Category: Arlindovsky

Pontes para o futuro

 

Uma escola com ideias que fluem por entre paredes amovíveis.

Uma escola que trabalha, antes de todos, à frente do seu próprio tempo.

40 anos depois, uma escola de futuros.

Uma escola de pontes.

José Pacheco, o seu mentor, explica como se faz. Compareçam!!!

 

 

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Aguarda-se Nova Persistência…

…porque a norma não foi corrigida.

 

Persistência da FENPROF junto do ME permitiu, finalmente, corrigir a aplicação da norma…

 

 

… repondo justiça e legalidade na contagem do tempo de serviço, já no próximo concurso

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219 Contratados Colocados na Reserva de Recrutamento 23

Foram colocados 219 docentes contratados na reserva de recrutamento 23 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

200 desses horários foram em colocações de duração temporária.

 

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Reserva de Recrutamento 23

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 23ª Reserva de Recrutamento 2016/2017

Aplicação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 6 de março, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 7 de março de 2017 (hora de Portugal Continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato.

Nota informativa

Listas

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Recenseamento de Docentes 2017 – Apuramento de Vagas Para o Concurso Interno/Externo

Até ao próximo dia 10 e Março as escolas vão ter de proceder ao recenseamento dos docentes que visa o levantamento de informação pessoal e profissional relativa a todos os docentes que se encontram providos no Agrupamento de Escolas / Escola não Agrupada (AE/ENA), e todos aqueles que, à data da sua disponibilização, se encontrem nele a exercer funções (docentes providos noutro AE/ENA, docentes providos em QZP ou docentes contratados).

Os dados carregados servirão de base para o pré-preenchimento da aplicação “Apuramento de Vagas” com vista ao Concurso Interno / Externo.

 

Recenseamento

 

Aplicação disponível para os AE/ENA, até às 18:00 horas de dia 10 de março de 2017 (hora de Portugal Continental).

Clicar na imagem para ver o Manual de Instruções.

 

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O melhor do lado tecnológico – parte I

O futuro é uma coisa linda.

Estamos a dar aulas, sonhamos um dia ter a sala de aula virada para uma janela de virtualidade ultra digital e eis que, finalmente, esse dia acontece.

Subitamente, em todos os computadores de todas as salas, uma pen misteriosa e um programa especial que descarregamos para o nosso próprio telemóvel permite, através dessa mágica rede de radiação eletromagnética a que chamam “uaifai”, partilhar conteúdos diretamente no quadro interativo.

A minha euforia suplanta todos os limites e arrisco, como nunca antes fiz, rebentar de vez com as aulas expositivas, optando pela “flipped classroom” naquilo que tem de melhor: trabalho prático, investigação em equipa, e o meu telemóvel a apresentar o “planning” do trabalho que me demorou dois entusiasmantes dias a delinear.

Subitamente, então, no meio da minha eufórica partilha de motivação borbulhante, um coelhinho branco comedor de relva irrompe no ecrã do quadro interativo.

Carrego no teclado do telemóvel com estranheza, perscruto o computador e as respetivas ligações, clico em todas as teclas de comandos ao meu alcance, mas o diabo do coelhinho prossegue impassível ruminando a relva, fazendo refém todo o meu trabalho de um par de dias.

Pela sala irrompe um burburinho divertido, parece que esta rapaziada acha mais piada ao coelhinho do que ao cenário virtual de aprendizagem e as gargalhadas só sossegam quando desligo tudo e regresso à aula à moda tradicional.

Quando os alunos saem, peço ajuda ao Rafael, o cromo informático da turma, para tentar perceber o que se passou.

Com o rosto ruborizado, tenta ocultar um sorriso maroto, mas confessa:

–  Professora, a culpa não é sua. Todos temos acesso à rede Wi-Fi e houve pessoal que descarregou um programa que interfere com a projeção. Não fique zangada, foi só uma brincadeira e prometo que não repetimos.

Incrédula, regresso à sala de professores onde uma colega colericamente ruborizada e com um nítido instinto matador escreve, furibunda, uma participação disciplinar contra uma turma inteira de um PCA com índole de potencial utente do sistema criminal português, mas, pelos vistos, bastante criativa.

Pelas entrelinhas do seu discurso enervado, percebo que, afinal, tive muita sorte na minha inesperada interferência: a ela os alunos interromperam a projeção com um inusitado gif de uma cena porno. Em “loop”…

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Aposta Para Hoje

Em repetição da chave de sexta-feira passada.

Bom Carnaval.

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Por Outros Carnavais

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CARNAVAL

O desfile decorre sob os auspícios de um dia de sol.
Os grupos sucedem-se com a luminosidade sobre os ombros, incrustada nas lantejoulas e purpurinas, nas cabeleiras acrílicas, nos sintéticos tecidos moles, acabados de estrear. Ao redor, uma turba de pais e familiares, uivando e obturando de êxtase e felicidade, acenam freneticamente.
Vejo passar os pókemons, as Princesas da Disney, Ladybugs, piratas e palhaços coloridos.
No entanto, vou observando o rosto das crianças, por entre a guarda de honra da multidão circundante. Espantada, vislumbro infantis frontes cerradas, faces rubras de desinteresse, irritação clara de descontentamento e enfado.
À minha memória surge, então, como um raio tempestuoso, uma memória há muito oculta, dos meus próprios tempos de gaiata. As máscaras eram um luxo, era o Carnaval muito antes de existirem lojas do chinês ou dos 300. A televisão tinha apenas 2 canais, em inúmeros lares, a preto e branco, e a diversão pura passava pelas telenovelas brasileiras, os jogos sem fronteiras, o festival da canção, a feira popular, os passeios de domingo que pediam roupa a preceito, por vezes ainda exalando o mofo dos fundo dos armários.
Ser pequena era a expetativa de um mundo de possibilidades e não as possibilidades de um mundo na nossa mão.
E o Carnaval era o momento em que todas as pequenas dimensões ao nosso redor se entretelavam, se tornavam quase possíveis.
Todos os anos eu pedia uma máscara diferente a meus pais. Todos os anos a resposta era a mesma, aviltando o desperdício de gastar tanto dinheiro só por um dia. E todos os anos minha mãe descia as escadas, batia à porta da solícita vizinha que, gentilmente, emprestava o vestido de espanhola que as filhas, agora adultas, tinham desprezado numa velhinha caixa de sapatos.
Com displicência e frustração, lá ia eu composta para a escola com um conjunto gasto de horríveis castanholas e um par de chinelas negras de salto meio alto, cobiçando as minhotas, as chinesas e, até, os cowboys.
Detestava umbilicalmente aquele traje vermelho coçado pelo tempo. Um ódio visceral que me fazia odiar o Carnaval por saber que, lá em casa, ninguém gastaria um escudo para que eu desfilasse com outra fatiota que não aquela, emprestada.

O Carnaval era um luxo, não uma necessidade ou um benefício adquirido por usucapião.
Contudo, tive de esperar diligentemente que a bainha que vinha até aos pés me chegasse ao joelho e que os cotovelos soçobrassem à renda. Só então consegui a pequena vitória de me ser prometido novo fato para o ano seguinte.
Um dia, pelo correio, uma emigrada tia, distante e desconhecida, ofereceu-me aquele que fora, talvez, o presente mais ansiado da minha ainda jovem vida e que me permitiria ir à escola e desfilar no Carnaval com o peito feito de orgulho: um vistoso vestido de princesa. O tecido de cetim azul cerúleo, decorado com linhas de lantejoulas fulgurantes, tule de teia e pérolas postiças desenhando o peito, multiplicavam o encanto.
O meu entusiasmo ampliou-se na expetativa da ansiada celebração. Contudo, no dia seguinte, depois do orgulhoso percurso para a escola, algo inusitado e terrível ocorreu. Sentada na carteira, insuflada pelos folhos e pelos tules, desmultiplicada pela rodinha acetinada, ergui-me do meu assento para seguir o cortejo. Mas, uma feroz e inusitada farpa, juro que regurgitada de propósito das entranhas do diabo da cadeira, prendeu-me o tule, o cetim e, numa dentada lancinante, rasgou-me, para sempre, a saia ao meio e o orgulho.
Depois disso, acabou-se o Carnaval, foi o vestido para o lixo e nunca mais me mascarei.
Volto a observar os garotos das fatiotas sintéticas cintilantes que prosseguem a marcha, arrastando nos pequenos pés confetis, palmas robustas e baba de avós embevecidas. O seu rosto impassível e indiferente, quase de um tédio primaveril, ignora tempos em que, de facto, a oportunidade de desfilar numa rua era, para inúmeras crianças, um pequeno luxo. No ano vindouro, renovarão o trajamento, desfilarão, talvez, com renovada displicência, enquanto os adultos regurgitarão eufóricos urras à sua passagem, invejando, todos eles, ter tido um momento como aquele nas suas vidas.

Mais atrás observo, porém, os mais pequeninos, todos numa fila de mãos dadas, pequeninas abelhas feitas de material reciclado: sorriem com os olhos tinindo de luz.
Sinto-me subitamente embevecida com a simplicidade das coisas palpáveis. Por vezes, complicamos tanto a vida onde ela não tem complicação nenhuma… Memórias e sonhos nebulosos que não levam a parte alguma.
A felicidade, sábia e fugaz, sabe esconder-se certeira em momentos inesperados.

Talvez o Carnaval seja apenas uma desculpa para lhe podermos espreitar o rosto feito de sol.

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Um Bom Carnaval

Sempre foi um sonho meu conhecer ao vivo o carnaval de Veneza.

E os sonhos são para se cumprir.

Um bom carnaval a todos e onde quer que estejam, divirtam-se!


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Reposta a Contagem das Faltas Por Doença

 

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Horários em Contratação de Escola em 2016/2017 Por Grupo e Distrito

O próximo quadro apresenta o número de horários que estiveram em contratação de escola no ano lectivo 2016/2017 por grupo de recrutamento e Distrito.

Tenho nesta lista 6535 horários e na passada quinta feira a DGAE dava conta que tinham sido celebrados 5966 contratações de escola.

Durante o mês de Março farei a análise deste horários por número de horas e duração do contrato para apoio aos concursos para 2017/2018.

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História e Geografia Semestrais?

História e Geografia podem passar a disciplinas semestrais

 

 

O Ministério da Educação está a estudar a hipótese de alterar disciplinas que atualmente são anuais, transformando-as em semestrais.

 

O Ministério da Educação está a estudar a hipótese de alterar disciplinas que atualmente são anuais, transformando-as em semestrais, no ensino básico e no secundário. Entre as unidades curriculares que podem vir a tornar-se semestrais estão a História e a Geografia do 3º ciclo.

“História e Geografia só têm dois ou três tempos por semana e os professores chegam a ter 11 turmas, cerca de 300 alunos. Concentrando cada disciplina num semestre, o professor passaria a ter metade dos alunos em cada semestre e pedagogicamente seria bom”, esclarece ao “Correio da Manhã” o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas, Filinto Lima.

De acordo com o CM desta terça-feira, o intuito é concentrar mais a carga horária e reduzir o número de alunos por docente em cada semestre. “Testar e ver se é possível” é o que João Costa, secretário de Estado da Educação, disse sobre o tema, no Parlamento, esta semana.

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Aposta Para Hoje

De regresso, mas apenas por ser Carnaval.

 

Já sabem que o primeiro prémio será dividido por todos aqueles que comentarem aqui ou nas redes sociais do blog.

 

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Opinião de Luís Braga – “Não Reconduzam os Diretores”

Carta aberta aos conselhos gerais: sejam democratas! Não reconduzam diretores! (I)

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Alteração da Portaria 260-A/2014 (Qualificação para o Grupo 120) – Audiência dos Interessados

INICIO DO PROCEDIMENTO CONDUCENTE ALTERAÇÃO À PORTARIA N.º 260-A/2014 SOBRE AQUISIÇÃO DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL PARA A DOCÊNCIA NO GRUPO DE RECRUTAMENTO 120

 

 

Serve a presente publicação para informar que é dado início ao procedimento conducente alteração à Portaria n.º 260-A/2014 sobre aquisição de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 120.

 

  • Publicado a 21 de fevereiro de 2017. A constituição como interessado pode fazer-se nos 10 dias úteis subsequentes.

 

 

A constituição como interessado no presente procedimento depende de declaração escrita nesse sentido, dirigida à Diretora-Geral da Administração Educativa e enviada para o endereço eletrónico [email protected]

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Portaria com o Procedimento das Despesas Com Refeições Escolares

Portaria n.º 74/2017 – Diário da República n.º 38/2017, Série I de 2017-02-22

 

FINANÇAS

 

Define os procedimentos para as despesas referentes à alimentação em refeitório escolar dedutíveis à coleta do IRS

 

 

Artigo 3.º

Despesas de alimentação em refeitório escolar

 

1 – Os sujeitos passivos de IRS que pretendam que seja dedutível à coleta do IRS, como despesas de educação, as despesas referentes à alimentação em refeitório escolar, de alunos inscritos em qualquer grau de ensino, do ano de 2016, nos termos do n.º 3 do artigo 195.º da Lei n.º 42/2016, de 28 de dezembro, devem exclusivamente declarar o valor das mesmas na respetiva declaração de rendimentos modelo 3, através do anexo H.

2 – Para efeitos do disposto no número anterior, considera-se que é utilizada a faculdade prevista no n.º 1 do artigo 192.º da Lei n.º 42/2016, de 28 de dezembro, devendo os sujeitos passivos igualmente declarar no anexo H da declaração modelo 3 os totais das despesas, de todos os elementos do agregado familiar, respeitantes a despesas de saúde, de formação e educação, bem como respeitantes a encargos com imóveis e a encargos com lares, ao abrigo do disposto nos artigos 78.º-C a 78.º-E e 84.º, todos do Código do IRS, sem prejuízo de, na entrega via Portal das Finanças, ser facultado o pré-preenchimento do valor das despesas não relativas a refeições escolares.

3 – Nos termos do artigo 192.º da Lei n.º 42/2016, de 28 de dezembro, para efeitos de cálculo das deduções à coleta previstas nos artigos 78.º-C a 78.º-E e 84.º do Código do IRS, bem como do n.º 3 do artigo 195.º da Lei n.º 42/2016 de 28 de dezembro, são considerados os valores declarados pelos sujeitos passivos, os quais substituem os que tenham sido comunicados à AT nos termos da lei.

4 – O disposto nos n.os 3 e 4 do artigo 192.º da Lei n.º 42/2016, de 28 de dezembro, é igualmente aplicável às despesas referentes à alimentação em refeitório escolar a que se refere o n.º 3 do artigo 195.º daquela Lei, com as necessárias adaptações.

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Resultados Esperados (Gestão Escolar)

Gestão: FENPROF divulga dados globais do inquérito realizado junto de cerca de 25 000 docentes de todo o país

 

 

 

 

“As propostas da FENPROF sobre gestão democrática das escolas refletem o pensamento dos professores” – esta foi uma das mensagens em destaque na conferência de imprensa realizada esta tarde em Lisboa. No encontro com os jornalistas, a Federação deu a conhecer as conclusões essencias de uma reunião realizada anteriormente com diretores de agrupamentos/escolas e divulgou os dados globais do inquérito realizado junto de cerca de 25 000 docentes de todo o país. 

Presentes na Mesa o Secretário Geral, Mário Nogueira; Manuela Mendonça e Francisco Almeida, do Secreatraiado Nacional; e o Diretor do Conservatório de Coimbra, Manuel Pires da Rocha.

Porque é muito importante para o debate em curso o contributo de quem, por um lado, tem estado envolvido na gestão das escolas, e, por outro, continua a defender a gestão democrática, a FENPROF convidou, para debater o tema da gestão, um grupo de diretores, provenientes de diversas regiões do país, com os quais pretende discutir a sua proposta e recolher contributos que a possam melhorar.

Esta reunião, realizada nesta terça-feira, na sede da FENPROF em Lisboa, foi mais um dos diversos espaços criados pela FENPROF para construir uma proposta de gestão democrática para as escolas, que será apresentada ao Ministro da Educação na reunião trimestral que deverá ter lugar durante o próximo mês de março. Estiveram presentes diretores de várias zonas do país, alguns dos quais dirigentes da ANDE, incluindo o seu presidente.

Inquérito respondido
por 24 575 professores

Outro momento importante deste processo de construção foi o inquérito recolhido em todo o país, ao qual responderam 24 575 professores, estando os resultados globais já apurados, após o que se iniciaram, desde a semana passada, reuniões em todas as escolas e agrupamentos para debater o tema, a partir do resultado com ele verificado.

A FENPROF elegeu a alteração ao regime de gestão hoje em vigor como um dos seus principais objetivos reivindicativos, durante o ano de 2017. Para esse efeito, promoveu uma consulta aos professores (que teve uma grande participação) sobre vários aspetos do atual modelo e alternativas para que a gestão dos estabelecimentos de educação e ensino volte a ser democrática.

FENPROF nunca desistiu!

Mário Nogueira destacou o conjunto de iniciativas desenvolvidas pela FENPROF para devolver o perfil democrático ao regime de gestão, liquidado em 2008 pela Ministra Maria de Lurdes Rodrigues, e que permaneceu com os governos PS e CDS/CDS.

“A FENPROF nunca desistiu! É preciso mexer na gestão das escolas”, realçou o dirigente sindical.

 

 

O documento com as estatísticas do inquérito pode ser visto aqui e os resultados finais clicando na imagem de cima.

 

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Afinal, a Montanha Vai Parir um Rato

A FENPROF apresenta este documento onde faz o balanço das negociações com o ME relativamente aos concursos.

Não é preciso ser muito perspicaz para perceber que só não existiu acordo entre a FENPROF e o ME muito possivelmente pela inclusão de forma transitória que permite a alguns docentes das escolas com contrato de associação concorrerem ainda na segunda prioridade nos próximos dois concursos.

A FENPROF considera positivos 13 pontos na nova versão do diploma e apenas identifica 6 pontos negativos.

Mas este documento também nos diz algo que ainda não tinha sido dito até aqui.

Tem-se falado bastante na abertura de lugares QA/QE em função das sucessivas colocações em necessidades permanentes nos últimos 4 anos, mas…

… a leitura do texto colocado pela FENPROF muda bastante o entendimento que tinha sobre o que se foi falando nestes últimos tempos, porque vai ser necessário verificar a dotação dos quadros para incluir essas colocações em vagas QA/QE.

E no fim das contas feitas as vagas a abrir em QA/QE vão ser muito reduzidas ou quase nulas.

E isto para a FENPROF está incluído num dos 13 pontos positivos.

 

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Correntes D’escritas 2017

 

Programa da edição de 2017 na imagem.

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Um Excelente Exemplo Para os Alunos…

Ministério da Educação é o campeão das não respostas ao Parlamento

 

 

Tiago Brandão Rodrigues tem mais de 1300 perguntas por responder ao Parlamento desde que tomou posse. PSD já apresentou queixa ao presidente da Assembleia da República.

 

 

 

Azedou a relação entre o Ministério da Educação e o Parlamento. Tiago Brandão Rodrigues é, de longe, o ministro que menos responde às perguntas e requerimentos dos deputados. Esta constatação já levou os partidos da oposição (PSD e CDS) a discutirem o assunto em conferência de líderes, com o PSD a apresentar uma queixa formal ao Presidente da Assembleia da República a acusar o ministério de «desrespeito pelos deputados e pelo Parlamento» e de «bloquear de forma clara e inadmissível o trabalho de fiscalização» do Governo.

Desde que tomou posse, de acordo com o levantamento realizado pelo SOL com base nos dados no site do Parlamento, o Ministério da Educação soma 1357 perguntas e requerimentos por responder aos deputados. Ou seja, mais de metade (61%) das 2218 perguntas e requerimentos que chegaram à 5 de Outubro provenientes do Palácio de São Bento estão por responder. Além disso, olhando para as 858 perguntas  respondidas pelo Ministério da Educação, verifica-se que quase todas (839) foram respondidas já depois do prazo estabelecido pelo regimento da Assembleia, atualmente de um mês.

A falta de comunicação que se estende a todos os partidos políticos, incluindo ao PS. De acordo com o site do Parlamento, Tiago Brandão Rodrigues não respondeu a 13 perguntas dos deputados socialistas e, das 15 que tiveram resposta,  apenas uma estava dentro do prazo. Do Bloco de Esquerda há 118 perguntas sem respostas a que se somam seis requerimentos. E do PCP 64 perguntas e um requerimento.

Os números contrastam com o comportamento da anterior tutela. Com o mesmo período em funções (um ano e dois meses), Nuno Crato tinha apenas nove perguntas e requerimentos por responder aos deputados, de acordo com os dados do site do Parlamento. E das 587 perguntas respondidas, 349 tinham sido fora de prazo.

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Números da DGAE das Colocações em 2016/2017

O novo site da DGAE mudou de visual e de plataforma.

Pelo que verifico a plataforma que a DGAE usa agora é igual à minha, ou seja, a plataforma WordPress e isso vem dar novas possibilidades.

A nova funcionalidade que mais me interessou até ao momento foi conhecer em tempo real o número de colocações em 2016/2017.

Este dado encontra-se logo na página inicial e apresenta-se assim no dia de hoje.

 

 

O histórico de colocações agora apenas existe até ao ano lectivo 2012/13 e para se conhecer as colocações anteriores a esse ano deve de ser pedido directamente à DGAE de acordo com a informação seguinte.

 

 

Com esta nova plataforma a DGAE pode evoluir bastante e espero que o faça.

 

 

 

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Provas de Aferição de Expressões do 2º Ano de Escolaridade


Provas de aferição de Expressões do 2º ano de escolaridade

INFORMAÇÃO PARA DIRETORES

 

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Lembro o Que Diz o Programa do Governo

…na página 104.

 

 

Promover uma maior articulação entre os três ciclos do ensino básico, redefinindo progressivamente a sua estrutura de modo a atenuar os efeitos negativos das transições entre ciclos, assumindo uma gestão mais integrada do currículo e reduzindo a excessiva carga disciplinar dos alunos;

 

 

 

Para complementar este parágrafo do Programa do Governo deixo também aqui este artigo do Paulo Guinote que poderá não andar muito longe daquilo que pode vir a acontecer.

 

 

Como Aumentar a Carga Horária Semanal de uma Disciplina (ou Mais), Reduzindo o Total de Horas no Currículo: Mini-Guia para Incrédulos

 

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Mais um Orçamento Participativo

Mais estudantes vão ter de pagar para fazer exames

 

 

Até agora, quem repetia exames por não ter conseguido passar na 1.ª fase estava isento. Receitas revertem para as escolas.

 

 

Os alunos internos do ensino secundário que fizerem exames na 2.ª fase vão ter de pagar três euros por prova, segundo determina o novo regulamento de exames para este ano lectivo, que foi há dias publicado em Diário da República. Os alunos internos são aqueles que frequentam a escola até ao final do ano lectivo.

Até agora, deste grupo, só os estudantes que iam à 2.ª fase para melhoria de nota é que tinham de pagar, no caso 10 euros. Os estudantes que repetiam os exames por não terem conseguido aprovação na 1.ª fase estavam isentos do pagamento de qualquer propina.

A 1.ª fase dos exames é obrigatória para todos os alunos, mas mesmo assim várias dezenas de milhares de alunos costumam tentar a sorte na 2.ª fase, nomeadamente em disciplinas como Matemática A, Física e Química A ou Biologia e Geologia.

As receitas dos exames revertem a favor das escolas em que estes são realizados.

Os alunos do ensino secundário que realizarem exames na 2.ª fase para melhoria de nota continuarão a ter de pagar 10 euros. Esta mesma quantia continuará a ser pedida aos alunos do ensino básico que vão como autopropostos aos exames do 9.º ano, seja por terem chumbado por faltas ou, estando fora da escolaridade obrigatória, por terem anulado a matrícula no 3.º período, ou ainda porque se propõem a exame sem terem estado inscritos em qualquer escola.

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Grupos de Recrutamento Onde Mais Professores Qualificados Existem Para uma Reforma Curricular

Pensar numa reforma curricular e em mudanças estruturais no currículo deve ser também acompanhada de dados que permitam verificar se existem docentes qualificados em número suficiente para dar resposta a qualquer alteração que mude a carga horária das disciplinas.

Após a publicação da Reserva de Recrutamento 21 existem 10.465 candidaturas por colocar que são de 7.510 docentes. Bem sei que muitos docentes já colocados em oferta de escola e que terminaram o contrato não podem regressar à Reserva de Recrutamento e poderiam crescer estes números. Para o ano isso vai acontecer com a possibilidade do regresso à Reserva dos docentes também colocados em contratação de escola.

Mas analisemos os dados que existem actualmente, colocando de parte o grupo 100 – Educação Pré-escolar porque não é uma reforma cuticular neste nível de ensino que mudará o excesso de Educadores por colocar neste grupo.

Existem 4 grupos de recrutamento que tem ainda por colocar em contratação mais de 30% dos candidatos iniciais.

  • 260 e 620 – Educação Física
  • 410 – Filosofia
  • 510 – Física e Química

Qualquer alteração que implique um acréscimo de horas nestas disciplinas não será preocupante em termos de docentes qualificados.E aqui só temos uma disciplina ligada às Ciências Sociais.

As disciplinas de História e Geografia, no caso de terem acréscimo de horas começa a não ter docentes qualificados em número suficiente para qualquer acréscimo e a formação inicial nestas disciplinas terá de ser relançada.

 

 

 

 

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Ciências Sociais Vão Ganhar Horas

Governo vai reformular currículos das escolas. Ciências Sociais vão ganhar horas

 

 

Cidadania e área de projecto vão regressar aos currículos escolares.

 

 

O Governo vai reintroduzir as áreas de cidadania e de projecto nos currículos escolares. Há disciplinas que vão perder carga horária porque a ideia não é aumentar o número de horas que os alunos passam na escola. O secretário de Estado da Educação diz ainda ao Expresso que haverá ainda um reforço das ciências sociais.

“Tenho de emagrecer o currículo actual e fazer um reequilíbrio entre áreas”, disse o secretário de Estado da Educação ao semanário Expresso.

Ao mesmo jornal, o governante diz que há disciplinas como a Geografia e a História que têm poucas horas, tal como a Educação Física. Questionado sobre se as áreas sacrificadas são a Matemática e o Português, João Costa respondeu que “algumas terão de perder”.

Em declarações à Renascença, a presidente da associação de professores de Matemática, Lurdes Figueiral, está ao lado da vontade do Governo. “O que é mais importante é nos proporcionarmos aos alunos um currículo equilibrado nos primeiros anos de aprendizagem. O privilegiar do português e da matemática que tem havido nos últimos anos prejudicou o equilíbrio, e no caso da matemática foi claríssimo prejudicou a relação dos alunos com a disciplina. Não se trata de uma contagem de horas como quem conta espingardas.”

O Governo quer ainda reforçar as horas curriculares de projectos interdisciplinares que impliquem um trabalho entre professores e conteúdos de disciplinas diferentes. Trata-se de dar novo fôlego à área Projecto que segundo o secretário de Estado trouxe muitos bons trabalhos mas não foi plenamente assumida como curricular, e como não contava para a nota final foi desvalorizada.

O que se pretende é que estas actividades sejam agora valorizadas e sejam tão importantes como as aulas tradicionais, sendo sujeitas a uma avaliação tão válida quanto a de um teste escrito.

“Os testes são instrumentos de avaliação muito importantes, mas não podem ser os únicos”, argumenta o secretário de Estado.

Outra área a que o Executivo quer dar força é a da Formação Cívica que foi introduzida em 2001 mas desapareceu em 2012 com o ex-ministro da Educação, Nuno Crato. A forma como esta temática será abordada nas escolas ainda está a ser trabalhada como a secretária de Estado da Igualdade.

“Neste momento é algo que se faz nas escolas de forma voluntária. Mas para nós é evidente que o horário dos alunos tem de complementar. Se não, não vai acontecer”, resume João Costa ao Expresso.

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Para Ler Amanhã no Expresso

Só não muda a vontade que cada ministro tem em fazer mudanças.

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Verifica-se a Norte do País Uma Grande Pressa na Eleição dos Diretores

Este ano será de eleição de novos diretores em muitas escolas do País.

O primeiro mandato dos diretores começou em 2009, um ano após a publicação do novo regime de autonomia e administração escolar. (Decreto-Lei 75/2008)

Em 2013 houve possibilidade de renovação do mandato e em 2017 todos os que se encontram em mandato renovado e queiram voltar a exercer o cargo, são obrigados a concorrer novamente.

O Decreto-Lei 137/2012 veio alargar o período em que um diretor pode estar em funções, ficando limitado a 16 anos consecutivos.

Como não é possível a recondução para um terceiro mandato, os diretores que desde 2009 ainda se encontram no cargo tem necessariamente que ir a eleições este ano.

Muitas foram as escolas que já mudaram estes prazos quadrienais, fruto de mandatos que não chegaram ao fim. Mas a grande maioria não.

Os primeiros mandatos dos diretores foram também na sua maioria sujeitos a eleições dos conselhos gerais transitórios. Poucos terão sido os conselhos gerais definitivos que procederam a essa eleição. Em 2009 o processo de eleição tinha de estar concluído até Maio, mas também existiram algumas excepções que prolongou-se essa eleição pelos meses seguintes.

 

artigo 62º 

Prazos

4 — O procedimento de recrutamento do director deve ser desencadeado até 31 de Março de 2009 e o director deve ser eleito até 31 de Maio de 2009

 

E o que começa a ver-se, conforme lista da DGAE do mês de Fevereiro, é que já existem inúmeros agrupamentos a iniciar a abertura do procedimento concursal para Diretor, quando o prazo normal para o fim deste segundo mandato é final de Maio de 2017.

Não sei se em alguma destas escolas foram eleitos os Conselhos Gerais, visto que também se encontram em fim de mandato, ou se a opção por antecipar estas eleições foi assegurar que o Conselho Geral ainda em funções possa servir de abrigo para mais um mandato de 4 anos que poderá ser renovado por mais 4.

Não me parece normal esta antecipação do ato eleitoral e menos normal parece-me que estes concursos abertos sejam quase todos na zona norte do país e em concelhos com distâncias muito próximas entre si.

Já me ocorreu que todos eles andem com medo desta campanha por “Mais Democracia para as escolas” que vai dar um daquele estudo habitual em que 99% dos professores defende uma mudança no diploma de gestão e na eleição dos diretores, mas depois ficam todos coniventes com a antecipação destes prazos.


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384 Contratados Colocados na Reserva de Recrutamento 21

Na Reserva de Recrutamento 21 foram colocados 384 docentes contratados de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

 

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Reserva de Recrutamento 21

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 21ª Reserva de Recrutamento 2016/2017

 

Docentes de Carreira – ano escolar de 2016/2017

Candidatos à Contratação – ano escolar de 2016/2017

Lista definitiva de retirados – Consulte

 

Documentação

 

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Números do Emprego Público

Quem acompanha o blogue não estranha as notícias que saíram hoje no Público e no Jornal de Notícias.

O número de aposentações de professores em 2016, que eu tenha memória e dados, foi o mais baixo de sempre e o número de contratações o mais elevado nesta década.

Para inverter a tendência no aumento do emprego público no combate à precaridade só mesmo com incentivos à aposentação antecipada e uma redução na idade de aposentação, em função da carreira contributiva de cada um.

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Nota Informativa Nº 1/2017 (DGEstE)

Sobre faltas por doença decorrente de incapacidade certificada por atestado multiusos.

 

 

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Nem 8 Nem 80 (Sobre as Penalizações)

A ANDAEP hoje veio a público dizer que os professores deviam ser penalizados por mais um ano no caso de não aceitarem uma colocação.

Não discordo e até acho que aumentar a penalização por uma não aceitação seria encarado como uma moralização para estas denuncias.

Actualmente o sistema de penalizações apenas impede o docente de ser candidato nesse ano a mais alguma colocação pelo ME, A ANDAEP propõe que a penalização seja pelo ano da não aceitação e pelo seguinte.

 

No meu ponto de vista importa separar duas situações.

A primeira que é uma não aceitação de um horário anual e completo logo no início do ano lectivo.

A segunda uma não aceitação que ocorra ao longo do ano em qualquer tipo de horário.

 

Geralmente quem não aceita uma colocação anual e completa logo no início do ano é porque não precisa de trabalho no ensino público e muitas vezes são docentes das escolas com contrato de associação que tentam obter uma colocação no ensino público, antes de saberem se o seu vínculo se irá manter nessas escolas.

Aqui acho que a penalização faria todo o sentido ser por dois anos.

No caso das colocações que ocorram ao longo do ano, muitas vezes em horários temporários, já não faz tanto sentido a penalização por dois anos. Quem não consegue uma colocação logo no início do ano não pode ficar apenas à espera de trabalhar no ensino e muitas vezes os docentes conseguem um outro trabalho que o impede de aceitar essa colocação.

 

Para resolver esta situação devia o MEC ponderar a alteração das preferências (ou mesmo a anulação de algumas) em diversos momentos do ano. Evitava-se assim muitas das não aceitações.

Também considero que quem não aceitasse um vínculo ao estado devia ser penalizado por tempo maior. Principalmente nos casos em que não haja recuperação de vaga dessa não aceitação para outro docente.

Direções Querem Sancionar Quem Nega Colocações

 

 

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Qualquer Semelhança É Pura Coincidência

Seja a nível de grafismo, estrutura ou conteúdo.

Curiosidade colocada aqui pela Isabel Magalhães.

 

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Link original aqui.

Aqui uma outra originalidade do novo perfil do aluno.

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Desde que Não Seja Uma Bela Treta Teórica

As competências são determinantes no perfil dos alunos, numa perspetiva de construção coletiva que lhes permitirá apropriarem‐se da vida, nas dimensões do belo, da verdade, do bem, do justo e do sustentável, no final de 12 anos de escolaridade obrigatória.

 

Consideram‐se as seguintes áreas de desenvolvimento e aquisição das competências chave:

 

– Linguagens e textos.
– Informação e comunicação.
– Raciocínio e resolução de problemas.
– Pensamento crítico e pensamento criativo.
– Relacionamento interpessoal.
– Autonomia e desenvolvimento pessoal.
– Bem‐estar e saúde.
– Sensibilidade estética e artística.
– Saber técnico e tecnologias.
– Consciência e domínio do corpo.

 

 

Estas competências são complementares e a sua enumeração não pressupõe qualquer hierarquia interna entre as mesmas. Nenhuma delas, por outro lado, corresponde a uma área curricular específica. Sendo que em cada área curricular estão necessariamente envolvidas múltiplas competências, teóricas e práticas. Pressupõem o desenvolvimento de literacias múltiplas, tais como a leitura e a escrita, a numeracia e a utilização das tecnologias de informação e comunicação, que são alicerces para aprender e continuar a aprender ao longo da vida.

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O Perfil dos alunos à saída da Escolaridade Obrigatória

Para analisar aqui no blogue nos próximos dias.

Versão apresentada ontem.

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O Novo Perfil de Competências dos Alunos

Ministério quer dar mais espaço aos alunos na sala de aula e fora dela

 

 

São 10 as áreas de competências que passarão a nortear aquilo que um aluno deve conhecer quando chega ao fim da escolaridade obrigatória.

 

 

 

Não aos monólogos, sim à interacção! Esta será, em resumo, uma das consequências práticas em sala de aula que o Ministério da Educação (ME) espera alcançar com o novo perfil de competências de alunos, que se prepara para adoptar, segundo apontou o jurista Guilherme d’Oliveira Martins.

O também ex-ministro da Educação do PS, entre 1999 e 2000, presidiu ao grupo de trabalho a quem o ME encarregou de definir quais as competências que os alunos devem ter no final de escolaridade obrigatória até aos 18 anos. O documento foi apresentado neste sábado.

“A assumpção de princípios, valores e competências-chave para o perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória implica alterações de práticas pedagógicas e didácticas”, afirma-se no documento, que irá agora para consulta pública. E estas alterações, defende-se, passam em muito por recentrar o lugar do aluno na aprendizagem.

Por exemplo, criando na escola “espaços e tempos para que os alunos intervenham livre e responsavelmente” e também promovendo, “de forma sistemática, na sala de aula e fora dela, actividades que permitam ao aluno fazer escolhas, confrontar pontos de vista, resolver problemas e tomar decisões com base em valores”. Os professores, acrescenta-se, também deverão “abordar os conteúdos de cada área de saber associando-os a situações e problemas presentes no quotidiano da vida do aluno ou presentes no meio sociocultural em que insere”.

Avaliação também muda

“Trata-se de um momento-chave porque o alargamento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos [aprovado em 2009 e concretizado a partir de 2012/2013] foi apenas um acto administrativo. A partir de agora passa a ser também um acto educativo que dá resposta à seguinte pergunta: porquê estar na escola até aos 18 anos?”, frisou o secretário de Estado da Educação, João Costa.

A capacidade de comunicação é uma delas, adiantou Oliveira Martins, sendo transversal a duas das dez áreas de competências elencadas como prioritárias (linguagens e textos e informação e comunicação). E também o relacionamento interpessoal, sem o qual a aprendizagem estará condenada mesmo que se passe em salas com tecnologia de ponta, alertou o historiador.

No novo perfil de competências afirma-se que neste domínios os alunos deverão ser capazes, entre outras vertentes, “de ouvir, interagir, argumentar, negociar e aceitar diferentes pontos de vista, ganhando novas formas de estar, olhar e participar na sociedade”.

Objectivo: flexibilidade

Para além destas três áreas de competências, foram seleccionadas as seguintes: raciocínio e resolução de problemas; pensamento crítico e pensamento criativo; desenvolvimento pessoal e autonomia; bem-estar e saúde; sensibilidade estética e artística; saber técnico e tecnologias; consciência e domínio do corpo”.

“Foi um desafio exigente porque para definir um perfil de competências é preciso compreender a grande diversidade” que coexiste nas escolas, afirmou Oliveira Martins, em declarações aos jornalistas, acrescentando que o grande objectivo é o de “incluir todos, sem correr o risco de facilitar”. O que, segundo ele, se poderá conseguir garantido “flexibilidade” nas aprendizagens, na gestão do currículo e nas práticas em sala de aula.

A flexibilidade está, aliás, na base de um dos oito princípios que subjazem à definição das áreas de competências consideradas essenciais num perfil que Oliveira Martins descreve como sendo “humanista”, porque nele “as pessoas estão em primeiro lugar”. Para tal, defende-se, terá de se assumir que “a flexibilidade é instrumental para se dar a oportunidade a cada um de atingir o perfil proposto, de forma coerente, garantindo a todos os acesso às aprendizagens”.

O documento apresentado neste sábado é o pontapé de saída para “um puzzle maior”, indicou o secretário de Estado João Costa. E deste puzzle farão parte, entre outras peças, a definição de quais serão as aprendizagens essenciais a integrar no currículo e também que partes deste serão de decisão das escolas. “Se tudo correr bem, no próximo ano lectivo, nos anos iniciais de ciclo, já se estará a trabalhar nesta base”, acrescentou.

“Não há mais – e há muito que não as há – ciências dita “duras” e ciências dita “moles”, saberes essenciais e saberes dispensáveis; conhecimento material útil e cultura acessória e inútil”, disse o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, no final da sessão de apresentação do perfil de competência. O actual ministro demarcava-se assim, uma vez mais, das opções adoptadas pelo anterior titular da pasta, Nuno Crato, que elegeu um número reduzido de disciplinas como sendo “estruturantes”, entre e4las o Português e Matemática.

O perfil de competências, que será assumido pelo ME como um referencial, estará agora 30 dias em consulta pública, que o ministério pretende transformar num “processo proactivo”, desafiando por exemplo os Conselhos Gerais das escolas a pronunciarem-se sobre o documento, revelou João Costa. Os Conselhos Gerais são os órgãos máximos das escolas, onde têm assento representantes dosa professores, dos pais, dos alunos e das comunidades locais.

Notícia integral do Público on-line, por Clara Viana.

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Vagas da Norma Travão e Aditamento das Vagas Para a Vinculação Extraordinária

Depois de ter contabilizado 481 vagas para a norma travão e 3241 vagas para o concurso de vinculação extraordinária de 2017 elaborei a seguinte tabela com as regras para o apuramento das vagas que serão aditadas à vinculação extraordinária.

 

Artigo 3.º Apuramento de vagas

1 — A dotação de vagas do presente concurso de integração extraordinário é determinada por portaria com aditamento ao número de vagas dos quadros de zona pedagógica, discriminadas por grupo de recrutamento, fixadas para o concurso externo do ano escolar 2017/2018, nos termos do Decreto-Lei n.º 27/2006, de 10 de fevereiro, com a alteração introduzida pelo Decreto-Lei n.º 176/2014, de 12 de dezembro, regulados pelo Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na sua atual redação.

2 — Sempre que os docentes reúnam cumulativamente os requisitos do artigo 42.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na sua atual redação, e do artigo 2.º da presente portaria, prevalece a vaga que resulta da verificação das condições para a primeira prioridade do concurso externo.  

Mantive todas as vagas resultantes do apuramento da norma travão e retirei as vagas da vinculação extraordinária que resultaram da abertura de vagas dos mesmos docentes que cumpriram os dois requisitos. E o resultado final é o seguinte.

Obviamente que tudo isto é por aproximação, mas não deve andar muito longe do que poderá sair no aviso de abertura do concurso.

 

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481 Candidatos e Vagas por Grupo e QZP da Norma-Travão (FINAL)

Finalizo hoje o estudo dos eventuais candidatos e vagas ao concurso externo anual ao abrigo do novo limite do artigo 42 do novo Decreto-Lei dos concursos que ainda está para publicação em Diário da República.

Aplica-se já este ano esta nova regra com o limite de 4 contratos anuais no mesmo grupo de recrutamento em horário anual e completo ou 3 renovações.

Os dados deste estudo tiveram como base as seguintes listas de colocações que são públicas.
2013/2014 – Renovações de contratoReserva de Recrutamento 1 (ambas publicadas a 12 de Setembro)

2014/2015 – Renovações de Contrato, Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento 2 (publicada a 26 de Setembro e com a maioria dos horários a retroagir ao dia 1 de Setembro)

2015/2016 – Renovações de Contrato e Contratação Inicial. Reserva de Recrutamento 1 e Reserva de Recrutamento 2.

2016/2017 – Renovações de Contrato e Contratação Inicial. Reserva de Recrutamento 1 e Reserva de Recrutamento 2.
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Como em 2013/2014 não eram públicas as listas de colocações do grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica apenas considerei neste ano as renovações de contratos das listas do ano lectivo 2014/2015.

Por não ter acesso às colocações em CE e BCE não foram considerados docentes que tendo as condições para concorrer em 1ª prioridade foram colocados pelos menos um ano nesses concursos.

Também não são considerados os recursos que muitos professores ganharam e que lhes permite serem também candidatos em 1ª prioridade (relatos destes já me chegaram alguns).

A lista dos 481 docentes encontra-se aqui com a escola de colocação em 2016/2017 e respectivo QZP onde é aberta a vaga..

Eu inicialmente apontava que poderiam abrir 500 vagas neste concurso e os meus números já se começam a aproximar

Chamo a atenção do seguinte: Neste quadro já se considera as colocações da RR2 de 2014/15. Algumas dessas colocações retroagiram ao dia 1 de Setembro de 2015 e outras não porque os horários tinham sido pedidos após o dia 15 de Setembro. No caso de estarem nesta lista e o vosso contrato não tiver retroagido ao dia 1 de Setembro de 2015 não se considerem candidatos na primeira prioridade, apesar de aqui constarem.

 

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