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Set 16 2018

Sugestão de Leitura – Autonomia e Flexibilidade Curricular Propostas e Estratégias de Ação, por Ariana Cosme

  • By Rui Cardoso
  • 16 de Setembro de 2018

Nas escolas os professores estão a construir novos instrumentos de trabalho. Estão a iniciar um novo ano letivo com o Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular como base de trabalho.

Ariana Cosme organizou uma obra de modo a facilitar o trabalho dos professores e levá-los a refletir sobre o mesmo. Uma obra que podemos utilizar e abusar…

 

SINOPSE:
Esta é uma obra, através da qual se pretende oferecer às professoras e aos professores portugueses um instrumento que lhes permita construir as suas próprias iniciativas e projetos, no âmbito dos desafios educativos para os quais são convocados por via da promulgação do Decreto-Lei nº 55/2018.
Trata-se de um livro onde se propõe uma reflexão inicial sobre os fundamentos curriculares e pedagógicos do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, onde se possa compreender alguns dos desafios e exigências, relacionados com o processo de operacionalização deste projeto, e se possa aceder a algumas propostas e estratégias de ação que conduzam ao desenvolvimento de aprendizagens mais significativas e a estratégias que possam contribuir para promover e estimular a cooperação docente.

 

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Set 16 2018

A vida dos professores do amanhã…

  • By Rui Cardoso
  • 16 de Setembro de 2018

Esta semana o jornal Público, publicou na sua versão online um artigo meu em que falo sobre “Que professores teremos no futuro”. Nem de propósito, na Time americana desta semana, surge um artigo que descreve a vida de uma professora nos EUA e que levanta o véu sobre o que nos pode vir a acontecer no futuro. Só têm de ler e imaginar-vos nessa situação. Não censuro os jovens de hoje por fugirem dos cursos via ensino, eles não veem futuro neles quando olham para nós.

Já há países que não são para professores. Portugal é um bom aluno e vai-lhes seguir o exemplo…

 

“Eu tenho 3 empregos e doo plasma para pagar as contas.” Isto é o que é ser professor na América

Hope Brown pode ganhar 60 dólares doando plasma das suas células sanguíneas duas vezes por semana, e um pouco mais se ela vender algumas das suas roupas numa loja de consignação. Geralmente, é apenas o suficiente para cobrir uma conta de luz ou um pagamento do seu carro. Esse malabarismo financeiro é, agora, parte de sua vida quotidiana – algo que ela nunca esperou quando obteve um mestrado em educação secundária e se tornou professora de história do ensino médio, há quase duas décadas atrás. Brown, geralmente, trabalha das 5:00 às 16:00 na sua escola em Versailles, Ky., em seguida, vai para um segundo emprego manuseando um detetor de metal e organizando hóspedes barulhentos no Rupp Arena de Lexington para complementar seu salário anual de US $ 55.000. Com o marido, ela também administra uma empresa de excursões históricas para ganhar dinheiro extra.
“Eu realmente amo ensinar”, diz a professora de 52 anos. “Mas não somos pagos pelo trabalho que fazemos.”

 

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Set 16 2018

Como Vai a Educação em Portugal? Amanhã, no Prós e Contras

  • By Rui Cardoso
  • 16 de Setembro de 2018

 

Como Vai a Educação em Portugal?

 

Um recomeço e um balanço. Três anos de política de educação. O que está acontecer dentro das escolas? Como vai a educação em Portugal?

21:52 na RTP1

 

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Set 16 2018

E agora, só os dois sem camisa. – Ricardo Araújo Pereira

  • By Rui Cardoso
  • 16 de Setembro de 2018

 

 

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Set 16 2018

509 Docentes Vão Vincular em 2019 Pela Norma Travão

  • By arlindovsky
  • 16 de Setembro de 2018

Com a publicação da RR2 já é possível apurarmos quantos docentes vão vincular pela norma travão em 2019.

Nas minhas contas provisórias são 509 os docentes que passam a reunir as condições para concorrerem em 1.ª prioridade no concurso externo anual de 2019/2020.

 

Logo que façamos a confirmação de todos os dados diremos quem são e em que QZP vão abrir essas vagas.

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Set 15 2018

Pesquise-se!

  • By Livresco
  • 15 de Setembro de 2018

Políticos no activo a presidir a órgãos “técnicos” que fazem a análise das suas próprias políticas? Sendo que antes de entrarem em cargos executivos ninguém lhes conhecia tal “capacidade” técnica? A OCDE funciona mesmo assim? Ou depende dos sectores? É mais complicado de perceber do que parece.

A notícia é do Sol de hoje:

(…)

Continua aqui nO Meu Quintal.

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Set 15 2018

Ferramenta: “Qual a minha situação na lista graduada?” – RR2

  • By Davide Martins
  • 15 de Setembro de 2018

Ferramenta atualizada com os colocados da RR2. Espero que seja útil!

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Set 15 2018

João Costa não é diretor na OCDE…

  • By Rui Cardoso
  • 15 de Setembro de 2018

Através da sua página de Facebook, o SE, João Costa, desmente o noticiado no Sol de hoje.

“O Sol dá-me hoje destaque com uma notícia pejada de dados falsos e insinuações e que me tenta associar aos dados do Education at a Glance que geraram polémica esta semana a propósito da remuneração dos professores.
Impõem-se os esclarecimentos, todos eles prestados ao Sol, que deliberadamente os ignorou.

1. Não sou diretor de nada na OCDE.
2. Não presido a qualquer gabinete da OCDE.
3. Presido ao órgão que junta os decisores políticos e técnicos do TALIS – Teacher and Learning International Survey. Este órgão é constituído por representantes dos ministérios de 45 países. Tal como outros órgãos colegiais, o Presidente é nomeado e eleito entre os pares. Este e outros órgãos internacionais são presididos por ministros, vice-ministros, secretários de estado ou membros em sua representação.
4. O TALIS não é um relatório sobre carreiras e salários.
5. O TALIS é um inquérito respondido diretamente por professores e diretores sobre condições para o exercício da profissão docente: desenvolvimento profissional, ambiente, condições de trabalho, liderança, gestão, carreiras, etc.
6. O Education at a Glance é um relatório anual que não é produzido pelo TALIS, pelo que a tentativa de me associar a este estudo não tem qualquer fundo de verdade.”

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Set 15 2018

Explicando as notícias…

  • By Rui Cardoso
  • 15 de Setembro de 2018

 

As noticias continuam a sair. Enquanto umas continuam a atacar os professores, outras tentam trazer luz à razão de outras tantas notícias…

Sondagem. 69% dos portugueses estão contra exigências dos professores

 

 

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Set 15 2018

Cartoon do dia – Ninguém quer ser professor…. – Paulo Serra

  • By Rui Cardoso
  • 15 de Setembro de 2018

 

 

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Set 15 2018

A Estratégia Porca de Plantação de Notícias Está Explicada

  • By Livresco
  • 15 de Setembro de 2018

Jornal Sol – 15/09/2018

PS:

A Renascença Fez Parte do TPC

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Set 15 2018

Lista Colorida – RR2

  • By Davide Martins
  • 15 de Setembro de 2018

Lista Colorida, cada vez mais colorida e atualizada com os colocados e retirados da RR2.

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Set 15 2018

3862 Contratados Colocados na RR2

  • By Davide Martins
  • 15 de Setembro de 2018

Dos 3862 horários preenchidos nesta Reserva de Recrutamento 2, mais de 1000 dizem respeito ainda a horários anuais. O que havia dito por aqui vai-se confirmando.

A tabela seguinte apresenta esses números distribuídos por grupo de recrutamento, tipo de horário e duração:

(clicar na imagem para ver melhor)

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Set 14 2018

Tribunal dá razão aos Professores – Fenprof

  • By Rui Cardoso
  • 14 de Setembro de 2018

 

Tribunal dá razão aos Professores!

Todo o tempo de trabalho, mesmo em horário incompleto, deve ser contado para os descontos à Segurança Social!

 

São muitas as situações em que professores que são contratados a termo com horário incompleto, pelo Ministério da Educação, não veem reconhecido tempo para efeitos de prestação à Segurança Social. Ora, esta situação desde logo cria graves distorções na efetiva prestação do trabalho, para efeitos, designadamente, do pagamento de prestações de desemprego, quando ela ocorre por cessação de contrato de trabalho.

Perante isto, os gabinetes jurídicos dos sindicatos da FENPROF estão a acompanhar e a incentivar a interposição de ações neste âmbito e, relativamente a uma, acompanhada pelo Gabinete Jurídico do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa há já uma decisão que é favorável e transitou em julgado, ou seja, não foi contestada pelo Ministério da Educação.

Neste caso o autor da ação verificou que, relativamente ao ano de 2016/17, tendo sido colocado num horário inferior a 22 horas, o seu Agrupamento de Escolas estaria a declarar 25,5 dias de trabalho em vez dos 30 dias prestados mensalmente. Durante a investigação do seu caso e sobre os motivos que levavam a esta discrepância, verificou o docente em causa que o programa INOVAR (certificado pelo governo português) utilizava uma fórmula, cuja utilização determinava o erro.

A FENPROF considera preocupante este problema que está, seguramente, a atingir muitos professores que estão a viver a mesma situação.

A decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal que julgou esta ação foi a de dar razão ao docente e de condenar o ME “à prática do ato devido, consubstanciado no deferimento da pretensão do autor, através da contabilização de trabalho para efeitos de prestações à Segurança Social durante a vigência do contrato a termo com horário incompleto (…) no ano escolar de 2016/17”. De entre os aspetos considerados pelo TAF, para a sua decisão, consta que, no caso dos docentes, “o horário incompleto não é sinónimo de trabalho parcial, porquanto as horas de trabalho de componente não lectiva também são de considerar”. Assim sendo, o Tribunal condena o Ministério da Educação a contabilizar todos os 30 dias de trabalho mensais aquando do cálculo das prestações mensais à Segurança Social, abrindo um precedente importante para a justa contestação de todos os docentes nas mesmas circunstâncias.

A FENPROF incentiva todos os docentes que tenham ou estejam a passar por esta situação a que procurem os gabinetes jurídicos dos sindicatos da FENPROF para que possam ter o devido acompanhamento.

 

O Secretariado Nacional

 

 

 

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Set 14 2018

Continua-se a Aguardar o Reposicionamento…

  • By arlindovsky
  • 14 de Setembro de 2018

Vamos ver se com os acertos finais das movimentações dos docentes se passa finalmente ao reposicionamento  destes docentes com efeitos ao dia 1 de Janeiro de 2018.

E lá vai mesmo haver um mês que a profecia do vencimento mensal da OCDE se vai concretizar. 🙂

 

 

Exmo.(a) Senhor Diretor(a)/Presidente da CAP

1 – O reconhecimento do direito à progressão prevista no art.º 37.º do Estatuto da Carreira Docente (ECD) depende da verificação cumulativa dos requisitos enumerados no n.º 2 do citado artigo. Neste sentido, e considerando a manifesta necessidade de correção de alguns dados, informa-se V.ª Exa. de que, nos dias 17, 18 e 19 de setembro, esta Direção-Geral irá disponibilizar no SIGRHE a aplicação Progressão na Carreira 2018 – Aperfeiçoamento.

2 – Na sequência dos concursos realizados em 2018, um elevado número de docentes alterou o AE/ENA de provimento e os docentes QZP podem, igualmente, ter obtido colocação em escola diferente da do ano anterior.

Assim, para estes docentes, solicita-se que na aplicação Progressão na carreira 2018-Aperfeiçoamento proceda V.ª Ex.ª ao reencaminhamento destes docentes para a nova escola de provimento/colocação.

Para o efeito, após a reversão da submissão, deve regressar à aplicação Progressão na Carreira-Aperfeiçoamento e selecionar as setas azuis (à direita), relativamente ao docente a reencaminhar. Em seguida, deverá confirmar que o docente já não se encontra no AE/ENA e inserir o código do novo agrupamento, inserir a palavra-chave e confirmar o reencaminhamento.

Este procedimento retirará o docente da lista dos docentes inseridos na aplicação Progressão da Carreira-Aperfeiçoamento e irá integrá-lo na lista dos docentes do novo AE/ENA. Nos AE/ENA de destino, estes docentes irão surgir na lista com o lápis amarelo ativo e com Identificação do Docente na coluna Fase de Preenchimento.

 

Nº DE UTILIZADOR   NOME   NÚMERO DO DOCUMENTO   FASE DE PREENCHIMENTO  
xxxxxxxxxdx HGFDSAERVBB yyyyyyyyy Finalizado
zzzzzzzz NBVCDSA KKKKKKK Identificação do Docente

Chama-se a atenção para o facto de que não devem ser reencaminhados docentes que mantêm o provimento no AE/ENA, mas que no ano escolar 2018/2019 exercem funções noutro AE/ENA por mobilidade interna, por exemplo.

3 – Solicita-se, igualmente, que sejam atualizados os dados constantes dos campos dos pontos 3 – Progressão na carreira-Situação actual e 5 – Progressão na carreira-Previsão para subida de escalão, relativamente aos docentes que entre 1 de janeiro e 30 de junho de 2018 viram alterado o seu índice remuneratório devido a progressão na carreira entre aquelas datas, caso essa atualização não tenha sido efetuada em agosto.

4 – Informa-se ainda V.ª Ex.ª de que deve aguardar novas informações da DGAE no que respeita aos procedimentos de reposicionamento dos docentes, nos termos da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio.

A Diretora-Geral em regime de suplência

Susana Castanheira Lopes

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Set 14 2018

O Relatório da OCDE Induz Mesmo Em Erro, Não É Apenas Má Vontade Nossa

  • By Livresco
  • 14 de Setembro de 2018

A boa leitura nO Meu Quintal.

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Set 14 2018

Já São Possíveis os Aditamentos de Contrato

  • By arlindovsky
  • 14 de Setembro de 2018

… nos seguintes termos.

 

9. Aditamentos de completamento de horário do candidato

 

Um aditamento constitui uma alteração ao contrato inicialmente celebrado. No caso de se efetuar(em) aditamento(s) a um contrato para o exercício de funções docentes, este(s) pode(m) ser submetido(s) desde que não seja ultrapassado, cumulativamente, o limite de 7 horas letivas.

Não é possível, em caso algum, exceder a componente letiva do docente, definida por lei.

 

9.1. Não é possível celebrar aditamentos com efeitos retroativos. Os aditamentos produzem efeitos a partir do dia imediatamente a seguir ao da sua celebração.

 

9.2. O aditamento de horas ao contrato celebrado é, em regra, realizado na escola em que o docente é colocado. No caso de o docente ter celebrado contrato em mais do que uma escola, o aditamento de horas aos contratos celebrados respetivamente em cada escola não pode ultrapassar a soma das horas da componente letiva do docente, estabelecida por lei.

 

9.3. Se após a cessação da vigência do contrato, se mantiver a necessidade que justificou o aditamento de horas ao contrato, o candidato poderá permanecer no Agrupamento com as horas referentes ao aditamento, não lhe podendo nunca ser aditadas mais horas às referidas.

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Set 14 2018

Reserva de recrutamento n.º 2

  • By Rui Cardoso
  • 14 de Setembro de 2018

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 2ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 17 de setembro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 18 de setembro de 2018 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

 

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Set 14 2018

Despachado o PREVPAP para os Diretores das Escolas

  • By arlindovsky
  • 14 de Setembro de 2018

Despacho n.º 8771/2018 – Diário da República n.º 178/2018, Série II de 2018-09-14

Educação – Direção-Geral da Administração Escolar

 

Delega nos diretores dos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas e nos presidentes das comissões administrativas provisórias, conforme os casos, a competência para a realização dos procedimentos concursais comuns restritos a candidatos abrangidos pelo programa de regularização extraordinária dos vínculos precários na Administração Pública (PREVPAP)

 

  • 1 comentário

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Set 14 2018

Pelo CM – Fenprof acusa OCDE de apresentar dados falsos sobre salários de professores

  • By Livresco
  • 14 de Setembro de 2018

Fenprof acusa OCDE de apresentar dados falsos sobre salários de professores

 

A Fenprof acusou esta quarta-feira a OCDE de apresentar um relatório com dados errados sobre os salários dos professores portugueses e as horas de trabalho, exigindo a sua correção, assim como saber quem forneceu as informações.

 

Na terça-feira foi divulgado o relatório “Education at a Glance 2018”, do qual “têm sido destacados dois aspetos: os professores portugueses ganham mais que os outros trabalhadores do país com a mesma qualificação; os professores portugueses trabalham menos que os seus colegas dos países da OCDE. Duas mentiras!”, acusa a Federação Nacional dos Professores.

 

Num país onde o rendimento médio dos trabalhadores com formação superior é baixo, os professores aparecem como ganhando, em média, mais 35 a 50% quando comparados com outros trabalhadores com iguais qualificações.

 

No entanto, a Fenprof garante que “os salários dos professores portugueses não são os que o relatório refere”.

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Set 14 2018

Santana Castilho no Opinião Pública de 12/09

  • By Rui Cardoso
  • 14 de Setembro de 2018

“O Primeiro Ministro mentiu”

“Houve dinheiro para ajudar os bancos”

“Houve dinheiro para os contratos SUOP”…

Não há dinheiro para os professores

 

 

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Set 13 2018

Solicitação de agendamento do Projeto de Resolução n.º 1778/XIII – Respeito pelo tempo efetivo de trabalho dos professores em horário incompleto

  • By arlindovsky
  • 13 de Setembro de 2018

O assunto que tem sido falada aqui no blogue há bastante tempo parece que vai ser finalmente discutido na Assembleia da República através deste projeto de resolução do PCP.

 

 

O PCP solicitou o agendamento do Projeto de Resolução n.º 1778/XIII que recomenda o Respeito pelo tempo efetivo de trabalho dos professores em horário incompleto, para a próxima reunião da Comissão de Educação e Ciência, no dia 18 de setembro, terça-feira.

Envio em anexo o Projeto de Resolução.

Com os melhores cumprimentos,

Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PCP

Resolução

A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo que:
1 – Informe os agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas que o tempo de trabalho a declarar aos serviços de segurança social não poderá ser contabilizado de acordo com o previsto no artigo 16.º do Decreto-Regulamentar n.º 1-A/2011, de 3 de janeiro, nomeadamente pelo facto de aos professores não se aplicar a contratação tempo parcial como definido na Lei n.º 7/2009, de 12 de dezembro;
2 – Considere, para efeitos de cálculo de tempos de trabalho para a segurança social, a componente letiva e a componente não letiva dos docentes com horário incompleto.
3 – Tome todas as medidas necessárias, incluindo a possibilidade de alteração ao Decreto-Regulamentar n.º 1-A/2011, de 3 de janeiro, no sentido de adequar a fórmula para que respeite os horários semanais de 35 horas, eliminando assim a diferenciação de tratamento entre trabalhadores cujo tempo de trabalho seja de 35 horas ou de 40 horas;
4 – Proceda a todas as diligências necessárias para corrigir os prejuízos causados aos docentes que viram o seu tempo de serviço erroneamente contabilizado por não ser considerada a componente não letiva e/ou por aplicação do artigo 16.º do Decreto-Regulamentar n.º 1-A/2011, de 3 de janeiro.

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Set 13 2018

Razões para um contratado não aceitar horários anuais

  • By Davide Martins
  • 13 de Setembro de 2018

Houve o ano passado (contas por baixo), 1139 Horários Anuais para contratação que não foram aceites ou que, sendo aceites, foram posteriormente denunciados. Os números dizem respeito a candidatos que ficaram colocados em horários anuais, mas que não têm escola de colocação na lista ordenada (2018/2019). Lembro que esses candidatos (uma vez que o horário é anual) deveriam ter sempre uma escola de colocação na altura da realização do concurso.

Os números estão distribuídos por grupo de recrutamento e horas letivas, da seguinte forma:

Isto leva-me ao título do post… o que fará um contratado não aceitar estes horários?

As respostas para os horários pequenos são muitas e óbvias: poucas horas; horário incompatível com outros compromissos; colocação numa Contratação de Escola; ficar longe de casa; questões pessoais; e mais um sem-número de razões que não adianta agora desenvolver…

A minha dúvida prende-se sobretudo com os horários completos (471 o ano passado). Todos os anos muitos candidatos ocupam estes horários na CI, RR1 e RR2 que acabam por não aceitar. Apesar de recorrente, o fenómeno tem-se agravado nos últimos dois anos. E muitos dos candidatos que não aceitaram o ano passado já foram colocados este ano, por isso prevê-se que a situação continue.

Mas porquê?

Porque a lei permite. Vários colegas colocados no privado sabem que continuarão no privado e mesmo assim não desistem do concurso, porque a penalização (um ano sem poder celebrar contrato com o ME) não tem nenhuma influência na sua situação profissional. Fazem-no porque lhes é permitido, mesmo que isso adie a colocação de colegas que não têm alternativas; ou os releguem para horários mais pequenos; ou obrigue as escolas (e os alunos) a iniciar o ano letivo sem muitos dos seus professores.

Parece-me que é altura de rever a lei e alargar a penalização para esta situação ou outras, tão ou mais ridículas, como permitir que professores que toda a vida profissional trabalharam no privado, vinculem no público a 5 ou 10 anos de pedirem a aposentação.

É altura, mas haverá coragem?

  • 1 comentário

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Set 13 2018

Opinião – Dizem que é uma espécie de “bonificação”

  • By Livresco
  • 13 de Setembro de 2018

Opinião

Dizem que é uma espécie de “bonificação”

É minha convicção que boa parte da classe política tem um ódio particular pela classe docente.

(…)

AQUI.

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Set 13 2018

Professores vão entupir email da OCDE com recibos de vencimento

  • By Livresco
  • 13 de Setembro de 2018

Professores vão entupir email da OCDE com recibos de vencimento – Observador

 

No mesmo dia em que Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, entrava num debate quente com o primeiro-ministro, nas ruas de Paredes de Coura, a imprensa começava a publicar os primeiros dados do relatório da OCDE, Education at a Glance. Nessa altura, a ideia de enviar centenas de emails para o diretor de Educação da OCDE com recibos de vencimento de professores estava longe de ser imaginada.

Os títulos dos jornais daquela terça-feira não eram favoráveis para os professores. Numa altura em se batem pela recuperação total do tempo em que as suas carreiras estiveram congeladas, o relatório pintava o seguinte cenário: os professores portugueses são, enquanto classe, dos mais velhos da OCDE, são dos que trabalham menos horas, recebem mais 35% do que outros licenciados em Portugal e os seus ordenados no topo da carreira são mais altos do que a média dos países da organização.

Em Paredes de Coura, longe do computador e do relatório de 500 páginas, Mário Nogueira pouco conseguiu dizer aos jornalistas que lhe pediam comentários sobre os valores dos ordenados. Só no dia seguinte, às 8 da manhã, começou a fazer contas. E o que lhe dizia a calculadora motivou o envio de um comunicado às redações: “Relatório da OCDE parte de dados falsos e põe a circular mentiras.”

Para já, o sindicato vai pedir explicações à organização sobre os números apresentados: quer saber como se chegou a eles e quem os enviou à OCDE. Mas tem mais uma ideia na manga: a estrutura sindical vai pedir a todos os professores que enviem um recibo de vencimento para o email de Andreas Schleicher, para que o diretor de Educação da OCDE possa ver quais são, de facto, os ordenados reais dos docentes.

Ao Observador, o gabinete de Schleicher explica a diferença: “Os valores foram convertidos para dólares americanos usando paridades de poder de compra.”

No capítulo dedicado ao indicador D3, “Quanto ganham professores e diretores?”, o relatório coloca os salários dos professores portugueses no topo da carreira acima da média da OCDE, numa tabela que mostra os valores dos ordenados dos docentes dos diversos países. E aí começam as desconfianças da Fenprof. Os números apresentados são muito superiores aos reais e não têm em conta os anos em que as carreiras estiveram congeladas e em que os professores não puderam progredir de escalão.

“Por exemplo, eles colocam um professor com 15 anos de carreira no quarto escalão. Ora, isto é mentira. Um professor com 15 anos de serviço está no primeiro escalão, porque durante 9 anos, 4 meses e 2 dias as carreiras estiveram congeladas. Devia estar no quarto escalão, mas não está”, explica Mário Nogueira ao Observador.

Esta conta também é válida para os docentes que deveriam estar no topo da carreira e não estão, por não terem podido progredir durante os dois períodos em que a carreira esteve congelada.

Além disso, os valores não batem certo com os da Fenprof e estão muito próximos do que ganha um professor auxiliar num instituto superior de educação. “Se um docente em início de carreira ganhasse 28.349 euros por ano teria, por mês, um salário bruto mensal de 2.024. Isto é totalmente falso. O bruto — nem vou falar do valor líquido que se leva para casa — é de 1.530 euros. Por ano, recebe 21.420 euros, o que é uma diferença brutal de 6.929 euros para o que mostra a OCDE”, diz o líder da Fenprof ao Observador.

A diferença de números entre o que dizem as tabelas salariais portuguesas e as tabelas da OCDE continua, argumenta Mário Nogueira. “Se quem tem 15 anos de carreira ganhasse os 36.663 euros anuais receberia por mês 2.618 brutos. Se o tempo de serviço não estivesse congelado e ele estivesse no 4.º escalão, como deveria, recebia um salário de 1.982 euros. Mas como o governo insiste em não contar o tempo perdido pelos professores, ele continua no 1.º escalão com 1.530 euros por mês.”

Para os professores no topo de carreira, o cenário repete-se: a OCDE aponta para os 56.401 euros anuais (4.028 mensais), quando as tabelas salariais não passam dos 3.364 euros brutos por mês. “É uma diferença de 9.305 euros anuais. E estamos a falar de brutos, quando sabemos bem que o que conta e paga contas é o que levamos para casa no final do mês. Os nossos salários brutos, por exemplo, são mais alto que os dos colegas de Espanha. Mas depois de pagos os impostos, eles ficam a rir-se de nós”, sublinha Mário Nogueira. “Se dizem que recebemos aquilo, então paguem-nos aqueles valores. Se temos a fama, mais vale ter o proveito”, ironiza o líder da Fenprof.

Há outros dados que parecem não bater certo para a Fenprof e será também sobre esses que o sindicato vai pedir explicações à OCDE. “Por exemplo, os horários. Como é que eles chegam ao valor de 920 horas por ano? Não se percebe. Se os professores cumprissem apenas o horário que está na lei, que são as 35 horas semanais, fariam 1.190 horas anuais que está em linha com a média da OCDE. E nem é esse o tempo que os docentes trabalham. Sabemos que anualmente os professores fazem mais de 46 horas semanais, o que dá mais de 1.500 horas por ano.”

A explicação pode estar no tipo de horários dos professores portugueses que se dividem em componente letiva (trabalho com os alunos) e não letiva. O problema, que recorrentemente tem sido levantado pela Fenprof, FNE e outras organizações de professores, é que a componente letiva tem limites legais e a não letiva não tem. E o que os sindicatos dizem é que acabam por ser atirados para a componente não letiva muito trabalho que não devia ali estar. “É uma falácia. A componente não letiva é um poço sem fundo.”

Há ainda um último indicador do relatório de 500 páginas para o qual a Fenprof olha com suspeição: os professores portugueses ganham mais 35% do que outros licenciados do país. “Na Função Pública, as carreiras são semelhantes e as oscilações salariais não são assim tão grandes. Um técnico superior é sempre um técnico superior. Como é que a diferença pode ser tão grande? Só o facto de ser uma classe envelhecida, que faz com que haja mais pessoas nos escalões mais altos, não explica tudo. A única explicação é que estejam a fazer contas com os licenciados do setor privado onde os salários em muitas profissões são mais baixos”, argumenta Mário Nogueira.

O Observador contactou o gabinete de Andreas Schleicher para perceber como foram feitas as contas da OCDE. Para começar, o gabinete de Educação refere que os dados são oficiais, “fornecidos por uma rede de especialistas representantes dos diferentes países e que geralmente são representantes do Ministério da Educação ou do instituto de estatística nacional”. Para além disso, garante que “o processo de preparação do Education at a Glance inclui ligação com os países para verificação dos dados”.

O Anexo 3 do relatório acrescenta um outro dado sobre as fontes da OCDE: os valores dos salários de professores e diretores derivam da recolha feita em conjunto pela OCDE e Eurydice (rede europeia de informação sobre educação), em 2017, e que o gabinete diz seguirem “padrões e definições internacionais”.

Quanto às tabelas que apresentam os números da discórdia, a OCDE tem uma explicação: “Os dados fornecidos pelos países referem-se a valores anuais em moedas nacionais. Na figura D3.2, os valores são convertidos para valores em dólares americanos usando paridades de poder de compra (exibidas no Anexo 2 da publicação).”

Por outro lado, “os valores dos salários referem-se a valores estatutários em vez de salários reais (os salários reais também são publicados na tabela D3.4 do indicador)”. Na tabela em causa, surgem 19.127,64 euros anuais para um professor em início de carreira, 24.712,56 para um docente com uma carreira de 15 anos e 38.047,86 euros anuais para um professor no topo da carreira, o que acabam por ser valores mais baixos do que os indicados pela Fenprof.

A última nota da OCDE vai para o pagamento de extras. “Para Portugal, conta-se com os pagamentos adicionais que todos os professores recebem em cima de seus salários base e que são incluídos nos salários estatutários. Os professores recebem horas extras pagas pelo tempo que ensinam além do estabelecido estatutariamente. Esta situação ocorre principalmente devido a dificuldades em combinar a carga de ensino individual e as horas de currículo das aulas atribuídas ao professor. O custo por hora depende da posição na carreira docente e do número de horas extras (12,5% para a primeira hora e 18,75% para a segunda ou mais horas.”

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Set 13 2018

O Chamado Jornalismo de Trampa

  • By Livresco
  • 13 de Setembro de 2018

E Depois Entramos no Reino da Paródia

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Set 13 2018

Opinião no Público – Rui Cardoso

  • By arlindovsky
  • 13 de Setembro de 2018

Que professores teremos no futuro?

 

 

Ser professor já não é uma profissão atraente e quem ainda envereda por ela, cedo ou tarde, verifica que este país não é para professores.

 

 

Durante o fim-de-semana passado, as notícias sobre o baixo número de candidatos a professores foi badalando pelos noticiários, jornais e redes sociais, mas já não é a primeira vez que isso acontece.

Nos últimos anos os números têm vindo a decrescer, já o ano passado foi notícia. Mas, este ano, as 693 vagas ocupadas de 1204 disponíveis ficam muito aquém em relação às ocupadas em 2017, um decréscimo superior a 40%. Estes números serão a norma a partir de agora. Ser professor já não é uma profissão atraente e quem ainda envereda por ela, cedo ou tarde, verifica que este país não é para professores.

Mas não é o único. Por essa Europa fora já se viram casos semelhantes, mas, como não interessa, ladeiam-se olhos com palas, não se olha para o lado e segue-se o caminho sem pensar em consequências futuras.

Há uns anos ouviam-se rumores de que no Reino Unido a falta de professores se fazia sentir a tal ponto que já se recrutavam “profissionais” entre os militares em fim de contrato, dando-lhe formação para outro tipo de campo de batalha. Na Alemanha, a procura de professores já se encontra numa fase de desespero. Segundo as últimas estimativas faltam cerca de 40.000 professores no sistema de ensino alemão e ainda vai piorar nos próximos anos. Por França o cenário é parecido, a procura de professores torna-se cada vez mais difícil.

Mas o que aconteceu nestes países para chegarem a este ponto? Não é necessário procurar muito para se encontrar uma razão. A falta de investimento na área de educação, a falta de condições de trabalho, os baixos salários em relação a outras carreiras semelhantes, a instabilidade ao nível de colocação e familiar que esta profissão acarreta, a desautorização do papel do professor enquanto educador, o crescente desrespeito do papel do professor na sociedade, estão entre muitas outras razões para estes cenários.

Lá fora é assim, por cá também é, e será, como lá.

Dentro de poucos anos, o cenário nas escolas portuguesas será semelhante aos países acima mencionados. Com a falta de candidatos a professores que hoje se verifica e com a eminente saída para a aposentação de milhares de professores nos próximos anos, o sistema de ensino, inevitavelmente, entrará em rutura por falta de profissionais.

Nessa altura, restar-nos-á o exemplo do que está a acontecer em alguns municípios do Reino Unido, com professores de Educação Física, formados em Portugal, a lecionar Matemática e Ciências, por na sua formação base terem uma ou duas cadeiras sobre essas matérias. Serão estes os professores do futuro?

Tenham um bom ano letivo.

O autor escreve segundo o novo Acordo Ortográfico

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Set 13 2018

Os professores sabem separar as águas…

  • By Rui Cardoso
  • 13 de Setembro de 2018

… Mas o espirito de missão há muito que acabou.

Tiago, se assim não fosse, os resultados não eram o que são e a escola já tinha caído…

 

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, acredita que as lutas que estão a travar pela contagem do tempo de serviço congelado não irão afetar o empenho dos professores no trabalho letivo com os alunos. “Só quem não entende o trabalho dos nossos docentes, nas nossas escolas, é que pode pôr em cima da mesa que os docentes, todos os docentes do nosso país, não tenham o profissionalismo, a sobriedade e a lucidez para entenderem que por um lado estão as suas reivindicações sindicais, que eles entendem como justas – e é importante que lutem por elas – mas por outro lado está o trabalho pedagógico feito nas suas comunidades educativas”, disse em entrevista àRádio Renascença.

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Set 13 2018

Finalmente a escola! – João André Costa

  • By Rui Cardoso
  • 13 de Setembro de 2018

 

Finalmente a escola!

Deixo aqui uma confissão: eu gostava de ir à escola. Ao contrário da maioria dos meus colegas e restantes alunos da Secundária, eu gostava de ir à escola e, apesar dos Verões e do calor, apesar da praia, dos mergulhos no mar e noites sem fim, mal podia esperar pelo regresso às aulas.
Porque nas aulas, na escola, havia um propósito, um objectivo muito claro desde tenra idade, entrar para a universidade, tirar Biologia, e um sonho, salvar os Ursos Polares, sonho proficuamente partilhado na turma e motivo de chacota geral.
Mas de pouco importa a chacota quando em casa temos quem nos apoie entre a minha mãe e os avós, felizes num longo, simples mas inesquecível abraço e beijo a cada nota, a cada excelente, a cada 5 primeiro, a cada 18 depois.
Sim, e se a escola teve um papel preponderante na minha formação, a verdade é que metade do que aprendi, aprendi em casa, na família, pela família, e o sucesso da escola dependerá sempre do bem estar familiar.
E sim, no final de cada Verão ansiava por voltar a ver amigos, aqueles professores mais chegados e, acima de tudo, poder continuar a viver e a sonhar aquela paixão do ano anterior, ainda e sempre por concretizar, pela rapariga mais gira da turma, que entretanto já tem namorado.
Mas eu não queria saber, e escrevia poemas de amor.
A escola foi, e ainda é, a minha vida, hoje como professor. Incentivado, aprendi a importância do saber, da partilha de conhecimentos, experiências, emoções, e sair da escola, partir os muros e saber o mundo, para no fim voltar sempre à escola, depois de mais um Verão, sequioso de viver.

 

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Set 12 2018

O desafio do Tiago na Rádio…

  • By Rui Cardoso
  • 12 de Setembro de 2018

O Tiago foi à Rádio Renascença responder a perguntas dos ouvintes. Falou, falou… e mais não digo.

 

 

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Set 12 2018

Oferta de Emprego – Grupo 500 (Lisboa)

  • By arlindovsky
  • 12 de Setembro de 2018

Oferta de emprego – Grupo 500 – Colégio em Lisboa pretende recrutar docente de Matemática (horário completo).

Entrada imediata.

 

Deverão os interessados enviar o currículo para o email: [email protected]

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Set 12 2018

Não é Imaginação é a Realidade à Frente da Porta

  • By Livresco
  • 12 de Setembro de 2018

Agora Imaginem…

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Set 12 2018

A luta entre os professores e a SS continua… na rua.

  • By Rui Cardoso
  • 12 de Setembro de 2018

Hoje, em Braga, foi assim…

Cerca de 20 professores manifestaram-se hoje em frente à Segurança Social de Braga.

(apela-se ao bom senso da tutela…)

 

Fonte: Diário do Minho

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Set 12 2018

A amena conversa (de ontem) entre Mário e António…

  • By Rui Cardoso
  • 12 de Setembro de 2018

 

 

  • 1 comentário

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Set 11 2018

O dito relatório que diz que os Professores portugueses são ricos…

  • By Rui Cardoso
  • 11 de Setembro de 2018

Deixo uma pergunta a quem me souber responder…

Alguém foi verificar os dados ou, apenas, foi na onda de um jornalista tendencioso?

É necessário perceber um pouco de Economia para escrever uma noticia destas… está visto que há quem se meta em caminhos sem o calçado necessário…

Fica o relatório para que quem perceba possa analisar…

Education at a Glande 2018- Portugal

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Set 11 2018

Cartoon da noite – Os professores descobrem que são ricos. – Paulo Serra

  • By Rui Cardoso
  • 11 de Setembro de 2018

 

 

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Set 11 2018

Este torrão no seu melhor e no seu pior…

  • By Rui Cardoso
  • 11 de Setembro de 2018

 

Portugal é um dos países mais democráticos e um dos mais corruptos… Será que uma coisa tem alguma coisa a ver com a outra, ou é só coincidência?

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Set 11 2018

Procurarei esclarecer a onda de ataque soez aos professores – Santana Castilho

  • By Rui Cardoso
  • 11 de Setembro de 2018

 

Procurarei esclarecer a onda de ataque soez aos professores

Não vou dizer que há uma cabala organizada. Mas que há uma coincidência de publicações insidiosas sobre os professores e o contexto profissional que vivem, é factual.

Convidaram-me para estar na SIC Notícias amanhã às 11.00. Procurarei contraditar tanta malícia, tanta ignorância, tanto ódio.

Julgo que o Professor António Teodoro estará também.

 

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Set 11 2018

Cartoon do dia – Docentes portugueses: velh@s mas ric@s! – Paulo Serra

  • By Rui Cardoso
  • 11 de Setembro de 2018

 

 

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Set 11 2018

Meia Jornada de Trabalho

  • By arlindovsky
  • 11 de Setembro de 2018

Surge nova data para o pedido da meia jornada de trabalho para os docentes de carreira.

 

 

Exmo.(a) Sr.(a) Diretor (a) / Presidente da CAP

Informa-se V. Exa de que, a aplicação eletrónica MEIA JORNADA – 2018 encontra-se disponível na plataforma SIGRHE das 10h do dia 11 até às 18h do dia 13 de setembro, pelo que os docentes de carreira poderão formalizar os seus pedidos para prestação de trabalho na modalidade de trabalho – Meia Jornada até essa data.

Com os melhores cumprimentos,

A Diretora-Geral em regime de suplência

Susana Castanheira Lopes

 

 

Nota informativa de 3 de Agosto de 2018.

  • 2 comentários

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