Dirigente da Fenprof tem 31 nos de carreira, mas só deu aulas nos primeiros dez.
Acrescentei as aspas no título do post mas não tendo nada a dizer quanto à obrigação de Mário Nogueira ser avaliado por ponderação curricular. Seria estranho era que não fosse ou então teriamos regressado ao tempo de MLR.
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A esta questão que terá sido enviada por 300 pessoas num curto espaço de tempo.
“Professor Marcelo, depois de apresentada a proposta de reforma curricular, o Ministério da Educação e Ciência defende afincadamente a «redução da dispersão curricular». Se assim é, como é possível, no 5º e 6º ano, eliminar a disciplina de EVT criando duas novas (EV e ET) e ainda incluir a disciplina TIC, passando assim a existir 3 novas áreas curriculares?”
A FNE sempre defendeu que uma reestruturação curricular deveria obedecer a quatro grandes princípios:
– ser condicionada em primeira linha por critérios pedagógicos e só em linha secundária por questões orçamentais;
– permitir uma ampla participação de todos os agentes da sociedade;
– ser decidida na base do maior consenso possível, depois do debate;
– garantir condições de estabilidade.
A FNE quer contribuir para que o debate seja o mais alargado possível e quer constituir um espaço recetor de opiniões, que, por seu lado, não deixará de ter em linha de conta para formular a sua posição final.
Assim, o objetivo desta plataforma é a recolha de opiniões que nos possam ajudar a analisar,não apenas as propostas do MEC, mas a consideração de outras soluções e alternativas possíveis.
NUNO CRATO deveria ouvir Ken Robinson e meditar sobre isso …
PICASSO disse uma vez: “Todas as crianças nascem artistas. O problema é mantermo-nos artistas enquanto crescemos.”
Nem grande entusiasmo, nem grande rejeição. É este o balanço possível no final do 1.º período do ano lectivo em que se introduziu nas escolas portuguesas o Acordo Ortográfico (AO). Ainda há dúvidas sobre certas regras, mas ninguém se queixa de falta de material de apoio.
Porque agora as notificações não carecem de aviso de recepção e andará algures por ai a carta com a notificação de pagamento.
Mais engraçado é que com alguma frequência tenho entrado no portal das finanças à procura deda minha dívida fiscal, descobri que isto estava nas infrações fiscais e não nas dívidas fiscais.
Assim se enganam os lorpas.
Quem me garante que o estado não organizou um cartel com os CTT?
Por vezes cria-se a impressão que em tempos de emergência como os que estamos a viver as artes e a cultura devem ser subordinadas a outras prioridades. Sugere-se com frequência a comparação com os artigos de luxo que temos de recusar por nos falterem outras coisas que são vitais para o nosso modo de vida. Vistas bem as coisas é precisamente em períodos como aquele que estamos a atravessar que devemos misturar ainda mais as nossas vidas com a arte e a cultura.
Cada oportunidade perdida é uma pequena tragédia da qual nunca mais recuperaremos.Isto vale para as artes como vale para a economia.
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Mas como Passos Coelho diz que “cada oportunidade perdida é uma pequena tragédia” de que o país nunca recupera, e rejeitou que, em tempos de crise, a arte e a cultura devam ser subordinadas a outras prioridades, tenho confiança que Nuno Crato recúe na desvalorização da disciplina de EVT do currículo nacional, já que é “precisamente” em períodos como este que se deve “misturar ainda mais as nossas vidas com as artes e com a cultura”.
O ministro da Educação e do Ensino Superior assegurou hoje que nenhum professor dos quadros do ministério vai ser despedido. O que irá acontecer é a redução do número de professores contratados no próximo ano.
Apesar desta garantia não posso deixar de referir que o despedimento ainda está impedido nos serviços do estado e que o termo usado é a mobilidade especial. E a garantia que nenhum professor do quadro do Ministério da Educação não integrará a mobilidade especial ainda não foi dada.
O vice-presidente do grupo parlamentar do PS, Pedro Nuno Santos, defende que Portugal devia ameaçar deixar de pagar a dívida externa. Durante um jantar de Natal, no fim-de-semana em Castelo de Paiva, o deputado socialista e líder do PS-Aveiro, disse que o Governo devia “marimbar-se” para as exigências dos credores internacionais e poupar os portugueses aos sacrifícios.
Depois não se admirem de termos chegado onde chegamos.
O documento que orienta o ensino básico desde 2001 será substituído por metas curriculares centradas nos conteúdos que alunos devem dominar.
É o ponto final na matriz definida para o ensino básico pelos governos socialistas de António Guterres. Primeiro desaparecerem as áreas curriculares não disciplinares, agora um despacho do actual ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, põe fim à vigência do documento Currículo Nacional do Ensino Básico – Competências Essenciais, que desde 2001 foi assumido como a referência central para aquele nível de ensino. As “metas curriculares” que substituirão aquele documento irão ainda ser elaboradas.
Golpe de estado foi o que foi construído em 2011, Drª Benavente.
A revisão curricular que o Ministério da Educação e Ciência pretende implementar já no próximo ano lectivo implica a eliminação de mais de 2600 horários completos de professores nas escolas públicas, entre o 5.º e o 12.º ano de escolaridade, em consequência da redução de perto de 60 mil horas de aulas semanais. Os sindicatos não duvidam de que esta reorganização vai implicar a saída de muitos professores e exigem o estudo de impacto financeiro. O ministério defende que o que interessa são os interesses dos alunos.
Segundo as minhas contas o número mínimo de perdas com EVT atingirão os 2500 docentes, assim sinto que este número apresentado pelo DN peca por defeito.
A partir de hoje vou publicar, com a devida autorização, imagens de uma experiência profissional que está a ser feita por alguém que decidiu procurar uma aventura na Escola Portuguesa de Dili em Timor.
Pela dificuldade que existe em Timor com questões básicas como ter energia elétrica estas fotos são publicadas por mim. Se os problemas e a adaptação forem fáceis de resolver nos próximos tempos conto ter esta experiência contada na primeira pessoa.
O primeiro ficheiro inclui colocações em Oferta de Escola com a ordenação do candidato.
Renovações de Contrato: 527
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…- Ao contrário do que a comunicação social apressadamente veiculou, e que o próprio Nuno Crato se encarregou de reforçar no “Prós e Contras”, de ontem à noite, é falso que esta Revisão Curricular, tenha vindo reforçar a carga horária da disciplina de História, no 3º ciclo. O que agora se anuncia não é propriamente um reforço, mas sim uma simples reposição do meio bloco letivo que a esmagadora maioria das escolas já atribuía à disciplina de História, na gestão dos tempos a atribuir pela escola, tempos esses que, este ano letivo, foram suprimidos …
Fosse esse o maior problema de outras disciplinas.
… a qualidade do sistema educativo não se compadece com novas revisões curriculares que obedeçam à lógica que lhes têm presidido nos últimos anos: meras mudanças avulsas, sem coerência, sem justificação e obedecendo a preocupações conjunturais.
Para a FNE, é fundamental que uma revisão curricular se preocupe em ser consensual, em resultar de uma ampla participação social e em ser estável. Não se aguenta estar sistematicamente a mudar o desenho curricular nas nossas escolas…
,,,A FENPROF solicitará ao MEC o estudo de impacto financeiro do projeto apresentado e a fundamentação do mesmo, documento que já se encontra elaborado e decerto presente no ministério das Finanças…
Não foi possível encontrar mais nenhuma reação oficial na página dos restantes sindicatos, a não ser a disponibilização do documento enviado pelo MEC.
A APEVT iniciou hoje a auscultação dos professores de EVT num site especialmente criado para o efeito e no dia 7 de Janeiro será realizado o encontro nacional de professores de EVT no centro de congressos de Aveiro.
A APEVT – Associação Nacional de Professores de Educação Visual e Tecnológica irá promover o seu Encontro Nacional no dia 7 de Janeiro de 2012 no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro. Previamente, queremos saber das vossas opiniões sobre a proposta de reforma curricular intercalar que o Ministério da Educação e Ciência (MEC) apresentou no dia 12 de Dezembro de 2011 em Caparide e que está em discussão pública. A vossa opinião é fundamental. Para além de poderem transmitir-nos as vossas opiniões, dúvidas, receios e livremente manifestarem o vosso parecer, podem também colocar as vossas questões que gostariam de ver debatidas e esclarecidas. Todas as manifestações construtivas serão tidas em conta para apreciação pelo grupo de trabalho da APEVT que está a trabalhar esta problemática e podem ser apresentadas no Encontro Nacional APEVT.
Para o efeito devem preencher o formulário abaixo e submeter o mesmo. Fazemos notar e ALERTAMOS que apesar do MEC ter criado um email para o efeito (para discussão pública) – [email protected] ERA MUITO IMPORTANTE que apenas a partir do encontro nacional fizéssemos chegar as nossas opiniões/pareceres e de forma concertada e massiva, segundo uma orientação geral. De qualquer forma, qualquer professor e cidadão o poderá fazer livremente. Apenas sugerimos esta estratégia. Os contributos considerados significativos poderão ser tornados públicos e publicados numa secção deste blogue, na secção: Opinião pública dos docentes de EVT
Para não me acusarem de coorporativista e só anunciar ações de EVT
Caros Colegas,
A proposta para a revisão curricular está na praça pública (para os que ainda não tiveram acesso a ela, envio a mesma em anexo) e pode, à primeira vista, parecer que estamos melhor do que estávamos antes, mas não se deixem enganar, isto não passa de uma proposta que está em discussão pública e que pode ser alterada até ao término dessa mesma discussão.
Precisamos continuar unidos e a lutar por aquilo em que acreditamos. Por isso, gostaria de convidar todos os colegas do grupo 550 (com habilitação própria, com habilitação profissional, contratados ou efetivos) a estarem presentes no próximo sábado (dia 17/12/2011) na reunião da ANPRI (mais informações aqui).
Gostaria de relembrar a todos a importância da reunião, uma vez que, tal como já referi, a luta tem de continuar até termos a certeza do que vai efetivamente ser a revisão. Aqueles que acham que não precisam de se preocupar, porque acham que esta será a revisão final, gostaria só de dizer que o nosso ministro referiu que esta é uma revisão cirúrgica e que a grande revisão está prevista para o ano 2012/2013, ou aqueles que acham que estão seguros porque estão efetivos que existe uma proposta para todos os horários zero passarem para a mobilidade especial, e se o grupo desaparecer será isso que vos irá acontecer.
Não é tempo de baixarmos os braços, antes pelo contrário. Temos que continuar a lutar… Compareçam na reunião para mostrarmos a força e união do nosso grupo.
Anexo também o convite da ANPRI para a presença na reunião.
Actualmente a disciplina de EVT tem uma carga horária semanal que varia entre as 3 e as 4 horas. Em algumas escolas foi atribuída à disciplina de EVT uma carga semanal de 4 horas no 5º e no 6º ano, em alguns casos EVT ficou com 3 tempos letivos num dos anos de escolaridade e em algumas escolas os 3 tempos letivos foram atribuídas para os dois anos do 2º ciclo.
Tendo em conta que as horas são duplicadas pela existência do par-pedagógico, o número mínimo de tempos letivos que é usado pelos professores de EVT são de 6 tempos e o número máximo de 8 tempos letivos por turma.
O que esta alteração “intercalar” propõe para as novas diciplinas saídas da EVT é a redução para 3 tempos letivos por turma, distribuídos em 2 tempos para EV e 1 tempo para ET (sendo esta disciplina feita em alternância com TIC).
No caso de despedimento deste número de docentes o estado pouparia entre 59,5 e 83,3 milhões de euros anualmente. As contas têm por base um vencimento médio de 1700€ distribuídos por 14 meses.
No documento apresentado hoje à tarde ficaram algumas dúvidas que não foram esclarecidas.
Se EV fica apenas com um professor para um período de 90 minutos semanis é fácil perceber que a generalidade dos agrupamentos precisará apenas de 1 professor de EV para todo o 2º ciclo.
A dispersão curricular foi acrescida no 2º ciclo com a eliminação de uma disciplina (EVT) com a criação de 3 “novas” disciplinas (EV, ET/TIC), melhor não podia existir para quem considera um grande problema a dispersão curricular do 3º ciclo.
No documento não ficou defenido como funcionará o “Par disciplinar” ET/TIC, nos apontamentos que divulguei durante a tarde falou-se na alternância entre as duas disciplinas.
Em tempos referi que a ET poderia ser complementada com as TIC em desdobramento da turma enriquecendo assim o currículo desta nova disciplina, esta poderia ser uma boa solução, mas não me parece que o caminho a seguir seja este. há quem fale que este “par disciplinar” possa funcionar como opção e há quem ache que cada uma das diciplinas funcionará por semestre. Já li algures que os professores da “extinta” EVT lecionarão a nova TIC.
No fim desta apresentação penso que ficaram mais dúvidas no ar do que certezas. É bom que Nuno Crato mais logo no programa prós e contras sobre o ensino superior possa esclarecer estas dúvidas, caso contrário continuará a incerteza que terá de ser esclarecida numa entrevista num qualquer jornal nacional.
Tal como no início de 2011, os professores de EVT saberão dar a resposta adequada ao fim anunciado desta disciplina. Se em Março de 2011 os professores de EVT foram importantes para a decisão da suspensão do decreto Lei 18/2011, o início de 2012 irá ter novamente este grupo disciplinar a lutar pela sua existência e que terá marco importante no dia 7 de Janeiro em Aveiro no encontro nacional de professores de EVT.
O dia 7 de Janeiro será decisivo e marcará definitivamente o futuro desta disciplina. Hoje posso afirmar que lutarei com tudo o que tenha para manter a essência da disciplina de EVT no currículo nacional. Vou transmitir uma confidência de algo que se passou há cerca de um ano em conversa com um diretor regional qundo me disse que seria irreversível o fim do par-pedagógico em EVT, a resposta que dei foi: “veremos”. É certo que hoje contínuo professor de EVT e a pessoa em causa já não é Diretor Regional, apesar do grande respeito que mantenho por essa pessoa o trabalho dos professores de EVT ajudaram a essa mudança.
O que hoje também quero trasmitir é apenas isto: “VEREMOS” se isto ficará assim.
Lista de 31 Agosto, 12 Bolsas de Recrutamento e Renovações de contrato
Horários em Oferta de Escola
Renovações de Contrato: 286
Contratações em 31 de Agosto: 133
Nº colocações nas 12 Bolsas: 366
Horários anuais nas 12 Bolsas: 116
Horários Completos nas 12 Bolsas: 60
Horários Completos e Anuais nas 12 Bolsas: 21
Horários em Oferta de Escola: 220
DACL do grupo 240: 115
DACL por colocar em 31 Agosto: 16
DACL colocados nas 12 Bolsas: 14
Nº total de contratos celebrados ou renovados: 1005