Artigos mais comentados

  1. Notificação da Mobilidade Por Doença — 856 comentários
  2. 2.º Conjunto de Perguntas Frequentes Sobre o Reposicionamento — 802 comentários
  3. Sai Hoje? — 345 comentários
  4. Lista de Candidatos à BCE — 334 comentários
  5. De Volta ao Sonho — 321 comentários

Author's posts

Opinião de Lurdes Figueiral no Público de Hoje

A treinar para nada

 

 

É fundamental que a Escola, sobretudo nos primeiros anos e de uma forma gradual até ao fim do ensino básico, seja o lugar privilegiado da aprendizagem formal.

 

 

Foi de facto sintomática a espontânea reação das crianças de uma reportagem do Público quando foi anunciado o fim das provas de avaliação externa no final do 1.º ciclo: andámos três anos a treinar para nada! Quanto a mim penso que andámos quatro anos a trabalhar para esse imenso nada que foi uma determinada conceção de Educação, que inverteu o trabalho feito ao longo de 30 anos de Lei de Bases do Sistema Educativo, recuperando ancestrais modelos curriculares e de avaliação e abrindo, com isso, conflitos onde eles não existiam e exacerbando divergências onde elas eram dialogáveis e eventualmente convertíveis em complementares.

É certamente complexa a rede de questões que se cruzam em muitos nós e que, com esses nós, se constrói. Uma rede que deve significar suporte, comunicação, elos que unem, que agregam. Não perceber isto é provocar aqueles outros nós que ensarilham a meada.

Começo por defender um período de reflexão e de debate que possa equilibrar (e discernir) aquilo que é urgente mudar e o que carece de um entendimento mais de fundo, global, sobre o que queremos para a Educação em Portugal — que tem muito a ver com o futuro que queremos para o nosso país, as nossas crianças e jovens — e que não pode estar à mercê das ideologias e preconceitos de algumas pessoas. A experiência recente ensinou-nos isso.

Continue reading

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/opiniao-de-lurdes-figueiral-no-publico-de-hoje/

Examinar ou não examinar…eis a questão

Opinião de Filipa Rodrigues.
 
examinarA respeito das recentes implosões no novo ME no tópico dos exames senti, como mãe e professora, a necessidade de fazer um exercício de memória sobre as mudanças na Escola desde a introdução dos exames no 4º ano pela coligação PSD/CDS sem, no entanto, pretender divagar acerca de questões político-partidárias.

 

Nos últimos anos em que estive (felizmente) colocada, tomei parte de mudanças mais ou menos subtis em diversas escolas: a par da evidente discordância e tensão docente face a reestruturações curriculares duvidosas a favor das designadas “disciplinas nucleares” em detrimento das áreas

das Expressões, ou a despromoção horária da disciplina de História e Geografia de Portugal, entre outras opções questionáveis da tutela tomadas sobretudo com um único critério – o economicista, ocorreram progressos significativos a vários níveis.

 

Com a introdução da avaliação externa no 4º e 6º ano, os pais (a maior parte muito resignadamente) envolveu-se mais no percurso escolar dos filhos logo desde o 1º ciclo, acompanhando-os na realização dos trabalhos de casa e tentando perceber mais precocemente quais as suas dificuldades a nível académico. Mas, contrapondo este efeito positivo, muitos efeitos negativos (demasiados) se associaram, indicando aos agentes educativos que não existiam vantagens evidentes dos exames no 1º ciclo.

 

Nos ciclos seguintes assistimos a uma certa normalização dum regime de treino intensivo em anos finais de ciclo, com vista a performances competitivas entre agrupamentos, e posterior posicionamento nos rankings escolares (com base nos resultados dos exames). Resultados: mais investimento financeiro das famílias em manuais de preparação para exames, centros de estudo e explicações a várias disciplinas … estava descoberto o novo ópio da educação, e com ele novas oportunidades de negócio (ou negócio oportunista!) nesta área.

 

Em contemporâneo, presenciou-se quase diariamente na Escola (mesmo nos meios menos escolarizados), uma afluência amplificada de encarregados de educação para discutir com diretores de turma e equipas de técnicos, aspetos relativos ao percurso escolar dos educandos, intervindo de um modo quase exemplar nos seus percursos académicos após décadas de uma displicência parental que vinha crescendo e transformando as escolas em meros depósitos de alunos. Ausências parentais que deixaram muitas crianças e adolescentes em regime de autogestão escolar, e com as quais a própria Escola (pela sua inércia) condescendeu, não se podendo assim eximir das suas responsabilidades.

 

Penso, sem pretender generalizar, que a introdução dos exames promoveu dinâmicas favoráveis a uma maior participação entre parceiros educativos (Escola-Família) mas não só: professores dos vários níveis de ensino procuraram mais formação contínua em pós-graduações, mestrados e doutoramentos. Em áreas (problemáticas) como o ensino da matemática, por exemplo, foram desde há 6 anos, alvo de programas de formação contínua organizados pela tutela.

 

Assim, e apesar da crise económica nacional, do congelamento dos escalões/progressão da carreira, os professores têm investido mais na sua atualização e conhecimento científico. Uma percentagem, porém, abandonou a profissão e temos hoje menos alunos é certo, mas professores mais sobrecarregados com turmas demasiado numerosas.

 

Apesar de todas as contingências do sistema de ensino de um país pequeno que se debateu com problemas financeiros graves, houve uma variável que mudou mentalidades e comportamentos nas comunidades educativas: a ponderação para efeitos de aprovação e progressão de uma nota de exame nas disciplinas de português e matemática. A avaliação externa dos alunos trouxe mais mudanças à sala de aula do que qualquer avaliação do desempenho docente, e com elas consequências ao nível da qualidade do ensino e do empenho no estudo dos próprios alunos.

 

Claro que o desgaste, o stress ou a ansiedade não são propiciadores de um bom clima de aprendizagem, mas vi mais destes sintomas nos colegas de profissão do que nos alunos, e desde 2013 foram progressivamente diminuindo (uma questão de ritmo e de habituação?!).

 

O que questiono agora é: a variável dos testes de aferição será suficiente para manter os níveis de participação e corresponsabilização das famílias (catalisados pelas dificuldades inerentes à realização dos exames) e manter a exigência e compromisso com o rigor e qualidade docente, agora que a avaliação externa só voltará a ter peso na avaliação final no 9º ano?

 

Ou será que o nível de consciencialização para a importância das aprendizagens escolares dos nossos filhos/alunos terá o seu efeito prolongado no tempo, mesmo sem a pressão deste amedrontador bicho-papão?

 

FR

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/examinar-ou-nao-examinareis-a-questao/

David Bowie (1947-2016)

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/david-bowie-1947-2016/

Sobre o Reposicionamento

Quem não entende a história do que se passou com a entrada em vigor do Decreto-Lei 75/2010 não entende que o reposicionamento dos docentes que ingressaram no quadro após essa data carece apenas da publicação de uma portaria e não está dependente dos orçamentos de estado que impediram a alteração da posição remuneratória.

Mas não são apenas estes docentes que deveriam ser reposicionados por ausência desta portaria. Também os docentes dos 4º e 6º escalões, que tendo cumprido o tempo de serviço nesse escalão, apenas obtiveram a avaliação de bom, e por esse motivo não puderam progredir por ausência dessa portaria das quotas que permitiria que 50% dos docentes com bom no 4º escalão e 33% no 6º pudessem mudar ao escalão seguinte.

Depois há aquilo que muitos confundem que é o congelamento do tempo de serviço entre 30 de Agosto de 2005 e 31 de Dezembro de 2007 e a partir do dia 1 de Janeiro de 2011 até hoje e as progressões.

Esse tempo de serviço a nenhum funcionário público poderá contar, e mesmo aqueles que trabalharam no ensino privado e vincularam no ensino público têm o impedimento desse tempo de serviço contar no sector público. Ou seja, ninguém veria esse tempo contabilizado.

O que este artigo pretende explicar é apenas isso e serve para reforçar a ideia que com este reposicionamento ninguém é ultrapassado na carreira, apenas é reposta uma injustiça criada por inépcia do estado na regulamentação deste reposicionamento.

Os 7 anos, 4 meses e qualquer coisa congelados neste período teria necessariamente de ser descontado a todos os docentes que vincularam desde 2010 (apenas ocorreram vinculações a partir de 2013).

Assim, alguém com 20 anos de serviço prestado teria de ter descontado este tempo e apenas seriam considerados 12 anos, 7 meses e mais qualquer coisa para efeitos de carreira.

Este docente teria de ser reposicionado no 4º escalão, índice 218, passando, no entanto, por um escalão onde seria necessário a obrigatoriedade de aulas assistidas, mas onde não existem quotas para progressão.

Já um docente com um tempo de serviço para efeitos de progressão na carreira que lhe permitisse ser reposicionado no 5º escalão e pelo facto do 4º escalão ter quotas para progressão, julgo que nesse caso o docente teria de permanecer um ano nesse escalão para, juntamente com os restantes docentes, progredir ao 5º escalão não usando vantagem de ter um tempo de serviço superior e integrar as absurdas quotas.

O mesmo deveria acontecer para alguém que tivesse um tempo de serviço de carreira que lhe permitisse passar directamente para o 7º escalão (será difícil haver alguém nestas condições, mas é possível que exista). As quotas do 4º e 6º escalões devem ser um travão temporário para o reposicionamento de quem tem tempo de serviço para os ultrapassar, apenas para manter uma situação de igualdade de tratamento perante todos os docentes.

A única ultrapassagem que existe prende-se com o facto de ter desaparecido o índice 151 como o início da carreira passando a ser a partir dessa altura o índice 167 que teve a sua eficácia total a partir do dia 1 de Janeiro de 2011.

Mas isso foi porque a carreira modificou-se de uma forma que penalizou quem nela já estava.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/sobre-o-reposicionamento/

E o Reposicionamento dos Docentes Que Ingressaram no Quadro?

A parte mais fácil da governação na educação está a caminhar com decisões já tomadas e com outras a serem tomadas em breve.

Quase todas sem custos, mas que mudam bastante as más decisões do passado recente.

A parte mais difícil será repor a justiça onde implique custos financeiros.

Já em Agosto dei conta de uma resposta do Provedor de Justiça sobre a reposição dos docentes contratados que vincularam, no escalão a que tinham direito e disse que o próximo governo teria de resolver este problema.

Aqui apresentei a conclusão do documento da provedoria de justiça que refere que o impedimento da reposição não se deve aos sucessivos orçamentos, mas sim por ausência da portaria que regulamentava essa reposição.

Já temos novo governo!

E agora disponibilizo todo o documento da provedoria de justiça para os novos Ministros da Educação e das Finanças resolverem o problema criado desde 2010 (ainda do tempo de Isabel Alçada e prolongado por toda a era de Nuno Crato).

Aqui pode ser descarregado no formato pdf

Aguardo que as decisões mais difíceis sejam tomadas para poder fazer uma avaliação deste novo Ministério da Educação.

 

provedor_Página_1 provedor_Página_2 provedor_Página_3 provedor_Página_4 provedor_Página_5 provedor_Página_6

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/e-o-reposicionamento-dos-docentes-que-ingressaram-no-quadro/

Resumo da Semana 1 e Antevisão da Semana 2 (2º Período)

Começaram a crescer os horários em concurso na Contratação de Escola por ter terminado a Reserva de Recrutamento.

Só a partir desta quinta-feira começaram a entrar mais horários por ter sido necessário verificar se algum docente do quadro estava sem colocação para estes horários pedidos.

 

SEMANA12P

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/resumo-da-semana-1-e-antevisao-da-semana-2-2o-periodo/

Só um PETeta se Surpreende

…por a PETetice desaparecer.

 

 

pateta

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/so-um-peteta-se-surpreende/

Editorial do Público

Tinha que ser assim? Não, não tinha

 

 

Mesmo que os exames tenham sido extintos com fundamento, porquê a meio do ano lectivo?

 

Continua de vento em popa, em sede parlamentar ou governamental, a demolição de um considerável lote de medidas da lavra do governo anterior. Há, até, algum atropelo nesse frenesim, como se o actual governo tivesse pouco tempo de vida e tivesse que apressar a “obra”. Na verdade não tem e, nalgumas áreas, mais valeria o tento do que a pressa. Por exemplo: no programa eleitoral do PS não era explícita qualquer vontade de pôr termo aos exames, fossem eles do 4.º, 6.º ou 9.º anos, referindo-se apenas (pág. 45), a vontade de “promover uma maior articulação entre os três ciclos do ensino básico, redefinindo progressivamente a sua estrutura de modo a atenuar os efeitos negativos das transições entre ciclos” e, após outras considerações gerais e vagas, a intenção de “reavaliar a realização de exames nos primeiros anos de escolaridade, prática sistematicamente criticada pelas organizações internacionais com trabalho relevante na área da educação, aprofundando a sua articulação com a avaliação interna.” Muito bem. Pois mal tomou posse, o governo de António Costa aboliu os exames nacionais de Português e Matemática do 1.º ciclo do Básico, aprovando em seguida a Assembleia da República (AR) a extinção da muito criticada prova de avaliação dos professores, a PACC.

Ontem, menos de 24 horas depois de ter recebido um parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE), aliás pedido pela AR, favorável à continuação dos exames do 4.º e 6.º anos, ainda que revistos nos seus moldes actuais, o Ministro da Educação veio anunciar a sua extinção, e já no corrente ano lectivo. Medida acertada, dirão muitos. Mas apressada, dirão outros. É que, sem discutir agora a justeza de tal abolição ou os argumentos que lhe serviram de base, e que têm vindo a ser repetidos por muitos professores desde que Nuno Crato os instituiu, não se entende o que levou o ministério ao anúncio de tal medida sem que tenha havido um período, por mínimo de fosse, de discussão mais alargada (“poupou” trabalho à AR, que ia discutir uma proposta do PCP para acabar com tais exames) com os vários intervenientes. Alguns já pressentiam tal medida, mas os pormenores só foram conhecidos com o anúncio ministerial (a substituição dos exames por provas de aferição mas em diferentes períodos, no 2.º, no 5.º e no 8.º anos). Sobretudo, não se entende por que tal medida, junto com outras que venham ser tomadas (e mais virão, certamente), não foi aplicada apenas no próximo ano lectivo, mas neste, que já vai a meio. Pressa? Descontrolo?

No tempo de Crato também se substituíram precipitadamente programas, levantando naturais celeumas. Aliás, não só no tempo dele: nos últimos 16 anos, o regime de avaliação dos alunos já mudou mais de 20 vezes, o que diz muito das nossas “certezas” quanto ao rumo da educação e ao valor da sua estabilidade em bases sólidas e não casuísticas. Medidas avulsas não resolvem crise alguma. Tinha que ser assim? Não, não tinha. Segurança e prudência obrigariam a outro nervo. Que se calhar não há.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/editorial-do-publico-2/

“Animação, hoje é sexta!” (e por falar em exames…)

Boa noite e já que este é o primeiro post do ano na rubrica “Animação, hoje é sexta”, bom ano 2016 para todos!

Pois bem, o que tinha já preparado para iniciar este 2016 aqui pelo blog, com o “ir ao báu” dos clássicos de animação de Walt Disney, ficará para a próxima semana. Hoje… bem, hoje é mais adequado um filme sobre EXAMES… Sim, exames, pode ser?

O filme que vos deixo é Entrance Exam (Exame de acesso) e foi realizado em 2013 pelos chineses Boqing Tang e Xiaolan Zeng explorando a técnica de animação 3D. realizaram este filme em casa, utilizando 5 computadores e num tempo record de 15 meses.

A história é simples: são 3 pequenos ratos que se esforçam em vários desafios que são um EXAME para entrarem na Escola de Taoísmo…

A não perder!

Volto para a semana com os prometidos clássicos dos anos 1920 de Walt Disney.

Bom fim de semana!

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/animacao-hoje-e-sexta-e-por-falar-em-exames/

Os Exames de 9º Ano

São os únicos que continuam dentro do Ensino Básico.

 

No final do ensino básico (9.º ano) são realizadas provas finais nas disciplinas de português e de matemática, no regime em que decorrem desde 2005.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/os-exames-de-9o-ano/

Viva a República, Viva a Independência

… o corpo de Deus e todos os santos.

 

Voltaram os 4 feriados.

 

feriado

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/viva-a-republica-viva-a-independencia/

Provas no Lugar e no Sítio Certo

  • Em 2015/2016, as provas de aferição do 2.º e do 5.º anos são realizadas na última semana de aulas e as do 8.º ano, após a última semana de aulas, em datas compatíveis com o restante calendário de avaliação externa.
  • As provas do 2.º ano de escolaridade serão, por regra, realizadas nas escolas dos alunos, em situação habitual de sala de aula, aplicadas pelos seus professores.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/provas-no-lugar-e-no-sitio-certo/

Provas de Aferição Já em 2015/2016 para o 2º, o 5º e o 8º Ano

E ficam assim os alunos do 4º e 6º ano livres de qualquer prova este ano lectivo.

 

Não vai ser fácil mentalizar os alunos para estas voltas todas.

 

2. Os processos de aferição realizam-se antes da conclusão de cada ciclo, de modo a poder agir atempadamente sobre as dificuldades detetadas.

No 2.º ano (1.º Ciclo);

No 5.º ano (2.º Ciclo);

No 8.º ano (3.º Ciclo).

 

A aferição abrange todas as áreas do currículo de modo a contrariar o estreitamento curricular:

  • No 2.º ano de escolaridade o processo de aferição abrange todas as áreas do currículo.
  • Em 2015/2016, uma prova incide sobre Português e a outra sobre Matemática, apresentando as duas uma componente de Estudo do Meio.
  • Em 2016/2017, a aferição já incluirá a área das Expressões.
  • No 5.º e no 8.º anos de escolaridade, em 2015/2016, são realizadas duas provas de aferição, nas disciplinas de Português e de Matemática. A partir de 2016/2017, as provas de aferição do 5.º e do 8.º anos de escolaridade incidirão, rotativamente, sobre outras áreas do currículo, prevendo-se também, em algumas disciplinas, a inclusão de situações práticas nos instrumentos de avaliação.
  • São, assim, descontinuadas as provas finais de ciclo do 4.º ano, do 6.º ano e é suspenso o teste de inglês PET (Preliminary English Test).

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/provas-de-afericao-ja-em-20152016-para-o-2o-o-5o-e-o-8o-ano/

A PETetice é SUSPENSA

Ler o documento integrado de avaliação clicando na imagem.

 

 

pet

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/a-petetice-e-suspensa/

Aposta Para Hoje

… para 60 milhões de euros.

Não sei se se têm apercebido que os números fixos têm sido o 6 e o 10 e que no passado sorteio saíram nos 5 números e nas 2 estrelas estes dois números.

Foi pena dois outros números terem saído ao lado.

Mas hoje saem este todos.

 

euromilhoes 8 janeiro

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/aposta-para-hoje-59/

Agenda Parlamentar Para Hoje

Quase tudo temas de interesse dos professores e das escolas.

E começa logo com o restabelecimento dos feriados.

 

Reunião Plenária
DIA 8 janeiro (sexta-feira) | HORA 10:00
10:00 Horas
ORDEM DO DIA
1- Projeto de Lei n.º 8/XIII/1.ª (PCP)

Reposição dos feriados nacionais retirados

Projeto de Lei n.º 3/XIII/1.ª (PS)

Restabelece os feriados nacionais da Implantação da República, a 5 de Outubro, e da Restauração da Independência, a 1 de Dezembro

Projeto de Lei n.º 20/XIII/1.ª (PEV)

Restitui os feriados civis obrigatórios eliminados (Alteração ao Código de Trabalho aprovado pela Lei 7/2009, de 12 de fevereiro, alterado pelas Leis n.ºs 105/2009, de 14 de setembro, 53/2011, de 14 de outubro, 23/2012, de 25 de junho, 47/2012, de 29 de agosto, 69/2013, de 30 de agosto, 27/2014, de 8 de maio e 55/2014, de 25 de agosto)

Projeto de Resolução n.º 8/XIII/1.ª (PSD e CDS-PP)

Revisão prevista da suspensão dos feriados religiosos e correspondentes feriados civis

Projeto de Lei n.º 33/XIII/1.ª (BE)

Restabelecimento dos feriados nacionais suprimidos

Projeto de Resolução n.º 51/XIII/1.ª (PCP)

Revisão da suspensão dos feriados religiosos

Projeto de Resolução n.º 55/XIII/1.ª (BE)

Restabelecimento de feriados suprimidos

Projeto de Resolução n.º 63/XIII/1.ª (PEV)

Recomenda ao Governo a revisão do acordo com a Santa Sé para a restituição dos feriados religiosos

Tempos:

5 minutos a cada Grupo Parlamentar

2- Projeto de Lei n.º 83/XIII/1.ª (BE)

Assegura a gratuitidade da conta base

Projeto de Lei n.º 92/XIII/1.ª (PCP)

Determina a obrigatoriedade de as instituições de crédito disponibilizarem uma conta de depósito à ordem padronizada, designada de “conta base”, e proíbe a cobrança de comissões, despesas ou outros encargos pelos serviços prestados no âmbito dessa conta

 

Tempos cada
GOV e PSD 3 m
PS 3 m
BE* 3 m
CDS-PP 3 m
PCP* 3 m
PEV 3 m
PAN 1 m

*O BE e o PCP, como autores das iniciativas, dispõem de mais um minuto.

3- Petição n.º 521/XII/4.ª

Da iniciativa do Sindicato Nacional dos Professores Licenciados pelos Politécnicos e Universidades (SPLIU) -Solicitam a criação de um regime especial de aposentação para os educadores de infância e professores dos Ensinos Básico e Secundário

Tempos:

3 minutos a cada Grupo Parlamentar

4- Petição n.º 523/XII/4.ª

Da iniciativa de Vânia Marisa Santos Azinheira e outros – Solicitam a alteração das metas curriculares do 1.º Ciclo

Projeto de Resolução n.º 62/XIII/1.ª (PCP)

Suspensão das metas curriculares e abertura de um processo de debate para a definição de objetivos para uma real e profunda reforma curricular

Tempos:

3 minutos a cada Grupo Parlamentar e ao Governo

5- Petição n.º 528/XII/4.ª

Da iniciativa da Federação Nacional de Professores (FENPROF) – Moralizar a utilização de dinheiros públicos. Pôr fim aos privilégios do ensino privado. Em defesa da escola pública de qualidade (Região Norte)

Petição n.º 531/XII/4.ª

Da iniciativa da Federação Nacional de Professores (FENPROF) – Moralizar a utilização de dinheiros públicos. Pôr fim aos privilégios do ensino privado. Em defesa da escola pública de qualidade (Região do Alentejo)

Projeto de Resolução n.º 56/XIII/1.ª (BE)

Racionalização dos contratos de Associação com o ensino privado garantido a proteção da escola pública

Projeto de Resolução n.º 61/XIII/1.ª (PCP)

Por uma Escola Pública que cubra as necessidades de toda a população

Tempos:

3 minutos a cada Grupo Parlamentar e ao Governo

6- Votações regimentais às 12 horas
DOCUMENTOS ANEXOS:
Guião de votações

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/agenda-parlamentar-para-hoje/

Mas Assim…

… o SIPE desaparece.

 

Porque a sua função enquanto sindicato, é formar os professores para as BCE.

 

SIPE APRESENTA ALTERNATIVA À BCE

 

 

AH, Afinal não!

Porque a sua alternativa consiste no reforço da formação dos professores

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/mas-assim/

Parecer e Relatório Técnico: Avaliação das aprendizagens dos alunos no ensino básico

Parecer e Relatório Técnico: Avaliação das aprendizagens dos alunos no ensino básico

 

 

Parecer sobre Avaliação das Aprendizagens e Realização de Provas Finais no Ensino Básico

Relatório Técnico sobre Avaliação das Aprendizagens dos alunos no Ensino Básico

 

Parecer_Avaliação_7_-_janeiro

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/parecer-e-relatorio-tecnico-avaliacao-das-aprendizagens-dos-alunos-no-ensino-basico/

Saiba Qual a Sobretaxa Aplicada a Cada Escalão

Saiba qual a sobretaxa aplicada a cada escalão: tabelas foram publicadas hoje

 

Agregados com dois titulares, casados ou não casados, com rendimentos mensais até 2000 euros pagarão menos 51,55% de sobretaxa

 

ncasado e casado
 
unico

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/saiba-qual-a-sobretaxa-aplicada-a-cada-escalao/

50 Professores e Educadores do ME Aposentados em Fevereiro de 2016

De acordo com a seguinte distribuição sexista, onde ainda é feita uma separação por género.

Mas o mal é do próprio Diário da República que separa o género, não meu ok?

o Aviso com as aposentações do mês de Fevereiro encontra-se aqui.

 

Fevereiro 2016

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/50-professores-e-educadores-do-me-aposentados-em-fevereiro-de-2016/

Evolução da Mobilidade Interna Até à RR16

Após a Reserva de Recrutamento 16 (lembro que as reservas de recrutamento após 31 de Dezembro saem apenas para os docentes dos quadros) ainda existem 85 docentes dos quadros por colocar.

Como se devem ter apercebido, apenas a partir de hoje começaram a surgir em abundância horários em contratação de escola. E isto porque os pedidos das escolas devem em primeiro lugar passar pela reserva de recrutamento para verificar se existem docentes dos quadros por colocar.

É justo, mas em muitos grupos de recrutamento e QZP isso é praticamente inútil e só vai atrasar a colocação dos professores nas turmas que estão sem professor.

Veja-se o quadro 2 e verifique-se que há grupos de recrutamento que nunca tiveram docentes sem componente lectiva e outros que desde a reserva de recrutamento 2 ou 3 já não têm docentes por colocar.

Bastava que que a DGAE fizesse uma lista de grupos de recrutamento e QZP onde estão docentes por colocar e não permitisse que esses horários entrassem directamente em contratação de escola. Quanto aos restantes, acho que não vale a pena andarem a atrasar as colocações para se passar por um processo inútil.

 

Dos Colocados

 

MIRR16

Dos Não Colocados

 

MINCRR16

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/evolucao-da-mobilidade-interna-ate-a-rr16/

Reserva de Recrutamento 16

E a partir de agora já devem aparecer mais horários em contratação de escola.

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação e Retirados e Lista de Colocação Administrativa de Docentes de Carreira – 16ª Reserva de Recrutamento 2015/2016

 

Mobilidade Interna – ano escolar de 2015/2016

Lista definitiva de retirados – Consulte

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/reser-de-recrutamento-16/

30 Milhões

… de visualizações do blogue desde 12 de Dezembro de 2010, data em que o blogue passou para este novo domínio.

Nestes 1.852 dias foram deixados 92.070 comentários a 10.472 artigos.

 

 

30 milhoes

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/30-milhoes/

Sindicatos e Directores Com Versões Diferentes Sobre a Lista Graduada

FNE quer definir já contratação de professores: “O tempo está a ficar curto”

 

 

Opinião diferente tem associação nacional directores de escolas, que faz apelo ao ministro da Educação: há tempo para promover um debate nacional sobre como escolher os melhores professores, antes de tomar uma decisão.

 

 

1023614

 

 

Como fazer chegar os professores mais adequados às salas de aula é assunto sobre o qual directores dos estabelecimentos de ensino e sindicatos têm ideias diferentes. Mas todos se congratulam com o fim da Bolsa de Contratação de Escolas (BCE) anunciado pelo Governo. Agora é preciso definir o que se segue e “o tempo está a ficar curto”, para que tudo corra bem na preparação do próximo ano lectivo, avisa João Dias da Silva, secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE). O sindicalista avança desde já a ideia central que levará para as negociações com o ministério de Tiago Brandão Rodrigues, que ainda não têm data marcada: “No nosso país o único modelo de colocação que dá confiança às pessoas é o da lista graduada nacional.”

Ou seja, os docentes devem ser todos escolhidos com base em critérios objectivos: tempo de serviço, nota final de curso e avaliação de desempenho — como de resto se aplica no concurso nacional que visa o preenchimento dos quadros das escolas, lembra Dias da Silva. A BCE, recorde-se, visava apenas contratar professores para “necessidades residuais” e temporárias das escolas.

A BCE foi um mecanismo criado em 2014 para preencher alguns lugares docentes nas escolas e agrupamentos que têm contratos de autonomia com o ministério e nas escolas integradas em Territórios Educativos de Intervenção Prioritária. Este mecanismo permitia-lhes escolher o perfil do professor a contratar, em função do seu projecto educativo.

“Uma escola poder colocar 2 ou 3 dos seus professores com autonomia é insignificante. Qual é o director que diz que se sentiu mais autónomo por causa da BCE?” — questiona João Dias da Silva.

Filinto Lima, presidente da Associação Nacional Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas responde com outra pergunta: “A lista graduada nacional é a solução para termos nas escolas os melhores professores?” Acredita que não.

Mas sobretudo, este representante dos directores escolares, pede ao ministério que antes de decidir o que quer que seja promova um debate nacional. “Estamos em Janeiro. Estamos a tempo. Estamos a falar de um dos aspectos mais importantes do sistema educativo: a escolha dos professores. A verdadeira autonomia era as escolas escolherem com base no currículo e em entrevistas e ponto final. Mas sei que estamos longe de conseguir fazer isso.”

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/sindicatos-e-directores-com-versoes-diferentes-sobre-a-lista-graduada/

9 Anos e 4 Meses Será o Tempo Congelado Até Final de 2017

Como em breve vai ser discutido com as organizações sindicais o Orçamento de Estado para 2016 e pelos vistos também faz parte dessa reunião o congelamento das carreiras (progressões) da Administração Pública, é bom relembrar que caso apenas seja descongelada a carreira da Administração pública em 1 de Janeiro de 2018, todos os trabalhadores nessa altura estarão congelados para efeitos de progressão 9 anos e 4 meses.

No caso dos docentes, para além de terem a sua progressão condicionada ao tempo de serviço, têm também a sua avaliação condicionada a essa progressão, não se passa o mesmo para quem é avaliado pelo SIADAP que vai amealhando pontos para uma futura progressão.

Os 9 anos e 4 meses de serviço são para muitos docentes dos quadros já mais de metade de todo o seu tempo de serviço na Administração Pública.

Se vai ser discutida a progressão nas carreiras e o congelamento dessas progressões é bom que alguém se lembre de recuperar todo o tempo de serviço congelado para um futuro próximo.

Já nem falo de ser entregue todo esse tempo de uma só vez, mas de forma faseada.

Se porventura por cada ano de serviço fosse recuperado uma percentagem do tempo perdido seria feita a reposição desta injustiça criada a quem trabalhou e suportou este período de crise.

Fica o desafio.

 

financas

 

 

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/9-anos-e-4-meses-sera-o-tempo-congelado-ate-final-de-2017/

Divulgação – Acredita Portugal

Divulgo um concurso que ensina qualquer pessoa a transformar a sua ideia num negócio viável, mesmo que não tenha qualquer formação em empreendedorismo ou gestão.

Quem sabe se não vos pode ser útil.

O site do Acredita Portugal é este e a inscrição para o concurso está na imagem seguinte.

 

Banner_Site_01

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/divulgacao-acredita-portugal/

Fim da BCE Também Confirmado pelo Diário de Notícias

Apenas espero que não exista vontade de voltar ao tempo das entrevistas e dos critérios manhosos para substituir a BCE.

aqui dei a minha opinião sobre este e outros concursos.

Se o Ministro da Educação quer fazer de facto algo mais rápido e eficaz então deve ter um único concurso em funcionamento, e o melhor de todos é sem dúvida alguma a Reserva de Recrutamento a funcionar durante todo o ano lectivo.

 

 

Bolsa de Contratação de Professores acaba este ano letivo

 

 

ng5565643

 

 

O Ministério da Educação e da Ciência confirma que, no próximo ano letivo, já não se irão realizar os polémicos concursos que causaram enormes problemas em 2014

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, prepara-se para dar sequência a mais uma exigência unânime dos sindicatos de professores, acabando com as Bolsas de Contratação de Escola (BCE).

A notícia foi avançada esta tarde pela Antena 1, tendo já sido confirmada pelo gabinete do ministro. Em resposta enviada ao DN, o Ministério da Educação considera que “este modelo claramente não funcionou”, lembrando que “a média de espera para contratação de um professor é de 21 dias”. Assim, acrescenta, ” é necessário encontrar um modelo mais eficaz, em sede negocial, de modo a, conforme o previsto no Programa de Governo, valorizar a função docente”.

As Bolsa de Contratação de Escola (BCE) foram lançadas, em 2014, pelo então ministro Nuno Crato e – paradoxalmente – tinham como objetivo dar resposta às queixas dos representantes dos professores, que acusavam os diretores de escolas com contrato de autonomia ou estatuto de Território Educativo de Intervenção Prioritária (TEIP) de fazerem concursos à medida dos docentes que pretendiam recrutar para os seus estabelecimentos, definindo critérios de prioridade como ter dado aulas no estabelecimento no ano anterior.

A intenção era juntar todas as vagas das escolas TEIP e com autonomia – cerca de 300 agrupamentos – numa única listagem, à qual concorriam todos os interessados. Essa lista, à qual os professores podiam concorrer a partir de julho, combinava os critérios das chamadas listas graduadas (antiguidade, nota final de curso e avaliação de desempenho), usados pelos restantes 600 agrupamentos nos concursos nacionais, com um leque de outros critérios, definidos pelo Ministério, do qual as diferentes escolas podiam escolher os que mais se adaptavam às suas necessidades.

Mas tudo correu mal no modelo. Em primeiro lugar, um erro na fórmula matemática que combinava os indicadores das listas graduadas e os critérios específicos – erro esse que o Ministério inicialmente não assumiu – adulterou as listas de colocações, com alguns docentes a ultrapassarem outros que estavam centenas de posições à sua frente. Em consequência, Nuno Crato teve de suspender as listagens, anular a colocação de professores que já estavam a dar aulas e, com o ano letivo em curso, refazer todas as contas.

Seguiu-se outro problema – este, causado não por um erro matemático mas pela própria conceção da BCE: casos de professores que chegaram a ser colocados em mais de uma centena de vagas diferentes, em escolas de todo o país; e casos de vagas que foram atribuídas a uma dezena de professores diferentes.

O resultado de tudo isto foi o atraso na colocação de centenas de professores, o que deixou largos milhares de alunos sem algumas aulas – nos casos de professores do do primeiro ciclo, sem todas – durante mais de dois meses. Nuno Crato acabou a pedir “desculpas” no Parlamento e a aceitar a demissão de um diretor-geral do Ministério.

Este ano, já sem o erro matemático e com um estratégico adiamento de duas semanas na habitual data de regresso às aulas, a BCE causou menos problemas. Mas continua a causar demasiados para ser considerada viável.

A esperança dos sindicatos é que passem a existir apenas os concursos nacionais, abrangendo todas as escolas, mantendo-se apenas, para casos residuais, as chamadas contratações de escola.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/fim-da-bce-tambem-confirmado-pelo-diario-de-noticias/

Fim da BCE?

Governo vai acabar com a polémica Bolsa de Contratação para as escolas

 

Governo vai acabar com a polémica Bolsa de Contratação para as escolas

 

O Ministério da Educação confirmou à Antena 1 que vai anular, no próximo ano lectivo, a bolsa de contratação de escolas.

 
O modelo que foi colocado em prática pela anterior governação e apadrinhado pelo ex-ministro Nuno Crato gerou muita polémica, em Setembro, tendo mesmo levado o ministro a pedir desculpas, no Parlamento, aos professores pelo alegado erro informático dos serviços do ministério

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/fim-da-bce/

Em Ano Bissexto

… calha bem haver mais 4 feriados.

 

 

Feriados religiosos repostos este ano

 

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, anunciou esta terça-feira que os feriados religiosos serão repostos este ano, ao mesmo tempo que os feriados civis.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/em-ano-bissexto/

Da Caducidade de Contrato de 2015

Não se esqueçam que quem cessou contrato até 31 de Agosto de 2015 e não foi colocado até ao dia 31 de Dezembro de 2015 adquire o direito ao pagamento da caducidade de contrato referente ao ano lectivo 2014/2015.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/da-caducidade-de-contrato-de-2015/

Aposta Para Hoje

Para licitarmos um centro escolar prós lados de Alcobaça.

 

 

euromilhoes 5 janeiro

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/aposta-para-hoje-58/

Regresso ao Passado

Lugar de onde provavelmente não deveríamos ter saído.
 

Governo propõe provas de aferição e um só exame no ensino básico

 

brandao

 

Porém, o PÚBLICO soube que a apresentação do novo modelo será entre quarta e sexta-feira e que a proposta passa por um meio-termo entre o que existe e aquilo que defendem os outros partidos de esquerda na Assembleia da República. Depois de ter sido decidido o fim do exame nacional do 4.º ano, PCP e BE querem acabar também com os exames do 6.º e do 9.º ano, mas a proposta do PS não chegará a tanto, prevendo abolir apenas os exames do final do 2.º ciclo do ensino básico.

O modelo desenhado pela equipa de Brandão Rodrigues trata o ensino básico como um todo, pelo que até ao 9.º ano passará a haver um sistema integrado, com aferição e avaliação, em que haverá somente um exame nacional, provavelmente no 9.º ano, e testes de aferição nos outros ciclos, designadamente no 4.º e 6.º anos.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/regresso-ao-passado/

Opinião de Carlos Gomes Sobre a Disciplina de EVT

Porque se deve RECOLAR EVT NO CURRÍCULO do Ensino Básico?

 

evt

A Educação Visual e Tecnológica – uma utopia adiada?
Vivemos numa época aberta a múltiplas experiências, no campo da Arte, da Tecnologia e da Ciência. A época moderna, sendo poli-estilística, manifesta-se através das mais diversas tendências estéticas. Tal circunstância predispõe-nos para a descoberta de diversificadas formas de expressão.

A EVT é o último elo de uma evolução histórica das Artes e dos Ofícios como disciplinas curriculares e o ponto de encontro com as tendências do ensino artístico das ultimas décadas.

A EVT proposta na reorganização curricular dos ano 90 com pressupostos na psicologia sobre a percepção, no Gestaltismo e nos estudos de Piaget, consubstanciada numa didáctica focada em aprendizagens significantes para os alunos, surgia com um carácter ideológico de estruturação curricular de tendência científica da educação no campo da arte e da tecnologia e fez o seu caminho durante 20 anos.

Com cRATO desbaratou-se a ideia integradora de EVT e ao fazê-lo perdeu-se a exploração sensorial e as práticas experimentais das possibilidades físicas do material e sua transformação: o que é resistente e o que é frágil; o que é redondo e o que é anguloso; o que é flexível e o que é rígido; o que é estático e é ou pode ser dinâmico.
Ao percepcionar a consistência, o peso, a forma, a cor, o movimento do objecto, a criança adquire um conhecimento global que motiva e enriquece a expressão pessoal, que se revela em tudo o que faz e experimenta.
Ao manipular objectos, a criança não só explora relações lógicas de causa e efeito, e de forma e função, como põe em prática as explorações plásticas que utilizam intencionalmente os elementos visuais em articulação com os instrumentos específicos do mundo técnico e da acção sobre ele.

A EVT deve portanto ser equacionada num novo currículo e no Tempo Novo que se perspectiva!

CG

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/opiniao-de-carlos-gomes-sobre-a-disciplina-de-evt/

55 Docentes Cumprem a Regra da Norma Travão

Do primeiro estudo que fiz aqui onde verifiquei existirem 124 docentes colocados sucessivamente nos últimos 5 anos em horário completo e anual faltava verificar se tinham ficado colocados no mesmo grupo de recrutamento.

Com a ajuda do Davide Martins foi feita uma análise cuidadosa de todos eles e conclui-se que apenas 55 desses docentes tinham ficado colocados no mesmo grupo de recrutamento ao longo desse 5 anos lectivos.

 

55

 

Os nomes desses professores e o QZP onde abrem a vaga consta do documento seguinte.

 

55 nomes

Este estudo esta mais correcto que o anterior, mas pode ter ainda falhas, nomeadamente nos docentes que foram colocados em BCE e que não se encontram em listas tornadas públicas.

Se quiserem rectificar alguma informação podem fazer aqui na caixa de comentários.

 

NOTA: artigo editado em 05/01/2016 para corrigir um erro referente aos colocados em 2013/2014 na contratação inicial, mas que o foram em horário temporário e não em horário anual.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/55-docentes-cumprem-a-regra-da-norma-travao/

Assim Espero

Mas quem mais agradece são os alunos que estão cansados de um currículo centrado quase em exclusivo no Português e na Matemática.
mw-860 (3)

Em vez de falar nas disciplinas “fundamentais” como a Matemática e o Português, como fazia muito Nuno Crato, insistiu na importância de “competências transversais”, das “artes, do desporto e das ciências experimentais”.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/assim-espero/

Surreal

Centro Escolar de Alcobaça penhorado pelo fisco

 
alcobaça

 

O Centro Escolar de Alcobaça foi posto à venda pelas Finanças por 970 mil euros, para executar uma dívida de IVA, mas empresa municipal gestora assegura que a dívida vai ser paga e que o equipamento não será leiloado.

Um leilão eletrónico publicado na página da Autoridade Tributária e Aduaneira anuncia a venda do centro escolar por um preço base de 970.994,50 euros e estabelece o dia 29 de janeiro como data para a abertura das propostas dos interessados em adquirir o imóvel, avaliado em 2.774.217 euros.

Em causa está, segundo o presidente da empresa municipal Cister-Equipamentos SA, Hermínio Rodrigues “a execução de uma dívida de IVA [Imposto sobre o Valor Acrescentado], no valor de 246 mil euros, referentes aos anos de 2013 e 2014”.

Porém, afirmou o também vice-presidente da autarquia de Alcobaça, a dívida da empresa executada “vai ser paga ainda esta semana” e o município está convicto de que o leilão não se irá realizar.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/surreal/

Até Final da Semana Teremos uma Proposta do Novo Modelo de Avaliação dos Alunos

Brandão Rodrigues anunciou ainda que o Governo se prepara para apresentar, até ao final desta semana, um novo modelo de avaliação. “Teremos uma solução integrada de avaliação e aferição que chegará à comunidade educativa como um todo” e que não vai interferir com o funcionamento das escolas, disse, sem adiantar se este novo modelo será apenas para o 4.º ano ou se também envolve o 6.º e 9.º.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/ate-final-da-semana-teremos-uma-proposta-do-novo-modelo-de-avaliacao-dos-alunos/

Sobre o Regresso à Actividade Lectiva

Hoje, dia de regresso à actividade lectiva, deixo dois textos em destaque aqui no blogue. O primeiro de Paulo Guinote publicado no Jornal Público de hoje e o segundo de Alexandre Henriques publicado no seu Blogue, ComRegras.

 

O regresso

 

Regresso porque, acima de outras razões, há rostos que tenho prazer em reencontrar e porque há lutas que, nas aulas, ainda valem a pena.
 
 

Professores terminam interrupção letiva e começam interrupção familiar

 

Para quem na última semana conheceu o ComRegras, pode ficar a pensar que se trata de um blogue ao estilo “Cristinas Caras Lindas”, “Perdoa-me”, ou “Quinta das Celebridades” na vertente melodramática… nada disso. As suas raízes são as questões disciplinares e a educação em geral, mas a componente emocional do professor é muitas vezes desvalorizada e em período de interrupção letiva justifica entrar um pouco nesse mundo. Quem quiser algo mais másculo, pode sempre sintonizar a Sic Radical e ver a WWE…

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/sobre-o-regresso-a-actividade-lectiva/

124 Docentes a Vincular em 2016

Existem pelo menos 124 docentes que em 31/08/2015 cumprem o requisito para a vinculação pela norma travão.

Estes 124 docentes ficaram colocados desde 2011/2012 em listas publicadas pela DGAE em horário completo e anual (falta-me a confirmação se todos ficaram colocados no mesmo grupo de recrutamento, mas à partida julgo que sim) nas listas de final de Agosto (em 2014/2015 nas listas de dia 12 de Setembro).

Volto a referir que existem docentes colocados no grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica que podem estar a cumprir o 5º contrato anual, mas que por ausência de listas até há dois anos não me é possível verificar este grupo de recrutamento.

Também existem docentes que podendo ter sido colocados num destes anos em estudo em escola TEIP e/ou com Autonomia não é possível fazer essa verificação por ausência de listas públicas (em especial as listas deste ano lectivo).

O PDF com os 124 docentes que já identifiquei pode ser descarregado aqui.

E fica feito desta forma o primeiro estudo de 2016 que pode ainda vir a ser melhorado ao longo dos próximos tempos.

Falta-me verificar em que grupos e Zonas Pedagógicas estas vagas serão abertas.

 

124_Página_1 124_Página_2 124_Página_3

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/124-docentes-a-vincular-em-2016/

Vincularam 7560 Docentes Contratados Desde 2006

Por vezes questionam-me sobre o número de docentes que vincularam nos últimos anos e, sabendo eu os números aproximados, nunca os esquematizei antes num único quadro.

Por isso resolvi fazê-lo hoje a antecipar alguns artigos desta semana com alguns estudos para a vinculação de docentes contratados em 2016.

O quadro seguinte apresenta os números de docentes vinculados por grupo de recrutamento. Não se analisam as vinculações que foram conseguidas por recursos hierárquicos ou por decisões do tribunal.

Fiz uma separação destas vinculações pelos dois governos em funções nos anos que elas ocorreram.

Por muita critica justa que se faça ao governo que cessou funções, não se pode dizer que em período de contracção económica não tivessem vinculado mais docentes nesse governo do que no governo de José Sócrates que governou um mandato e meio.

António Costa para fazer melhor terá de olhar para estes números e superá-los.

Entre 2006 e 2015 vincularam 7560 docentes contratados.

VINCULAÇÕES 2006 a 2015

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/01/vincularam-7560-docentes-contratados-desde-2006/

Load more