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Jul 26 2018
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Jul 26 2018
Governo esconde contas dos professores – Correio da Manhã
O Governo não revelou esta quarta-feira aos sindicatos de professores dados determinantes para apurar o custo do descongelamento e da recuperação do tempo de serviço, pelo que a reunião, com representantes das Finanças e da Educação, foi inconclusiva.
“Ficamos a aguardar que nos enviem os números de professores que progridem em cada mês entre 2019 e 2023 para ter noção correta do impacto. Não discutimos sequer os números da recuperação do tempo de serviço enquanto não chegarmos a um número real do descongelamento”, disse José Alberto Marques, da plataforma sindical. Segundo o dirigente, nos seus cálculos, o Governo não teve também em conta “os 35 mil professores à beira da reforma” que pouco beneficiarão do descongelamento.
A secretária de Estado da Educação, Alexandra Leitão, justificou a falta de dados com o facto de este ser “um momento inicial de discussão”. Segundo o secretário de Estado do Orçamento, João Leão, o descongelamento em curso custa “519 milhões de euros até 2023” e somando os 635 milhões que custaria a proposta dos sindicatos para recuperar 9 anos de tempo de serviço, a fatura adicional a pagar seria de 1,1 mil milhões de euros por ano a partir de 2023.
Atraso nas matrículas devido à greve deixa os abonos de família em risco
As famílias com jovens que completam 16 anos até final do próximo ano letivo têm até 31 de julho para apresentar a prova escolar de que estão matriculados e poderem assim receber o abono de família. Só que a greve às avaliações fez atrasar as matrículas, pondo em risco o recebimento da prestação. O Ministério da Educação “não prevê que as matrículas se atrasem para momento posterior”, mas frisa que “caso seja necessário”, tomará, em conjunto com o Ministério da Segurança Social, “medidas adequadas para que ninguém fique prejudicado”.
Diretores confiam em notas dadas
Filinto Lima, líder da Associação de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, confia que as avaliações fiquem hoje concluídas: “Falei com muitos diretores e nenhum deu feedback negativo. O processo está a ser concluído, com as pautas a serem afixadas e acredito que fique tudo pronto”.
PORMENORES
Diferença de 455 milhões
Segundo João Leão, a proposta do Governo de devolver 2 anos e 9 meses de tempo congelado custa 180 milhões, face aos 635 milhões da proposta dos sindicatos. A diferença é de 455 milhões de euros.
TSU e IRS são menos 35%
Os sindicatos defendem que os números do Governo devem levar a um corte de 35% se se tiver em conta a taxa social única e IRS.
Tutela fala em acordo
Apesar das críticas sindicais, Alexandra Leitão diz que houve acordo quanto ao número anual de progressões e seu custo.
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Jul 26 2018
A próxima ferramenta (clicar na imagem) permite que cada um analise rapidamente a sua situação na lista de ordenação do externo ordinário para determinado grupo de recrutamento e que possa assim definir melhor o nível de risco a assumir na CI e RR. As listas de ordenação do Externo Ordinário incluem ainda os colocados neste concurso (que não serão de facto opositores à Contratação Inicial).
Devem ter atenção que o nº de ordem a colocar é aquele que consta na lista do concurso externo ordinário.
Não prevê nada, mas facilita bastante a contagem!
Se juntarem esta ferramenta àquela disponibilizada aqui no blogue, ficam com todos os recursos para fazerem um concurso inteligente, principalmente por 2 razões:

Este artigo foi recolocado… No versão anterior alguns grupos tinham o registo desatualizado.
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Jul 26 2018
O prazo que o ME deu, de acordo com a última Nota (des)Informativa conhecida, para que os docentes em greve entregassem as avaliações de quase 80.000 alunos, termina hoje.
Todos sabemos, o ME não ignora, que ainda existem bolsas de resistentes, resilientes e firmes nas suas convicções, que, simplesmente, se recusam a entregar as avaliações. Surgem noticias de Seia, Caminha… de alguns colegas, que individualmente, permanecem hirtos na sua luta. Mas haverá muitos?
A questão que se põe, é se a greve terá ou não continuidade a partir de hoje. Se sim, onde, e quantos alunos afetará? Quem continuará?
Deixem novidades nos comentários…
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Jul 25 2018
A Aplicação de Apoio ao Concurso encontra-se atualizada de acordo com as listas que saíram a 23/07 e será de certeza uma enorme ajuda para a próxima fase: Manifestação de preferências.
Neste momento, foi necessário fazer pequenos ajustes nas listas para serem o mais realistas possível. Desta forma na lista para a contratação inicial todos os candidatos que entraram nos quadros aparecem no topo da lista (os da norma travão já estavam e os do CEE foram reposicionados, passando a ser identificados com um novo número de ordem). No exemplo abaixo o candidato 8457267248 foi reposicionado no 1639,001, porque a sua graduação o coloca entre os candidatos 1638 e 1639.

Tanto para a Contratacão Inicial/RR como para a Mobilidade Interna, para poderem ver os candidatos que estão colocados em determinado QZP, ele deve estar selecionado nas preferências, senão terão apenas acesso às colocações nas escolas da vossa preferência. Se quiser aceder às colocações no QZP 02, devo selecionar esse QZP nas preferências.
Estamos neste momento a trabalhar nas listas do Concurso Interno para poder facilitar a leitura dos colegas que querem/têm que concorrer à MI e haverá novidades em breve!
Boa sorte a todos/as nesta próxima fase do concurso!
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Jul 25 2018
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/07/20180725mfmeducarreirasprof.pdf”]
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Jul 25 2018
15 Regras para umas Férias de Sonho
1 – Pegue nesta lista e não a leia. Afinal, nas férias não queremos mais trabalho. Vá para a praia. Se for pessoa de praia…seja pessoa de alguma coisa! Praia, campo, casa,…
2- Lista (breve) de algumas palavras e expressões a evitar…Listas definitivas, Concurso Interno, Concurso …Ordenação…Colocação…Não colocação…Exclusão…Retirados…Desistências…já passou. Já passou, já passou…
3 – Quando alguém, numa roda de amigos, começar com um discurso moralista sobre “os professores”, explique com calma, que todas as generalizações são perigosas…o que é isso de “os professores”?
4 – O computador fica. Lá. Longe. Longe da vista. Longe do coração…
5 – Quando alguém disser com ar ignorante “então, já estás de férias há muito tempo, não é?”, respire fundo conte até 10 (pelo menos 10 vezes) e saia apontando para o mar, dizendo que viu um golfinho.
6- Se alguém disser o mesmo, mas com ar maldoso, trocista ou afins, mande-o para o…como se chama aquela parte alta dos barcos de onde se avistava terra? Por aí. Ou use variantes com melhor educação. Só porque toda a gente andou na escola, não quer dizer que todos possam ter uma opinião válida sobre a escola.
7 – Se, por exemplo, avistar um bando de jovens, ou um aglomerado de crianças, tem direito a ter alguma nostalgia, uma quase saudade dos seus alunos.
8 – Aproveite as experiências para crescer. Sim, pode fazê-lo até morrer. Nós, seres humanos, vamos aprender e crescer até morrer. Eu sei. Aprendi com um professor.
9 – Entenda o ciclo do seu dia. Não queira estar acordado quando o corpo pede para dormir. Não fique na cama se o corpo pede para levantar. Não altere demasiado os horários. As férias acabam e depois, a volta é pior.
10 – Se tiver que pensar na terra longínqua para onde vai, faça-o. Começar de novo é duro. É injusto. Força.
11 – A vida é dura. E injusta, demasiadas vezes. Força.
12 – Cada viagem, uma nova chance de conhecer tudo outra vez. Mas pode ser ainda cedo para ler/entender isto sem parecer que estou a ser insensível…não estou. Mas preciso que “levante a cabeça”. Por si, pelos seus.
13 – Na televisão vão aparecer políticos. É uma armadilha. Não olhe para eles. Vá mergulhar. Vá respirar. Depois logo vota de outra forma. Ou mantém o voto. Mas vota.
14 – Para falar de amor, lembre-se, fechar os olhos é sempre uma boa estratégia. Fale de amor. Nas férias, falar de amor é prolongar o verão. Vai precisar desse prolongar logo na primeira semana de aulas. Vai precisar do coração cheio de amor. Para enfrentar…horários, deslocações, procura de estacionamento, reuniões, mais reuniões, palestras de boas vindas boas, palestras de boas vindas más…
15 – Se alguém disser que está mais novo…9 anos…diga que a piada é pessoal e intransmissível.
As férias são um momento importante, mas o trabalho é essencial. A educação está em todo o lado. Na prevenção dos incêndios, na educação da cadeira para quem mais precisa, está no “obrigado” e no “desculpe”. Está na tal cidadania que bem conhece e na interdisciplinaridade que já vai exercitanto.
Professor, professora, o seu trabalho não é como os outros. Obrigado por viver umas férias retemperadoras, porque precisamos de si logo no início do ano para continuar a tornar o mundo num local mais brilhante.
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Jul 25 2018
Os representantes do governo reconheceram nesta reunião que, mesmo na posse da informação antes referida, há dados que continuarão a faltar e que seriam muito importantes. Por exemplo, qual a quota a estabelecer anualmente para progressão de professores aos 5.º e 7.º escalões da carreira. Um problema que, aliás, ficaria resolvido se, de uma vez por todas, o acesso a estes escalões não estivesse sujeito a contingentes a fixar anualmente pelo governo.
A existência de dados rigorosos sobre a situação de carreira dos docentes é fundamental para se perceber qual o ponto de partida para o processo negocial que vai iniciar-se em setembro, através do qual será estabelecido o prazo e o modo de recuperar os 9 anos, 4 meses e 2 dias que estiveram congelados, no respeito pela Lei do Orçamento do Estado, pela Assembleia da República e a sua Resolução n.º 1/2018, bem como pelo compromisso que foi assumido pelo governo em novembro passado. De acordo com a informação prestada pela Senhora Secretária de Estado Adjunta e da Educação, que esteve presente, a primeira reunião desse processo negocial terá lugar nos primeiros dias de setembro, sendo convocada ainda durante o corrente mês de julho.
Lisboa, 25 de julho de 2018
As organizações sindicais de professores e educadores
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Jul 25 2018
É legítimo um professor ficar a ocupar uma vaga até aos 70 anos?
A idade normal de acesso à pensão por velhice encontra-se actualmente nos 66 anos, mas legalmente um professor poderá ocupar a vaga no quadro até aos 70. Aqui se explica porque podem, mas não devem.Este texto foi pensado tendo em mente algum colega que manifeste interesse em continuar a ocupar a vaga na escola, para além da idade de acesso à aposentação sem penalizações, quando já atingiu o nível remuneratório mais elevado. Não está em causa o mérito do trabalho desenvolvido, mas se a escola abrir este precedente muitos outros poderão sentir-se tentados a seguir o exemplo, dificultando o rejuvenescimento dos quadros, um imperativo da profissão unanimemente aceite.
É oportuno recordar que muitos colegas têm ao longo de toda a carreira desfrutado do privilégio de escolher horários em primeiro lugar, mantendo-se relativamente abrigados das mutações que o ensino tem sofrido, pois permanecem dezenas de anos a fazer o mesmo, enquanto os mais jovens são forçados a adaptar-se às constantes novidades, introduzidas frequentemente sem qualquer estudo prévio, e substituídas sem avaliação.
Acresce que entendem ter chegado a uma posição que sabem confortável pelo mérito, esquecendo convenientemente o contexto histórico de desenvolvimento da profissão docente. Designadamente, aqui é importante sublinhar a rápida aceleração do ritmo de crescimento da procura escolar, posteriormente ao 25 de Abril, que forçou o sistema de ensino à abertura de centenas de escolas e de milhares de vagas nos quadros. Este movimento foi particularmente expressivo no ensino secundário, que saltou de apenas 40 mil alunos matriculados em 1973, para 477 mil em 1996, decrescendo até à crise financeira (conferido no PORDATA, em https://www.pordata.pt/Portugal/Alunos+matriculados+no+ensino+secund%C3%A1rio+total+e+por+modalidade+de+ensino-1042).
Assim, os baby boomers foram rapidamente absorvidos pelo sistema, em resultado do dinamismo da oferta escolar, beneficiando de um período de 23 anos em que a procura do ensino secundário cresceu, em média, a 11,4% ao ano. Enquanto estes foram ocupando lugares e exercendo cargos em vagas que encontraram vazias, simultaneamente encerraram as vagas aos professores que nasceram após os anos 60.
Quando os primeiros baby boomers atingiram a idade de reforma, o país vivia em austeridade, expressa no Programa de Assistência Económica e Financeira, com dolorosas restrições impostas às escolas, de tal modo severas que nenhum professor terá tido coragem para pensar em continuar a ocupar a vaga após atingida a idade de reforma. Apesar da propaganda política actualmente louvar o crescimento económico, a crise no emprego docente aconselha os que já beneficiaram extensivamente da explosão do ensino secundário, a serem mais contidos nas suas ambições. Mesmo que estas tenham enquadramento legal, dado o contexto, não serão sentidas como legítimas pelos colegas, e certamente iriam comprometer a tranquilidade que os professores aposentados merecem.
por José Neto
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Jul 25 2018
Arlete, no dia 1 de setembro, entra, oficialmente, para o quadro. Aos 66 anos viu o seu sonho tornar-se realidade, aposentar-se-á como professora da escola pública. Apresentar-se-á na escola da parte da manhã e na Segurança Social da parte da tarde…
Bem-vinda Arlete! Adeus Arlete. Teremos saudades tuas…
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Jul 25 2018
Encontra-se disponível a aplicação que permite ao docente a manifestação de preferências para contratação inicial e reserva de recrutamento, do dia 25 de julho até às 18:00 horas do dia 31 de julho de 2018 (hora de Portugal continental).
Disponibilizamos os códigos dos AE/ENA, e os códigos das Escolas de Hotelaria e Turismo / Estabelecimentos Militares de Ensino. Pode igualmente consultar os protocolos entre o Ministério da Educação e o Turismo de Portugal I.P., e com os Ministérios da Defesa e o do Trabalho e Segurança Social.
Consulte a nota informativa e o manual de instruções da aplicação.
SIGRHE – manifestação de preferências
Nota informativa – manifestação de preferências para CI/RR
Manual – manifestação de preferências para CI/RR
Códigos das escolas de hotelaria e turismo e horários disponíveis
Códigos dos estabelecimentos militares de ensino e horários disponíveis
Protocolo de cooperação entre o Ministério da Defesa e Ministério da Educação
Protocolo de cooperação entre o Ministério da Economia e o Ministério da Educação
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Jul 25 2018
Rio diz que professores têm razão nos protestos
O presidente do PSD reconheceu, esta terça-feira, que é “justo” a luta dos professores pelo descongelamento das carreiras e respetiva subida de escalões. Rui Rio defende que é preciso um “mix” de soluções para responder às reivindicações no setor da Educação, sugerindo que isso pode até passar por um acesso mais cedo à reforma.
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Jul 24 2018
Foram colocados em lugar de quadro (QZP) 2.083 docentes no concurso externo extraordinário de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento e QZP.
Mais de metade das colocações foram no QZP 7 e mais de 1/4 no grupo de recrutamento 110.
10 docentes vincularam neste concurso a concorrer na 3.ª prioridade, 5 dos quais no grupo 500, dois no grupo 550 e nos grupos 220, 550 e 930 vinculou 1 docente em cada um destes grupos vindos da 3.ª prioridade.
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Jul 24 2018
Foram 1.235 os docentes colocados em lugar de quadro (QZP) no concurso externo ordinário de 2018.
Apenas 8 docentes conseguiram obter colocação em lugar do quadro concorrendo na segunda prioridade, todos os restantes (com exceção do grupo 360) conseguiram concorrendo em primeira prioridade.
Neste artigo de Fevereiro já tinha identificado 897 docentes que poderiam vincular neste concurso, Ainda vou verificar quantos destes 897 estão nas listas de colocados de ontem, mas de certeza que mais de 99% desses docentes estão agora no quadro.
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Jul 24 2018
Encontra-se disponível a aplicação eletrónica para efetuar o levantamento das necessidades de Professores Bibliotecários dos Agrupamentos de Escolas/Escola Não Agrupada, bem como da abertura de procedimentos externo de designação, relativa ao ano letivo 2018/19.
Consulte a Nota Informativa e o Manual da aplicação.
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Jul 24 2018
Encontra-se disponível a aplicação que permite ao candidato efetuar a aceitação da colocação , das 10:00h do dia 24 de julho até às 18:00h de Portugal continental do dia 30 de julho de 2018.
Pode consultar o verbete definitivo do candidato.
Caso pretenda interpor recurso hierárquico, a aplicação encontra-se disponível das 10:00h do dia 24 de julho até às 18:00h de Portugal continental do dia 30 de julho de 2018.
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Jul 24 2018
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Jul 24 2018
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Jul 24 2018
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Jul 24 2018
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Jul 24 2018
Não estranhem terem ficado colocados no concurso externo em QZP para onde não concorreram, ou terem visto colegas menos graduados ficarem colocados em QZP para os quais também tinham manifestado preferência em primeiro lugar.
Tudo isto é mesmo assim.
Por isso as colocações são SEMI-AUTOMÁTICAS. Quem abre vaga num determinado QZP fica lá colocado, mesmo que para lá não tenha concorrido.
É mais uma situação estranha a juntar-se a muitas outras.
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Jul 23 2018
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Jul 23 2018
Um texto que nos chegou por e-mail…
Eles não sabem nem sonham com a vida fora do rebanho
Pensam que talvez exista vida em Marte
Pensam que só existe vida naquilo que a comunicação social transmite
Pensam que só existe vida dentro dos partidos e dos sindicatos
Eles não sabem nem sonham que sabem ler e escrever graças a alguém
Eles não sabem nem sonham que sentimos todos os dias a injustiça
Pensam que não sabemos da falácia quando dizem que (para nós) não há dinheiro
Pensam que não sabemos que mexeram os cordelinhos para “abafar” a revolta
Pensam que a opinião pública não sabe que somos mal pagos
Pensam que o povo não sabe que somos nós que lhes educámos e criámos os filhos
Pensam que os marcianos somos nós
Eles não sabem nem sonham que o mundial e o sporting não nos distraíram
Eles não sabem nem sonham com viagens de centenas de quilómetros
Eles não sabem nem sonham com a alegria de saber e de ver crescer
Pensam que a memória é curta
Pensam que chegou a seally season
Pensam que não sabemos que há eleições em 2019
Pensam que acreditámos “à séria” na promessa eleitoral anterior
Eles não sabem nem sonham que somos todos diferentes
Eles não sabem nem sonham que o futuro a nós pertence
Nem sonham que o mundo pula e avança no seio desta dança
Li Li (a)
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Jul 23 2018
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Jul 23 2018
São cerca de 2.000 os alunos do distrito de Viseu que ainda não receberam as notas do ano letivo. A afirmação é de Manuel Pereira, diretor do Agrupamento de Escolas de Cinfães e presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE).
O responsável diz ao Jornal do Centro que o número é equivalente a 100 as turmas. Manuel Pereira considera esta situação como “bastante atípica”, afirmando que a atribuição de notas já devia ter sido concluída previamente.
Apesar disso, o dirigente deixa a certeza de que os estudantes vão receber atempadamente as classificações, mas sem pressas. “Os alunos deverão ser avaliados, nós devemos dar tranquilidade para concluir este ano letivo e preparar o próximo”, refere Manuel Pereira.
Quanto ao processo de luta que os professores ainda estão a realizar por causa da contagem do tempo de serviço da classe em nove anos, quatro meses e dois dias, o presidente da ANDE diz estar solidário com os profissionais. “Os diretores também são professores”, sublinha.
Governo ameaça e professores voltam a reunir
O Ministério da Educação enviou na passada sexta-feira (20 de julho) orientações às escolas para que concluam as avaliações finais dos alunos “impreterivelmente” até à próxima quinta-feira (dia 26), pedindo aos diretores escolares que apenas autorizem férias aos professores depois de entregarem as notas.Com esta “ameaça” da tutela, Manuel Pereira adianta que os docentes já voltaram a reunir hoje (segunda-feira, dia 23) para lançar as avaliações. O diretor do Agrupamento de Cinfães prevê que as sessões sejam conduzidas de acordo com o que está estipulado na missiva assinada pela Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares.
No entanto, o dirigente mostra-se receoso e diz que o Ministério abriu precedentes que preocupam os diretores. Entre estes receios, está o facto de o Conselho de Turma passar a ser considerado um “órgão administrativo” ou passar a tornar-se possível avaliar os alunos com apenas um terço dos professores presentes.
“Trata-se de uma enorme machadada num dos pilares fundamentais do processo educativo, a avaliação”, frisa.
Manuel Pereira espera ainda que haja “bom senso” e que o braço de ferro entre o Governo e os professores por causa da contagem do tempo de serviço termine para que o próximo ano letivo possa arrancar com tranquilidade.
Jornal do Centro – Dois mil alunos ainda não sabem as notas do ano letivo
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Jul 23 2018
Mas já tenho muitas dúvidas que hoje saiam as listas e assim o prazo para o início da manifestação de preferências já não será cumprido, ou então vão existir aplicações a funcionar em simultâneo. (Aceitação/Recurso Hierárquico e manifestação de preferências)
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Jul 23 2018
Professores do S.T.O.P. acusam Centeno de ter ″um problema com a verdade″
O Sindicato de Todos os Professores (S.T.O.P.) queixa-se de que o ministro das Finanças gasta milhares de milhões, mas não investe nos professores
O Sindicato de Todos os Professores acusou hoje o ministro das Finanças de ter “um problema com a verdade”, ao defender que não tem dinheiro para os docentes quando entrega “milhares de milhões aos de sempre”.
“O ministro Mário Centeno parece ter um problema, infelizmente. Mas não é com os professores, é com a verdade. Diz que não há dinheiro para os professores, mas continua a ter milhares de milhões de euros para os de sempre: são para as suspeitas e ruinosas Parcerias Público/Privadas; para as luxuosas reformas vitalícias e sempre para os mesmos banqueiros e amigos dos partidos”, criticou André Pestana, porta-voz do S.T.O.P., em declarações à Lusa.
A posição do recém-criado sindicato de professores surge na sequência da entrevista do ministro Mário Centeno ao jornal Público, na qual afirmou que o Orçamento do Estado (OE) tem de ser sustentável e que “não é possível pôr em causa a sustentabilidade de algo que afeta todos, só por causa” da contabilização do tempo de serviço dos professores.
“Este Governo não prioriza os serviços públicos, como a saúde e a educação, mas sim os mesmos de sempre”, criticou André Pestana, lembrando que os docentes vão continuar a lutar pela recuperação do tempo de serviço congelado para efeitos de progressão na carreira.
Desde o início de junho que os docentes estão em greve depois das negociações falhadas com o Governo a quem exigem a contagem dos nove anos, quatro meses e dois dias de trabalho realizado.
Segundo os últimos dados avançados pelo ministério da Educação (ME), no final da semana passada havia ainda cerca de 80 mil alunos (7%) sem notas atribuídas devido à greve, que continua a decorrer com o apoio do S.T.O.P., depois de as restantes estruturas sindicais terem terminado a paralisação a 13 de julho.
Esta semana, o Ministério da Educação enviou orientações às escolas para que concluíssem as avaliações até dia 26 de julho, indicando que os diretores só poderiam autorizar as férias aos professores que entregassem todas as notas dos alunos.
Para o S.T.O.P. esta posição é ilegal e o sindicato decidiu prolongar a greve durante o mês de agosto para impedir “a eventual prepotência de diretores que ousem chamar professores” para terminarem as avaliações.
À Lusa, André Pestana disse que o S.T.O.P. vai avançar com um processo judicial contra o ME e alguns diretores, por considerar que têm sido cometidas várias ilegalidades ao longo deste período de greve.
“Já temos várias provas de diretores que intimidaram professores para que lançassem as notas. Também temos provas de uma escola em que as notas do 2.º período foram transferidas para o 3.º período e muitos outros casos”, exemplificou.
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Jul 23 2018
PCP e BE desvalorizam Centeno: contagem do tempo para professores já foi aprovada | Orçamento do Estado | PÚBLICO
Bloquistas querem concentrar esforços do próximo OE na energia baixando o IVA e acabando com as rendas. Partidos insistem que Governo tem que cumprir OE2018 para todas as carreiras.
A mensagem, directa ou indirecta, é a mesma do fim-de-semana: PCP e Bloco estão pouco preocupados com a forma como o Governo lida com a questão da contagem e pagamento do tempo de serviço congelado aos professores e a outros funcionários públicos. Os dois partidos insistem que a questão ficou aprovada no orçamento deste ano e por isso o que o Executivo tem a fazer é cumpri-lo. E o Bloco vai avisando que agora é tempo é de pensar já no próximo orçamento.
Reagindo à entrevista de Mário Centeno ao PÚBLICO, em que defendeu não ser possível fazer distinção entre portugueses porque o orçamento “é um exercício complexo e para todos” e que “tem de ser sustentável”, os dois parceiros do PS no Parlamento desvalorizaram esta espécie de ameaça do ministro. “Não é possível pôr em causa a sustentabilidade de algo que afecta todos só por causa de um assunto específico”, argumentou depois de lembrar que o Orçamento de Estado (OE2018) deste ano estipula que a contabilização do tempo de serviço congelado “se fará num contexto negocial e tendo em conta a compatibilização com os recursos disponíveis”. Que seriam a verba para pagar apenas dois anos, nove meses e dezoito dias do total de nove anos, quatro meses e dois dias exigidos pelos professores.
“O impasse tem que ser ultrapassado com o cumprimento do que já foi decidido no OE2018 e com a negociação sindical que é preciso fazer-se para decidir o modo e o prazo como é feito esse pagamento”, defendeu o líder parlamentar comunista em declarações no Parlamento. João Oliveira considera que “não há decisão nenhuma a tomar relativamente à contagem do tempo ou à sua expressão do ponto de vista da progressão na carreira”, insistindo que a negociação “está por fazer” e que vai ser “retomada em relação aos professores”. Disse esperar que seja feito o mesmo em relação “às outras carreiras específicas – militares, forças e serviços de segurança” e que “não seja posta em causa essa decisão” tomada no orçamento deste ano.
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Jul 23 2018
Expresso | O ministro Centeno tem problemas com os professores?
Centeno diz que não tem dinheiro para contabilizar o tempo de serviço que os professores efectivamente trabalharam (9 anos, 4 meses e 2 dias). Os professores não pedem qualquer aumento de salarial ou retroactivos. No entanto parece ter problemas em dizer que o seu governo tem tido sempre milhares de milhões de euros para as ruinosas Parcerias Público Privadas (PPP), para reformas vitalícias de políticos (escandalosamente com direito a retroactivos) ou mesmo para banqueiros amigos (os mesmos que nos levaram no passado recente para a crise).
Centeno diz que não tem dinheiro para quem todos os dias tenta (apesar de todas as políticas deseducativas dos últimos governos) dar o seu melhor a mais de 1 milhão de crianças e jovens. Os professores, que em 10 anos perderam 10% do seu salário e viram aumentada a sua idade de reforma em 10 anos e que (como classe) mais contribuiu para pagar os buracos para negociatas obscuras de banqueiros próximos do PSD/CDS/PS… mas Centeno tem sempre mais milhares de milhões precisamente para os mesmos responsáveis que no passado nos levaram para a crise (e que se nada fizermos, nos levarão para outra crise).
O que este governo não quer que se saiba é que há milhares de professores que já entraram ou estão a entrar na 3ª idade e que continuam a dar aulas a turmas enormes (com 30 ou mais alunos) e com horários cada vez extenuantes, há ainda mais milhares que ano após ano continuam a centenas de km dos seus filhos (sem qualquer subsídio de transporte ou alojamento ao contrário de outros funcionários públicos) e com um salário líquido de 1 000 euros (ou menos), há milhares de professores (das Atividades Enriquecimento Curricular) que não têm sequer direito a subsídio de Natal e férias, além de não receberem nada durante as chamadas férias escolares, sujeitos a uma precariedade que nos devia envergonhar a todos como sociedade …Obviamente que quem é assim tratado não poderá oferecer as melhores condições de aprendizagem que os seus alunos precisam e merecem. Mas é esta classe profissional que o actual governo enganou (estava já aprovado a contagem do tempo de serviço no artigo 19 do último Orçamento de Estado), tenta roubar o tempo de serviço e chegou mesmo a chantagear com aceitam 2 anos ou nada… Os professores estão fartos de ser “saco de pancada” de governos e de alguns Media que fazem uma autêntica campanha caluniosa contra a nossa classe. Por isso tudo neste momento decorre a mais longa greve de sempre na Educação em Portugal.
E perante este grande exemplo de luta o actual governo “socialista” ousou por diversas vezes questionar o elementar direito à greve e o direito às férias destes trabalhadores…
Quando os professores são sucessivamente enganados, roubados, chantageados e agora de uma forma inédita após o 25 de Abril, limitados no seu direito à greve e as férias, não são apenas estes a serem atacados mas toda a sociedade que se pretende livre, democrática e socialmente mais justa.
É esta a sociedade que queremos deixar para os nossos alunos/filhos e netos?
Problemas com os professores? Não, o Ministro (e o seu governo) parecem ter é, apesar da sua narrativa, sérios problemas com a verdade, a justiça e a liberdade/democracia na Escola Pública.
Professor contratado e dirigente do Sindicato de tod@s @s professor@s S.TO.P.
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Jul 23 2018
Finalmente, já não temos de gramar “Os Maias”!
Resultado: 6 anos de Português na escola Secundária levaram a que não tivesse vontade ler, gosto de ler, prazer em ler e, portanto, não lia de livre vontade.
E se sempre achei fácil a disciplina de Português, acessível e de rápida apreensão, custou-me ao mesmo tempo perder 6 anos da minha vida de volta de clássicos que pouco ou nada nos dizem, sim, são a nossa história, mas para isso já temos a História, e quando nem o professor se identifica com as obras leccionadas, não é possível incutir nos jovens qualquer entusiasmo pela leitura, este que vos escreve incluído.
Convenhamos, o ensino de Português é, e sempre foi, uma seca, de Gil Vicente a Camões, do Bocage ao Virgílio, do Eça ao Garrett, sem esquecer o Antero e o Cesário, deixando muito pouco espaço para os contemporâneos, os que nos dizem algo, os de agora que escrevem sobre agora, sobre o que nos rodeia e preocupa, sobre para onde ir e como chegar lá, assim dando significado às nossas vidas, a esta existência.
Foi preciso concluir o Ensino Secundário para, livre de obrigações, começar a ler, a conselho de amigos da faculdade, livros a sério. Desde então, nunca mais parei, e nos livros, nos autores, e nos amigos, tive, e ainda tenho, os verdadeiros professores de Português, sem esquecer as traduções e os autores estrangeiros, igualmente importantes, enriquecedores, descobridores.
Hoje, com grande prazer acompanho a discussão em torno das Aprendizagens Essenciais do Ensino Básico e Secundário e a obrigatoriedade de obras como “Os Maias”. Se eu li “Os Maias”? Sim, li, com 16 anos. Se tinha outro remédio? Não, não tinha. Se gostei? Não, não gostei de ler mais de 600 páginas apenas porque sim, porque tenho, e temos, de ler, porque a “Stôra” disse e vai sair no teste e não é assim que se promove a leitura. Se “Os Maias” devem ser leitura obrigatória? Nada deve ser leitura obrigatória, e no termo “obrigatório” encontramos o cerne para tanto desgosto e desprazer em torno do ensino do Português ao longo de anos e anos, promovendo a iliteracia uma geração a seguir à outra.
Porque nada deve ser obrigatório, cabendo ao professor começar desde logo por explicar aos alunos o porquê de se tirar uma licenciatura em Português, o porquê da paixão pelos livros, pela leitura, pelas palavras, pela vida, a vida dos autores, a nossa vida da qual somos os autores, o que dizer, como dizer, como escrever, como amar e matar, incendiar, viajar, sofrer, vencer e perder, tudo a preto e branco nas letras de uma página sem bonecos, imprimindo a papel a vida e a vontade de toda a humanidade.
Haverá algo mais fenomenal? Não há. Chama-se imaginação, o melhor de que o cérebro é capaz. E na imaginação o desenvolvimento, novas ideias, novas elações, novas possibilidades, o salto para o infinito, o Contacto de Carl Sagan, o Fado Alexandrino e o 25 de Abril do Lobo Antunes, a violação no Ensaio sobre a Cegueira de Saramago, a morte e a guerra numa Casa na Escuridão do Peixoto, as pernas de uma mulher nos poemas felizes de Neruda, o assassinato de Lorca na frente de guerra entre duas estrofes, A maravilhosa Viagem de Nils Holgersson Através da Suécia e como a Natureza não é pertença do Homem, só para enumerar algumas obras, alguns exemplos maiores do fogo que vem nos livros e como é tão fácil entusiasmar quando tanto nos entusiasma.
E não, não acabemos com os clássicos, ao invés acabemos com a rigidez de um ensino bolorento, a destilar mofo e bafio, caquéctico e de todo desligado da realidade dos nossos dias, dando assim liberdade ao professor e, ainda mais importante, aos alunos, de ler, e de ler “Os Maias”, mas desta vez com vontade, porque a professora apaixonou-se pelo Carlos da Maia e eu pela Maria Eduarda e agora quero saber mais.
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Jul 23 2018
Um grupo de três alunas da Escola Secundária de Odemira ganharam uma passagem para irem representar Portugal na Feira Internacional de Ciência e Engenharia, na cidade de Phoenix, Arizona, nos Estados Unidos da América, que está já marcada para maio de 2019. Isto aconteceu porque saíram premiadas do 26º Concurso para Jovens Cientistas e 12ª Mostra Nacional de Ciência.
Estas alunas, apoiadas pela professora Paula Canha, desenvolveram um projeto que envolve larvas de um inseto na reciclagem de resíduos de poliestireno a nível industrial… No fundo, as larvas comem o lixo.
Venceram o prémio Lipor e ganharam uma ida aos Estados Unidos defender um projeto que estão agora a aperfeiçoar, mas que já deu resultados, sob a coordenação de Paula Canha, professora de biologia responsável pelo projeto “Tenebrio molitor como biorreator para degradação de polímeros sintéticos”.
E até há artigos internacionais, que chegam do Japão e que corroboram a teoria.
Este não é o primeiro projeto coordenado por esta professora que é premiado. A própria Paula Canha já foi considerada a melhor professora do ano em 2007 pelas saídas de campo e pelos projetos em que envolve os alunos.
Larvas que comem esferovite levam alunas de Odemira aos EUA
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Jul 23 2018
Programa que já não vigora é base de aprendizagens de Matemática A | Educação | PÚBLICO
Informação publicada na página da Direcção-Geral da Educação na Internet contraria o que tem vindo a ser afirmado pelo ministério.
O Ministério da Educação (ME) tem garantido que as chamadas aprendizagens essenciais, que começarão a ser aplicadas em todas as escolas a partir do próximo ano lectivo, foram elaboradas “a partir dos documentos curriculares [programas e metas], que se mantêm em vigor”. Mas existe pelo menos uma excepção a esta regra: a proposta apresentada para o 11.º e 12.º ano da disciplina de Matemática A tem na base o antigo programa de 2002, que já não é seguido nas aulas.
A informação está plasmada num quadro que se encontra publicado na página da Direcção-Geral de Educação (DGE) na Internet, em que a propósito da elaboração das aprendizagens essenciais se elencam todos os programas que estiveram na base destas.
O primeiro alerta para esta situação foi feito esta semana ao PÚBLICO pelo presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática, Jorge Buescu, que ao consultar a proposta de conteúdos para Matemática A, que se encontra em consulta pública, se deparou com várias referências ao programa de 2002. “Não é compreensível nem aceitável que, num documento em que se pretende definir aprendizagens essenciais associadas a um determinado referencial (programa de 2015) se faça referência ao programa anterior, como se este continuasse em vigor. Esta situação é de duvidosa legalidade e o ministério terá de esclarecer qual o enquadramento legal destas referências”, disse então.
Questionado sobre esta denúncia, o secretário de Estado da Educação João Costa considerou que esta “não tem qualquer fundamento”. “Todo o trabalho foi construído tendo por base os documentos em vigor”, pelo que “a ideia de que foi construído por cima de um programa que já não está em vigor não é verdadeira”, disse ainda em entrevista à Rádio Renascença.
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Jul 23 2018
FENPROF: “Ministro das Finanças tem de rever se está bem neste Governo”
É a reação de Mário Nogueira à entrevista dada por Mário Centeno, que avisou os professores que não pode pôr em risco as contas públicas e que o Orçamento do Estado é para todos os portugueses.
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Jul 23 2018
Doutrinar como um asno engomado
A directora-geral da DGEstE informou as escolas sobre o modo expedito de concluir o ano lectivo, atropelando a lei e sequestrando os professores. Fê-lo a 20 deste mês, a pedido de “elevado número” de directores incapazes de assumir responsabilidades e autonomia, retomando na prática o que já havia dito na famigerada nota informativa de 11 de Junho. Como a situação era complicada, a diligente funcionária puxou pela cabeça e chamou a polícia. Depois, doutrinou como um asno engomado, apenas com um ligeiro senão: é que os conselhos de turma não são órgãos administrativos e, portanto, a sua geringonça argumentativa pariu mesmo abaixo de zero. A nota informativa, versão dois, é papel molhado, cujo destino não é a obediência, mas tão-só o lixo.Com efeito, o Despacho Normativo n.º 1-F/2016, já da lavra do actual secretário de Estado João Costa, na senda aliás da anterior Portaria n.º 243/2012, dispõe claramente assim (artigo 23.º): “o conselho de turma, para efeitos de avaliação dos alunos, é um órgão de natureza deliberativa, sendo constituído por todos os professores da turma e presidido pelo diretor da turma”; compete ao conselho de turma “apreciar a proposta de classificação apresentada por cada professor, tendo em conta as informações que a suportam e a situação global do aluno”; “as deliberações do conselho de turma devem resultar do consenso dos professores que o integram, tendo em consideração a referida situação global do aluno”; “quando se verificar a impossibilidade de obtenção de consenso, admite-se o recurso ao sistema de votação, em que todos os membros do conselho de turma votam nominalmente, não havendo lugar a abstenção e sendo registado em ata o resultado dessa votação”. (Os sublinhados são meus).Como pode uma directora-geral atentar tão despudoradamente contra um direito fundamental dos professores, o direito à greve? Como pode servir-se de outro, o direito às férias, para tentar tomá-los como reféns, num hediondo golpe de chantagem? Como pode, rasteiramente, ignorar o que fixa o Artº. 57º da Constituição? Como pode confundir a independência intelectual e profissional de um professor com o servilismo de um qualquer burocrata? Como pode confundir um acto pedagógico, colegial, consequência de ponderação responsável, com um mero acto administrativo, automático? Como pode ignorar as sucessivas disposições legais, que devia proteger por elementar dever de função, para tentar impor um comando ignaro, que as cilindra?Fora este um ministro decente e dia 26, data limite do ultimato da patusca directora-geral, seria antes a data simbólica da demissão da dita. Por uma questão de higiene constitucional. Com efeito, esta senhora não entendeu que todas as formas reivindicativas, provocando desconforto nalguns, são, acima de tudo, uma forma de chamar a atenção da sociedade para a causa que as motiva. E não entendeu que não há greves só aos fins-de-semana e feriados. Esta senhora tem, de modo reiterado, tentado trucidar a nobreza do acto educativo, com a sua substituição pela vulgaridade do acto administrativo. Na sua lógica redutora, qualquer Lola do Simplex (o robot recentemente criado) a substituía (reconheço que com vantagem). Entendamo-nos: atribuir classificações finais sem validação pela presença de todos os elementos dos conselhos de turma é o abastardamento do acto educativo, é desleal e desonesto para alunos e professores e falseia os resultados finais.Mas a lama não mancha apenas o Ministério da Educação. Mergulha nela a habitual bonomia de António Costa, que assiste, seráfico, ao acto degradante para o ensino público de trocar reuniões sérias e conformes com a lei, pela palhaçada, escandalosa e ilegal, de três ou quatro professores decidirem por nove ou doze, sem a presença mesmo do director de turma. Em tempo de celebradas reversões, este regresso à época das notas administrativas envergonha a deontologia elementar e a ética mínima. Como é hábito, os desqualificados que comandam devem brevemente dizer, numa qualquer televisão, que estão de consciência tranquila.In “Público” de 23.7.18
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Jul 23 2018
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