das escolas e famílias.
(clicar na imagem) in Económico
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Jun 22 2016
… que o ambiente no Ministério da Educação é irrespirável.
De acordo com o levantamento feito em 2014 pelo Estado, o edifício estava “limpo”. Mas durante uma avaliação energética em 2015, foram detetados vestígios de amianto, uma substância cancerígena, na fachada da sede do Ministério da Educação, conta a “TSF” esta quarta-feira. O Governo garante que a situação está controlada.
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Jun 21 2016
Matemática-92
9.º Ano / 1.ª Fase
21.06.2016, 09:30
Desenho A-706
12.º Ano / 1.ª Fase
21.06.2016, 09:30
História A-623
12.º Ano / 1.ª Fase
21.06.2016, 09:30
História B-723
11.º Ano / 1.ª Fase
21.06.2016, 09:30
Latim A-732
11.º Ano / 1.ª Fase
21.06.2016, 14:00
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Jun 21 2016
Os relatos que nos chegam confirmam que a nova formula de cálculo é desfavorável em relação à antiga. Desde 59 até 200 horas, são os desfalques de que até agora nos foi dado conhecimento por alguns Diretores.
O Arlindo já apresentou a sua teoria sobre este DOAL, e já expôs o que poderá vir a acontecer no caso do 1º Ciclo.
Os diretores escolares dizem que as novas regras de atribuição de crédito horário reduzem as horas para apoiar os alunos, em especial nas escolas situadas nos grandes centros urbanos, e com professores mais velhos.
Ficamos à espera da data…
(clicar na imagem) in CM
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Jun 21 2016
Na sala, as cabeças, circunspetas e ansiosas, poisam o olhar nas determinadas provas.
Ao fundo, pela janela, mergulho o olhar na extensa planície. O som melancólico de um trator devorando palha ecoa vagamente cá dentro com a mesma morosidade do calor que invade, pouco a pouco, a sala.
Enquanto a máquina prossegue um lento bailado de motor pesado e pneus inchados, reparo nos torresmos de palha que sobejam estáticos no chão. Uma nuvem de pó aurífero e andorinhas velozes e inebriadas deixa no ar a memória vaga de um quadro de Van Gogh.
Que pena a perícia com que os tratores empilham os fardos nos campos não ser a mesma que estes garotos suados usam para calcular as retas paralelas ou estabelecer inequivocamente o referencial cartesiano.
Pouco a pouco, poisam as canetas, exauridos pela espera do decisivo toque, enquanto o tique-taque do relógio na parede comanda as nossas vozes.
Despedimo-nos aqui do seu longo percurso.
De ora em diante, os fios que entrelaçámos irão ser definitivamente cortados.
E há uma melancolia macia e aveludada no fundo do meu coração.
Ser professor também é ter os corredores vazios, o coração partido e perder a escola.
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Jun 21 2016
Enquanto membros da comunidade educativa e autores de diversos blogues de educação, temos opiniões livres e diversificadas. Porém, a Escola Pública sendo um pilar social, merece o nosso esforço para nos unirmos no essencial. Este manifesto é uma tomada de posição pela valorização e defesa da Escola Pública.
A Constituição da República Portuguesa explicita o quadro de princípios em que o Estado, como detentor do poder que advém dos cidadãos, tem de atuar em matéria educativa. O desinvestimento verificado nos últimos anos, bem como a deriva de políticas educativas, em matérias como a gestão de recursos humanos ou a organização e funcionamento das escolas e agrupamentos, tem ameaçado seriamente a qualidade de resposta da Escola Pública.
Importa por isso centrar o debate público nos seus fundamentos:
Assegurar o ensino básico universal, obrigatório e gratuito e estabelecer progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino;
Considerando o nível de desigualdade social instalado importa aprofundar um trajecto de gratuitidade dos manuais escolares e um reforço da acção social escolar.
Criar um sistema público e desenvolver o sistema geral de educação pré-escolar;
Dada a importância confirmada do acesso e frequência de educação pré-escolar é fundamental garantir a sua universalização geográfica e economicamente acessível a todas as crianças.
Garantir a educação permanente e eliminar o analfabetismo;
O ainda baixo nível de qualificação da população activa em Portugal exige uma opção política séria e competente em matéria de educação permanente e de qualificação.
Garantir a todos os cidadãos, segundo as suas capacidades, o acesso aos graus mais elevados do ensino, da investigação científica e da criação artística;
Para que Portugal possa atingir os níveis de qualificação de nível superior definidos no quadro da União Europeia, é fundamental que se assegure uma política em matéria de bolsas de estudo. Portugal é um dos países da União Europeia em que a parte assumida pelas famílias nos custos de frequência de ensino superior é mais elevada.
Inserir as escolas nas comunidades que servem e estabelecer a interligação do ensino e das actividades económicas, sociais e culturais;
A resposta de escolas e agrupamentos às especificidades das comunidades educativas que servem exige um reforço sério da sua autonomia. A centralização burocratizada e um caminho de municipalização que mantenha a falta de autonomia das escolas irá comprometer esse propósito. A autonomia das escolas deve contemplar matéria de natureza curricular, organizacional e de funcionamento escolar, bem como recuperar e reforçar a sua gestão participada e democrática.
Promover e apoiar o acesso dos cidadãos portadores de deficiência ao ensino e apoiar o ensino especial, quando necessário;
Proteger e valorizar a língua gestual portuguesa, enquanto expressão cultural e instrumento de acesso à educação e da igualdade de oportunidades;
A promoção de uma educação verdadeiramente assente em princípios de inclusão exige meios humanos, docentes e técnicos, apoio às famílias, revisão do quadro legislativo que suporta a presença de alunos com Necessidades Educativas Especiais nas escolas, autonomia de escolas e agrupamentos.
Nos últimos anos a Escola Pública, instrumento para que os deveres constitucionais do Estado sejam cumpridos no domínio da Educação, tem sido sujeita a múltiplas dificuldades, com cortes, com lançamento em cascata de medidas que a burocratizam de forma doentia e tentam degradar ou desvalorizar com base em rankings, diversos e dispersos, onde se compara o incomparável, muitas vezes baseados em frágeis indicadores administrativos e funcionais, e não pedagógicos ou educacionais.
A valorização social e profissional do corpo docente e não docente, em diferentes dimensões, é uma ferramenta imprescindível e a base para um sistema educativo com mais qualidade.
A Escola Pública precisa de mais respeito, mais atenção, mais investimento e mais capacidade de, sendo pública, de todos e a todos acessível, sem outro dono que não o povo português, ter margem para se autogovernar e se adaptar a cada comunidade local, sem se esquecer que existe para cumprir objetivos nacionais fundamentais.
Portugal, 21 de Junho de 2016
Subscrevem (por ordem alfabética):
Alexandre Henriques – ComRegras
Anabela Magalhães – Anabela Magalhães
António Duarte – Escola Portuguesa
Duilio Coelho – Primeiro Ciclo
José Morgado – Atenta Inquietude
Luís Braga – Visto da Província
Luís Costa – Bravio
Manuel Cabeça – Coisas das Aulas
Nuno Domingues – Educar a Educação
Paulo Guinote – O Meu Quintal
Paulo Prudêncio – Correntes
Ricardo Montes – Professores Lusos
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Jun 21 2016
Até que ponto as competências da CPCJ poderão ir neste assunto? Não comparecer às refeições na escola não implica que não comam, ou que os pais estejam a ser negligentes com a alimentação dos filhos (em certos casos é precisamente o contrário). Será este o caminho? A CPCJ já não tem meios para resolver de forma célere todos os casos que necessitam da sua intervenção, quanto mais andar a verificar se os meninos comem na escola em casa ou no café da esquina. O ideal é que aos pais seja aplicada uma coima. Pode ser que assim se lembrem de educar os filhos com a responsabilidade cívica que lhes falta.
Faltar às refeições pode levar a uma queixa na CPCJ (in JN)
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Jun 20 2016
Muito já se falou por aqui sobre a retroacção dos horários que foram pedidos até ao último dia do arranque do ano lectivo 2015/2016.
Primeiramente a DGAE informa, no dia 22 de Julho de 2015, que para todos os efeitos os horários pedidos até essa data retroagem ao dia 1 de Setembro para contagem do tempo de serviço, remuneração e renovação de contrato. Esta nota informativa ainda consta no site da DGAE aqui.
Depois surge a Nota Informativa N.º 3/IGeFE/DGRH/2015 que omite a informação dada pela DGAE, em relação aos horários pedidos até ao dia 21 de Setembro, e diz que os contratos apenas são considerados para efeitos remuneratórios a partir da data de apresentação do candidato. Omite também aqui os efeitos em relação ao tempo de serviço (algo que não será da sua competência).
Mas sempre deu para perceber que DGAE e IGePE não se entenderam quanto a isto e os e-mails seguintes comprovam isso mesmo.
DGP – DIVISÃO DE GESTÃO DE PROCESSOS
Exmos. Srs.
Relativamente ao email infra, esclarecemos que no que se refere aos contratos outorgados em resultado de colocações nos horários solicitados pelos Agrupamentos de Escolas ou Escola não Agrupada até ao dia 21 de setembro (inclusive), retroage o tempo de serviço a 1 de setembro de 2015. No que se refere à remuneração deve solicitar esclarecimentos ao Instituto de Gestão Financeira da Educação.
Com os melhores cumprimentos,
DGP
O que o IGePE responde é isto
GERAL (IGeFE)
Exmos. Srs.
Em referência ao vosso email, de XX.XX.2016, cumpre-nos informar V. Ex.ª que:
Nas situações apresentadas, os estabelecimentos de ensino devem proceder em conformidade com a Nota Informativa n.º 3/IGEFE/DGRH/2015 de 5 de novembro, e processar a remuneração dos docentes a partir da data de apresentação no agrupamento de escolas.
Mais se informa que conforme orientações emanadas na nota informativa da DGAE, Ano Escolar 2015/2016, de 5 de maio, referentes aos Contratos de Trabalho em Funções Públicas a Termo Resolutivo, que para efeitos remuneratórios é aplicado o n.º1 do artigo 145.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, “a remuneração é devida com o início de funções (…)”
Concluindo.
A DGAE considera que apenas retroage a 1 de Setembro de 2015 o tempo de serviço dos horários pedidos até dia 21 de Setembro e não a remuneração conforme tinha dito na Nota Informativa de 22 de Julho de 2015.
DGP – DIVISÃO DE GESTÃO DE PROCESSOS
Exmos. Srs.
Relativamente ao email infra, esclarecemos que a retroação é apenas para efeitos de contagem de tempo de serviço.
Com os melhores cumprimentos,
DGP
Tendo em conta que essa nota informativa foi assinada pela ainda actual Directora-Geral da Administração Escolar, e há falha nessa informação, alguém deveria ser responsabilizado por isso.
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Jun 20 2016
Acho que ninguém no Ministério da Educação percebeu as fórmulas de Nuno Crato para a atribuição de créditos horários às escolas e simplificaram-no para uma fórmula que retira dezenas de horas de créditos.
Mas quase ninguém ainda se queixou disso.
E depois acusam-me de criticar este interesse todo que se passa à volta dos contratos de associação e das marchas em defesa da escola pública.
Defender a escola pública também é criticar este despacho e mostrar que ele é um enorme ataque a essa escola pública.
Mas sobre isso existe muito silêncio.
E para comprovar a minha teoria, no caso do DOAL de 2015/2016 ser mais favorável às escolas no que respeita aos créditos horários (e de certeza que é) pode ser feito requerimento dirigido à Diretora-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (estranho, porque deveria ser ao secretario de estado da educação, mas compreende-se porque deve ser a única que percebe de Matemática).
Resta saber qual o prazo de resposta que será dado a cada escola no caso de requererem esses créditos do ano passado. Ou, saber se o requerimento irá esbarrar no primeiro poste que for encontrado pelo caminho.
Era bom comparar por escola os créditos horários definidos no DOAL de 2015/2016 com o DOAL de 2016/2017.
E se alguma escola já fez essa comparação pode deixar esse números na caixa de comentários ou enviar-me por e-mail.
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Jun 20 2016
Por acaso já tinha visto este estudo e reparado no mesmo. Mas nada melhor que lerem o artigo do Paulo Guinote para que…
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Jun 20 2016
… escolas vizinhas pretendem fazer o mesmo para não perderem alunos para esta escola e não fazem o trabalho preparatório para que isto aconteça.
Cada segundo é o tempo de mudar tudo para sempre’, anuncia-se à entrada da Escola Secundária de Carcavelos. O seu diretor é um exemplo disto. Adelino Calado ficou conhecido como o diretor da ‘escola onde não se chumba’, embora afirme que as coisas não podem ser ditas assim.
Na direção do Agrupamento de Escolas de Carcavelos desde 2003, ‘orquestrou’ medidas como acabar com os TPC, eliminar os toques de entrada, esquecer os exames, admitir os telemóveis na aula, que mudaram totalmente a escola e os seus alunos. Mas diz que já faz isso ‘há anos’ e que ‘só agora é que parece que é novidade’.
Novidade ou não, é sempre bom falar em certos assuntos. Ele concorda. “Temos quase 2 mil alunos, 150 deles com necessidades especiais, muitos com subsídio, somos uma escola pública, e a prova de que com trabalho e criatividade se consegue resolver muitos problemas.” Faz questão de me mostrar a escola toda (agora deserta porque estamos nas férias da Páscoa). Subimos e descemos degraus (ele com mais ligeireza que eu, bem se vê que é de educação física). Aqui é a sala de física, ali o laboratório, aqui a sala de ensino especial, aqui a sala de ensino profissional artístico, aqui a biblioteca, aqui o pavilhão desportivo, aqui o campo de jogos, aqui onde se guardam os barcos (há uma escola de atividades náuticas). A cafetaria é enorme. Tem três micro-ondas. E televisões. Quero andar nesta escola. Posso vir aqui almoçar, ao menos?
Ele ri-se. Quando veio para cá, a escola não era nada bem frequentada. “Comecei a fumar para me enturmar com os ‘gangues’”, ri-se. Para ele, a relação com os alunos é a base de qualquer escola. “Hoje em dia, esta é a casa das crianças. Há miúdos que ficam aqui até à noite…” Mas nem todas as escolas são uma ‘casa’, como esta.
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Jun 20 2016
A lei n.º 18/2016, de 20 de junho que restabelece as 35 horas como período normal de trabalho na Função Pública foi hoje publicada em Diário da República, entra em vigor a partir de 01 de julho.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/06/35-horas.pdf”]
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Jun 20 2016
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Jun 19 2016
Clicar na imagem para ler o Edital do Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar.
Retirado daqui.
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Jun 19 2016
No Despacho Normativo 10-A/2015, de 19 de Junho estava previsto no Anexo E um número de horas fixo para os Apoios Educativos no 1º Ciclo de acordo com a dimensão do estabelecimento. 2 horas por turma para estabelecimentos com número igual ou superior a 250 alunos e 4 horas por turma para estabelecimentos com menos de 250 alunos.
ANEXO E
O direito à utilização das horas de AE só se verifica depois de, comprovadamente, se encontrarem esgotadas as horas disponíveis nos horários de trabalho dos docentes da escola e ainda subsistam alunos do 1.º ciclo do ensino básico que necessitem de apoio educativo.
A parcela AE da componente para atividade pedagógica do crédito horário calcula -se nos seguintes termos:
a) 2 horas por turma do 1.º ciclo de cada estabelecimento escolar que tiver um número de alunos deste nível de ensino igual ou superior a 250;
b) 4 horas por turma do 1.º ciclo de cada estabelecimento escolar que tiver um número de alunos deste nível de ensino inferior a 250.
As horas de apoio disponíveis utilizam-se apenas com base nas necessidades reais que em cada momento os alunos para o efeito identificados originam e têm como limite máximo o valor do crédito atrás mencionado.
O Despacho Normativo 4-A/2016, de 16 de Junho nada refere quanto a estes apoios a alunos do 1º ciclo do ensino básico.
Aliás, refere.
Diz o número 1 do artigo 9º no cálculo dos créditos horários.
1 — O crédito horário é determinado a partir do número de turmas existentes e de horas já disponíveis nos termos do artigo 79.º do ECD, de acordo com a seguinte fórmula:
CH = 7 x n.º de turmas -50 % do total de horas do artigo 79.º do ECD
E de seguida o número 2 diz o seguinte:
2 — Para efeitos de apuramento do cálculo a que se refere o número anterior são utilizadas as seguintes regras:
a) As turmas referidas na fórmula reportam aos três ciclos do ensino básico e ao ensino secundário, devendo ser consideradas todas as ofertas formativas independentemente do regime e da modalidade;
b) As horas do artigo 79.º do ECD são as referidas nos n.os 1 e 2 do citado artigo.
Como os docentes do 1º ciclo não têm redução da componente lectiva (com excepção daqueles que têm 60 ou mais anos de idade, independentemente do tempo de serviço), não vão entrar directamente no cálculo do Crédito Horário, mas será desse crédito que devem sair as horas para o apoio educativo aos alunos do 1º ciclo.
Se até aqui havia uma regra fixa que determinava o número de horas para os apoios educativos no 1º ciclo, com este novo despacho de organização do ano lectivo esse número fixo desaparece e não sei se melhorará ou não esse apoio.
Julgo que para salvaguarda uma possível redução dos créditos horários das escolas foi colocado o número seguinte no Despacho deste ano:
4 — No ano letivo 2016-2017, aos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas que, pela aplicação da fórmula do crédito horário constante do Despacho normativo n.º 10-A/2015, de 19 de junho, possam ter utilizado, comprovadamente, um número de horas, para efeitos da promoção do sucesso educativo dos alunos, superior ao que resulta da aplicação da fórmula constante do n.º 1, será autorizada a utilização do diferencial de horas em causa mediante requerimento dirigido à Diretora-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência
No caso do despacho deste ano resultar em crédito de horas inferior ao do ano passado é possível através de requerimento dirigido à Diretora-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência solicitar essa diferença de horas.
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Jun 19 2016
Assim, prevejo que:
Porque afinal de contas todos os discursos do dia de ontem quiseram dar a entender que nada era contra o ensino privado, nem esta marcha era uma resposta às manifestações das escolas com contrato de associação.
Como nada mais há para falar sobre o dia de ontem, nem sobre as conquistas desta “grandiosa” manifestação, ficam apenas os ataques aos números divulgados pela comunicação social sobre o número de marchantes de ontem, em especial sobre o Jornal Público, num ataque pessoal à Clara Viana que tanto tem dado à informação sobre o tema da Educação nos últimos anos..
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Jun 19 2016
Calor e Europeu não desmobilizam defesa da escola pública – RTP Notícias
Milhares de pessoas desfilam em defesa da Escola Pública – RTP Notícias
Presidente da Associação de Escolas Públicas critica partidos – RTP Notícias
Coimbra participa na manifestação em defesa da escola pública – RTP Notícias
Marcha pela escola pública sai hoje à rua em Lisboa – Sic Notícias
Angelina na manifestação errada e outras cinco histórias – Observador
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Jun 19 2016
O estudo do economista Eugénio Rosa está disponível aqui:
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Jun 18 2016
Depois de ter feito o estudo às idades dos candidatos únicos ao concurso externo anual de 2016/2017 apresento estudo semelhante, mas desta vez por grupo de recrutamento.
Aqui mantêm-se as candidaturas duplicadas para se perceber quais os grupos de recrutamento onde existe uma média de idades mais elevada.
A moda na generalidade dos grupos situa-se entre os 35 e os 41 anos e apenas o grupo de recrutamento 200 – Português e Estudos Sociais tem uma moda abaixo dos 30 anos de idade.
Já os grupos 430 e 560 apresentam maiores ocorrências acima dos 46 anos de idade dos candidatos.
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Jun 17 2016
O exemplo que me chegou por e-mail e vem do Seixal (câmara CDU) é este.
Território educativo da Amora (Seixal) – onde não se constrói uma escola desde os anos 80, apesar de ter mais de 30% dos alunos matriculados no 1º Ciclo do Ensino Básico do Seixal
1177 alunos em horário duploCAF não comparticipado: mensalidades de 110 euros
Onde um aluno para frequentar a escola pública, paga mais do que as propinas de Medicina.Se tanto apregoam os 40 anos da Constituição, ENTÃO CUMPRAM-NA
Imaginem como estaria o País se esquerdas destas governassem as suas autarquias.
Apetece mesmo dizer. Façam uns contratos de associação no Seixal e a escola pública assim melhora num instantinho.
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Jun 17 2016
Português-91
9.º Ano / 1.ª Fase
17.06.2016, 09:30
Física e Química A-715
11.º Ano / 1.ª Fase
17.06.2016, 09:30
Geografia A-719
11.º Ano / 1.ª Fase
17.06.2016, 09:30
História da Cultura e das Artes-724
11.º Ano / 1.ª Fase
17.06.2016, 14:00
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Jun 17 2016
A distracção sobre o tema da escola pública depois dá nisto.
Como já tinha escrito quando se falou nisto, uma boa ideia pode ser estragada quando se submete à lógica do Tio Patinhas. Até agora tínhamos uma hora por semana para cada aluno de tutoria; a partir do próximo ano temos quatro horas semanais para dez alunos (artigo 12º do despacho normativo n.º 4-A/2016) o que significa o aumento da produtividade, pois dá uma média de 2,5 alunos por cada hora investida pelo ME na “promoção do sucesso escolar” por esta via.
É hábil esta forma de dar a entender que se melhora aquilo que se acabou de piorar, prestando um pior serviço aos alunos, pois estes são aqueles que exigem um trabalho mais individualizado, diferenciado e quantas vez privado (só quem anda nas escolas percebe isso), e ainda conseguindo sacar umas horas aos professores tutores.
Bravo ministro Tiago, até porque a FNEprof aplaudirá (resta saber se com o Mário Nogueira a fazer discurso amanhã a este propósito), mais aqueles que gostam de fogo de pólvora seca, comprada aos lotes de 10 sacas.
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Jun 17 2016
No jornal público de hoje referência ao estudo apresentado ontem no blog sobre a idade dos candidatos ao concurso externo.
As contas foram feitas por Arlindo Ferreira, autor do blogue DeAr Lindo, que se especializou em estatísticas da educação. No outro extremo, com 60 ou mais anos, existem 164 candidatos, dos quais quatro concorreram para o pré-escolar e o 1.º ciclo, ou seja, para ensinar os alunos mais novos, e cinco candidataram-se a dar aulas de Educação Física.
(clicar na imagem)
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Jun 17 2016
Fenprof: Marcha em defesa da escola pública será feita com todos e contra ninguém | Diário Digital
Três comboios pela escola pública até Lisboa
“Para nós, esta medida [de dar turmas à escola pública] é bem-vinda”
Estado paga 107 milhões a colégios – Correio da Manhã
Açores criam “percurso intermédio” para alunos do 12.º ano com disciplinas em atraso – RTP Notícias
Açores 24Horas – Programa “Apoio mais – retenção zero” já se encontra regulamentado –
Municípios acusam ministério de “chantagem” na requalificação de escolas – PÚBLICO
Livro “Pedagogias de Mediação Intercultural e Intervenção Social” apresentado na ESECS
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Jun 17 2016
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Jun 17 2016
O SPZN tem recebido ao longo dos tempos inúmeras queixas de professores contratados, aos quais é recusada a inscrição na Caixa Geral de Aposentações (CGA).
Conhecemos de perto esta situação, dado o número de queixas que desde há muito nos chegam por parte dos nossos sócios que se deparam com a recusa da manutenção da sua inscrição na CGA.
Tendo, desde a primeira hora, denunciado esta situação, tivemos agora conhecimento do entendimento que é feito pela Provedoria de Justiça, que reforça e demostra aquela que é a nossa exigência.
O SPZN congratula-se com a tomada de posição do Senhor Provedor de Justiça, em que chama a atenção da Exma. Senhora Secretária de Estado da Segurança Social, para a necessidade de serem emitidas orientações à CGA para manter a inscrição dos docentes com contratos anuais.
Na defesa dos legítimos interesses dos professores, urge regularizar esta situação!
O SPZN tudo continuará a fazer no sentido da resolução urgente desta situação, pelo que solicitamos a todos os sócios que verifiquem estar nesta situação e que ainda não tenham contactado os serviços do SPZN, o façam através das nossas sedes regionais, para poderem ser informados sobre os procedimentos a realizar.
SPZN | 2016-06-14
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Jun 17 2016
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Jun 17 2016
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Jun 16 2016
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