Delegações e Subdelegações de Competências nos Delegados Regionais de Educação

Despacho n.º 8961/2018 – Diário da República n.º 184/2018, Série II de 2018-09-24

Educação – Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares

 

Delegação e subdelegação de competências nos Delegados Regionais de Educação

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Procedimentos concursais de regularização no âmbito do PREVPAP – Assistentes Operacionais

 

Procedimentos concursais de regularização no âmbito do PREVPAP – Assistentes Operacionais

 

Nota informativa

 

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Comunicado – Grupo de Professores lesados nos descontos da Segurança Social

 

“Os representantes do Grupo de Professores Lesados nos Descontos para a SS deslocaram-se no passado dia 21 à Assembleia da República, a convite do PCP, para assistir ao Debate de Urgência.
Fomos rececionados na entrada da AR, Catarina Pinto Ângelo, assessora do PCP, a quem desde já agradecemos o convite, a atenção e profissionalismo. Durante o debate, apesar das intervenções de do BE e do PCP, o ME não respondeu às questões levantadas sobre o nosso problema dos descontos. Ainda assim, alguns deputados com quem tínhamos contactado previamente foram ter connosco e solicitaram a nosso presença para uma pequena reunião nos seus gabinetes.
Na bancada da assistência, a deputada do PCP Ana Mesquita veio falar connosco e mostrou-se totalmente sensível à nossa questão, referindo que o PCP vai continuar a recomendar ao Governo a alteração da lei para os 30 dias.
Começamos por ser recebidos no Gabinete do PSD, pela vice-presidente da Comissão Parlamentar de Educação e Ciência, Margarida Mano, e pela sua assessora, onde expusemos o problema e apresentámos toda a documentação que temos reunido nos últimos meses. Tivemos a garantia de que iriam intervir, pois reconhecerem que de facto esta é uma situação injusta e inaceitável.
De seguida, fomos recebidos pelo PS, pela pessoa de Augusta  que por falta de tempo para falar melhor connosco, pois haveria votações no final da manhã, solicitou-nos uma audiência, de forma a perceber melhor o que se passa. Pela parte do PS, sentimos um afastamento em relação  ao nosso problema  e que apenas estão a tentar “descalçar a bota”.
Conseguimos ainda ser recebidos por Joana Mortágua, no gabinete do BE e explicámos de novo o problema dos mais de 5 mil lesados.
Infelizmente, não conseguimos reunir com a deputada do CDS, Ilda Novo, que tinha agendado uma pequena reunião para antes do debate, mas devido a um acidente em Lisboa, só conseguimos chegar à Assembleia da República às 10h, hora de início do Debate.
EM SÍNTESE: A maior parte dos deputados/partidos desconhecia o nosso problema, encontrando-se neste momento melhor informados depois da nossa visita. Mesmo depois de termos apresentado documentação do código do trabalho, o nosso contrato e parte do acórdão do TAF de Sintra, o PSD não reagiu bem ao facto de termos dito que não trabalhamos a tempo parcial, embora tenham demonstrando indignação pela anarquia na contabilização dos dias de descontos.
Acreditamos que o dia 21/09 foi um passo de gigante rumo à resolução do nosso problema, mas vamos continuar a elaborar documentação e a enviar aos deputados até dia 25 de setembro, dia da reunião da Comissão de Educação, onde o nosso problema vai ser debatido.
Não poderíamos ainda de deixar de agradecer a todos os membros do grupo do facebook “Professores lesados nos descontos da Segurança Social”, por todo o apoio que nos têm dado, em particular nesta nossa deslocação à Assembleia da República.
Grupo de “Professores lesados nos descontos da Segurança Social”, em luta pela contabilização de dias de trabalho justa!”

 

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A Quase Inutilidade dos 9A4M2D

Ainda não percebo porque a luta dos professores se centra na contabilização dos 9A4M2D.

Do ponto de vista de ganhos ter um tempo de serviço recuperado ou outro é quase idêntico para os professores que se encontram entre o 2.º escalão e até ao 6.º escalão, e para os que estão acima do 8.º escalão também, já agora.

Com as regras atuais de quotas na avaliação e na progressão os professores que estão entre esses escalões vão afunilar por largos anos as vagas de acesso ao 5.º e 7.º escalão, não tendo uma avaliação superior a bom.

Os mais beneficiados seriam sempre os docentes acima do 7.º escalão porque já ultrapassaram as quotas de acesso a esse escalão. Os que se encontram ainda no 1.º escalão vão ser reposicionados de acordo com o tempo de serviço descongelado e a maioria passa pelo menos para o segundo escalão. Este seria um grupo que também beneficiaria com a contabilização total do tempo, mas ficariam quase outros 10 anos afunilados no 4.º escalão.

Fazia mais sentido uma negociação onde para o início da carreira se eliminassem as barreiras de acesso ao 5.º e ao 7.º escalão e a partir desse escalão que fosse feita uma bonificação do tempo para a aposentação.

E também não percebo porque o ME é tão irredutível com a contabilização dos 9A4M2D e fica apenas pelos 2A9M18D.

 

 

 

 

 

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Educação inclusiva – PCP pede apreciação de diploma do governo

Educação inclusiva: PCP pede apreciação de diploma do governo

Comunistas apontam “deficiências” e “omissões” a decreto-lei aprovado em maio e vão avançar para garantir agendamento de debate.

O PCP vai pedir a apreciação parlamentar do decreto-lei do governo que “estabelece o regime jurídico da educação inclusiva”, por este diploma não ter em conta “a realidade das escolas”, “as dificuldades sentidas pelas escolas” e por manter “o mesmo ambiente segregacionista”. De acordo com o pedido de apreciação parlamentar a que o DN teve acesso, o grupo parlamentar comunista nota que “há um conjunto alargado de preocupações” com o decreto-lei publicado, conforme explicou ao DN a deputada Diana Ferreira. Situação “que leva” o partido a avançar com o pedido para que se faça um debate no Parlamento sobre o diploma.

Para começar, Diana Ferreira refere “o desaparecimento do conceito de “necessidades educativas especiais”, falando em necessidades de saúde especiais”. A deputada explica que o PCP vem defendendo, já há uma década – 2008, quando foi publicado um primeiro decreto sobre esta matéria -, que “esta questão não deve estar vinculada a conceitos de saúde porque há necessidades educativas especiais que são transitórias e que podem não estar necessariamente associadas a situações desse âmbito”.

Segundo Diana Ferreira, estas crianças precisam também de um “acompanhamento”, “que permita que muitas dessas necessidades transitórias não se transformem em permanentes”. Esta alteração inscrita no decreto-lei n.º 54/2018, para o PCP, “é significativa”.

De acordo com o texto da apreciação parlamentar, os comunistas entendem e defendem “que deve existir uma articulação estreita entre a escola, o Serviço Nacional de Saúde e a Segurança Social para garantir o conjunto das respostas que a criança ou o jovem necessite para fazer e concluir o seu percurso escolar”. No entanto, insistem que é “um risco assumir estas necessidades” como sendo simplesmente “de saúde e/ou de funcionalidade”.

Outro aspeto que a bancada comunista pretende ver discutida é a das escolas de referência. Como nota a deputada do PCP, o caminho a tomar deve ser outro, em que a qualidade seja a regra. “Para que todas as escolas sejam de referência para todos os alunos”, “que sejam dadas condições para todos” nas escolas públicas das suas comunidades.

Para Diana Ferreira, “isto é inseparável do reforço de meios”. A deputada recupera mesmo aquilo que tem sido a pedra-de-toque do PCP na educação: “Nós não podemos falar de uma educação inclusiva, de uma escola pública de qualidade e inclusiva, sem nos focarmos no reforço de meios humanos, que passa por vários profissionais” de áreas distintas – incluindo os docentes de educação especial.

A deputada enumera ainda outros: “Passa também por ter o número adequado de assistentes operacionais, que se pode verificar que está muito aquém das necessidades que existem, ainda para mais com crianças com estas características, que precisam de um acompanhamento muito mais próximo e constante.” Obriga ainda a ter psicólogos e técnicos especializados, como intérpretes de língua gestual, terapeutas da fala, “profissionais que têm de estar efetivamente nas escolas e não estão”.

O PCP critica o facto de se estar a regulamentar a educação inclusiva, “quando não se assume um compromisso de efetivo de reforço de meios humanos”.

Os deputados comunistas identificam ainda uma “publicação tardia” do diploma – aprovado em Conselho de Ministros em 24 de maio e promulgado pelo Presidente da República em 22 de junho -, o “que poderá trazer constrangimentos nas escolas”, afirmam. E defendem que “o manual de apoio editado não resolve os graves problemas com que as escolas públicas se continuam a defrontar para responder às necessidades dos seus alunos”.

Na exposição de motivos da apreciação parlamentar, a bancada do PCP defende que o atual diploma apresenta “insuficiências” e que várias entidades e pessoas ouvidas no período de discussão pública apontaram “manifestadas reservas” e que, por isso, os comunistas querem de novo discutir e refletir.

Outro aspeto criticado pelos comunistas é do facto de o novo diploma continuar “a ser omisso (ou pouco claro) no que se refere à inclusão e integração dos jovens com necessidades especiais no ensino superior”. O PCP entende “ser necessário que se legisle, mas também que se efetivem medidas que garantam o direito destes jovens a estudarem no ensino superior se essa for a sua vontade”.

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I Encontro Internacional de Professores de Português, EIPP 2018

O I Encontro Internacional de Professores de Português, EIPP 2018, nos dias 12 e 13 de outubro de 2018, reúne em Viana do Castelo investigadores, especialistas, professores,  profissionais de Ciências da Educação e demais interessados nas temáticas da aprendizagem do Português nos diferentes níveis de ensino. Este evento, realizado pela Escola Superior de Educação de Viana do Castelo, atrai participantes nacionais e estrangeiros que pretendem debater e procurar  respostas nos desafios colocados atualmente ao ensino e aprendizagem da língua, nos domínios da leitura, literatura, escrita, gramática e avaliação.

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O Encontro inclui conferências, uma mesa redonda e workshops para o contacto com experiências inovadoras de aprendizagem. Participe!

O Encontro tem formação creditada (na modalidade ação de curta duração).

PROGRAMA – https://eippese.wixsite.com/2018
INSCRIÇÕES – https://eippese.wixsite.com/2018/inscricoes

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As refeições escolares gourmet…

Mais uma vez, lemos na imprensa algum abuso gourmet, praticado numa qualquer escola, desta vez foram salsichas com atum, prato que nem talheres tem atribuídos para ser degustado.

A cantina escolar é como uma caixa surpresa, nunca se sabe o que de lá vai sair, mas, na sua maioria, o costume é saírem surpresas muito boas.

Já comi em várias cantinas escolares espalhadas por todo o país, De, o famoso prato, bitoque, a filetes que, ainda hoje, estou para saber de que peixe eram, já comi de tudo.

No geral, nas cantinas escolares, não se come mal. É claro que há exceções, não vamos enganar ninguém, mas a responsabilidade também é nossa e, principalmente, dos encarregados de educação. “Principalmente”, porque se forem eles a queixarem-se o efeito é muito maior do que se formos nós, os professores. O problema é que muitas vezes eles queixam-se a nós e não a quem devem. Têm que se queixar a quem de direito. A atenção ao que é degustado pelos nosso filhos é nossa, pais. Se algum dia, um dos meus filhos chegar a casa a dizer-me que comeu salsichas com atum,  sopa “branca” de puré instantâneo, carne com o condimento do peixe do dia seguinte e vice-versa, ou ovas de sardinha, vou estranhar e indagar o que se passa com a sua alimentação. Mas isto sou eu a falar…

No geral das cantinas escolares come-se muito bem e, até, por vezes, se degustam autênticos manjares…

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Ofertas de Escola nos Açores – BEPA

 

Aviso
Oferta nº 10036 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) Ensino Artístico M34 – Italiano, afecto ao/à Conservatório Regional de Ponta Delgada para a área Docente da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2018-09-21
[Listas e Notificações]
Oferta nº 10035 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) Ensino Artístico M17 – Piano;Prática ao Teclado;Instrumento de Tecla;Teclado; Acompanhamento, afecto ao/à Conservatório Regional de Ponta Delgada para a área Docente da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2018-09-21
[Listas e Notificações]
Oferta nº 10034 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) Ensino Artístico M17 – Piano;Prática ao Teclado;Instrumento de Tecla;Teclado; Acompanhamento, afecto ao/à Conservatório Regional de Ponta Delgada para a área Docente da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2018-09-21
[Listas e Notificações]
Oferta nº 10033 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário Cod. 620 – Educação Física, afecto ao/à Escola Secundária Manuel de Arriaga para a área Docência da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2018-09-21
[Listas e Notificações]
Oferta nº 10028 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário Cod. 410 – Filosofia, afecto ao/à Escola Secundária da Ribeira Grande para a área da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2018-09-20
[Listas e Notificações]
Oferta nº 10027 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário Cod. 320 – Francês, afecto ao/à Escola Básica Integrada de Angra do Heroísmo para a área da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2018-09-20
[Listas e Notificações]
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

 

 

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Expresso da Meia-Noite SICN – 21/09/2018

Para quem não viu…

 

 

 

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Aprender é Coisa Séria – Ciclo de Conferências – Viseu

 

 

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A aposentação também vai para a mesa das negociações…

 

Finalmente começa-se a ouvir falar da aposentação.

Mário Nogueira esteve ontem a falar e, finalmente, começou a orientar as negociações para os professores com mais tempo de serviço. É sabido que para alguns professores a recuperação do tempo de serviço congelado de nada serviria, já se encontram ou vão encontrar em situação de nada beneficiar com essa recuperação. Para esses colegas é necessária outra solução.

 

Professores querem reformar-se mais cedo se não recuperarem o tempo congelado

“Imagine que um professor teve os 9 anos de carreira congelada, que até já tem os anos de serviço suficientes para se reformar sem penalização, mas não tem a idade. Se se reformar, vai ter uma penalização de 6% por cada ano que lhe faltar. Mas se puder optar por esta nossa proposta, em vez de subir de escalão, os 9 anos congelados abatiam 3 anos na idade requisito da reforma. Ao aposentar-se 3 anos mais cedo isso significava despenalizar 18%.”

 

 

Uma coisa é certa, esta situação devia estar em cima da mesa de negociações desde o início…

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Horários em Concurso Inferiores a 8 Horas para Grupos de Recrutamento

No dia de hoje existem 197 horários em concurso inferiores a 8 horas para os diversos grupos de recrutamento.

Não deixa de ser curioso que os grupos onde existem mais horários em concurso são os do pré-escolar e do 1.º ciclo onde um horário completo é de 25 horas.

Existem duas hipóteses para estas horas em concurso:

  • substituição para licenças de amamentação (5 horas);
  • substituição para redução da componente letiva a partir dos 60 anos (5 horas).

 

Qual delas será a mais lógica nos tempos atuais?

Não tive tempo de verificar todos os pedidos mas encontro substituições a norte pela redução da componente letiva por idade e a sul por amamentação.

 

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Ferramenta: “Qual a minha situação na lista graduada?” – RR3

Ferramenta atualizada com colocações da RR3.

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Decisão , oficial, do Tribunal Constitucional relativamente ao pedido de fiscalização sucessiva à Lei 17/2018, interposto pelo Governo

Finalmente está resolvida a questão… Professores ganharam esta “partida” após prolongamento.

 

Decisão

11. Pelos fundamentos expostos, o Tribunal Constitucional decide não tomar conhecimento do pedido quanto à norma do artigo 2.º da Lei n.º 17/2018, de 19 de abril, na parte em que adita, em sede de apreciação parlamentar, um novo n.º 6 ao artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 15/2018, de 7 de março.

 

Para consultar o Acórdão clique:

 

ACÓRDÃO Nº 426/2018

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Lista Colorida – RR3

Lista Colorida com colocados e retirados da RR3.

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1927 Contratados colocados da RR3

Os 1927 Contratados colocados na Reserva de Recrutamento 3 encontram-se distribuídos por horário e grupo de recrutamento no quadro seguinte:

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Reserva de recrutamento n.º 3

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 3ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 24 de setembro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 25 de setembro de 2018 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

 

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PRÉ-AVISO DE GREVE 1, 2, 3 E 4 DE OUTUBRO DE 2018

 

PRÉ-AVISO DE GREVE 1, 2, 3 E 4 DE OUTUBRO DE 2018

Das zero horas de dia 1/10/2018 às vinte e quatro horas de dia 4/10/2018

9 ANOS, 4 MESES E 2 DIAS
A LEI E OS COMPROMISSOS TÊM DE SER RESPEITADOS!
Professores rejeitam a eliminação de tempo de serviço e exigem negociar o prazo e o modo da recuperação integral

Contestam, também, a ausência de propostas sobre aposentação, a não resolução do problema da sobrecarga horária e exigem um combate efetivo à precariedade
Os professores e educadores exigem que o governo honre o compromisso que assumiu, cumpra a lei e respeite a Assembleia da República, ou seja, negoceie o prazo e o modo de recuperar todo o tempo de serviço que cumpriram, mas, até agora, não lhes foi contabilizado, correspondendo a 9 anos, 4 meses e 2 dias de atividade desenvolvida e com resultados que se refletem num importante aumento dos níveis de sucesso escolar dos alunos.
Também em relação aos horários de trabalho, o Ministério da Educação não tomou as medidas que se justificavam, no sentido da sua regularização, havendo mesmo indícios de agravamento com a imposição de um sexto dia de atividade, preenchido com a frequência de ações de formação obrigatórias, e com, ainda, mais reuniões, que resultam da aprovação de novos quadros legais em cima do seu período de férias.
Problema que continua a arrastar-se, apesar de os governantes confirmarem o seu reconhecimento, bem como as suas consequências negativas, é o do envelhecimento do corpo docente das escolas. Porém, inexplicavelmente, o governo recusa negociar
qualquer medida, no âmbito da aposentação, que pudesse reverter ou sequer minimizar o problema.
Outras situações negativas estão na origem do protesto dos professores, tais como a não aplicação do diploma sobre reposicionamento, que, há meses, está por concretizar, ou o insuficiente combate à precariedade, que continua a deixar fora dos quadros milhares de docentes com 3 e mais anos de serviço, entre outros que se arrastam sem fim à vista.
Face à situação que se descreve, as organizações sindicais de docentes abaixo subscritoras, ao abrigo do artigo 57.º da Constituição da República Portuguesa e nos termos do artigo 530.º e seguintes do Código do Trabalho e dos artigos 394.º e seguintes da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, aprovada pela Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, convocam Greve Nacional dos Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário, que exercem a sua atividade em serviços públicos ou de resposta social, em todo o território nacional ou no Ensino Português no Estrangeiro.
Esta greve terá o seu início às zero horas do dia 1 de outubro de 2018 e prolongarse-á até às 24 horas do dia 4 de outubro de 2018. Os docentes que pretendam aderir podem fazer greve na totalidade ou, apenas, em alguns destes dias, incidindo a mesma, em cada um dos dias, nos seguintes distritos ou regiões do país:
– 1 de outubro de 2018: docentes em exercício de funções nos distritos de Lisboa, Setúbal e Santarém;
– 2 de outubro de 2018: docentes em exercício de funções nos distritos de Évora, Beja, Portalegre e Faro;
– 3 de outubro de 2018: docentes em exercício de funções nos distritos de Coimbra, Aveiro, Leiria, Viseu, Guarda e Castelo Branco;
– 4 de outubro de 2018: docentes em exercício de funções nos distritos do Porto e de Braga, Viana do Castelo, Vila Real e Bragança; docentes em exercício de funções na Região Autónoma dos Açores; docentes em exercício de funções no Ensino Português no Estrangeiro.
Nenhum docente pode ser impedido de aderir à greve, independentemente do serviço que lhe estiver atribuído, nem há lugar à fixação de serviços mínimos. A atividade prevista para este dia não poderá ser adiada e no caso de os docentes terem de a cumprir em outro dia ela será considerada como serviço extraordinário. Para os devidos efeitos legais, caso os membros dos órgãos de gestão e direção das escolas, no uso dos seus direitos, adiram a esta greve, ficará responsável pela segurança do edifício e de todas as pessoas que nele permaneçam, o docente do quadro de nomeação definitiva mais antigo da escola ou do agrupamento que não se encontre em greve.
Lisboa, 21 de setembro de 2018
As organizações sindicais

ASPL – FENPROF – FNE – PRÓ-ORDEM – SEPLEU SINAPE – SINDEP – SIPE – SIPPEB – SPLIU

 

Pre-Aviso_Greve_1_a_4_outubro

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A saúde dos professores

 

A saúde dos professores

Os resultados de três estudos realizados na Universidade de Évora (UÉ) e Universidade do Algarve (UAlg) foram apresentados na academia alentejana. Considerados como os maiores estudos feitos até ao momento no nosso país sobre “stress”, motivação e a saúde dos professores em Portugal, os investigadores destacam que, numa amostra de 12.158 professores portugueses, 52.4% percecionam bem-estar do desempenho da sua atividade profissional, 50.2% sofrem de esgotamento, 26.9% de distúrbios cognitivos, 32% de distúrbios músculo-esqueléticos e 27.9% de alterações na voz.
Na apresentação deste estudo, os organizadores deixaram o convite à participação no Seminário Internacional sobre Investigação e Intervenção em Stress a realizar a 29 de setembro na Universidade de Évora, (Colégio do Espírito Santo) com o apoio das Universidades do Algarve, Universidade da Madeira, Universidade Autónoma de Lisboa, Universidade de Leipzig, Universidade de Zwickau, Universidade de Barcelona, entre outras
No estudo verifica-se, ainda, que os resultados obtidos nas várias dimensões de saúde dos professores portugueses são, na sua generalidade, inferiores aos dos espanhóis, observando-se maiores diferenças nas dimensões bem-estar e esgotamento. As análises realizadas permitiram à equipa definir três níveis de intervenção diferenciados, de acordo com o índice de saúde. Um primeiro nível onde 24.4% dos professores apresentam baixos resultados e cuja intervenção a realizar deve ser, essencialmente, ao nível do tratamento dos problemas diagnosticados e de promoção do bem-estar; um segundo nível (saúde média), com 45.2%, onde devem incidir com intervenção preventiva; e um terceiro nível (saúde alta), com 30.4%, que evidenciam um grupo de professores resilientes, envolvido na sua profissão e que experienciam bem-estar, e que, como tal, deverão ser melhor investigados no sentido de ajudarem os investigadores a identificar modelos promotores de bem-estar e resiliência na profissão docente.
Encontram-se mais professores portugueses no índice de saúde mais baixo e menos nos índices médio e alto, quando comparamos com os professores espanhóis. Os resultados indicam-nos que os professores do ensino público, do 2º e 3ºciclo, e secundário, do género feminino, com mais de 50 anos e 20 de serviço são os que apresentam menor bem-estar e mais problemas relacionados com as dimensões de perda de saúde e, sobre os quais devem incidir urgentemente um programa de intervenção de primeiro nível. Este estudo revela ainda que o principal preditor da baixa saúde dos professores portugueses é a exaustão; 24,4% dos professores portugueses apresenta baixos resultados no índice de saúde profissional, enquanto em Espanha se haviam verificado 20% dos professores nesta situação (N=11668).
No estudo sobre mobbing/assédio no trabalho, com 2003 professores, 22,5% dos professores têm consciência que sofrem com este fenómeno, no entanto, 75,1% dos professores assinalaram pelo menos um item da escala de mobbing LIPT-60, mas não reconhecem estar a ser vítimas (N=1504). Em média, os professores relatam 9 condutas de mobbing no local de trabalho, as condutas de agressão mais verificadas inserem-se no bloqueio à comunicação (47%), ou seja, condutas que não deixam provas físicas. Dos professores que referem ter sido vítimas de mobbing, 83% consideram que tal teve consequências na sua saúde e desses 59% recorreu pelo menos 1 vez por ano ao atestado médico e 19 % recorreu pelo menos 2 vezes ao atestado médico.
Por fim, o estudo relativo à influência de variáveis organizacionais, individuais e pertencentes à interface sujeito-organização (N=1129), demonstrou que: a relação entre a satisfação no trabalho e o desejo de permanecer na escola é parcialmente explicada pela identificação psicológica dos docentes com o estabelecimento de ensino; a combinação das perceções sobre a avaliação de desempenho e a justiça organizacional facilitam os recursos psicológicos positivos dos docentes (autoeficácia, resiliência, otimismo e esperança); a associação entre uma cultura de suporte (focada nas relações interpessoais e caracterizada por uma comunicação aberta) e o funcionamento da escola fomentam a satisfação laboral; a relação entre o clima da escola e o seu funcionamento contribui, igualmente, para uma maior satisfação no trabalho; e, quando os docentes se sentem justamente tratados pela sua escola e o funcionamento desta é visto como eficaz, vai surgir uma maior identificação psicológica com o estabelecimento de ensino e uma maior satisfação com as tarefas desempenhadas.

Ensino Magazine

 

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Contratos e Aditamentos 2018/2019

Contratos e aditamentos 2018/2019

 

 

Encontra-se disponível a aplicação que permite às escolas proceder à submissão de contratos e aditamentos.

Consulte as notas informativas.

SIGRHE

Nota informativa – contratos

Nota informativa – aditamentos

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Reposicionamento na carreira nos termos da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio – Notas Informativas e Perguntas frequentes

Em outubro…

Reposicionamento na carreira nos termos da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio

 

Reposicionamento dos docentes nos termos da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio – Nota informativa – 20 de setembro de 2018

Reposicionamento dos docentes nos termos da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio – Nota informativa – 6 de junho de 2018

Reposicionamento dos docentes nos termos da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio – Perguntas frequentes

 

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Professores vão parar em outubro…

 

 

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O Fungágá da Bicharada e os Professores Entregues a Si Próprios

À data do seu post estava a acabar de gozar as minhas férias pois tive alta da Junta Médica, em agosto, com indicação de regresso ao serviço para “outras funções”. Está na lei…está. Esta semana quando regresso à escola é-me comunicado que me irão distribuir serviço letivo…porquê? Porque há horas do meu grupo disciplinar para atribuir e a “plataforma” onde as Direções “requisitam” professores lhes “responde” que não podem solicitar professor para aquelas horas pois têm um professor no Quadro do Agrupamento que não tem componente letiva atribuída. Sou EU. Verbalmente é-lhes comunicado que têm que me dar componente letiva…eles são pressionados e a seguir pressionam-me a mim. O mexilhão!
Quero fazer valer a decisão da Junta Médica! Então não é definitiva??! Afinal, para quê comparecer perante uma junta médica?? Poderá alguma Direção sobrepor-se a uma decisão da Junta? Ou algum parecer dos Servições Centrais??
Acudam-me! Mas, após ter dado ao sistema (sem arrependimentos) os meus melhores 26 de vida, vejo-me na circunstância de burnout…e depois?? “Vá trabalhar, que isso há-de passar!!!”
Vou bater o pé!

Comentário retirado daqui: Juntas Políticas Fraudulentas

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Os desejos do PM Costa…

Nem comento…

 

 

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Lista de Candidatos que poderão vincular ao abrigo da Norma Travão

Ao clicarem na imagem terão acesso à lista dos 509 docentes que ficaram colocados em horários completos e anuais nos últimos 3 anos, reunindo por isso condições para aceder à primeira prioridade (Norma Travão).  Para além disso poderão também perceber em que QZP essa vaga foi aberta. Nesta lista existem pelo menos 51 candidatos que não tinham escola de provimento o ano passado, perdendo por isso, (provavelmente) o direito à 1ª prioridade.

(Clicar na imagem para aceder)

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Opinião – Três notícias convenientes – Santana Castilho

 

Três notícias convenientes

No dia 7 de Setembro, o ministro da Educação reuniu-se com um conjunto de organizações sindicais de professores. Depois dessa reunião inútil, o Governo decidiu, unilateralmente, apagar mais de seis anos e meio ao tempo de trabalho efectivamente prestado pelos docentes. À decisão, a que, para cúmulo, chamou “bonificação”, oponho um argumento legal, inscrito na Lei do OE para 2018 (artigo 19º), e dois argumentos, um de natureza ética, mínima, e outro de índole democrática, máxima, a saber: compromisso assumido pelo Governo em 2017 e a resolução da AR, votada por maioria. Que a hipocrisia e a tendência para a traição de António Costa os ignore, não me surpreende, porque é sinal persistente do seu carácter. Que a opinião pública se deixe tão facilmente contaminar pela barragem de falsas notícias, que tão a propósito vieram a público na mesma altura, causa-me uma enorme perplexidade. Será possível que uma sociedade, que confia os seus filhos aos professores durante 12 anos, aceite vê-los serem humilhados de modo tão soez? Poderão pessoas com particular responsabilidade, pelo acesso que têm aos meios de comunicação, deduzir e concluir de modo tão ligeiro e falso sobre a vida profissional daqueles que lhes ensinam os filhos?

Pretendo neste artigo contraditar o colonialismo noticioso, conveniente mas desavisado, de quantos repetem conclusões parciais e superficiais de relatórios que não analisaram criticamente ou sequer leram, tomando por párias sociais os que ousam resistir à tirania política.

A primeira notícia conveniente tinha por título: “Mais de metade das baixas na Educação foram fraudulentas”. Teve origem em dados divulgados pela Comissão Europeia, relativos a cerca de 3000 doentes, que juntas médicas mandaram regressar ao trabalho. Fraudulentas? Se uma junta delibera em desacordo com o médico que segue o doente, trata-se de uma fraude? Saberão os autores da notícia que a maioria dos médicos que integram as juntas são tarefeiros, cuja contratação arbitrária pela Segurança Social deixa legítimas reservas sobre o seu grau de autonomia? Que se guiam por tabelas de duração média das doenças? Tendo as depressões o peso que têm na classe docente, poderá uma pronúncia de escassos minutos derrogar o parecer de um psiquiatra, fundamentado em horas de consultas, ao longo de meses? À memória veio-me o caso escabroso do funcionamento de uma junta, que testemunhei, onde o mais inocente do processo foi o relatório final ser assinado por alguém que nem sequer esteve presente naquele acto médico. À memória vieram-me mais casos. De Manuela Estanqueiro, doente de leucemia, em estado terminal, mandada regressar às aulas na EB 2/3 de Cacia, por uma junta médica. Morreu um mês depois, em sofrimento atroz, para não ser despedida por faltas injustificadas. De Artur Dias, professor na Escola Secundária Alberto Sampaio, de Braga, vítima de um cancro na garganta, que uma junta médica mandou regressar às aulas, apesar de não ter laringe. Morreu três meses depois. De Manuela Jácome, professora de Faro, doente oncológica que, apesar de não ter um quarto do estômago, vesícula, baço, duodeno e parte do intestino, foi considerada, por uma junta médica, apta para dar aulas.

A segunda notícia conveniente dizia: “Bruxelas avisa que descongelamento da carreira dos professores pode pressionar OE”. Assim, impressivo, retirado com supimpa proficiência jornalística às entranhas do oitavo relatório de avaliação pós-resgate, produzido pela Comissão Europeia. Escreveu a dita uma linha de preocupação com os 19,5 mil milhões servidos às falências canalhas da banca lusa? Não! Referiu-se ela, temerosa, ao bónus fiscal de 800 milhões servidos ao Montepio? Outra vez não! Aos 450 milhões mais recentes, fora os outros, que foram direitinhos para o Novo Banco? Nem um débil vagido! Aos 1,15 mil milhões dissipados ruinosamente nos contratos swap das empresas públicas? Não, não e não, com dissimulação mais fina que a do Vaticano em matéria de pedofilia. Mas sim, todas as luzes vermelhas a tremular para o custo do descongelamento das carreiras dos malandros dos professores. E qual é esse custo? Lembram-se da comissão técnica mista que o iria calcular, depois de ficar claro que os 600 milhões que Costa usou na AR não passavam de pura mentira? Porque se tratou de mais um expediente para queimar tempo sem nada concluir, perdoar-me-ão que recorde o que já aqui escrevi: a narrativa contabilística do Governo sobre a repercussão da contagem de todo o tempo de serviço nas contas públicas é falsa. Começa por escamotear que boa parte dos salários nominais corrigidos pelo descongelamento volta de imediato aos cofres do Estado, via IRS e contribuições obrigatórias para a CGA e ADSE. Estaremos a falar de uma percentagem variável, mas nunca inferior a 30%. Estivessem certos os propalados 600 milhões e mirrariam para, pelo menos, 420. Mas não estão. Com efeito, quando o Governo compara os dois anos e nove meses que propôs com os nove anos e quatro meses que os sindicatos reclamam, estabelece um raciocínio que multiplica o número a que chegou por um factor tempo, proporcional. Ora tal proporcionalidade não existe. Tão-pouco podem as contas ser feitas partindo do princípio que toda a gente muda imediatamente de escalão. Obviamente que não muda, já porque há ciclos em curso, longe do fim, já porque existem quotas administrativas limitativas, que só o Governo controla, arbitrariamente. E como se o anterior não bastasse, o Governo considera como sendo de hoje números que, se estivessem certos, só se verificariam em 2023. Como se o impacto médio, que a dinâmica do crescimento dita, não fosse muito menor!

Por fim, a terceira notícia conveniente foi o dilúvio de mentiras que a divulgação do relatório Education at a Glance proporcionou. Dólares, euros e paridades de poder de compra foram alegremente misturados, atirados ao ar e caíram onde calhou, para serem traduzidos em letras de imprensa e sons de rádio e televisão. Por negligência ou pura malícia, mas sem que uma só voz soprasse dos lados do Ministério da Educação para repor a verdade e defender os professores, miseravelmente enxovalhados.

O relatório coloca os salários dos professores portugueses no topo da carreira acima da média da OCDE. Mas os números apresentados são muito superiores aos reais e não têm em conta os anos em que as carreiras estiveram congeladas. Situação que determina que não há no activo um só professor no último escalão, o 10º. E quanto teria de vencimento líquido esse hipotético professor (não casado, sem dependentes), depois de um mínimo de 36 anos de serviço? Uns milionários 1989,70 euros.

O relatório situa um professor com 15 anos de carreira no 4º escalão. Mas porque durante 9 anos, 4 meses e 2 dias as carreiras estiveram congeladas, ele está, de facto, no 1º escalão, com o invejável salário líquido de 1130,37 euros.

Durante os tempos negros da austeridade, relatórios deste tipo lograram pôr escravos pobres, modernos, contra pobres escravos, antigos. António Costa disse-nos que a austeridade acabou. Mas os relatórios e os seus efeitos continuam.

In “Público” de 19.9.18

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Oferta de emprego – Grupo 510

 

Colégio em Lisboa pretende recrutar docente de Físico-Química (horário 15horas – apenas manhãs e terça livre. Entrada imediata.
Deverão os interessados enviar o currículo para o email: [email protected]

 

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E Eu Quero Mais é que o Mário Nogueir@ Vá Pentear Macacos…

A Fenprof Amofinou-se!

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Greve… Manifestação…

 

 

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Como Vai a Educação em Portugal? no Prós e Contra

Para quem não teve oportunidade de ver…

 

 

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Esta lei não é para professores…

 

Por mais que todos reconheçam que a classe dos professores está envelhecida. Por mais que se fale em renovar a classe e nos benefícios que isso teria. Nada se faz para que isso aconteça.

Há um boato no ar, parece que surgiu num programa televisivo, e que não passa disso mesmo, um boato, que anda a espalhar esperança por alguns professores mais entradotes. Mas cuidado, não nos deixemos levar por discursos “oportunos”. Façamos do nome Tomé o nosso nome do meio.

 

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Carta aos Encarregados de Educação sore a Luta dos Professores – FNE

 

Cara(o) Encarregada(o) de Educação,

 

No início deste ano letivo, queremos apresentar-lhe os nossos cumprimentos e dizer-lhe que pode contar com todo o empenho dos educadores e professores portugueses para que a escola pública seja de qualidade, promovendo os mais elevados índices de qualificação dos nossos alunos. Aliás, na sequência do que tem sido feito no passado e que coloca os alunos portugueses abrangidos pelo conhecido relatório PISA, promovido pela OCDE, entre os que demonstram mais elevados índices no domínio da leitura, da matemática e das ciências, tornando Portugal um exemplo a nível mundial.

Estamos convictos que para o sucesso dos nossos alunos, em termos de resultados escolares, de inserção no mercado de trabalho e em termos de desenvolvimento pessoal, é essencial uma escola com educadores e professores empenhados, reconhecidos e valorizados.

Os professores são, entre os grandes grupos da administração pública, os mais qualificados, e  sabemos que não pode deixar de ser assim. Deve continuar a exigir-se para os educadores e professores os mais elevados padrões de qualificação na formação inicial e na formação contínua. É que nós, educadores e professores, temos uma responsabilidade social extremamente importante, porque somos aqueles que estamos diariamente com as crianças e os jovens – havendo algumas que passam mais tempo com os seus professores do que com os próprios pais, porque estes trabalham sujeitos, muitas vezes, a horários que lhes impossibilitam estar o merecido tempo com os seus filhos. É também por esta razão que o papel do professor, não apenas na escola, mas na sociedade, é de uma responsabilidade social enorme.

Este é um dos motivos pelo que não aceitamos que da parte do Governo possa haver ações e decisões que acabam por desvalorizar os educadores e professores, nomeadamente em termos de perspetiva de carreira, em termos de remuneração, de falta de respeito pelos limites do tempo de trabalho ou ainda da consideração para efeitos de aposentação, em virtude do especial desgaste físico, psíquico e psicológico que o exercício profissional provoca.

Desde há um ano que os educadores e professores têm vindo a lutar, através de manifestações, greves e outras ações, entre várias reivindicações, pelo reconhecimento do tempo de serviço que prestaram e que esteve congelado durante 9 anos, 4 meses e 2 dias.

Os professores estão apenas a reivindicar e a lutar pelo reconhecimento do tempo que trabalharam. Nenhuma pessoa que trabalha concordaria que o seu tempo de trabalho fosse simplesmente eliminado.

Apesar destas dificuldades, os educadores e professores portugueses não deixaram de cumprir, ao longo de todo aquele tempo, as suas obrigações profissionais, com todo o empenho.

Agora é tempo de que o Governo reconheça todo o tempo de serviço que esteve congelado para efeitos de desenvolvimento da carreira dos educadores e professores, tal como o faz em relação aos restantes trabalhadores da administração pública das carreiras gerais que têm a sua situação completamente reposta a partir de 1 de janeiro de 2020. Impõe-se esclarecer neste ponto que uma tal medida não comporta o pagamento de quaisquer retroativos em relação às remunerações desse tempo que esteve congelado; trata-se apenas da consideração do tempo de serviço já efetivamente prestado.

Foi isso com que o Governo se comprometeu a fazer numa declaração assinada em 17 de novembro de 2017 e é o que consta da Lei do Orçamento de Estado.

Os sindicatos representativos dos educadores e professores portugueses, conscientes do impacto orçamental que representaria a recuperação de todo o tempo de serviço imediatamente e de uma vez só, estão disponíveis para negociar o que aquela lei determina que seja negociado, isto é, o faseamento para a recuperação integral daquele tempo, o que, para nós, poderá ocorrer ao longo da próxima Legislatura.

É isto que está em cima da mesa e o que nos insatisfaz é que o Governo agora não esteja disponível para cumprir o seu compromisso e o que a lei estabelece, sob o argumento da intransigência dos sindicatos. Ora, o que acontece é que são os sindicatos que estão disponíveis para negociar o que a lei prevê que seja negociado e é o Governo que se recusa a reconhecer o direito que a lei determina.

São estas as razões que levam os educadores e professores portugueses a procurarem garantir, pelos únicos meios que estão ao seu alcance, o que a lei lhes reconhece. É por este motivo que já neste início de ano letivo estamos a realizar reuniões em todas as escolas, podendo vir a ser necessária a realização de ações de luta durante o mês de outubro, que poderão passar pela realização de greves e de uma grande manifestação, em Lisboa, no dia 5 de outubro.

Estamos certos de que compreende as razões que nos levam a ter de avançar para estas ações que perturbam as nossas escolas. Está na mão do Governo fazer com que essa perturbação não exista. Basta para isso que o Governo reconheça o direito que a lei determina e que negoceie a calendarização da recuperação de todo o tempo de serviço que esteve congelado.

 

Obrigado pela sua atenção.

 

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Isso por si só não nos enche o espírito…

Falta tudo o resto. De palavras bonitas estamos nós fartos.

“Professores em Portugal são dos melhores do mundo”, diz Marcelo

Eu, como professor, tenho a certeza que os professores de Portugal são dos melhores do mundo, porque têm esperança, porque transmitem essa esperança, porque olham para o futuro e porque estão disponíveis”, afirmou o Presidente da República no arranque do ano lectivo, em Celorico de Basto.

 

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Opinião – Os professores que se amanhem sozinhos – Ana Sá Lopes

 

Os professores que se amanhem sozinhos

Em quem votarão os professores nas próximas eleições? Neste momento, já não é só o PS em risco de perder esse grande eleitorado.

 

O Bloco de Esquerda e o PCP deixaram cair a reivindicação da contagem do tempo de serviço dos professores para o próximo Orçamento do Estado. Depois de meses de expectativa, onde pelo menos o Bloco chegou a condicionar a aprovação do OE2019 à resolução do problema dos professores, a um mês da apresentação do documento, tanto comunistas como bloquistas deixaram os docentes a falar sozinhos. Jerónimo, em entrevista à RTP, fez questão de sinalizar que não é sindicalista (um distanciamento curioso vindo de um secretário-geral do Partido Comunista, o partido dos trabalhadores). Catarina Martins, que tinha admitido que a questão seria inegociável, também veio recuar – também para o Bloco o tempo de serviço dos professores não é prioridade do Orçamento.

Por estes dias, os sindicatos de professores pedem à esquerda que não aprove o Orçamento sem um acordo no tempo de serviço, mas a esquerda manda-os amanharem-se sozinhos. O principal trunfo dos sindicatos desapareceu de cena e isso prova a enorme fragilidade com que Bloco de Esquerda e PCP partem para estas negociações do OE, o que tem sido particularmente visível na arrogância que o PS e o Governo dedicaram particularmente ao Bloco na semana passada – o que, de resto, não é inédito, e tem crescido à medida que os socialistas têm percebido a sua força nas sondagens.

Bloquistas e comunistas estão numa situação difícil em que o poder todo de negociação parece estar do lado do Governo que, em simultâneo, tem arrecadado a popularidade da devolução de rendimentos, cuja maior rapidez se deve ao acordo com o BE e PCP. E resta saber o que, no fim da legislatura, ganharão com as cedências que têm feito, nomeadamente agora ao deixarem cair os professores, nas legislativas de 2019. Em quem votarão os professores nas próximas eleições? Neste momento, já não é só o PS em risco de perder esse grande eleitorado.

P.S.: Os relatórios da OCDE sempre tiveram neste país, nomeadamente no tempo da troika, o encanto de colocar pobres contra pobres. Com o recente Education at a Glance, mais uma vez se confirmou. A ideia de que os professores são ricos é apenas delirante – felizmente, não ganham como tantos licenciados neste país, apenas o ordenado mínimo.

 

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Um início do ano letivo sem problemas…

 

 

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Opinião – A problemática do uniforme – João André Costa

 

A problemática do uniforme

E se em vez de ser propriedade das classes privilegiadas, o uniforme fosse o símbolo de um ensino universal, igualitário, tolerante, inclusivo e gratuito?

 

Enquanto criança nunca tive particular apreço pelos uniformes escolares. Uniforme não, pensava, quem usa uniforme são os “betos”, os filhos dos ricos, e eu não só não era “beto” como não era rico, e digam lá vocês se já viram um “beto” pobre? Sim, claro que sim e o jet set português não anda propriamente a nadar em dinheiro, mas vocês percebem o trocadilho. Continuemos o raciocínio. 

Com um uniforme somos indiferenciados, e se por um lado queremos fazer parte do grupo, fazia-me espécie sermos todos iguais, clones ao estilo da Guerra das Estrelas, bonecos de corda numa marcha ensaiada, amestrada, sincronizada. Porque o uniforme é disciplina, como se o ensino, a escola, fosse uma instituição militar, uma prisão militar, onde não cabem as relações humanas, apenas as normas e as ordens e o castigo férreo para quem não cumprir. Venha então o castigo, antes o castigo, por favor o castigo. 

Os anos correram e, com a sua passagem, tenho tido a sorte de viajar pelo mundo e abrir os olhos, desde África do Sul a Cuba, sem esquecer Inglaterra, onde exerço a minha actividade profissional. Trabalhando essencialmente com famílias carenciadas, o uniforme acaba muitas vezes por ser a única peça de roupa digna desse nome (e às vezes nem isso), sendo a escola o espaço onde os alunos e as alunas não encontram a rejeição, antes pelo contrário, encontram a inclusão, a segurança e a sensação de pertença, de fazerem parte de um todo que os aceita tal como são, diferentes de todos os outros mas iguais a todos os outros, sem juízos de valor, sem preconceito e a porta sempre aberta. 

O uniforme despiu-se assim do contexto disciplinar de uma infância distante, passando a ter um propósito social, humano, no sentido de acolher quem pouco mais tem para além da roupa que traz no corpo, trazendo esperança mas também educação e um futuro sempre melhor do que o futuro de volta a casa no fim de mais um dia de escola.

Vi o mesmo princípio na África do Sul, vi o mesmo em Cuba. Porque são países pobres? Não, são países ricos, em saber, no conhecimento de quanto custou a liberdade e o amanhã é tão certo como o sucesso das suas crianças.
Tomara Portugal seguir-lhes o exemplo onde o uniforme não deve ser propriedade das classes privilegiadas mas sim o símbolo de um ensino universal, igualitário, tolerante, inclusivo, gratuito, para que o sorriso da criança seja o sorriso do adulto, e para que o sorriso do adulto seja o sorriso de todos nós, as crianças que nunca pediram para crescer.

in Público Megafone

 

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Comunicado do Governo – Esclarecimento sobre os dados do Education at a Glance

 

O jornal “Sol” publica hoje uma notícia com informações falsas e insinuações, associando o secretário de Estado da Educação, João Costa, aos dados do Education at a Glance que geraram polémica esta semana a propósito da remuneração dos professores.
Impõem-se os esclarecimentos, todos eles prestados à referida publicação, que os ignorou.
1. O secretário de Estado não é diretor na OCDE.
2. O secretário de Estado não é responsável por qualquer gabinete da OCDE, não dirige o trabalho especializado de peritos, nem toma decisões sobre estudos de avaliação de políticas.
3. O secretário de Estado preside ao órgão que junta os decisores políticos e técnicos do TALIS – Teacher and Learning International Survey. Este órgão é constituído por representantes dos ministérios de 45 países. Tal como outros órgãos colegiais, o Presidente é nomeado e eleito entre os pares. Este e outros órgãos internacionais são presididos por ministros, vice-ministros, secretários de Estado ou membros em sua representação.
4. O Education at a Glance é um relatório anual que não é produzido pelo TALIS, pelo que a tentativa de associação do secretário de Estado da Educação a este estudo não tem qualquer fundo de verdade, como comprovam os factos enunciados e pode ser constatado com a leitura do relatório.
5. Além disso, o TALIS não é um relatório sobre carreiras e salários.
6. O TALIS é um inquérito respondido diretamente por professores e diretores sobre condições para o exercício da profissão docente: desenvolvimento profissional, ambiente, condições de trabalho, liderança, gestão, carreiras, etc..
7. Ao contrário do que é afirmado, o Ministério da Educação deu nota pública da eleição do secretário de Estado para a presidência do TALIS em 06 julho de 2017.

 

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O Ano Da Desresponsabilização

A opinião tirada a fio de prumo.

Como sempre.

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Procedimentos Concursais em 2018 relativos ao Reino Unido

Reino Unido – 2018

Procedimentos Concursais em 2018 relativos ao Reino Unido

10-09-2018

Aviso de Abertura de procedimento concursal simplificado local (Reino Unido e Ilhas do Canal)

Abertura de Procedimento Concursal Simplificado destinado ao recrutamento local de docentes do ensino português no estrangeiro para o nível 2.º e 3.º CEB e SEC, língua inglesa, horário a prover – LON30.


10-09-2018

Procedimento Concursal Simplificado Local – Reino Unido e Ilhas do Canal

Lista definitiva de colocação – Extinção de Procedimento Concursal Simplificado destinado ao recrutamento local de docentes do ensino português no estrangeiro para o 2.º e 3.º CEB e SEC, língua inglesa – Horário a prover: LON30


06-09-2018

Procedimento Concursal Simplificado Local – Reino Unido e Ilhas do Canal

Lista definitiva de colocação de Procedimento Concursal Simplificado destinado ao recrutamento local de docentes do ensino português no estrangeiro para o 1.º CEB, língua inglesa – Horário a prover: LON12

 

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Distribuição dos candidatos à Norma Travão por QZP e Grupo de Recrutamento

Como o Arlindo já havia referido, haverá 509 docentes que aparentemente reúnem condições para vincularem através da Norma Travão em 2019. Destes, 52 candidatos não têm escola de provimento este ano letivo, por isso este número poderá ser menor. Durante a semana apresentarei a lista dos 509, mas por enquanto fica a distribuição por QZP e Grupo de Recrutamento:

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