Nomeados os professores do ano

 

Não desfazendo em nenhum, tenho que concordar com a nomeação da mentora do projeto Mentes Sorridentes, por ser o único que conheço e acompanho. Tenho a certeza que todos eles como todos nós dão o seu melhor diariamente.

Os finalistas são (por ordem alfabética):

Celso Costa é professor de Ciências e Humanidades do 3.º ciclo e secundário, do ensino privado, no Porto. Para além das aulas, desenvolveu um programa – o CSS Program – direcionado para o treino de competências transversais que possam capacitar alunos, neste momento entre o 9.º e o 12.º ano de escolaridade, para uma adaptação bem-sucedida ao mercado de trabalho.

Dulce Gonçalves é professora do Ensino Especial no 3.º ciclo e secundário, do ensino público, no concelho de Loures. Criou o projeto “Mentes Sorridentes”, baseado em “mindfulness”, com o objetivo de aumentar os níveis de atenção e concentração na sala de aula, com reflexo no aproveitamento escolar e diminuir o número de ocorrências de natureza disciplinar.

Jaime Rei é professor de Ciências e Robótica nos 7.º e 8.º anos, do ensino público, em Torres Vedras. A possibilidade de criar projetos em que os alunos se sintam úteis na sociedade, assim como lhes proporcionar a possibilidade de serem os atores principais na construção dos materiais e saberes a desenvolver nos projetos, é altamente transformadora na forma como os estes se realizam e na forma como olham para a escola.Tem alunos vencedores em concursos nacionais e internacionais.

Joana Simas é professora de História dos 5.º e 6.º anos, no ensino privado, na Amadora. Trabalha a integração crescente da tecnologia nos projetos que desenvolvo ao redor do currículo de História e Geografia de Portugal. Os alunos usam tópicos como a Revolução Francesa, recriando batalhas em “Minecraft”, criam bandas desenhadas no “Comics Head” para representar a Revolução Liberal, ou animações no “PuppetMaster” para recriarem a Queda da Monarquia e a Instauração da República.

José Teixeira é professor de Ciências, no Ensino Secundário, do ensino público, em Chaves. Há 12 anos fundou, na Escola Secundária Fernão de Magalhães, o Clube do Ensino Experimental das Ciências (CEEC), com o intuito de conciliar ambas as vias de aprendizagem, formal e não formal. O projeto é aberto à comunidade, às iniciativas dos alunos e/ou professores, de custos muito reduzidos e que aproveita o material das escolas. É interdisciplinar, transversal e ajuda os alunos a encontrar a sua vocação.

Maria João da Silva Passos, Porte de Lima, é professora de Matemática e Ciências do 5.º e 8.º anos, do ensino público, em Ponte de Lima. A utilização dos surfaces com caneta (pen), dos telemóveis e das aplicações educacionais do office 365 permitiram-lhe desenvolver práticas educacionais mais inovadoras e motivadoras para os alunos. Tem feito workshops com os Encarregados de Educação com o intuito de lhes explicar, através da metodologia de trabalho que utiliza, o modo como podem ajudar os seus filhos/educandos a estudar em casa bem como a aprenderem, cada um ao seu ritmo.

Maria Francisca Serra é professora do Primeiro Ciclo, do ensino privado, em Lisboa. Desenvolve uma abordagem que parte da fusão entre a ciência e a criatividade. Tudo começa por adotar uma atitude, independente dos alunos ou do contexto, que valoriza a capacidade de criar relações inesperadas entre conteúdos distintos. Passa pela criação de um ambiente quase utópico em sala de aula, assente no respeito e na liberdade, estimulando os alunos a propor hipóteses, experimentar teorias, debater ideias e inventar soluções.

Maria Cristina Simões é professora de Ensino Especial, no 1.º ciclo do ensino público, em Tondela. Trabalha práticas educacionais inovadoras, pois assentam na implementação do constructo da qualidade de vida aos alunos que apoia, com base em oito domínios: desenvolvimento pessoal, autodeterminação, relações interpessoais, inclusão social, direitos, bem-estar emocional, bem-estar físico e bem-estar material. Como metas, pretende desenvolver a independência, a participação social e o bem-estar dos seis alunos com quem trabalha. Este modelo tem vindo a ser amplamente trabalhado em termos internacionais.

Nelson Soares é professor do pré-escolar, no ensino público, em Ponta Delgada. Na qualidade de educador de infância desenvolveu investigação-ação em contexto de sala de atividades, tendo em conta problemáticas que ia encontrando junto dos alunos. As questões alusivas ao género e à cidadania entram na escola por intermédio das crianças, integrando o quotidiano escolar. Porém, subsistem dificuldades na sua abordagem, bem como muitas vezes este assunto é “esquecido”. Para colmatar estes pontos, criou um conjunto de atividades, visando a desconstrução de estereótipos de género.

Rosa Oliveira é professora de Português, no 3.º ciclo e secundário do ensino público, em Aveiro. O projeto que desenvolve, “Narrativas de Vida” tem por objetivo ajudar os alunos a lidar com seus problemas, comprometendo-os com a escola, a família e comunidade. Numa abordagem inclusiva, dinamiza oficinas de escrita com base em memórias / histórias da vida, permitindo conhecer melhor os alunos. Tem desenvolvido desde 2010 um método de investigação que auxilia a suplantar a escolarização com imaginação e criatividade, dando aos alunos a possibilidade de terem acesso à sua vocação literária natural e de recuperar o gosto por aprender, através do “educurar”: isto é, educar e ao mesmo tempo curar

In JN

 

 

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Cartoon do Dia – Ilusão ou… constatação! – SDPA

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Mais um Desdito da DGAE – Progressões em 2018

Lembram-se do debate aqui em tempos sobre a dispensa da avaliação de desempenho para quem ao longo do ano civil 2018 progredisse de escalão?

Pois, agora a DGAE volta com a palavra atrás ao que anunciou aqui.

E já aqui e aqui tinha mostrado a minha curiosidade com resposta idêntica da DGAE no recenseamento docente e assinado pela anterior Diretora-Geral.

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Divulgação – Muito mais que uma associação – ASSP

 

 

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A Fenprof Anda Completamente ao Papel

Ao menos não empatem…

Leitura mais que aconselhada:

  1. Tentem Não Atrapalhar, Por Favor! | O Meu Quintal – 18 de Abril

  2. Ainda Bem Que Eu Sou Leigo Em Coisas Jurídicas | O Meu Quintal – 19 de Abril

  3. A Fenprof Reage | O Meu Quintal – 20 de Abril

  4. Ao Cuidado… | O Meu Quintal – 21 de Abril

  5. Comparações | O Meu Quintal – 23 de Abril

  6. A Fenprof Volta a Reagir! | O Meu Quintal – 26 de Abril

  7. A Fenprof Volta a Reagir! 1 – Os “Argumentos” | O Meu Quintal – 26 de Abril

  8. A Fenprof Volta a Reagir! 2 – A Questão “Política”… | O Meu Quintal – 26 de Abril

  9. A Fenprof Volta a Reagir! 3 – O Amuo | O Meu Quintal – 26 de Abril

 

PS:

Vamos em 4764 4900 assinaturas…

Consideração integral do tempo de serviço docente prestado durante as suspensões de contagem anteriores a 2018, para efeitos de progressão e valorização remuneratória

AQUI.

Dica no registo: o número de eleitor não é obrigatório, mas, deve ser preenchido porque é pedido no momento da assinatura.

Depois do registo, o melhor é sair e voltar a entrar no site pelo link directo da iniciativa.

 

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É já a seguir… vai anular, vai…

… estou mesmo a ver o ME a anular o concurso para negociar com os sindicatos. Vão alegar interesse público e acabam com o “circo”…

Já agora, onde é que andaram até hoje?

A FENPROF exige que o concurso de integração extraordinário seja de imediato anulado, que, com caráter de urgência, seja aberto um processo negocial para aprovar o regime desse concurso e que, logo de seguida, o concurso seja relançado nos termos que tiverem sido negociados.

 

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Afinal Não São Versões Diárias Diferentes

…as provas práticas de aferição.

 

Informação complementar – Provas de Aferição Práticas

 

Publica-se a informação complementar relativa ao calendário de aplicação das diferentes versões das provas de aferição práticas e de disponibilização dos ficheiros respetivos na Extranet do IAVE, I.P.

 

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/04/IP-PA-2018.pdf”]

 

 

 

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Opinião – Sabia que pode obrigar o Parlamento a votar a sua Lei? – Alexandre Henriques

 

Basta! O povo precisa de tornar-se novamente soberano, mostrar que tem voz, que quer e merece melhores condições de vida.

Sabia que pode obrigar o Parlamento a votar a sua Lei?

Nesta quarta-feira comemorámos o dia da liberdade. O 25 de abril será sempre um marco, mesmo para quem não o viveu ao vivo e a cores. Estas linhas só são possíveis graças a bravos soldados e a gratidão é um bem precioso e, por isso, e antes de tudo, deixo-lhes aqui o meu muito obrigado!

Ontem falou-se numa reforma do sistema político. Eu falo em reforma pela verdade. Falta verdade, falta honestidade e o povo sabe que lhe mentem. Por isso o povo está a desligar, por isso o povo está a deixar de votar. É preciso uma democracia 2.0, é preciso governar para o povo, servir o povo, sentir o povo.

Infelizmente o povo português é o típico queixinhas, queixa-se no café, queixa-se no supermercado, queixa-se na bomba de gasolina, no trabalho, em casa, em todo o lado. Queixa-se mas pouco ou nada faz. O povo está manso, domesticado, já nem sente o chicote diário, julga que tudo é normal pois a anormalidade tornou-se banal. Subjugado a uma classe política hábil e a uma comunicação social comprometida, realiza a sua rotina e encolhe os ombros. “É a vida…”

Basta! O povo precisa de tornar-se novamente soberano, mostrar que tem voz, que quer e merece melhores condições de vida. É preciso chatear, “morder” os calcanhares de quem nos representa na Assembleia da República e obrigá-los a votar, para que as palavras bonitas sejam mais do que isso mesmo. Falar é fácil, escrever as leis é outra coisa e é preciso que as máscaras caiam…

Qualquer cidadão pode apresentar um Projeto de Lei no Parlamento. Para o efeito, precisará de 20 mil assinaturas, um número significativo, contrapondo com as 7500 que são necessárias para uma candidatura à Presidência da República. Curioso, não?

Os professores, mais uma vez, pretendem ser um farol social e mostrar que o cidadão comum tem o poder nas suas mãos. No momento em que escrevo estas linhas, decorre o processo de recolha de assinaturas para um Projeto de Lei que visa recuperar todo o seu tempo de serviço efetivamente prestado… mas congelado. Um ato de cidadania, um ato de democracia, um grito de revolta pela incapacidade sindical e governamental em devolver o que é dos professores por direito.

Os professores não podem ser o patinho feio da função pública, não podem ser vítimas por serem muitos. Merecem ser respeitados e o respeito mostra-se também pelo vencimento que lhes é devido, correspondente à enorme responsabilidade que é formar o futuro deste país.

Ontem foi dia de festa, foi dia de lembrar aqueles que mostraram determinação, garra, sentido de justiça e uma enorme espinha dorsal, tempo de afirmar que tudo valeu a pena. E, a melhor forma de respeitarmos a sua luta é lutarmos também por aquilo que é nosso. Respeitando a Constituição, aplicando a Democracia, sentindo a Liberdade das nossas ações e consequências dos nossos atos.

in Público

 

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Provas de Aferição em suporte digital – eAssessment

Pelo que me contaram o IAVE ficou surpreendido por as escolas de teste não terem PCs para todos os alunos que iriam fazer a prova em suporte digital.

 

Provas de Aferição em suporte digital – eAssessment

 

 

Sistema de Apoio à Modernização e Capacitação da Administração Pública 
Escola 360 | Provas de Aferição

 

No âmbito do projeto Provas de Aferição em suporte digital – eAssessment, o IAVE disponibiliza itens para que os alunos, os professores se possam familiarizar com a plataforma que servirá de suporte à realização da prova de Matemática (86), cuja realização em modo digital irá ocorrer numa amostra de escolas.

O acesso à plataforma é realizado através do endereço http://pae.iave.pt ou através do link existente no menu “Acessos”  na página do IAVE, devendo ser escolhida a opção “Acesso para convidado” Este acesso permite a qualquer cidadão testar a plataforma e experimentar o ambiente de realização de um teste em suporte digital.


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Pareceres do CNE

 

Pareceres do Conselho Nacional de Educação aprovados em Sessão Plenária.

 

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Fátima Ventura no Jornal de Mafra – Iniciativa Legislativa de Cidadãos I Tempo de Serviço dos Professores

CONTINUA AQUI.

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Docentes pedem à AR que reconheça mestrados e doutoramentos dos contratados » Educare – O Portal de Educação – O Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE) quer que os graus obtidos antes da integração na carreira passem a contar para a progressão de escalões, tendo pedido a intervenção dos grupos parlamentares.

Todas as vagas abertas para os concursos de professores terão de ser preenchidas | Educação | PÚBLICO – Ministério da Educação não pode voltar a anular vagas sob pena de ir contra a Lei do Orçamento de Estado. Tutela esclarece que os docentes do ensino particular não poderão concorrer ao concurso para a vinculação extraordinária de professores a contrato.

Educação – Ministério garante que professores de colégios não ocuparão lugares do público – Sindicatos receavam que centenas de docentes do privado entrassem nos concursos, mas o ministro Tiago Brandão Rodrigues garantiu ontem ao DN que estes lugares estão reservados aos professores das escolas do Estado

Ministro da Educação desvaloriza polémica em torno do concurso de professores – Arrancou na passada segunda-feira o concurso de professores para entrar nos quadros e já está envolto uma polémica por causa das regras que os sindicatos consideram ser ilegais. O Ministro da Educação desvaloriza o assunto.

Concurso extraordinário de professores suscita polémica | TVI24

Professores concentram-se na Assembleia Regional contra alterações ao decreto dos concursos esta quarta-feira – O Jornal Económico – A concentração é promovida pelo Sindicato dos Professores da Madeira que teme que estas alterações levem a uma redução drásticas de docentes contratados e à sobrecarga de trabalho dos professores do quadro.

“Políticas educativas da Região promovem emprego docente” – Secretário diz que vai haver 2 zonas, correspondentes à Madeira e Porto SAnto

Expresso | Controlo de moradas nas matrículas escolares vai ser mais apertado

Portugal reduz taxa de abandono escolar e aumenta a de licenciados mas continua aquém das metas para 2020 | Educação | PÚBLICO – No ano passado 12,6% dos jovens entre os 18 e os 24 anos saíram demasiado cedo do sistema de educação e formação. A média da União Europeia foi de 10,6%.

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Porquê o Sim e o Não nos Campos 2.2.5, 2.2.6 e 2.2.7

Os candidatos QZP que concorrem ao concurso interno vão ter as 3 perguntas quase semelhantes, mas que diferem nos anos de possível ingresso na carreira.

 

Estas perguntas servem apenas para caso exista uma resposta sim a uma desta perguntas vai fechar a vaga de QZP no caso de mudança de lugar de quadro do docente, não podendo assim a mesma ser recuperada para outro docente.

No entanto se vincularam no concurso extraordinário de 2013 ou 2014 e já mudaram de quadro (para outro QZP, para QE ou para outro grupo de recrutamento) devem colocar não pois a vaga já foi extinta noutros concursos.

Mas não tinha ideia que a entrada no quadro em 2017, através do concurso externo, também fosse em vaga não recuperável.

 

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Educação foi a mais atingida por sangria na Função Pública

Educação foi a mais atingida por sangria na Função Pública

 

 

O Estado perdeu 58 mil funcionários públicos entre 2011, ano da entrada da troika, e 2017.

 

Os ministérios da Educação e da Defesa e as autarquias foram os mais penalizados e respondem por dois terços da redução registada no Estado central, no regional e nos municípios. Pelo peso esmagador que tem (emprega 27% de toda a Função Pública), a Educação sofreu o maior corte: quase 19 mil pessoas. No pico, em 2014, tinha menos quase 27 mil. É também o que mais recupera, desde 2015.

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Traduzindo para Linguagem Comum a “Nota Informativa – Esclarecimento” da DGAE

Como a nota informativa da DGAE publicada ontem pretende esclarecer quem pode concorrer aos concurso externo e externo extraordinário e remete apenas para legislação vamos tentar traduzir essa nota para linguagem comum.

Não há qualquer novidade ao que já está implícito no aviso de abertura, mas surgem muitas dúvidas que importa esclarecer numa linguagem que todos percebam.

A hierarquização das sub alíneas não traduzem prioridades, apenas esclarece quem pode concorrer, ok?

 

concurso externo ordinário

 

1. São opositores ao concurso externo ordinário nos termos do n.º 3 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, na sua redação atual, tendo em conta o nº 2 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 28/2017 e o artigo 315.º da Lei n.º 114/2017 (cfr. o Capítulo II da Parte II do Aviso):
1.1. Os docentes referidos na alínea a) do n.º 3 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, na sua redação atual, ou seja, que nos termos do artigo 42.º do mesmo diploma se encontram no último ano do limite do contrato ou da 2.ª renovação;
1.2. Os docentes referidos nas alíneas b) e c) do n.º 3 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, na sua redação atual, e no nº 2 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 28/2017;
1.3. Os docentes referidos na alínea d) do n.º 3 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, na sua redação atual.

 

Podem concorrer para entrar no quadro através do concurso externo ordinário os seguintes docentes:

1.1.  Os docentes com 3 contratos anuais, independentemente do grupo de recrutamento, ou 2 renovações, aplicando-se este limite em 31/08/2018.

1.2. Quem tem 365 dias nos últimos 6 anos escolares em escolas do ensino público e os docentes que leccionam turmas em escolas com contrato de associação que tenham sido opositores à contratação inicial de 2017/2018 e tenham lecionado num horário anual não inferior a 365 dias em dois dos seis anos letivos imediatamente anteriores ao da data de abertura do concurso.

Esta norma dos docentes com contrato de associação só é eliminada em 1/1/2019

 

2 — A revogação da alínea c) do n.º 3 do artigo 10.º do Decreto -Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, alterado e republicado pelo Decreto -Lei n.º 83 -A/2014, de 23 de maio, e alterado pelo Decreto -Lei n.º 9/2016, de 7 de março, e pela Lei n.º 12/2016, de 28 de abril, produz efeitos a 1 de janeiro de 2019.

 

Os docentes de carreira vinculados às Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores

 

1.3. indivíduos qualificados profissionalmente para o grupo de recrutamento a que se candidatam

 

 

concurso externo Extraordinário

 

2.São opositores ao concurso externo extraordinário, nos termos conjugados do n.º 3 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, na sua redação atual, nº 2 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 28/2017, e do artigo 39.º da Lei n.º 114/2017 (cfr. o Capítulo II da Parte II do Aviso):
2.1. Os docentes referidos na alínea b) do n.º 3 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, na sua redação atual, que tenham prestado funções docentes com contrato a termo resolutivo, em pelo menos 365 dias, nos últimos seis anos escolares, em estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário do Ministério da Educação;
2.2. Os docentes referidos na alínea c) do n.º 3 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, na sua redação atual, considerando o nº 2 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 28/2017, desde que tenham sido opositores aos concursos previstos na alínea b) do n.º 2 do artigo 6.º, no ano imediatamente anterior ao da realização do concurso externo, e tenham lecionado num horário anual não inferior a 365 dias com contrato a termo resolutivo, em dois dos seis anos letivos imediatamente anteriores ao da data de abertura do concurso, em estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário do Ministério da Educação;
2.3. Os docentes referidos na alínea d) do n.º 3 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, na sua redação atual, desde que tenham tido pelo menos um contrato a termo resolutivo em estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário do Ministério da Educação.

 

Podem concorrer para entrar no quadro através do concurso externo extraordinário os seguintes docentes:

 

2.1. Quem tem 365 dias nos últimos 6 anos escolares em escolas do ensino público;

2.2  Os docentes que das escolas com contrato de associação que tenham sido opositores à contratação inicial de 2017/2018 e tenham lecionado num horário anual não inferior a 365 dias em dois dos seis anos letivos imediatamente anteriores ao da data de abertura do concurso, em estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário do Ministério da Educação.

 

1.3. indivíduos qualificados profissionalmente para o grupo de recrutamento a que se candidatam que tenham pelo menos um contrato com escolas do Ministério da Educação.

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Esclarecimento ao Concurso Externo e Externo Extraordinário

Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário – Nota informativa – esclarecimento

 

A DGAE publicou ontem ao final do dia uma nota informativa com esclarecimento ao concurso externo e externo extraordinário.

 

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Urge uma revolução na Educação…

 

Passaram-se 44 anos sobre a revolução de abril e a educação em Portugal ainda não se revolucionou.
De vez em quando realizam-se umas mudanças de estética, umas mudanças de cadeiras, mas mais do que isso ainda não se fez. A educação em nada se parece com tempos idos, mas a revolução ainda não chegou às escolas…
Continuamos à espera que, das brumas, surja um revolucionário, ou dois, e de uma vez por todas eleve a educação em Portugal muito além de números.
Urge uma revolução.

 

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Pela Imprensa – Iniciativa Legislativa de Cidadãos para Contagem do Tempo de Serviço

Jornal de Negócios  Professores avançam com iniciativa legislativa de cidadãos para contagem do tempo de serviço

A iniciativa foi lançada no dia 17 de Abril, no âmbito das reivindicações relacionadas com o descongelamento das carreiras da administração pública, disse hoje à agência Lusa Luís Braga, professor e um dos promotores, frisando tratar-se de uma acção apartidária.

Qualquer cidadão pode assinar. O registo é feito directamente na página electrónica do parlamento.

Os professores reclamam a contagem de nove anos e quatro meses de serviço e rejeitam que o processo se faça faseadamente ao longo dos próximos anos, conforme foi proposto nas negociações entre o Governo e os sindicatos do sector.

“Está a crescer a um ritmo de uma assinatura a cada minuto ou dois minutos. Vai ser num instantinho”, afirmou Luís Braga, queixando-se das interrupções de serviço verificadas na plataforma da Assembleia da República.

(…)

 

Diário de Notícias MadeiraProjecto lei para recuperar tempo de serviço

Professora ‘madeirense’ integra a comissão representativa

24 Abr 2018 / 02:00 H.

Está em curso uma iniciativa legislativa de cidadãos, a nível nacional, para recuperar todo o tempo de serviço docente. Validada no início da semana passada, a submissão da iniciativa legislativa, publicada na plataforma electrónica da Assembleia da República (AR), contava ontem já com mais de 3.850 assinaturas ‘on-line’. Contudo, são necessárias, no mínimo, a subscrição de 20 mil cidadãos eleitores para que o direito de iniciativa legislativa de cidadãos possa ser exercida através da apresentação à Assembleia da República, do projecto de lei denominado de ‘Iniciativa Legislativa de Cidadãos para recuperar todo o tempo de serviço docente’.

Oito professores compõem a comissão representativa dos cidadãos subscritores. Um desses docentes é Cassilda Coimbra, professora do Ensino Secundário em Santa Cruz. É o único professor a trabalhar na Madeira a integrar esta organização liderada por Alexandre Henriques, autor do blogue ‘ComRegras’, que juntamente com a restante comissão representativa, é responsável por ter produzido o texto da lei que querem levar à discussão no Parlamento, na expectativa de ver este processo legislativo eventualmente aprovado.

(…)

 

PÚBLICO – Professores avançam com iniciativa legislativa de cidadãos para contagem do tempo de serviço

(…)Qualquer cidadão pode assinar. O registo é feito directamente na página eletrónica do Parlamento.

Os professores reclamam a contagem de nove anos e quatro meses de serviço e rejeitam que o processo se faça faseadamente ao longo dos próximos anos, conforme foi proposto nas negociações entre o Governo e os sindicatos do setor.

“Vai ser num instantinho”

“Está a crescer a um ritmo de uma assinatura a cada minuto ou dois minutos. Vai ser num instantinho”, afirmou Luís Braga, queixando-se das interrupções de serviço verificadas na plataforma da Assembleia da República.

“Os nove anos e quatro meses têm de ser contados depressa porque já foram trabalhados. Quando existem propostas para se contarem até 2023, isso significa que vamos perder mais cinco anos”, sublinhou.

A iniciativa legislativa de cidadãos está prevista na lei e permite a grupos de cidadãos eleitores apresentarem projetos de lei e participarem no procedimento legislativo que desencadearem.

(…)

 

Nem de propósito:

Fazemos “like” a partir do sofá, mas ainda saímos às ruas | 25 de Abril de 1974 | PÚBLICO

Há 44 anos, a revolução saía às ruas com uma senha ouvida na rádio. Hoje, elas permanecem palco privilegiado de protestos, mas ganham corpo à boleia do digital. Com vantagens e riscos associados. Como se faz activismo na era da partilha sem se ficar agarrado ao sofá?

Na era pré-Internet, fazer “activismo inconsequente” era modalidade quase exclusiva de quem não resistia a “mandar umas bocas no café”. Depois, o mundo 2.0 instalou-se e transformou a equação: eliminou o café — ou roubou-lhe protagonismo — e tornou possível o nascimento de um “activista de sofá” em qualquer lugar. Haja um telemóvel à mão e a militância pode acontecer: “No sofá, na casa de banho, na sala de espera do dentista. Não temos nada contra. Todo o activismo tem de começar em algum lado e o sofá é dos sítios mais confortáveis.”

(…)

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E o Ministério da Educação da República das Bananas Continua em Força

Ministério não vai substituir listas para a progressão na carreira docente | Educação | PÚBLICO

Fenprof considera que as listas já publicadas não contêm elementos necesários para os candidatos verificarem se existem ou não erros.

O Ministério da Educação não vai aceder ao pedido da Federação Nacional de Professores (Fenprof) para anular e substituir as listas com os candidatos às vagas para progressão aos 5.º e 7.º escalões da carreira docente, que foram publicadas no passado dia 13.

Em resposta ao PÚBLICO, o ministério considera que “não há razão para a substituição”, o que justifica deste modo: “Estas são listas provisórias, com base nos dados fornecidos pelas escolas, e que contêm toda a informação necessária e suficiente para que os docentes directamente interessados possam obter informação quer em relação aos seus dados, quer em relação aos dos demais docentes que integram estas listas. As listas definitivas irão integrar as alterações decorrentes das reclamações decididas favoravelmente.”

Em comunicado divulgado nesta terça-feira, a Fenprof fez saber que enviou o seu pedido à secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, mal foram publicitadas as listas, alertando na altura que nestas não é referido “o factor de ordenação legalmente estabelecido (o tempo de serviço contabilizado em dias prestado pelo docente no escalão), nem os dois factores de desempate previstos (a avaliação de desempenho imediatamente anterior à progressão, apurada quantitativamente até às milésimas, e a idade do docente)”.

(…)

 

Nunca mais deixa as fraldas: SIC Notícias | Ministro nega ilegalidades no concurso extraordinário de professores

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O Boneco Para Quem Ainda Não Percebeu ao que Anda

(…) acho que todos entendem, mesmo fora da classe docente e de forma crescente ao perceber-se que a nossa crise financeira/orçamental foi tudo menos causada por professores pagos “acima da média”, que não se pode apagar quase uma década de serviço efectivamente prestado e em condições progressivamente mais complicadas e exigentes, desde os desmandos da ministra preferida do engenheiro Sócrates ao mais com menos do ministro Crato, não esquecendo estes agora que, com falinhas mansas, já nos verdascaram e agora querem flexibilizar e não pagar nada em troca.

Quem anda pelas escolas percebe – para além do cliché, da queixa recorrente – que a forma como as sucessivas equipas do ME nos têm tratado nos últimos 15 anos só pode resultar de preconceitos demasiado enraízados em mentalidades persecutórias e ansiosas por arranjar quem pague a despesa que outros fizeram e à tripa forra. E não se pense que foram apenas o sócrates&salgado, porque são muitos mais os catrogas, mexias, bavas, ulricos, granadeiros, ferreiras, miras e etc que, arguidos ou não, ganharam de um lado e outro de muitos negócios em que o Estado alienou empresas e funções que nunca deveria ter deixado passar em regime de monopólio ou cartel para grupos privados de qualidade mais do que duvidosa. Observem-se os ctt, até pela proximidade da decadência do serviço prestado.

Portanto, esta é uma causa que vai para além de qualquer questão corporativa (como a dos enfermeiros especialistas que agora teve validação judicial) e que deve merecer o apoio de todos os que – da Direita à Esquerda, sem rédeas artificiais – acham que os abusos do Estado têm acontecido, em primeiro lugar, sobre muitos dos que o servem o melhor que podem e sabem.

Se Fosse Petição, Já Estava | O Meu Quintal

 

PS:

Os professores não abram a pestana que não é preciso. Não se mexam…

Quanto aos jornalistas os mesmos foram culpados por omissão – cegos, surdos e mudos:

O Jornalismo (Quase) Redescoberto | O Meu Quintal

Desta Vez Vi “O Eixo do Mal” Quase Até ao Fim | O Meu Quintal

Concordo – ficamos a conhecer melhor e a cores quem nos desgoverna: Expresso | Presidente do Conselho Deontológico dos Jornalistas considera “legítima” divulgação dos interrogatórios a Sócrates

A ler:

SIC Notícias | Isto não é não jornalismo. Por Ricardo Costa

(…) Quando, no final do ano passado, a acusação deste processo saiu tive necessidade de a ler. São quatro mil páginas, que todos os jornalistas das áreas de política, economia ou nacional deviam obrigatoriamente ler. Felizmente trabalho numa redação onde vários jornalistas se deram ao trabalho de a ler. Os que acompanham a Operação Marquês há anos e anos fizeram-no de forma sistemática e profissional. No fim dessa leitura, decidimos, em conjunto, que se deviam fazer várias reportagens que enquadrassem jornalisticamente o que ali estava, tal é a gravidade e dimensão daquele documento. Podia ser feito de várias maneiras, mas escolhemos três ângulos: as entregas de dinheiro, a casa de Paris e o saco azul do GES. Acho estranho que muitos tenham preferido a não-escolha. Perante o caso judicial mais grave da nossa democracia e a falência bancária que mais dinheiro leva aos contribuintes, reduziram este caso a um assunto judicial. Ora este é um erro gravíssimo, porque este caso é judicial, é político, é financeiro, cruza toda a nossa sociedade. A justiça deve fazer justiça e os jornalistas devem fazer jornalismo. Não dedicar tempo e recursos a este caso é uma omissão jornalística que, na minha opinião, não tem perdão nem justificação. Não dar aos leitores, espectadores ou ouvintes trabalhos de fundo sobre a Operação Marquês é anular o papel dos jornalistas numa democracia. É decretar um intervalo de uma década até que o caso transite em julgado. Nessa altura levantam o cordão sanitário e fazem um ar de espanto com o que esteve sempre à frente dos seus olhos (…)

 

Não estão fartos de sustentar chupistas?

Visão | Rubina Berardo pode ter dado morada errada à Assembleia da República – A deputada do PSD declarou, aos serviços da Assembleia da República, viver na Madeira apesar de residir em Lisboa com o seu agregado familiar e de trabalhar na capital desde 2012

 

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O Site participacao.parlamento.pt Já Funciona?

Ou vai continuar 12, 14, 16 horas por dia em baixo?

É que vocês não enganam ninguém.

 

Podem ficar com as explicações de treta:

A Explicação | O Meu Quintal

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Sugestão de Leitura: Concurso de Professores, anotações e guia prático de Arlindo Ferreira, Isabel Pires Rodrigues e Júlia Araújo

 

Este guia de apoio ao Concurso de Professores pretende esclarecer docentes que já estão habituados a concorrer na plataforma SIGRHE (Sistema Interativo de Gestão de Recursos Humanos da Educação) assim como aqueles que não estão familiarizados com esta plataforma do concurso.

 

 

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Divulgação dos cronogramas do processo de supervisão – IAVE

 

Divulgação dos cronogramas do processo de supervisão

 

          ENSINO BÁSICO – PROVAS DE AFERIÇÃO

ANO PROVA  CÓDIGO 
2.º  Português e Estudo do Meio 25
 Matemática e Estudo do Meio 26
Expressões Artísticas 27  Cronograma
Expressões Físico-Motoras 28  Cronograma
 5.º  Educação Musical 54   Cronograma
 Educação Visual
 e Educação Tecnológica
53   Cronograma
 Português 55
 Português Língua Segunda 52
8.º  Educação Física 84   Cronograma
 Educação Visual 83   Cronograma
 Matemática 86

 

 

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Participacao.parlamento.pt às 08:40 do dia 24-04

TENHAM VERGONHA!

 

Uma pergunta:

O site do Parlamento está protegido contra ataques Ataques DoS (Denial of Service) e DDoS (Distributed DoS)?

 

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Participacao.parlamento.pt Uma Porcaria de Site Em Termos de Funcionamento

Uma porcaria de site que está sempre a ir abaixo?

Que não aguenta meia dúzia de acessos?

Ou é de propósito?

TENHAM VERGONHA!

O espelho da política nacional:

Como diz o nosso colega Paulo Guinote:

(…) Têm a certeza que fizeram a plataforma para funcionar ou é mesmo para testar a paciência dos cidadãos e a resiliência da cidadania? (…)

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Estamos Convidados?

Não disse nada.

Chega de fraldas.

Ministro da Educação em Ermesinde

A convite do Presidente da Câmara Municipal de Valongo, o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, visita na próxima terça-feira, dia 24 de abril, às 15h30, as obras de requalificação da Escola Secundária de Ermesinde. Trata-se de uma obra há muito reivindicada pela comunidade do concelho de Valongo, que nos últimos anos lutou incansavelmente pela renovação deste estabelecimento de ensino frequentado por cerca de 1500 alunos. A empreitada de reformulação e modernização das instalações da Escola Básica e Secundária de Ermesinde – 1ª fase arrancou finalmente no dia 16 de outubro 2017. Esta obra tem o preço contratual de 3.111.232,39€. O investimento é comparticipado em 85% por fundos comunitários, sendo o remanescente financiado pelo Governo (7,5%) e pelo Município de Valongo (outros 7,5%).

Após a visita à escola, pelas 16h30, o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, e o Presidente da Câmara Municipal de Valongo, José Manuel Ribeiro, inauguram oficialmente o Centro de Cidadania Digital do Concelho de Valongo. Também localizado em Ermesinde, no Edifício Dr. Faria Sampaio, o Centro de Cidadania Digital de Valongo é um espaço de inovação social aberto a toda a comunidade, inclusive aos jovens que já não estudam, mas também não trabalham. Está tecnologicamente equipado e preparado para receber todos os cidadãos que queiram participar de forma ativa na resolução de desafios relacionados com emprego; inclusão social e digital; democracia participativa, com a dinamização do concelho, entre outros. Este projeto resulta de uma parceria da Câmara Municipal de Valongo com o CDI Portugal – ONG de inclusão social e inovação digital, que disponibilizará ferramentas digitais a todos os cidadãos, de forma gratuita, como meio para aproximar a comunidade da participação nas políticas públicas e na resolução de problemas identificados pelos mesmos.

Fonte: Ministro da Educação em Ermesinde –

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A Invasão dos Amarelos

Professores do privado podem tirar vagas aos precários da escola pública – Educação – Jornal de Negócios – Professores do privado podem tirar vagas aos precários da escola pública No concurso externo extraordinário aberto pelo Governo, os docentes com experiência em colégios estão em pé de igualdade com quem deu aulas no sistema público nos últimos anos. Os sindicatos ameaçam com tribunais.

Concurso coloca professores de colégios em pé de igualdade com escolas públicas – Observador – Regras de concurso de professores definem que, para entrar para os quadros, professores da escola pública estão em pé de igualdade com aqueles que dão aulas nos colégios com contrato de associação.

Educação – Sindicatos queixam-se que professores do privado vão ocupar vagas no público – As vagas destinadas a regularizar o vínculo de docentes do ensino público vão ser preenchidas pelos professores do privado, acusa a Fenprof sobre este concurso que, pela “primeira vez, não é negociado”

Concurso coloca docentes de colégios em pé de igualdade com escolas públicas | Educação | PÚBLICO – “Este concurso deveria destinar-se a regularizar os vínculos precários, mas o que vai fazer é permitir que um professor de um colégio possa entrar para os quadros, deixando os outros de fora”, criticou Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof.

Professores ameaçam com tribunal concurso para se entrar nos quadros | TVI24 – Sindicatos consideram que docentes de colégios são postos em pé de igualdade com os das escolas públicas, quando “deveria destinar-se a regularizar os vínculos precários”

Fenprof ameaça recorrer aos tribunais e parlamento – A Federação Nacional dos Professores contesta as novas regras para entrar nos quadros.

 

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«Concurso de vinculação extraordinário é justo», diz Ministro da Educação

O Ministro da Educação afirmou ao final da manhã de hoje, em Ponte de Lima, que o concurso extraordinário é «justo», contornando desta forma a polémica sobre a vinculação extraordinária que coloca professores do público e privado em pé de igualdade.

Em declarações à margem do Dia Mundial do Livro e da votação da iniciativa “Miúdos a Votos” na Escola Básica e Secundária de Arcozelo, Tiago Brandão Rodrigues não quis dar muitas justificações e limitou-se a dizer que este concurso «é para combater a precariedade».

«É uma conquista de todo o processo de desprecarização que este Governo tem encetado. Com estas vinculações extraordinárias vamos ter mais docentes nas escolas com estabilidade, fazer do com que os agrupamentos aumenta a robustezes dos projetos pedagógicos», fez questão de referir.

O governante frisou que são mais 3.500 docentes que vão ter uma vínculo e «isso é que importa».

Fonte: «Concurso de vinculação extraordinário é justo», diz Ministro da Educação

 

Já estou como o nosso colega Paulo Guinote:

(…) Não há pachorra… já não tenho (temos!) idade para continuar a mudar fraldas a governantes incontinentes. (…)

Fonte: Uma Página Significativa | O Meu Quintal

 

Quanto a dietas é melhor a equipa maravilha fazer um bocado de dieta…e perder peso:

Da Obesidade Curricular | O Meu Quintal

 

O Currículo Proposto Para O 1º Ciclo | O Meu Quintal

 

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Lista de Códigos de Escolas em Excel

Fica também aqui a lista de códigos de escolas em formato Excel. Esta versão tirada hoje é exatamente igual à de anos anteriores.

Clicar na imagem para aceder ao ficheiro desprotegido.

Este ficheiro ficará ao longo do ano na barra lateral direita do blog.


 

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Vamos em 3758 Assinaturas das 20.000 Necessárias

O cidadão e colega já assinou e divulgou?

Do que está à espera?

 

Continua aqui.

Dica no registo: o número de eleitor não é obrigatório, mas, deve ser preenchido porque é pedido no momento da assinatura.

Depois do registo, o melhor é sair e voltar a entrar no site pelo link directo da iniciativa.

Tenham paciência o site é uma verdadeira porcaria – está sempre a ir abaixo ou é de propósito?

Já fiz um post sobre a situação:

Participacao.parlamento.pt Uma Porcaria de Site Em Termos de Funcionamento » Blog DeAr Lindo

PS:

(Clicar na imagem para aceder ao artigo)

 

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Sindicatos dos Professores Ameaçam Recorrer aos Tribunais e ao Parlamento

De todos os ministros que passaram pela pasta da Educação, esta foi a “primeira vez” que os concursos de professores não foram negociados com os sindicatos. Regras para entrar nos quadros põem em pé de igualdade os professores da escola pública e os docentes dos colégios. FNE e Fenprof ameaçam recorrer aos tribunais e ao parlamento.

 

Arrancam hoje todos os concursos de professores do básico e secundário para que, no próximo ano letivo, consigam passar aos quadros do Ministério da Educação ou para que consigam um lugar numa escola mais próxima da sua residência.

Mas o Ministério da Educação definiu regras que estão a gerar a contestação dos sindicatos que, avisam desde já ao i, ameaçam recorrer aos tribunais ou ao parlamento para travar um dos concursos. Isto porque, este ano, para entrar nos quadros do Ministério da Educação os professores da escola pública estão em pé de igualdade com os docentes que dão aulas nos colégios.

O gabinete de Tiago Brandão Rodrigues está a ser obrigado, via parlamento, a repetir este ano um dos concursos de professores (o da mobilidade interna) que se realizou no ano passado, depois de ter sido contestado pelos sindicatos, que acabaram por recorrer aos partidos para alertar os procedimentos. Corre agora o mesmo risco, pelo segundo ano consecutivo, com um outro concurso.

Em causa está o concurso externo extraordinário – um dos três concursos lançados na passada sexta-feira à noite – cujas regras foram publicadas pelo Ministério da Educação sem que tenham sido negociadas com os sindicatos. E de acordo com a Fenprof e com a Federação Nacional da Educação (FNE), de todos os ministros que já passaram pela pasta da Educação, esta é a “primeira vez” que tal acontece. Através deste concurso – que tem sido realizado desde 2013 com caráter extraordinário – vão passar aos quadros, este ano, 2084 professores contratados.

Mas a “censura” dos sindicatos ao comportamento do gabinete da secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão – responsável pela colocação dos professores – não se fica por aqui. É que, apontam a Fenprof e a FNE ao i, o Ministério da Educação não só não desenhou regras próprias para um concurso que se realiza de forma excecional como decidiu não aplicar as regras que foram negociadas no ano passado.

As regras em vigor De acordo com as regras publicadas na portaria da tutela, este ano, para entrar nos quadros do Ministério da Educação os professores que dão aulas na escola pública estão em pé de igualdade com os docentes que dão aulas nos colégios, com contratos de associação.

O único requisito exigido aos professores da escola pública para que se possam candidatar a uma das 2084 vagas é que, nos últimos seis anos letivos, tenham dado aulas durante 365 dias com um horário completo. A mesma regra é aplicada aos docentes dos colégios com contratos de associação sendo-lhe apenas pedido como critério de candidatura a um dos 2084 lugares dos quadros, que tenha dado aulas durante 730 dias (dois anos) com horário completo.

Ou seja, um professor que nunca tenha dado aulas numa escola pública pode agora conseguir um lugar em pé de igualdade com um docente que sempre deu aulas numa escola do Estado.

No ano passado, para que um professor pudesse candidatar-se ao concurso externo extraordinário eram exigidos 12 anos de serviço e que os professores tivessem cinco contratos numa escola pública nos últimos seis anos. Regra que acabava por dar vantagem aos docentes da escola pública para que entrassem nos quadros do ministério.

A alteração às regras para este ano acontece numa altura em que a secretária de Estado Adjunta e da Educação tem vindo a reduzir os contratos de associação com os colégios, o que resultou no corte de turmas em colégios e levou ao encerramento de algumas escolas privadas. Ou seja, aumentou o número de professores do privado no desemprego sendo expectável que muitos tentem entrar nos quadros do Estado sem que nunca tenham dado aulas na escola pública.

Sindicatos vão para tribunal ou recorrer ao parlamento Perante este cenário os sindicatos recusam ficar de braços cruzados. Este ano, “de forma inédita” a tutela “nem sequer abriu um período negocial para estabelecer regras próprias para este concurso externo e vai fazer com que, muito provavelmente, uma boa parte dos lugares que supostamente seriam para os precários da escola pública vão ser ocupados não por estes mas por um conjunto de outros professores”, alertou ao i Vítor Godinho, membro do secretariado nacional da Fenprof que coordena as matérias de concursos no sindicato. “Não está certo e não é minimamente justo que assim seja”, remata ainda Vítor Godinho. Por isso, a Fenprof – que diz ter vindo a alertar desde janeiro a secretária de Estado para a necessidade de negociação dos concursos – já decidiu o que vai fazer. “Vamos solicitar a intervenção da Assembleia da República, junto dos partidos, como fizemos no concurso da mobilidade interna” (concurso repetido este ano), avançou ao i Vítor Godinho.

Já a FNE, que reúne hoje em secretariado nacional, vai “analisar o diploma para ver se há questões jurídicas que possam ser levantadas para recorrer aos tribunais”, diz o secretário-geral João Dias da Silva.

Questionado pelo i sobre a ausência de negociações com os sindicatos, o Ministério da Educação diz que “as regras aplicadas estão definidas no decreto-lei 132/2012 pelo que não carecem de negociação sindical”. Fonte oficial disse ainda que “este ano foram adotados esses critérios e prioridades, que já constam de lei que foi ela própria sujeita a negociação coletiva, pelo que não foi necessária outra negociação”.

Recorde-se que já no ano passado foi gerada forte polémica precisamente sobre as regras de prioridade na atribuição de um lugar aos professores. Em dezembro de 2016, no parlamento, Alexandra Leitão, disse que para o concurso do ano passado os professores da escola pública iriam estar em pé de igualdade com os das escolas privadas, tal como agora está a acontecer.

Dias depois, a governante acabou por recuar e dizer que os professores de turmas com contratos de associação, devem ser tratados de “modo diferente” dos docentes das escolas públicas quando se trata de concursos para entrar nos quadros. Nessa altura, a governante voltou atrás e estabeleceu que os professores dos colégios estariam em 3.ª prioridade para entrar nos quadros do ministério e os das escolas públicas ficariam em 2.ª prioridade.

Além deste concurso de vinculação extraordinária, arranca hoje ainda o concurso de mobilidade interna com 4662 vagas. Podem concorrer a este concurso – que se repete este ano por imposição do parlamento – os professores dos quadros que queiram aproximar-se da sua residência ou que não tenham turma atribuída (horários zero).

Está ainda aberto o concurso externo (norma-travão) com 1236 vagas. Podem ser candidatos todos os docentes da escola pública com três contratos anuais e completos nos últimos anos letivos.

O prazo para as candidaturas para estes concursos termina a 3 de maio, dentro de sete dias úteis.

Fonte: Sindicatos dos professores ameaçam recorrer aos tribunais e ao Parlamento

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Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 23 de abril e as 18:00 horas de 3 de maio de 2018 (hora de Portugal continental) para efetuar candidatura ao Concurso Interno, Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário, destinados a Educadores de Infância e a Professores dos Ensinos Básico e Secundário, com vista a satisfação das necessidades permanentes dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas (AE/ENA) e dos quadros de zona pedagógica e das necessidades temporárias.

 

 Aviso de abertura
 Nota informativa
Manual de utilizador Externo
Manual de Utilizador LSVLD
Decreto-Lei 28/2017
Decreto-Lei 15/2018
Decreto-Lei 16/2018
Portaria 107-A/2018
Portaria 107-B/2018
Códigos dos AE/ENA
Lista de Estabelecimentos Particulares com contrato de associação, para efeitos da 2ª prioridade
Lista de instituições públicas que relevam para efeitos da 2ª prioridade
SIGRHE

 

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Concurso Interno antecipado

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 23 de abril e as 18:00 horas de 3 de maio de 2018 (hora de Portugal continental) para efetuar candidatura ao Concurso Interno antecipado, Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário, destinados a Educadores de Infância e a Professores dos Ensinos Básico e Secundário, com vista a satisfação das necessidades permanentes dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas (AE/ENA) e dos quadros de zona pedagógica e das necessidades temporárias.

 

 Aviso de abertura
 Nota informativa
Manual de utilizador QA/QE
Manual de utilizador QZP
Manual de Utilizador LSVLD
Decreto-Lei 28/2017
Decreto-Lei 15/2018
Decreto-Lei 16/2018
Portaria 107-A/2018
Portaria 107-B/2018
Códigos dos AE/ENA
SIGRHE

 

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Concurso Interno antecipado, Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 23 de abril e as 18:00 horas de 3 de maio de 2018 (hora de Portugal continental) para efetuar candidatura ao Concurso Interno antecipado, Concurso Externo Ordinário/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento e Concurso Externo Extraordinário, destinados a Educadores de Infância e a Professores dos Ensinos Básico e Secundário, com vista a satisfação das necessidades permanentes dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas (AE/ENA) e dos quadros de zona pedagógica e das necessidades temporárias.

 

 Aviso de abertura
 Nota informativa
 Decreto-Lei 28/2017
 Decreto-Lei 15/2018
 Decreto-Lei 16/2018
 Portaria 107-A/2018
 Portaria 107-B/2018
 Códigos dos AE/ENA
 Lista de Estabelecimentos Particulares com contrato de associação, para efeitos da 2ª prioridade
 Lista de instituições públicas que relevam para efeitos da 2ª prioridade
SIGRHE

 

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Não é segredo, nem fofoca…

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Entre 2010 e 2018 os professores perderam 18,7% da sua remuneração…

 

O Jornal Expresso publicou, ontem, um quadro demonstrativo das perdas a que foram sujeitos os funcionários públicos. Os professores do ensino básico e secundário posicionados no 5.º escalão, a meio da carreira, perderam 18,7% da sua remuneração…

Fica um excerto da noticia e o quadro demonstrativo.

 

Função Pública: conheça os salários que mais caíram desde 2010

Os professores do ensino básico e secundário no 5.º escalão perderam 305 euros e os inspetores da Polícia Judiciária de 4.º escalão assistiram a uma queda de 288 euros.

Além dos congelamento dos salários, a inflação, o agravamento do IRS e o aumento das contribuições para a ADSE e para a CGA ditaram perdas do poder de compra que em alguns casos chegou aos dois dígitos em relação a 2010.

in Expresso

 

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Sugestão de Leitura – O Líder Charlatão – Luís Ricardo

“Ser ou não ser o mais importante do cemitério”

 

Sinopse

Este livro procura identificar os que se julgam com capacidades especiais de liderança, os que se julgam iluminados, os que se julgam imprescindíveis para orientar as nossas perdidas vidas, os que gostam de ter poder sobre os outros, os que afirmam que sem eles o grupo não conseguirá ter sucesso, em suma, os que nos dizem: “entrega-me a tua vida e continua idiota”. A estratégia normalmente usada é o aproveitamento das brechas do conhecimento, da ignorância e do medo resultando sempre em benefícios para o líder charlatão e para a sua organização. Procura-se, nesta obra, promover um pensamento reflexivo em detrimento de um pensamento intuitivo sem qualquer suporte lógico. Exalta-se a importância de uma vida livre, saudável e sem crenças. É um livro de libertação. A biologia, a antropologia, a sociologia e a filosofia racional são os suportes desta obra que nos aponta algumas das razões do ser humano gostar tanto de posições que lhe conferem poder. Carl Sagan e Bertrand Russell são os autores a quem Luís Ricardo pediu mais vezes ajuda.

 

 

 

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Concurso de Professores 2018/2019

As próximas imagens são um resumo feito pelo Luís Cansado para a fase de concurso que começa amanhã.

O documento também está aqui em formato pdf.

 

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“O que esconde a mobilidade interna?” (encontrado no Face…)

Encontram-se videos explicativos com bastante criatividade, nas redes sociais (aqui).

 

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Sobre a Municipalização

Autarquias deverão ficar condicionadas pelo Governo na sua intervenção nas escolas

 

Novo diploma para regulamentar a aplicação na educação da transferência de competências para as autarquias continua em discussão, mas já está definido que a propriedade das escolas passará para as câmaras.

 

A construção de novas escolas, de modo a suprir “carências de oferta educativa” no âmbito da escolaridade obrigatória, a intervenção nos estabelecimentos que estão em más condições e a remoção de materiais nocivos à saúde serão as três prioridades principais para que o Governo assegure verbas às autarquias de modo a que levem por diante as operações em equipamentos escolares, no âmbito das transferências de competências para os municípios na área da Educação.

Só depois será garantido o investimento para “a instalação de equipamentos laboratoriais, desportivos e outros, inexistentes em escolas em funcionamento” e para a “racionalização da rede educativa”, que poderá passar pela “agregação entre os estabelecimentos da educação pré-escolar e os dos diferentes ciclos do ensino básico e secundário” e pela distribuição da oferta em função “da densidade e da idade da população a escolarizar e do nível de ensino em questão”. Estes últimos parâmetros devem ser levados em conta na fixação da rede educativa, que é uma das competências do Ministério da Educação que passarão para as autarquias.

 

A definição destas prioridades é uma das novidades inscritas na versão de 26 de Março do projecto de decreto-lei do Governo sobre o que acontecerá no sector educativo na sequência da descentralização de competências, que foi disponibilizada no blogue sobre Educação DeAr Lindo.

Em resposta ao PÚBLICO, o gabinete de comunicação do Ministério da Administração Interna (MAI), que centraliza este processo, confirmou a veracidade desta versão, embora frisando que se trata ainda “um documento de trabalho”. Adiantou também que dada a natureza “dinâmica” deste processo, aquela versão já pode ter sofrido alterações.

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