O PCP condenou este domingo o “protelamento”, por parte do Governo, nas negociações com os professores sobre a contagem integral do tempo de serviço e devidas remunerações, instando o executivo socialista ao cumprimento da legislação.
“O que esta situação revela é sobretudo resultado do protelamento pelo Governo da resposta devida aos professores quanto à contagem do tempo de serviço para efeitos de progressão na carreira“, disse fonte oficial comunista à Agência Lusa.
A secretária de Estado adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, lembrou no sábado, também em declarações à Lusa, que a tutela “tem negociado com os professores”, sublinhando que “não retira consequências” do apelo à intervenção direta nas conversações do primeiro-ministro, António Costa, feito pela coordenadora do BE, Catarina Martins.
“Mais do que a emanação de despachos, o que se exige é que o Governo cumpra o que a Lei do Orçamento do Estado para 2018 (OE2018) dispõe sobre a matéria“, insistiu a mesma fonte do PCP.
Em causa está o conflito entre sindicatos de docentes e o Ministério da Educação sobre as negociações quanto ao tempo e modo de recuperação da contagem do tempo de serviço e respetiva progressão na carreira e consequente valorização salarial, que dura desde o início do ano.
Além de um compromisso entre as parte assinado em dezembro de 2017, o OE2018 já prevê a negociação sobre o ritmo da reposição daqueles valores, bem como uma resolução de “Os Verdes”, aprovada no parlamento, pela contagem integral do tempo de serviço de diversos setores da função pública.
Os representantes sindicais dos professores exigem a contagem de nove anos, quatro meses e dois dias de tempo de serviço congelado, mas o Governo contrapropôs, em março, dois anos, nove meses e 18 dias, seguindo-se uma rutura e impasse nas negociações, diversas greves, nomeadamente às avaliações de alunos, mas entretanto reatadas.
(…)
PCP lamenta “protelamento” do Governo face a professores e exorta cumprimento da lei
Jul 23 2018
PCP lamenta “protelamento” do Governo face a professores e exorta cumprimento da lei
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Jul 22 2018
Nos Açores não falta dinheiro e até se quer justiça…
… mas existe a fidelidade cega. Essa fidelidade põe em causa a autonomia.
É a partidarite…
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Jul 22 2018
Aplicação de Apoio Aos Concursos – Versão 2
Muito em breve poderão precisar do apoio desta aplicação.
Deixo o artigo de 30 de Maio com a explicação das novas funcionalidades da aplicação deste ano.
Se no ano passado foi uma grande ajuda, este ano está muito melhor.
A aplicação disponibilizada no ano passado, que permitia calcular as distâncias e tempos de viagem para todos os Agrupamentos de Escolas do país, ver a localização de todas as escola em mapa (ajudando também na escolha do melhor percurso para chegar) está de volta, mas com uma GRANDE novidade.
Agora, quando se carrega no botão
, além de receber as suas preferências no email, também pode ver, para cada um dos grupos para os quais concorreu:
– O número de candidatos que estão melhor graduados na lista de ordenação e que já ficaram colocados, no grupo de recrutamento, em escolas para as quais está a manifestar preferência;
– O número de candidatos que estão melhor graduados na lista de ordenação e que já ficaram colocados, em qualquer grupo de recrutamento, em escolas para as quais está a manifestar preferência;
– O número de candidatos que estão pior graduados na lista de ordenação e que já ficaram colocados, no grupo de recrutamento, em escolas para as quais está a manifestar preferência;
– O número de candidatos que estão pior graduados na lista de ordenação e que já ficaram colocados, em qualquer grupo de recrutamento, em escolas para as quais está a manifestar preferência.
Esta nova aplicação considera todas as colocações desde 2012/2013, exceto BCE e Ofertas de Escola.
Poderá também ver quem são os candidatos e onde foram essas colocações.podem filtrar as colocações por ano letivo e ver os candidatos colocados e quando foram colocados (os mais e os menos graduados).
No exemplo apresentado, um colega que concorre apenas ao QZP1, fica a saber que:
– O seu número de ordem no grupo 120 é o 220;
– 23, dos candidatos que estão melhor posicionados nesta lista do grupo 120, já estiveram colocados no QZP 1, no grupo 120, nos anos letivos de 2014/2015 a 2017/2018;
– 82, dos candidatos que estão melhor posicionados nesta lista do grupo 120, já estiveram colocados no QZP 1, no grupo 120, ou noutros grupos de recrutamento, nos anos letivos de 2014/2015 a 2017/2018;
– Nenhum (0), dos candidatos que estão pior posicionados nesta lista do grupo 120, esteve colocado no QZP 1, no grupo 120, nos anos letivos de 2014/2015 a 2017/2018;
– 5, dos candidatos que estão pior posicionados nesta lista do grupo 120, já estiveram colocados no QZP 1, no grupo 120, ou noutros grupos de recrutamento, nos anos letivos de 2014/2015 a 2017/2018.
Na parte de baixo da página é, também, apresentada a lista de candidatos e respetivas colocações, conforme a opção escolhida.
Também é possível selecionar/desselecionar alguns dos anos letivos.
Para entrar nesta nova versão devem efetuar o registo tendo sempre em conta que tem de ser feito com o vosso número de candidatura SIGRHE, de forma a saberem quem são os docentes mais ou menos graduados no grupo de recrutamento para os quais estão nas listas de ordenação provisórias de 2018/2019.
Para que a listagem já ordene as escolas pela distância devem escolher como vossa a escola que é mais próxima da vossa residência.
Esta aplicação é tanto válida para docentes contratados como para os docentes do quadro.
A compra desta versão é válida para o concurso 2018/2019 e terá uma nova atualização de dados quando forem publicadas as listas de ordenação definitivas e ao longo do ano com as sucessivas colocações em Reserva de Recrutamento. A partir de hoje o grau de certeza para saberem onde e quando ficam colocados vai aumentar consideravelmente.
Com esta aplicação podem até verificar que preferem arriscar a concorrer a horários mais próximos de casa vendo que colocações sucessivamente ocorrem ao longo de cada ano letivo.
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Jul 22 2018
Um Mero Exercício de Previsão das Datas do Concurso
Já tinha feito referência aqui que o último dia possível para que as listas fossem publicadas e o resto do calendário dos concursos não fossem alterados seria que amanhã fossem publicadas as listas definitivas de colocação dos concursos Interno/externo e Extraordinário.
Se isso acontecer o resto do calendário deverá ser assim:
Aceitação da colocação – 24 a 30 de Julho
Recurso Hierárquico – 24 a 30 de Julho
CONTRATAÇÃO INICIAL
Manifestação de Preferências à Contratação Inicial – 31 de Julho a 6 de Agosto
MOBILIDADE INTERNA
Indicação pelas escolas dos docentes que dispõem de componente letiva — 1.ª Disponibilização – 24 a 30 de Julho
Candidatura e Manifestação de Preferências – 31 de Julho a 6 de Agosto
Validação da Candidatura – 7 a 9 de Agosto
Se estiverem de férias e precisarem de concorrer não se esqueçam de levar PC e NET convosco, para não variar.
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Jul 22 2018
Aprendizagens Essenciais – Ensino Básico
Aprendizagens Essenciais – Ensino Básico
As Aprendizagens Essenciais (AE) referentes ao Ensino Básico são homologadas pelo Despacho n.º 6944-A/2018, de 19 de julho.
| Componentes do currículo | 1. º Ciclo | 2. º Ciclo | 3. º Ciclo | |||||||
| 1.º Ano | 2.º Ano | 3.º Ano | 4.º Ano | 5.º Ano | 6.º Ano | 7.º Ano | 8.º Ano | 9.º Ano | ||
| Português | ||||||||||
| Matemática | ||||||||||
| Estudo do Meio | ||||||||||
| Educação Artística | Artes Visuais | |||||||||
| Expressão Dramática/Teatro | ||||||||||
| Dança | ||||||||||
| Música | ||||||||||
| Educação Física | ||||||||||
| Inglês | ||||||||||
| TIC | ||||||||||
| História e Geografia de Portugal | ||||||||||
| Ciências Naturais | ||||||||||
| Educação Visual | ||||||||||
| Educação Tecnológica | ||||||||||
| Educação Musical | ||||||||||
| Língua Estrangeira II | Alemão | |||||||||
| Espanhol | ||||||||||
| Francês | ||||||||||
| História | ||||||||||
| Geografia | ||||||||||
| Físico-Química | ||||||||||
| Educação Moral e Religiosa Católica | ||||||||||
| Português Língua Não Materna | Nível A1 | Nível A2 | Nível B1 |
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Jul 21 2018
Sindicato de professores que mantém greve exige demissão de ministro e secretária de Estado
O Sindicato de Todos os Professores (STOP) exigiu hoje a demissão do ministro da Educação e da secretária de Estado adjunta, mantendo que a greve dos docentes às avaliações se prolonga até 31 de julho.
André Pestana, da direção do Sindicato de Todos os Professores, disse à agência Lusa que “a greve vai continuar” até ao fim do mês e frisou que foi entregue um pré-aviso de greve para agosto que “impede a eventual prepotência de diretores que ousem chamar professores” para terminarem as avaliações, prejudicando-os no gozo de férias.
Na sexta-feira, o Ministério da Educação enviou orientações às escolas para que concluam as avaliações finais dos alunos “impreterivelmente até 26 de julho”, quinta-feira, indicando que os diretores escolares só poderão autorizar as férias aos professores depois de estes entregarem todas as notas dos alunos.
“Há aqui uma tentativa de questionar o direito à greve e às férias dos professores, o que é totalmente ilegal”, afirmou André Pestana.
O dirigente sindical revelou que, “perante a chantagem e a gravidade de mais este ataque”, o STOP “vai pedir a partir de hoje a demissão” do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, e da secretária de Estado adjunta e da Educação, Alexandra Leitão.
“Não é sério o Governo assumir compromissos e não cumprir”, referiu igualmente.
Entretanto, este sindicato nacional, com sede em Coimbra, o único que apoia a continuação da greve dos professores às avaliações, enviou às duas centrais sindicais – CGTP e UGT – e às demais organizações sindicais do setor da educação um e-mail a pedir a sua solidariedade com os docentes em greve.
Para André Pestana, importa “que todo o movimento sindical tome uma posição rápida e pública” em defesa dos direitos dos professores à greve e a férias.
A lei prevê que eventuais alterações às férias, por imposição superior, implica o “pagamento de indemnizações aos trabalhadores” por parte do Ministério da Educação, frisou André Pestana à Lusa.
O STOP promoveu hoje, nas suas instalações, em Coimbra, uma sessão pública para fazer o “ponto da situação duma greve histórica”.
Sindicato de professores que mantém greve exige demissão de ministro e secretária de Estado
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Jul 21 2018
Professores – Catarina Martins pede intervenção do PM para resolver problema
A coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, apelou este sábado à intervenção do primeiro-ministro, António Costa, para ser encontrada uma solução que acabe com o “braço-de-ferro” com os professores.
“O senhor primeiro-ministro tem de intervir diretamente para que o Orçamento do Estado seja cumprido e que se encontre uma solução negociada”, defendeu a líder partidária, em declarações aos jornalistas.
Catarina Martins deixou uma pergunta ao executivo de António Costa:
O Governo tem de cumprir a lei, o que está no Orçamento do Estado. Se o Governo não o fizer, que confiança é que nós temos em qualquer Orçamento do Estado que seja aprovado, para qualquer profissão, para qualquer setor, que vai acontecer o que lá está”.
“Há um problema que tem de ser resolvido e seria estranho que o primeiro-ministro não compreendesse esta situação e não percebesse que tem de agir”, sublinhou.
Ainda sobre as divergências que se mantêm entre o Governo e os sindicatos dos professores sobre a progressão das carreiras dos docentes, a líder do BE responsabilizou o executivo socialista pela situação e afirmou que “ninguém compreende esta arrogância, esta prepotência”.
“Não é uma forma de se conversar com nenhuma profissão e não é nenhuma forma de governar não querer cumprir a lei do Orçamento do Estado”, reforçou aos jornalistas.
Para Catarina Martins, “o Governo está a fazer um braço-de-ferro que não tem nenhum sentido”.
Os professores não pedem nenhum retroativo sobre o que deviam ter recebido e não receberam, estão absolutamente disponíveis a que o descongelamento da carreira tenha efeitos para lá da legislatura, não querem tudo de uma vez. Tudo o que dizem é que não façam de conta que é a mesma coisa trabalhar dois anos ou trabalhar nove”, insistiu.
A coordenadora lembrou que o BE aprovou “um Orçamento do Estado que dizia que as carreiras iam ser descongeladas para todas as profissões, incluindo para os professores, contando o tempo de serviço e que, depois, seriam negociados os prazos de como eram descongeladas, por causa do impacto orçamental”.
“O Governo parece não querer aplicar o Orçamento do Estado e não quer contar esse tempo de serviço. Esta é uma situação para todas as carreiras da função pública”, disse.
Catarina Martins concluiu que “o problema não está, neste momento, do lado dos professores, está do lado do Governo”.
Em conclusão, a dirigente defendeu que esta “não é só uma questão de professores, é uma questão de confiança democrática, que é muito necessária”.
(Bloco quer intervenção de Costa para resolver “braço-de-ferro” com professores)
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Jul 21 2018
Então a Fenprof disse à RTP que esta luta já não é deles?
(alguém diga a estes senhores que Portugal não é a Turquia!)
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Jul 21 2018
Ao Cuidado da SE Leitão, da Fenprof&Companhia Limitada e do Filinto Triste Lima
Os Conselhos de Turma São “Órgãos Administrativos (Ainda que de Carácter Temporário)”?
Eu para fazer figuras tristes fico em casa – até me deu voltas ao estômago.
Um pais de figurões.
(…)
Ouvido este sábado na RTP3, o presidente da Associação de Diretores de Agrupamentos Escolares afinou pelo mesmo diapasão da tutela, ao considerar positivo o teor da comunicação da DGEsTE.
“Penso que esta carta é feliz. É feliz porque tenta e penso que vai conseguir conciliar três direitos: o direito à educação, o direito à greve por parte dos professores – é um direito intocável – e o direito também às férias dos professores”, sustentou Filinto Lima.
“Penso que as reuniões irão ser feitas numa greve que já vai há mês e meio. Não me recordo de qualquer tipo de greve, na educação ou noutro sector de atividade económica, com tanto tempo de duração, prevista para terminar a 31 de agosto, podendo até prolongar-se”, assinalou o responsável.
Ainda segundo Filinto Lima, “quem está a fazer greve neste momento é um número reduzido de professores”.
“O grosso dos professores não está a fazer greve neste momento, fê-lo até ao dia 13 e quer ir de férias descansado. Ou seja, para o grosso dos professores isto é uma boa novidade”, acentuou.
“O que é que pode acontecer no limite? Um conselho de turma tem nove professores, suponhamos. Claro que se faltarem oito ou sete o conselho de turma não pode funcionar. Até agora aquilo que a prática nos ensinou durante esta semana é que falta um professor ou dois e, portanto, bastará, no caso concreto, estarem presentes três professores, que a reunião de notas será realizada”.
“Adiamentos perpetuavam-se”(…)
A orientação do Ministério, insistiu Filinto Lima na RTP3, “foi necessária porque as reuniões perpetuavam-se, os seus adiamentos, e nós diretores não saberíamos o que fazer”.
“Isto é uma interpretação do Ministério da Educação, é um respaldo muito bom para os diretores e para as escolas e portanto, necessariamente, estas reuniões terão que ser realizadas no início da próxima semana. Não são tantas quanto isso, mas são algumas”, vincou o presidente da Associação de Diretores, para quem “o grosso dos professores está satisfeito”, por contraste com os docentes a cumprir greve.
Quanto arranque do próximo ano letivo, Filinto Lima admite que “o trabalho” está “um pouco atrasado”.
“Nós na educação trabalhamos muito sob pressão. Os diretores irão recuperar o tempo perdido e o próximo ano letivo, a entrada, irá decorrer com toda a normalidade”, ressalvou.
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Jul 21 2018
STOP acusa ministério de “intimidação” e “dupla ilegalidade” com bloqueio de férias
E a Fenprof&Companhia Limitada vão continuar caladinhos a assobiar para o lado como se não fosse nada com eles?
Então esta luta já não é vossa?
STOP acusa ministério de “intimidação” e “dupla ilegalidade” com bloqueio de férias
O recém-criado Sindicato de Todos os Professores (STOP), a única organização sindical que mantém ainda as greves às reuniões de avaliação, acusa o Ministério da Educação de estar a “tentar intimidar os professores com uma dupla ilegalidade”, ao pedir aos diretores para não autorizarem o gozo de férias dos professores que ainda não entregaram a avaliação final dos alunos.
“[O Ministério] viola dois direitos básicos: o direito à greve e o direito elementar a gozar férias”, diz ao DN André Pestana, do STOP. “As férias não podem ser suspensas. Quando estão a dizer que só vão gozar férias depois de entregarem as avaliações, ou realizarem as reuniões de avaliação, estão a violar duas vezes a lei”, acusa, acrescentando que a única hipótese prevista na lei “é a remarcação de férias”, mas que esta tem de ser feita individualmente, “por escrito, invocando razões excecionais”; e pode implicar uma compensação devida ao professor de “até três vezes o valor que ele gastou nos preparativos dessas férias”.
Em causa está uma nota enviada nesta sexta-feira às escolas, na qual a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) avisa que todas as avaliações finais têm de estar entregues “impreterivelmente” até à próxima quinta-feira e que as direções “apenas podem manter a autorização para o gozo de férias já marcadas” aos docentes que “tenham entregado todos os elementos de avaliação para os conselhos de turma” e desde que “seja assegurado quórum deliberativo de um terço em cada uma das reuniões por realizar”.
Já neste sábado, na TSF, a secretária de Estado adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, disse que os docentes podem ir de férias “desde que deixem a avaliação”. A governante disse ainda que os docentes atualmente em greve não estão de férias, porque “a greve suspende a relação laboral”.
O STOP realiza hoje, pelas 18.00, uma reunião em Coimbra para avaliar “novas medidas a tomar” e já enviou “um apelo a todas as organizações sindicais, de docentes e não só”, para que estas se pronunciem sobre a medida do Ministério. André Pestana confirma ainda a intenção de estender a paralisação “até ao mês de agosto”.
De acordo com dados avançados pelo Ministério da Educação, falta ainda avaliar cerca de 7% dos alunos, aproximadamente 80 mil. Os estudantes do secundário que precisavam das notas para efeito de candidatura ao superior já terão sido todos avaliados.
PS:
Andaste a dormir e agora é que acordaste?
Eu sou burro e estúpido?
Puxar este assunto este Sábado é mesmo uma cortina de fumo para não tocar noutros assuntos, não é verdade?
Fenprof contra medidas que ponham em causa autonomia das escolas
A estrutura sindical chama “municipalização da Educação” à transferência de competências aprovada pelo PS e pelo PSD.
A Fenprof criticou este sábado a transferência para os municípios de competências na Educação que retirem autonomia às escolas e exigiu fazer parte das negociações do diploma sectorial que vai definir quais as áreas concretas a passar para as autarquias.
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Jul 21 2018
Sobre o direito à greve de qualquer trabalhador, até dos professores…
Há leituras que faziam bem a muita gente que se julga capaz de interpretar legislação ou faz o favor a alguém de servir de testa de ferro…
Também, há “lutadores” da democracia que só a escolhem defender quando lhes dá jeito ou aos amigos… há aqueles que são democratas todos os dias e outros que só de vez em quando. Coisas que custam ver…
Mas deixemo-nos de conversa fiada e passemos a explicar baseando-nos na legislação em vigor.
O direito à greve, consagrado na Constituição da República Portuguesa, é um direito de todos os trabalhadores, independentemente da natureza do vínculo laboral que detenham, do sector de atividade a que pertençam e do facto de serem ou não sindicalizados.
Artigo 57.º (Constituição da República Portuguesa VII Revisão Constitucional [2005])
Direito à greve e proibição do lock-out
É garantido o direito à greve.
1 – Compete aos trabalhadores definir o âmbito de interesses a defender através da greve, não podendo a lei limitar esse âmbito
2 – A lei define as condições de prestação, durante a greve, de serviços necessários à segurança e manutenção de equipamentos e instalações, bem como de serviços mínimos indispensáveis para ocorrer à satisfação de necessidades sociais impreteríveis.
3 – É proibido o lock-out.
Artigo 530.º (Lei n.º 14/2018, de 19/03)
Direito à greve
1 – A greve constitui, nos termos da Constituição, um direito dos trabalhadores.
2 – Compete aos trabalhadores definir o âmbito de interesses a defender através da greve.
3 – O direito à greve é irrenunciável.
Artigo 536.º (Lei n.º 14/2018, de 19/03)
Efeitos da greve
1 – A greve suspende o contrato de trabalho de trabalhador aderente, incluindo o direito à retribuição e os deveres de subordinação e assiduidade.
2 – Durante a greve, mantêm-se, além dos direitos, deveres e garantias das partes que não pressuponham a efetiva prestação do trabalho, os direitos previstos em legislação de segurança social e as prestações devidas por acidente de trabalho ou doença profissional.
3 – O período de suspensão conta-se para efeitos de antiguidade e não prejudica os efeitos decorrentes desta.
É absolutamente proibido coagir, prejudicar e discriminar o trabalhador que tenha aderido a uma greve. Os atos do empregador, que impliquem coação do trabalhador no sentido de não aderir a uma greve e/ou prejuízo ou discriminação pelo facto de a ela ter aderido, constituem contraordenação muito grave e são ainda punidos com pena de multa até 120 dias.
Artigo 540.º (Lei n.º 14/2018, de 19/03)
Proibição de coação, prejuízo ou discriminação de trabalhador
1 – É nulo o ato que implique coação, prejuízo ou discriminação de trabalhador por motivo de adesão ou não a greve.
2 – Constitui contraordenação muito grave o ato do empregador que implique coação do trabalhador no sentido de não aderir a greve, ou que o prejudique ou discrimine por aderir ou não a greve.
Artigo 543.º (Lei n.º 14/2018, de 19/03)
Responsabilidade penal em matéria de greve
A violação do disposto no n.º 1 ou 2 do artigo 535.º ou no n.º 1 do artigo 540.º é punida com pena de multa até 120 dias.
S,e depois disto, ainda houver quem não perceba, que se demita, ou que seja demitido.
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Jul 21 2018
O descongelamento dos professores dos Açores vai ser o melhor dos melhores, vai ser com “doce”…
Eu nem comento… já estou por tudo! Até já ouço as cagarras a cantar como canários!!!!
PS/Açores quer descongelamento da carreira docente “melhor“ do que no resto do país
A Assembleia Legislativa dos Açores aprovou esta sexta-feira, por maioria, uma proposta do PS que defende que o descongelamento da carreira docente nos Açores deve ser “melhor” do que no resto do país.
“Que a aplicação da solução nacional da recuperação, pelos professores, do tempo de serviço congelado, se traduza na existência de uma carreira docente na região, diferente, para melhor, do que a carreira docente existente na região autónoma da Madeira e no continente”, pode ler-se na proposta socialista, apresentada pela deputada Sónia Nicolau.
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Jul 21 2018
Relatórios/Estatísticas – 1.ª Fase das Provas Finais de Ciclo.
Já se encontram disponíveis os dados estatísticos – 1.ª Fase das Provas Finais de Ciclo.
Estatistica das Provas Finais do Ensino Básico – Por Disciplina – 1ª Fase – 2018
Estatistica dos Exames Finais do Ensino Secundário – Por Disciplina – 1ª Fase – 2018
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Jul 21 2018
Acho Muito Bem
E é assim que o Estado deveria ter feito a todas as escolas deste pais.
Deveria ter sido feito um levantamento sério pelo LNEC visando a defesa do erário público e da Escola Pública.
A criação da Parque Escolar foi um crime de lesa-pátria!
Visou apenas um objectivo: sacar dinheiro à conta do contribuinte parvalhão!
Câmara vai pedir estudo “exaustivo” para definir as escolas que precisam de obras
Vereador da Educação vai assinar um protocolo com o LNEC, para que a instituição produza um estudo que determine as escolas que precisam de obras mais urgentes, para lá de “pressões políticas” e de quem tem mais poder de mobilização.
A câmara de Lisboa vai pedir ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) um estudo “exaustivo” para aferir o estado de conservação das escolas básicas que são geridas pela autarquia.
Segundo uma proposta apresentada, e aprovada por unanimidade na reunião do executivo da semana passada, pelo vereador Ricardo Robles, para que a autarquia possa prosseguir com o programa Escola Nova, que prevê a recuperação de escolas do 1º ciclo e jardins-de-infância, é necessário proceder ao “levantamento exaustivo das condições de segurança, conforto e acessibilidade aos estabelecimentos escolares e promovendo medidas correctivas necessárias”.
Actualmente, são as direcções dos agrupamentos e as associações de pais que trabalham com a câmara na “monitorização regular do estado dos equipamentos”. Mediante o relato de ocorrências, os serviços camarários são chamados a intervir
A autarquia quer que seja agora o LNEC a fazer esse levantamento, para que seja elaborado um relatório técnico sobre as escolas que ainda não sofreram obras. Isto para que essa avaliação “seja técnica e não feita com base em critérios políticos, privilegiando certa zona da cidade, freguesia ou comunidade”, explicou o vereador da Educação, Ricardo Robles, ao PÚBLICO. Desta forma, o objectivo é contornar pressões políticas e a mobilização pública, que, por vezes, acabam por pressionar a autarquia a fazer obras em escolas, quando há intervenções mais urgentes por fazer noutros estabelecimentos.
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Jul 21 2018
Professores em protesto nos Açores criticam falta de autonomia do governo regional
Os professores dos Açores continuam em luta pela contagem integral do tempo de serviço. Centenas de docentes reclamam mais autonomia do Governo da região autónoma.
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Jul 21 2018
Há 200 escolas em greve e milhares de alunos sem notas, diz sindicato
Há 200 escolas em greve e milhares de alunos sem notas, diz sindicato | Educação | PÚBLICO
O Sindicato de Todos os Professores é o único sindicato que mantém a greve de professores, uma vez que as restantes dez estruturas sindicais terminaram o protesto a 13 de Julho.
A greve às avaliações dos alunos mantém-se em cerca de 200 escolas do país, impedindo o lançamento das notas de milhares de estudantes, segundo um balanço do Sindicato de Todos os Professores (S.T.O.P.).
“Temos uma lista de 200 escolas onde a greve continua total ou parcialmente”, disse à Lusa André Pestana, dirigente do S.T.O.P., o único sindicato que mantém a greve de professores, uma vez que as restantes dez estruturas sindicais terminaram o protesto a 13 de Julho.
Segundo André Pestana, o Norte do país é a zona onde a adesão está a ter mais impacto, mas também no centro interior os professores continuam mobilizados na luta por reivindicações como a contagem integral dos anos de serviço congelados para progressão na carreira. Em cidades como Seia, Covilhã e Guarda, “há várias escolas onde a greve está fortíssima”, garantiu o dirigente do recém-criado sindicato. Já no Sul do país a adesão é menos visível, mas André Pestana assegura que “há focos de resistência”.
No total, poderão estar ainda “cerca de cem mil alunos sem notas”. A greve às avaliações começou no início de Junho com uma convocatória do S.T.O.P., à qual se juntaram posteriormente as restantes dez estruturas sindicais representativas dos docentes, mas que terminaram o período de luta a 13 de Julho.
Os directores escolares admitem que no final do mês ainda haja alunos sem notas, uma situação que preocupa as escolas, uma vez que entretanto os docentes entram de férias.
Os directores pedem ao Ministério que esclareça as escolas sobre o que devem fazer, nomeadamente se podem convocar os docentes para atribuir as notas durante as suas férias, exemplificou o presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, em declarações à Lusa.
PS:
Por Caminha | O Meu Quintal
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Jul 21 2018
Tempo de carreira dos professores é a chave do OE2019
Tempo de carreira dos professores é a chave do OE2019 | Orçamento do Estado | PÚBLICO
As negociações do Orçamento para 2019 estão no início, mas o Governo está convencido de que terão êxito e para as desbloquear conta com o acordo com os sindicatos dos professores.
A chave de acesso à aprovação do Orçamento do Estado para 2019 será as negociações sobre o reconhecimento progressivo do tempo de serviço na carreira dos professores entre o Governo e a plataforma de sindicatos de professores, em particular com a Federação Nacional dos Professores (Fenprof). Essa é a convicção manifestada por um membro do Governo ao PÚBLICO.
“O Governo já disse que ia reconhecer dois anos, nove meses e 18 dias”, afirma o mesmo responsável do Executivo, explicando que as negociações prosseguem. “Agora, é acertar as contas. O Governo diz que reconhecer tudo o que os professores pedem custa 600 milhões, os professores dizem que é um terço disso. Chegaremos a um consenso”, garante o ministro ouvido pelo PÚBLICO.
Ainda que esta negociação com os sindicatos de professores não integre directa e formalmente as conversações sobre as contas do Estado para 2019, o seu resultado em termos de despesa pública, nomeadamente nos salários e nas reformas dos professores, tem incidência orçamental. Daí que o Governo esteja a apostar em que se chegue a um consenso negocial sobre este assunto em Setembro, de modo a que esteja encontrada a chave para a aprovação do último Orçamento do Estado da legislatura.
O assunto é tanto mais importante para Executivo, quanto é sabido no núcleo duro do Governo o peso que ele tem para o PCP. O próprio líder parlamentar comunista, João Oliveira, em entrevista ao PÚBLICO na sexta-feira, foi explícito na obrigatoriedade de o Governo satisfazer este compromisso que está inscrito no Orçamento de 2018.
Os comunistas são dominantes no sector sindical, através da CGTP, nomeadamente na Frenprof, e uma vitória dos professores na luta pelo reconhecimento do tempo de carreira para efeitos de reforma, cuja contagem foi suspensa com o congelamento das carreiras, é uma causa central para o PCP.
Isto embora inicialmente, ou seja quando o actual entendimento que suporta o Governo foi assinado pelo primeiro-ministro, António Costa e os líderes do BE, Catarina Martins, do PCP, Jerónimo de Sousa, e do PEV, Heloísa Apolónia, os comunistas e os bloquistas “só queriam descongelamento”, recorda o responsável governamental ouvido pelo PÚBLICO.
E lembra que a questão surgiu porque, “no meio do debate do último Orçamento, a Federação Nacional de Educação (FNE) lançou a causa da contagem do tempo de serviço, de que o BE nunca tinha falado e o PCP pouco”. O mesmo responsável governamental mostra-se convicto de que “vai ser negociada uma solução que salve a face de todos”.
Campanha fora do OE
Defensor de que “havendo eleições logo a seguir, o inteligente é desvalorizar o Orçamento do Estado para 2019 e lançar os temas de campanha depois”, o responsável pelo Executivo ouvido pelo PÚBLICO frisa: “Querer lançar a pré-campanha agora é asneira.”
Para o mesmo membro do Governo, é manifesta a forma diferente como tem decorrido o relacionamento com o PCP e com o BE. Considerando que “o PCP quer continuidade e a menor agitação possível”, este responsável pelo Executivo advoga que o “entendimento com o PCP” no Orçamento para 2019 “é possível” e insiste: “A solução passa por resolver a crise e as negociações com os professores em Setembro, antes do Orçamento do Estado”.
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Jul 20 2018
A Carga da Brigada Ligeira – A Realidade Pura e Dura Tirada a Frio de Prumo
Por aqui nO Meu Quintal.
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Jul 20 2018
7% dos alunos sem avalições e IGEC de visita às escolas
Nem vou tecer comentários…
Ministério diz que faltam notas de 7% dos alunos e envia inspetores para as escolas
Objetivo é verificar o cumprimento de normas anteriormente contestadas por diretores.
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Jul 20 2018
E-mail DGEstE sobre Conclusão do ano letivo – Conselhos de turma de avaliação
DE: DGEstE – Gabinete de Comunicação e Tecnologias
ASSUNTO: Conclusão do ano letivo – Conselhos de turma de avaliação Senhores(as) Diretores(as) / Presidentes de CAP:
Na sequência da Nota Informativa, emitida a 11 de junho último, e atendendo ao elevado número de pedidos de esclarecimento dos Srs. Diretores /Presidentes de CAP dos AE/ENA cumpre informar:
- Os Conselhos de Turma são órgãos administrativos, ainda que de caráter temporário, pelo que lhes é diretamente aplicável o Código do Procedimento Administrativo, nos termos do n.º 1 do artigo 2.º do referido Código.
- O n.º 2 do citado artigo 2.º é, aliás, explícito quando diz, ““A parte II do presente Código é aplicável ao funcionamento dos órgãos da Administração Pública”, sendo que é na parte II- Dos órgão da Administração Pública, que se integram as normas relativas à formação da vontade dos referidos órgãos, composição, funcionamento e quórum deliberativo.
- Neste sentido, devem os Conselhos de Turma realizar-se segundo as regras do artigo 29.º do Código do Procedimento Administrativo, ou seja, numa primeira convocatória há capacidade deliberativa do órgão desde que esteja presente a maioria dos seus membros (n.º1); quando tal não se verifique, é agendada nova reunião do órgão no prazo mínimo de 24 horas (n.º2), sendo que em segunda convocatória existe quórum deliberativo desde que esteja presente 1/3 dos seus membros (n.º 3).
- Atendendo a que, nesta fase, todos os conselhos de turma já foram convocados mais do que uma vez, os mesmos realizam-se, portanto, com a presença de 1/3 dos membros.
Assim, determina-se o seguinte:
- Desde que a partir da segunda convocatória, os Conselhos de Turma realizam-se com a presença de 1/3 dos seus membros;
- Para o efeito, e de acordo com o disposto no artigo 243.º do Código do Trabalho, aplicável por remissão da Lei Geral de Trabalho em Funções Públicas e do Estatuto da Carreira Docente, os Senhores Diretores apenas podem manter a autorização para o gozo de férias já marcadas quando verificadas as seguintes condições:
a)Os docentes tenham entregado todos os elementos de avaliação para os Conselhos de Turma;
b)Seja assegurado quórum deliberativo de 1/3 em cada uma das reuniões por realizar.
- Todas as avaliações devem ficar concluídas impreterivelmente até ao próximo dia 26 de julho.
Estas orientações visam salvaguardar a necessidade imperiosa de assegurar o direito à avaliação dos alunos, o livre exercício das férias em tempo útil por parte dos docentes e as condições para a preparação do ano letivo.
Cumprimentos,
Maria Manuela Pastor Faria
Diretora-Geral dos Estabelecimentos Escolares
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Jul 20 2018
Pela defesa da verdade (S.TO.P e AE de Albufeira)
Estes e-mails são uma troca de mensagens entre ao STOP e o AE de Albufeira (grupo de professores), com conhecimento ao Blog DeAr Lindo, são esclarecimentos sobre um assunto que foi bastante discutido nas redes sociais. Esperamos que ambas as partes esteja esclarecidas, bem como os leitores deste blog, nós estamos.
A equipa do Blog DeAr Lindo preza-se por dar a oportunidade a todos de prestar esclarecimentos e de divulgação aos nossos leitores. Mas mais uma vez, esclarecemos que não somos mensageiros de ninguém, apenas publicamos os que julgamos de interesse para a classe docente e para os nosso seguidores.
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Jul 20 2018
ADSE limita consultas
Mais uma para a conta… A contribuição é que não baixa.
Beneficiários da ADSE com limite de 24 consultas por ano
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Jul 19 2018
Concurso Interno R.A. Madeira – Listas Provisórias
Lista provisória dos candidatos admitidos ao Concurso Interno – Região Autónoma da Madeira.
Concurso Interno – Madeira – Lista Provisória (pdf)
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Jul 19 2018
Deputados analisam 16 medidas para melhorar qualidade das refeições escolares
Os deputados parlamentares vão analisar hoje 16 medidas relacionadas com a alimentação escolar, tais como o fim de refeições com carne processada ou da distribuição de leite achocolatado para os mais novos.
Depois de um ano letivo que começou envolto em polémica no que toca à qualidade e quantidade das refeições escolares, o ano termina com o parlamento a debruçar-se novamente sobre o assunto: para a sessão plenária de hoje está agendada a discussão de uma petição com cerca de 14 mil assinaturas, cinco recomendações ao Governo e dez projetos de Lei.
A petição defende que as autarquias, que são responsáveis pela alimentação das crianças dos jardins-de-infância e escolas de 1.º ciclo, devem ter liberdade para aumentar o valor pago por cada refeição, deixando de estar limitadas às determinações do Orçamento do Estado.
A petição, cujo primeiro signatário é o vereador da Educação da Câmara Municipal de Cascais, defende também que as autarquias possam celebrar protocolos locais com instituições de solidariedade sociais ou outras entidades.
Também preocupados com a alimentação das crianças e jovens, os deputados do Partido Animais e Natureza (PAN) e do Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV) são quem defende mais mudanças: O PAN apresenta três projetos de lei e duas recomendações ao Governo e o PEV apresenta quatro projetos de lei e uma recomendação.
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Jul 18 2018
Comunicado das Organizações Sindicais sobre a reunião de 25 de julho
ME convoca reunião técnica para 25 de julho
A forte luta dos professores e educadores em defesa, entre outros objetivos, da recuperação de todo o tempo de serviço cumprido no período de congelamento das carreiras (9A4M2D) traduziu-se numa greve às avaliações que contou com uma fortíssima adesão dos professores e que, entre 18 de junho e 13 de julho, levou à anulação de mais de 60 mil reuniões de conselho de turma.
Esta fortíssima participação dos professores na greve obrigou o governo a retomar uma negociação que, em 4 de junho, ficara bloqueada por os Sindicatos de Professores rejeitarem a intenção dos governantes de apagar mais de 70% daquele tempo. Além disso, em reunião realizada em 11 de julho, p.p., o governo reconheceu a grande divergência existente entre os seus números e os que os Sindicatos têm divulgado sobre o custo do descongelamento das carreiras, tendo ficado prevista uma reunião de natureza técnica a realizar ainda durante o mês de julho para apuramento do custo real.
Esta reunião foi ontem convocada e realizar-se-á em 25 de julho, pelas 9:00 horas. Será uma reunião em que as organizações sindicais estarão representadas por seis elementos vocacionados para o trabalho técnico (2 da FENPROF, 2 da FNE e 2 da Frente Sindical de Docentes). Será uma única reunião, eventualmente alargada a outra, não estando prevista a criação de qualquer comissão para este efeito.
Esta reunião de natureza técnica antecede o processo negocial que se desenvolverá em setembro, visto que as organizações sindicais deixaram claro que não negociariam durante o período de férias dos professores. Independentemente do calendário negocial que vier a ser definido, cujo termo deverá anteceder a apresentação da proposta de OE para 2019 na Assembleia da República, as organizações sindicais entendem que a primeira reunião deverá ser marcada ainda no mês de julho e realizar-se nos primeiros dias de setembro.
Lisboa, 18 de julho de 2018
As organizações sindicais de professores e educadores
ASPL – FENPROF – FNE – PRÓ-ORDEM – SEPLEU
SINAPE – SINDEP – SIPE – SIPPEB – SPLIU
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Jul 18 2018
E Continuam a Ser Aguardados os Reposicionamentos
E até agora ainda sem data para verem a situação regularizada.
De: DGAE [mailto:[email protected]]
Enviada: sexta-feira, 13 de julho de 2018
Assunto: Progressão na Carreira 2018 – Aperfeiçoamento
Exm.º(a) Senhor Diretor(a)/Presidente da CAP
O reconhecimento do direito à progressão prevista no art.º 37.º do Estatuto da Carreira Docente (ECD) depende da verificação cumulativa dos requisitos enumerados no n.º 2 do citado artigo. Neste sentido e considerando a manifesta necessidade de correção de alguns dados informa-se V. Exa. que, nos dias 16, 17 e 18 de julho, esta Direção-Geral irá disponibilizar no SIGRHE a aplicação Progressão na Carreira 2018 – Aperfeiçoamento.
Informa-se ainda V.Ex.ª que deve aguardar novas informações da DGAE no que respeita aos procedimentos de reposicionamento dos docentes, nos termos da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio.
Com os melhores cumprimentos,
A Diretora-Geral em regime de suplência
Susana Castanheira Lopes
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Jul 18 2018
É o CAOS…
Em Portugal, impera o caos na educação.
Os professores cumprem uma greve que já vai na sétima semana. As avaliações saem a conta gotas e sob uma pressão hierárquica, por vezes, salazarenta. Nos Açores, os professores estão na rua quase todos os dias. No continente prometem não dar tréguas aos membros do (des)governo durante as férias. Na Madeira estão a chegar a um acordo e espera-se que tudo acabe bem.
O início do próximo ano letivo está posto em causa a todos os níveis. A ameaça de novos protestos é uma realidade, aliás, há quem defenda a continuidade dos mesmos até essa altura e mais além. Os diretores não conseguem fechar o ano letivo, os serviços não conseguem prosseguir o seu trabalho. Os professores estão quase a entrar de férias (Sim, de férias. Os professores só podem gozar férias nesta altura, excecionalmente poderão tirar uma semaninha por altura do Natal, mas só excecionalmente). A maioria dos encarregados de educação só esta semana estão a ter conhecimento da avaliação dos seus educandos, mas nem todos terão. As matriculas só agora estão a ser realizadas,… Espera! Não estão! A complexidade, a lentidão e os bloqueios constantes da plataforma informática na qual são feitas as matrículas para o próximo ano letivo estão a lançar o caos nas escolas. Juntemos a isto os resquícios do recenseamento mal pensado, mal executado e carente de informação executória, que está a impedir centenas de professores de progredirem na carreira. A ultrapassagem, por parte dos docentes que vincularam entre 2011 e 2017, dos professores que vincularam até 2006 (nenhum docente tem culpa neste imbróglio). Novos normativos sobre Educação Especial e sobre Flexibilização. Um programa de Matemática totalmente desajustado face às idades em que é lecionado. O Plano de Leitura que deixa de dar primazia a alguns dos mais sonantes nomes da literatura portuguesa (qualquer dia ainda ouvirei falar daquela família que deu origem a todo um povo da América latina…). Um ministro que nada entende de educação e, por isso, não emite qualquer opinião válida. Um primeiro ministro que põe as obras publicas à frente da educação. E um ministro das finanças que em tudo manda e desmanda.
É o CAOS…
Enquanto isso, 23 ex-gestores do BPN passeiam-se em viaturas de LUXO, pagas por todos nós, com direito a pagamento do combustível (até 300 euros por mês), do seguro, da manutenção, dos parques de estacionamento e das portagens, vá-se lá entender o porquê… Alguns deputados residem a 800 metros da Assembleia da República, mas para efeitos de subvenções moram a centenas de quilómetros e os professores conduzem as mesmas centenas de quilómetros para ir trabalhar sem subvenções…
Este país não é para todos…
PS: Tenham calma que as listas vão sair a seu tempo. Não as queiram apressar ou ainda sai asneira da grossa.
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Jul 18 2018
Nos Açores há uma recusa em ser autónomo…
Essa recusa é recente, aqui há uns anos essa autonomia significou mais de 2 anos…
Governo dos Açores recusa tomar decisão sobre descongelamento da carreira docente
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Jul 18 2018
Renovação Técnicos Especializados 2018/2019
Em breve irá abrir aplicação para a renovação dos contratos de Técnicos Especializados de acordo com o seguinte Despacho.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/07/Despacho-SEAE-renovação-dos-contratos-dos-TE.pdf”]
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Jul 18 2018
E ele não respondeu…
… mas como pode ele responder, a uma pergunta da qual desconhece a resposta? Podemos até pensar que nada percebe sobre o assunto em causa.
Sabemos que não se enquadra com a função que era suposto exercer, limita-se a fazer de conta que sim…
Enfim… não lhe enviaram as perguntas antecipadamente e a resposta foi um mero NIM…
Na verdade, só o lá chamaram por nada mais terem que fazer e lembraram-se de o lá ter.
Enfim… querem lá eles saber…
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Jul 18 2018
Concurso Nacional de Acesso e Ingresso no Ensino Superior Público
Clicar na imagem para ter acesso a todo o calendário no acesso ao ensino superior, publicado no Despacho n.º 6902-H/2018, de 17 de Julho.
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