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Aplicações Abertas Para a Aceitação e o Recurso Hierárquico

… até às 18 horas do dia 7 de Julho.

E quem não fizer a aceitação da colocação de ontem perde o lugar de quadro.

Aplicações

 

 

 

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Grau dos Docentes Candidatos ao Concurso Externo

Ao concurso externo anual/contratação inicial existem 56.749 candidaturas definitivas (excepcionam-se as que poderão entrar após o recurso hierárquico) e a distribuição dos candidatos por grupo de recrutamento e grau da sua formação inicial é a que se encontra no quadro seguinte.

Nas listas provisórias estavam validadas 56.149 candidaturas.
Grau

 

Retirando as candidaturas duplicadas existem 36.203 candidatos a este concurso.

 

36203

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Aposta Para Hoje

… para 24 milhões.

 

euromilhoes 1 de julho

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Nota Informativa da Publicação das Listas do Concurso Externo

Aceitação da colocação – 01 a 07 de Julho

Recurso Hierárquico – 01 a 07 de Julho

 

 

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/06/Nota_Informativa_ListasDefinitivas_CE.pdf”]

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As Vagas Abertas por QZP e os Colocados

…batem todas certas.

 

colocados e vagas

 

 

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Lista dos 100 Docentes Que Entraram no Quadro

99 docentes entraram pela primeira prioridade e apenas uma docente conseguiu o vínculo concorrendo na segunda prioridade.

 

 

100 colocados_Página_1 100 colocados_Página_2 100 colocados_Página_3

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Listas de Colocações do Concurso Externo Anual 2016

Publicitação das listas Definitivas de Ordenação, Exclusão, Colocação, Não Colocação, Desistências e Retirados do Concurso Externo – ano escolar 2016/2017

 

Publicitação das listas definitivas do Concurso Externo 2016/2017

 

Lista definitiva de Desistências – Consulte

Lista definitiva de Retirados – Consulte

 

Listas definitivas de Ordenação, Exclusão, Colocação, Não Colocação

100 – Educação Pré-Escolar Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
110 – 1º Ciclo do Ensino Básico Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
120- Inglês (1º Ciclo do Ensino Básico Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
200 – Português e Estudos Sociais-História Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
210 – Português e Francês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
220 – Português e Inglês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
230 – Matemática e Ciências da Natureza Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
240 – Educação Visual Tecnológica Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
250 – Educação Musical Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
260 – Educação Física Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
290 – Educação Moral e Religiosa Católica Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
300 – Português Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
310 – Latim e Grego Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
320 – Francês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
330 – Inglês Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
340 – Alemão Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
350 – Espanhol Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
400 – História Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
410 – Filosofia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
420 – Geografia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
430 – Economia e Contabilidade Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
500 – Matemática Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
510 – Física e Química Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
520 – Biologia e Geologia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
530 – Educação Tecnológica Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
540 – Eletrotecnia Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
550 – Informática Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
560 – Ciências Agropecuárias Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
600 – Artes Visuais Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
610 – Música Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
620 – Educação Física Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
910 – Educação Especial Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
920 – Educação Especial Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação
930 – Educação Especial Ordenação Exclusão Colocação Não Colocação

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Sobre a Caducidade de Contrato em 2016

Surgem muitas dúvidas em 2016, agora que os contratos estão a terminar, para saber se os professores contratados têm direito à caducidade de contrato.

Sim, têm.

A norma que impedia o pagamento da caducidade de contrato em 2015, no final do contrato, surgiu com o Orçamento de Estado para o ano 2015 e apenas no caso de não ser colocado até ao final do 1º período de 2015 é que teria direito a essa compensação.

Com a publicação do Orçamento de Estado para 2016 essa norma desaparece. Podem dar conta disso aqui.

E para esclarecer definitivamente o assunto, publico um e-mail enviado a uma escola, que o Assistente Técnico deu conta no seu blogue e que o passo a transcrever.

 

 

Exmo. Senhor Diretor

Em referência ao vosso e-mail de XX.XX.XXXX, cumpre-nos informar V.Ex.ª que deve verificar em qual das situações se enquadra a docente:

1 – Um docente que tenha obtido colocação no ano letivo 2015/2016, na sequência de ter obtido também colocação no ano letivo de 2014/2015 e que cesse funções ainda em 2015 não tem direito à compensação pelo contrato celebrado em 2014/2015.

2 – Um docente que tendo obtido colocação em 2014/2015 e tenha obtido colocação em 2015/2016 e cesse funções durante o ano de 2016, tem direito à compensação do 2º contrato, mas não tem direito à compensação do 1º contrato 2014/2015.

Com os melhores cumprimentos,

Lourdes Curto

Diretora de Departamento do DGRH

 

 

Não existe qualquer dúvida que a caducidade de contrato volta a ser um direito dos professores contratados e que para qualquer contrato do ano lectivo 2015/2016 que cesse em 2016 há o direito ao pagamento dessa compensação.

 

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Segundo a Opinião dos Leitores, as Listas Saem Amanhã

E não costumam falhar.

Mas, muito próximo daqueles que só acreditam que seja na próxima semana.

sondagem listas

 

 

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Estatísticas da Educação 2014/15 – Principais resultados relativos ao Ensino Superior

Clicar na imagem para ler a síntese sobre os principais resultados relativos ao Ensino Superior também publicado hoje à tarde na página da DGEEC, na sequência da publicação do relatório Estatísticas da Educação 2014/2015.

 
superior

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Blogosfera – O Meu Quintal

Muito bom.

Acresce a este belo texto do Paulo Guinote a informação que tenho que há escolas que vão arrumar para canto as pautas de final de período.

Sim, isso mesmo.

A partir de 2016/2017 o sucesso está garantido.

 

Portefólio

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Número de Docentes em 2014/2015 por Grupo de Recrutamento

Resumo geral do número de docentes no ensino Público em 2014/2015, considerando já as Regiões Autónomas:

 

Educação Pré-escolar:  8.863

1º Ciclo: 25.033 

2º Ciclo: 20.927

3º Ciclo/Secundário: 65.949

Total: 120.772

 

0 pré 1 ciclo

 

grupos 2 ciclo publico grupos 3 ciclo publico

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Número de Docentes em 2014/2015 (Quadro/Contratados)

Este relatório é o único que me permite verificar o número de docentes que exercem funções no sistema de ensino fazendo a separação entre docentes do quadro e docentes contratados.

Como se verifica nos dados de 2014/2015 é na zona da Área Metropolitana de Lisboa onde existe a maior percentagem de docentes contratados.

Em todos os sectores de ensino existem mais de 25% de professores contratados que estiveram a trabalhar em 2014/2015 nessa zona.

 

 

0 pré 1 ciclo 2 ciclo 3 ciclo sec

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Estatísticas da Educação 2014/2015

Clicar na imagem para ver o estudo da Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência publicado hoje aqui.
estudo

 

Quadro síntese do número de alunos em 2014/2015 por sector de ensino no ensino Público e Privado.

Apenas no ensino privado existiu um crescimento do número de alunos no ano lectivo 2014/2015, algo que deverá baixar em 2016/2017 com toda a certeza.

EE2015___Breve_s_ntese_de_resultados___Q

 

BREVE SÍNTESE DE RESULTADOS

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Opinião de Santana Castilho

Um ministro errante

 
 

Enquanto assistimos ao erro e à errância, o que era urgente continua por fazer.

 
 

A discussão em torno do financiamento de novas turmas com contratos de associação ocupou a atenção da opinião pública nas últimas semanas. A contestação daí decorrente, desviando-nos de problemas mais importantes, acabou por ser favorável à imagem do Governo e ao errante ministro da Educação. Uso o adjectivo errante com o seu duplo significado: aquele que erra e aquele que vagueia sem rumo certo. Vejamos algumas justificações para o que digo, agora que a fase aguda da zaragata dos colégios acabou e o ano lectivo também.

Comecemos por este tema. Sobre a medida e a sua justiça pronunciei-me publicamente de modo claro e repetido. Mas uma medida destas não se toma no fim do ano, quando os colégios já tinham as inscrições em marcha. Tendo o grau de sensibilidade política que qualquer leigo mais atento conhece, não devia ter sido lançada porque uma secretária de Estado “teve a ideia”, como a própria candidamente narrou em entrevista à Visão. O efeito, facilmente previsível por quem conhecesse tentativas anteriores, tornava obrigatória uma estratégia de comunicação política que apresentasse ao país uma situação que só foi sendo conhecida porque outros colmataram a irresponsabilidade do Governo. O estudo, o único apresentado, feito à pressa e depois de a confusão estar em marcha, é frágil relativamente a algumas zonas, onde a redundância não é evidente. Foi lamentável ver António Costa acenar com compensações imorais e incumpríveis. PSD e CDS, procurando transformar o que é simplesmente justo num drama, acabaram protegendo o verdadeiro drama que foi a gestão amadora deste dossier por parte de Tiago Brandão Rodrigues.

Foi desastrosa a intervenção em matéria de avaliação de alunos. Com o ano lectivo já adiantado, tivemos, sucessivamente, três modelos, com o primeiro-ministro a ser desmentido pelo ministro e vice-versa e os dois a darem o dito por não dito. Com os deputados do PS a votarem contra o próprio programa do Governo. Sem se saber se governava o Governo, o parlamento ou o presidente da República. Impensável. Errado e errante.

As provas de aferição não são novidade no sistema. Já existiram e não provaram. O ministro fez mal ao recuperá-las. E fez pior ao colocá-las em anos que não são de final de ciclo, decisão difícil de compreender. Com a sua atitude insensata, interrompeu uma série estatística que vinha de 2001 e que permitia, apesar da indesejável precocidade dos exame do 4º ano, comparar resultados e tirar algumas ilações úteis para decisões pedagógicas informadas. Disse o ministro que, assim, os professores poderiam identificar os problemas dos alunos e intervir a tempo. Como se não fosse isso que a avaliação interna permitisse, assim as escolas tivessem recursos e autonomia para actuar. Mas sem coisa alguma em final de ciclo, como vai o ministro verificar, com a lógica que defende, se as intervenções a que se refere resultaram?

A preparação do próximo ano lectivo teve aspectos lamentáveis (regulação da dimensão das turmas com alunos com necessidades educativas especiais e determinação administrativa desumana das situações de carência de assistência médica). É certo que houve reconsideração. Mas a marca da errância e do erro, próprias de quem chegou ao cargo sem uma linha publicada ou uma ideia conhecida sobre Educação, não desapareceu. Outros aspectos, igualmente errados, acabaram consagrados no despacho 4-A/2016. É o caso das tutorias, anunciadas como se não existissem já, quando, em rigor, a situação piora: antes tínhamos uma hora semanal para cada aluno assistido; no próximo ano, a hora para cada aluno passa a 24 minutos. É o caso da alteração do mecanismo de atribuição de créditos horários que, na maioria dos casos, piora a situação existente. É o caso do prolongamento da duração do tempo de aulas, num sistema em que os alunos já tinham os tempos máximos de permanência na escola, por comparação com os parceiros europeus. É o caso desse logro em marcha, mistificação indizível para banir o insucesso escolar, de que pouco se fala (veja-se o meu artigo aqui publicado em 20/4/16).

Enquanto assistimos ao erro e à errância, o que era urgente continua por fazer. O agrupamento permanece como unidade orgânica de gestão, usurpando a identidade de cada escola. O modelo de gestão permanece inalterado, carente de democraticidade. A autonomia resume-se a um discurso que, de tão repetido, sem existência real, virou mantra de falsidade. Os quadros de pessoal continuam sem dimensão adequada às necessidades das escolas. Os programas disciplinares não foram expurgados dos milhares de metas sem sentido. As elevadas cargas curriculares, desajustadas relativamente ao desenvolvimento psicológico das crianças, não foram diminuídas. Permanece um estatuto de carreira docente insustentavelmente burocratizado, sem referencial deontológico, com um modelo de avaliação do desempenho obsoleto, inútil e inaplicável. Não se tocou na missão e na estrutura da Inspecção-Geral da Educação e Ciência.

Professor do ensino superior ([email protected])

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Evolução do Número de Docentes em Portugal por Idade

Para hoje está prevista a publicação por parte da DGEEC do relatório “Estatísticas da Educação 2014/2015”.

A antecipar essa publicação deixo aqui os números de docentes por faixa etária desde 2000/2001, retirado do relatório do ano passado, por sector de ensino, para se perceber como rapidamente a classe docente se encontra a envelhecer.

Em todos os sectores de ensino começam a desaparecer os docentes com menos de 30 anos de idade e existe uma tendência de crescimento da faixa etária acima dos 60 anos de idade.

No ensino secundário mais do que duplicou o número de docentes na faixa dos 50 aos 59 anos de idade e reduziu-se em vinte vezes o número de docentes com menos de 30 anos.

Olhar e analisar estes quadros serve para perceber que dentro de uma dezena de anos quase metade dos docentes em funções nas escolas estarão na aposentação ou próximo dela e que quando existir essa renovação os novos serão quase tão “velhos” como os que saíram ou vão sair.

 

 

0 Pré 1 ciclo 2 ciclo secundário

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Louvo

… todas as escolas e professores que durante estes últimos dias têm desenvolvido projectos para a Promoção do Sucesso Escolar com vista a assegurar um sucesso fictício dos alunos, e que não vão ter mais crédito de horas para implementar esses programas.

A única condição que o ME assegura são os créditos de horas atribuídos a cada escola que já foram antecipadamente anunciados no DOAL. Ou seja, menos horas que no ano passado para a maioria das escolas.

Tal como disse o Paulo Guinote, é fazer mais (sucesso) com menos (meios), mais uma vez.

E, infelizmente, eu vou-me divertindo com estas apresentações, porque as boas intenções que as escolas apresentam vão bater num poste verde, mas muito verde mesmo.

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Aposta Para Hoje

… para 15 milhões.

 

euromilhoes 28 junho

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Quem Assim Fala…

… não é gago.

Num município onde se transferiu competências, Águeda.

 

águeda

 

 

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Mobilidade para o exercício de funções inerentes à carreira especial de inspeção

IGEC: Mobilidade para o exercício de funções inerentes à carreira especial de inspeção

 

 

 

A Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) pretende propor, aos membros do Governo responsáveis, a designação de docentes da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, com vínculo de emprego público por tempo indeterminado e com experiência e competências profissionais em estudo e conceção de métodos e processos técnico-científicos, no âmbito da educação, para o exercício, em regime de comissão de serviço, de funções inerentes à carreira especial de inspeção, pelo período de um ano.

Para o efeito, informa-se que esta Inspeção-Geral aceita manifestações de interesse, apresentadas por docentes detentores do grau de mestre ou doutor em Ciências da Educação ou em domínio diretamente relacionado com a área científica que lecionem.

Informação complementar
  1. Legislação enquadradora: alínea d) do n.º 2 do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 170/2009, de 3 de agosto e do artigo 70.º do Decreto-Lei n.º 139-A/90, de 28 de abril, na sua redação atual;
  2. Código de grupos de recrutamento preferenciais: 100, 120, 220, 330, 500, 510, 520 e 910;
  3. Experiência profissional relevante: docentes com 15 ou mais anos de serviço docente efetivo e com desempenho de cargos nas estruturas de coordenação e supervisão ou de direção de turma;
  4. O número de postos de trabalho, dependente de apuramento em sede de mapa de pessoal, será definido no momento da formalização da proposta à tutela;
  5. Remuneração: a remuneração pelo exercício de funções em comissão de serviço é a correspondente ao lugar de origem, nos termos do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 170/2009, de 03 de agosto;
  6. Domicílio profissional: Lisboa, Porto ou Coimbra;
  7. A formalização da manifestação de interesse deverá ser remetida, até ao dia 1 de julho de 2016, por via eletrónica, para o endereço [email protected], acompanhada de curriculum vitae.

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Alguém de Lisboa Interessado em Acompanhar Inspectores?

IGEC: Mobilidade para o exercício de funções técnico-pedagógicas de acompanhamento da ação inspetiva

 

 

 

A Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) pretende propor, aos membros do Governo responsáveis, a requisição de docentes integrados na carreira com nomeação definitiva da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, para o exercício de funções técnico-pedagógicas de acompanhamento da ação inspetiva.

Para o efeito, informa-se que esta Inspeção-Geral aceita manifestações de interesse, apresentadas preferencialmente por docentes dos grupos de recrutamento 330, 430, 500 e 910.

Informação complementar
  1. Legislação enquadradora: artigo 67.º do Decreto-Lei n.º 139-A/90, de 28 de abril, na sua redação atual;
  2. Experiência profissional relevante: docentes com 15 ou mais anos de serviço docente efetivo e com desempenho de cargos nas estruturas de coordenação e supervisão ou de direção de turma;
  3. Formação pós graduada relevante nas seguintes áreas: Orientação educativa, Supervisão pedagógica e formação de formadores, Comunicação educacional e gestão da informação e Educação especial;
  4. O número de postos de trabalho, dependente de apuramento em sede de mapa de pessoal, será definido no momento da formalização da proposta à tutela;
  5. Remuneração: a remuneração pelo exercício de funções em requisição é a correspondente ao lugar de origem;
  6. Domicílio profissional: Lisboa;
  7. A formalização da manifestação de interesse deverá ser remetida, até ao dia 1 de julho de 2016, por via eletrónica, para o endereço [email protected], acompanhada de curriculum vitae.

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Um Calendário Escolar com 2 Semestres?

Não é a primeira vez que se fala na necessidade da mudança do calendário escolar de 3 períodos para 2 semestres.

A ANDAEP volta novamente a falar no assunto e FNE e FENPROF parecem estar de acordo com essa necessidade de mudança, não o assumindo ainda de forma clara.

Tendo em conta que o calendário escolar para 2016/2017 não foi auscultado previamente, fica assim adiado por pelo menos mais um ano a forma de organização do ano lectivo que continua feito em função do calendário religioso.

Faz sentido manter um calendário escolar dividido em 3 períodos ou a alteração para 2 semestres irá trazer melhorias?

Justifica-se 3 momentos de avaliação, ou apenas dois momentos são suficientes?

 

 

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Sondagem para a Data de Publicação das Listas de Colocações do Concurso Externo

Vamos entrar amanhã na semana onde a probabilidade de publicação das listas de colocações do concurso externo anual é enorme.

Lembro que a DGAE anunciou, ainda em Abril, que seria na primeira quinzena de Julho que seriam publicadas as listas de colocações ao concurso externo anual, e na próxima sexta-feira já entramos nessa quinzena.

Após a publicação das listas de colocações será anunciada a data para a manifestação de preferências à contratação para 2016/2017.

Fica aqui a sondagem para ver se acertamos na data de publicação destas listas.

 

 

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Novo Menu do Blogue – EMPREGO

Desde este fim de semana está activo uma nova funcionalidade aqui no blogue que pode ter alguma utilidade para quem por aqui vai passando.

 

Em parceria com a empresa Jooble, um motor de busca de empregos, foi criado um HTML específico para este blogue e que remete para diversas ofertas de emprego que se encontram em vários sites da especialidade com as palavras chave: Professor, Formador e Explicador.

Para aceder a este motor de busca já com as ofertas disponíveis basta irem ao menu EMPREGO na barra horizontal do blogue.

 

emprego

 

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Calendário Escolar 2016/2017

Despacho n.º 8294-A/2016 – Diário da República n.º 120/2016, 1º Suplemento, Série II de 2016-06-24

 

 

Educação – Gabinetes da Secretária de Estado Adjunta e da Educação e do Secretário de Estado da Educação

 

Determina a aprovação dos calendários, para o ano letivo de 2016-2017, dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário, dos estabelecimentos particulares de ensino especial, bem como o calendário de provas e exames dos ensinos básico e secundário

 

 

calendario escolar

 

Pré-Escolar

 

O início das atividades educativas com crianças nos estabelecimentos de educação pré-escolar e na intervenção precoce é definido tendo por referência o constante do Anexo I ao presente despacho, do qual faz parte integrante, sendo o termo a 30 de junho de 2017.

 

 

provas aferição

 

provas finais

 

equivalencia

 

datas exame

 

equiv sec

 

 

 

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Não Houve Via Sacra Que a Salvasse

Das 40 escolas que se candidataram à abertura de turmas com contrato de associação apenas uma não conseguiu ter qualquer turma atribuída.

O Colégio da Via-Sacra em Viseu perdeu na candidatura as duas únicas turmas financiadas nessa zona para o Colégio Da Imaculada Conceição, pelo critério de desempate.

Clicar na imagem para aceder à lista provisória do procedimento para celebração de contratos de extensão de contratos de associação.

 

provisoria

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Interessante

A Matemática é para o menino e para a menina?

 

 

O PÚBLICO compilou um conjunto de dados sobre como se têm saído os rapazes e as raparigas nos exames nacionais. E, em geral, elas saem-se melhor. Já nos testes internacionais, que apelam à capacidade de “enfrentar o desconhecido”, ganham eles. Há uma matemática dos rapazes e outra das raparigas?

 

 

matemat

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Professores Bibliotecários – Escolas com Concurso Externo

Esta lista de escolas com a abertura do procedimento do recrutamento para o conurso externo para professor bibliotecário está em actualização constante no site da DGAE.
Para os interessados neste concurso devem acompanhar este link e ter em conta os prazos de candidatura de cada um dos agrupamentos.
biblioteca
Código AE/ENA Data de abertura
do procedimento
de recrutamento
externo
152572 Agrupamento de Escolas de Pinheiro, Penafiel 01-07-2016
171815 Agrupamento de Escolas de Miraflores, Oeiras 01-07-2016
170690 Agrupamento de Escolas da Alapraia, Cascais 01-07-2016
145269 Agrupamento de Escolas Dr. António da Costa Contreiras, Silves 30-06-2016
171785 Agrupamento de Escolas Quinta de Marrocos, Lisboa 30-06-2016
151350 Agrupamento de Escolas Coelho e Castro, Santa Maria da Feira 30-06-2016
151336 Agrupamento de Escolas Dr. Manuel Gomes de Almeida, Espinho 29-06-2016
145415 Agrupamento de Escolas Júlio Dantas, Lagos 27-06-2016
135549 Agrupamento de Escolas n.º 2 de Évora 27-06-2016
160349 Agrupamento de Escolas de Marrazes, Leiria 27-06-2016
152055 Agrupamento de Escolas Dr. Vieira de Carvalho, Maia 27-06-2016
152470 Agrupamento de Escolas Soares dos Reis, Vila Nova de Gaia 27-06-2016
404342 Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Grândola 27-06-2016
152730 Agrupamento de Escolas Dr. António Granjo, Chaves 27-06-2016
135343 Agrupamento de Escolas de Torrão, Alcácer do Sal 27-06-2016
171773 Agrupamento de Escolas de Benfica, Lisboa 24-06-2016
151609 Agrupamento de Escolas de Loureiro, Oliveira de Azeméis 24-06-2016
135124 Agrupamento de Escolas de Alandroal 23-06-2016
150733 Agrupamento de Escolas de Sande, Marco de Canaveses 23-06-2016
170677 Agrupamento de Escolas Ibn Mucana, Cascais 23-06-2016
171165 Agrupamento de Escolas Patrício Prazeres, Lisboa 23-06-2016
171906 Agrupamento de Escolas n.º 4 de Odivelas 23-06-2016
121423 Agrupamento de Escolas de Venda do Pinheiro, Mafra 22-06-2016
170811 Agrupamento de Escolas Pedro Jacques de Magalhães, Vila Franca de Xira 22-06-2016
171608 Agrupamento de Escolas Agualva Mira Sintra, Sintra 22-06-2016
170847 Agrupamento de Escolas de Pinhal de Frades, Seixal 22-06-2016
145087 Agrupamento de Escolas D. Afonso III, Faro 22-06-2016
402163 Escola Secundária Marquês de Pombal, Lisboa 22-06-2016
160489 Agrupamento de Escolas Padre António de Andrade, Oleiros 22-06-2016
172455 Agrupamento de Escolas Monte da Lua, Sintra 22-06-2016
121381 Agrupamento de Escolas D. Lourenço Vicente, Lourinhã 21-06-2016
150824 Agrupamento de Escolas de Alpendurada, Marco de Canaveses 21-06-2016
171281 Agrupamento de Escolas Paulo da Gama, Seixal 21-06-2016
171517 Agrupamento de Escolas Madeira Torres, Torres Vedras 21-06-2016
135471 Agrupamento de Escolas de Moura 21-06-2016
171037 Agrupamento de Escolas Ordem de Santiago, Setúbal 21-06-2016

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Aposta Para Hoje

… para 40 milhões.

 

Sai hoje a lista de colocações ao concurso externo anual?

 

euromilhoes 24 junho

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Os Exames de Hoje

Ensino Secundário

 

 

Matemática A-635
12.º Ano / 1.ª Fase
23.06.2016, 09:30

 

Matemática Aplicada às Ciências Sociais-835
11.º Ano / 1.ª Fase
23.06.2016, 09:30

 

Matemática B-735
11.º Ano / 1.ª Fase
23.06.2016, 09:30

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Notificação da Reclamação

Já se encontra disponível na aplicação SIGRHE a notificação da decisão das reclamações referente ao concurso externo anual e de contratação inicial/reserva de recrutamento.

Isto quer dizer que…

…para muito em breve as listas são publicadas.

 

recl

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Os Exames de Hoje

Ensino Secundário

 

 

Alemão-501
11.º Ano / 1.ª Fase
22.06.2016, 14:00

 

Biologia e Geologia-702
11.º Ano / 1.ª Fase
22.06.2016, 09:30

 

Economia A-712
11.º Ano / 1.ª Fase
22.06.2016, 09:30

 

Espanhol-547
11.º Ano / 1.ª Fase
22.06.2016, 14:00

 

Francês-517
11.º Ano / 1.ª Fase
22.06.2016, 14:00

 

Inglês-550
11.º Ano / 1.ª Fase
22.06.2016, 14:00

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Era de Desconfiar

… que o ambiente no Ministério da Educação é irrespirável.
 

Sede do Ministério da Educação tem amianto

 

 

MEC

 

Resultados das análises indicaram que a concentração de fibras respiráveis no ar em todos os locais analisados ficou abaixo dos limites previstos na lei, o que quer dizer que os espaços continuam a ser adequados para serem ocupados. Ainda assim, o ministério da Educação disponibilizou postos de trabalho fora das áreas com amianto

 

 

De acordo com o levantamento feito em 2014 pelo Estado, o edifício estava “limpo”. Mas durante uma avaliação energética em 2015, foram detetados vestígios de amianto, uma substância cancerígena, na fachada da sede do Ministério da Educação, conta a “TSF” esta quarta-feira. O Governo garante que a situação está controlada.

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Os Exames de Hoje

3.º Ciclo do Ensino Básico

 

Matemática-92
9.º Ano / 1.ª Fase
21.06.2016, 09:30

 

 

Ensino Secundário

 

Desenho A-706
12.º Ano / 1.ª Fase
21.06.2016, 09:30

 

 

História A-623
12.º Ano / 1.ª Fase
21.06.2016, 09:30

 

História B-723
11.º Ano / 1.ª Fase
21.06.2016, 09:30

Latim A-732
11.º Ano / 1.ª Fase
21.06.2016, 14:00

 

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Na sala, as cabeças

Na sala, as cabeças, circunspetas e ansiosas, poisam o olhar nas determinadas provas.

Ao fundo, pela janela, mergulho o olhar na extensa planície. O som melancólico de um trator devorando palha ecoa vagamente cá dentro com a mesma morosidade do calor que invade, pouco a pouco, a sala.

Enquanto a máquina prossegue um lento bailado de motor pesado e pneus inchados, reparo nos torresmos de palha que sobejam estáticos no chão. Uma nuvem de pó aurífero e andorinhas velozes e inebriadas deixa no ar a memória vaga de um quadro de Van Gogh.conto-corredor

Que pena a perícia com que os tratores empilham os fardos nos campos não ser a mesma que estes garotos suados usam para calcular as retas paralelas ou estabelecer inequivocamente o referencial cartesiano.

Pouco a pouco, poisam as canetas, exauridos pela espera do decisivo toque, enquanto o tique-taque do relógio na parede comanda as nossas vozes.

Despedimo-nos aqui do seu longo percurso.

De ora em diante, os fios que entrelaçámos irão ser definitivamente cortados.

E há uma melancolia macia e aveludada no fundo do meu coração.

Ser professor também é ter os corredores vazios, o coração partido e perder a escola.

 

 

 

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Manifesto Pela Escola Pública

 

Pela Escola Pública

 

Enquanto membros da comunidade educativa e autores de diversos blogues de educação, temos opiniões livres e diversificadas. Porém, a Escola Pública sendo um pilar social, merece o nosso esforço para nos unirmos no essencial. Este manifesto é uma tomada de posição pela valorização e defesa da Escola Pública.

Constituição da República Portuguesa explicita o quadro de princípios em que o Estado, como detentor do poder que advém dos cidadãos, tem de atuar em matéria educativa. O desinvestimento verificado nos últimos anos, bem como a deriva de políticas educativas, em matérias como a gestão de recursos humanos ou a organização e funcionamento das escolas e agrupamentos, tem ameaçado seriamente a qualidade de resposta da Escola Pública.

Importa por isso centrar o debate público nos seus fundamentos:

Assegurar o ensino básico universal, obrigatório e gratuito e estabelecer progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino;

Considerando o nível de desigualdade social instalado importa aprofundar um trajecto de gratuitidade dos manuais escolares e um reforço da acção social escolar.

Criar um sistema público e desenvolver o sistema geral de educação pré-escolar;

Dada a importância confirmada do acesso e frequência de educação pré-escolar é fundamental garantir a sua universalização geográfica e economicamente acessível a todas as crianças.

Garantir a educação permanente e eliminar o analfabetismo;

O ainda baixo nível de qualificação da população activa em Portugal exige uma opção política séria e competente em matéria de educação permanente e de qualificação.

Garantir a todos os cidadãos, segundo as suas capacidades, o acesso aos graus mais elevados do ensino, da investigação científica e da criação artística;

Para que Portugal possa atingir os níveis de qualificação de nível superior definidos no quadro da União Europeia, é fundamental que se assegure uma política em matéria de bolsas de estudo. Portugal é um dos países da União Europeia em que a parte assumida pelas famílias nos custos de frequência de ensino superior é mais elevada.

Inserir as escolas nas comunidades que servem e estabelecer a interligação do ensino e das actividades económicas, sociais e culturais;

A resposta de escolas e agrupamentos às especificidades das comunidades educativas que servem exige um reforço sério da sua autonomia. A centralização burocratizada e um caminho de municipalização que mantenha a falta de autonomia das escolas irá comprometer esse propósito. A autonomia das escolas deve contemplar matéria de natureza curricular, organizacional e de funcionamento escolar, bem como recuperar e reforçar a sua gestão participada e democrática.

Promover e apoiar o acesso dos cidadãos portadores de deficiência ao ensino e apoiar o ensino especial, quando necessário;

Proteger e valorizar a língua gestual portuguesa, enquanto expressão cultural e instrumento de acesso à educação e da igualdade de oportunidades;

A promoção de uma educação verdadeiramente assente em princípios de inclusão exige meios humanos, docentes e técnicos, apoio às famílias, revisão do quadro legislativo que suporta a presença de alunos com Necessidades Educativas Especiais nas escolas, autonomia de escolas e agrupamentos.

Nos últimos anos a Escola Pública, instrumento para que os deveres constitucionais do Estado sejam cumpridos no domínio da Educação, tem sido sujeita a múltiplas dificuldades, com cortes, com lançamento em cascata de medidas que a burocratizam de forma doentia e tentam degradar ou desvalorizar com base em rankings, diversos e dispersos, onde se compara o incomparável, muitas vezes baseados em frágeis indicadores administrativos e funcionais, e não pedagógicos ou educacionais.

A valorização social e profissional do corpo docente e não docente, em diferentes dimensões, é uma ferramenta imprescindível e a base para um sistema educativo com mais qualidade.

A Escola Pública precisa de mais respeito, mais atenção, mais investimento e mais capacidade de, sendo pública, de todos e a todos acessível, sem outro dono que não o povo português, ter margem para se autogovernar e se adaptar a cada comunidade local, sem se esquecer que existe para cumprir objetivos nacionais fundamentais.

 

Portugal, 21 de Junho de 2016

 

 

Subscrevem (por ordem alfabética):

Alexandre Henriques – ComRegras

Anabela Magalhães – Anabela Magalhães

António Duarte – Escola Portuguesa

Assistente Técnico

Aventar

Blog DeAr Lindo

Duilio Coelho – Primeiro Ciclo

José Morgado – Atenta Inquietude

Luís Braga – Visto da Província

Luís Costa – Bravio

Manuel Cabeça – Coisas das Aulas

Nuno Domingues – Educar a Educação

Paulo Guinote – O Meu Quintal

Paulo Prudêncio – Correntes

Ricardo Montes – Professores Lusos

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Aposta Para Hoje

… para 30 milhões.

 

euromilhoes 21 junho

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Tempo de Serviço e Remuneração dos Horários Pedidos Até 21 de Setembro de 2015

Muito já se falou por aqui sobre a retroacção dos horários que foram pedidos até ao último dia do arranque do ano lectivo 2015/2016.

Primeiramente a DGAE informa, no dia 22 de Julho de 2015, que para todos os efeitos os horários pedidos até essa data retroagem ao dia 1 de Setembro para contagem do tempo de serviço, remuneração e renovação de contrato. Esta nota informativa ainda consta no site da DGAE aqui.

 

1 de setembro

 

Depois surge a Nota Informativa N.º 3/IGeFE/DGRH/2015 que omite a informação dada pela DGAE, em relação aos horários pedidos até ao dia 21 de Setembro, e diz que os contratos apenas são considerados para efeitos remuneratórios a partir da data de apresentação do candidato. Omite também aqui os efeitos em relação ao tempo de serviço (algo que não será da sua competência).

 

5 novembro

 

Mas sempre deu para perceber que DGAE e IGePE não se entenderam quanto a isto e os e-mails seguintes comprovam isso mesmo.

 

 

DGP – DIVISÃO DE GESTÃO DE PROCESSOS

 

Exmos. Srs.

 

Relativamente ao email infra, esclarecemos que no que se refere aos contratos outorgados em resultado de colocações nos horários solicitados pelos Agrupamentos de Escolas ou Escola não Agrupada até ao dia 21 de setembro (inclusive), retroage o tempo de serviço a 1 de setembro de 2015. No que se refere à remuneração deve solicitar esclarecimentos ao Instituto de Gestão Financeira da Educação.

 

Com os melhores cumprimentos,

DGP

 

O que o IGePE responde é isto

 

GERAL (IGeFE)

Exmos. Srs.

Em referência ao vosso email, de XX.XX.2016, cumpre-nos informar V. Ex.ª que:

 

Nas situações apresentadas, os estabelecimentos de ensino devem proceder em conformidade com a Nota Informativa n.º 3/IGEFE/DGRH/2015 de 5 de novembro, e processar a remuneração dos docentes a partir da data de apresentação no agrupamento de escolas.

 

Mais se informa que conforme orientações emanadas na nota informativa da DGAE, Ano Escolar 2015/2016, de 5 de maio, referentes aos Contratos de Trabalho em Funções Públicas a Termo Resolutivo, que para efeitos remuneratórios é aplicado o n.º1 do artigo 145.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, “a remuneração é devida com o início de funções (…)”

 

Concluindo.

A DGAE considera que apenas retroage a 1 de Setembro de 2015 o tempo de serviço dos horários pedidos até dia 21 de Setembro e não a remuneração conforme tinha dito na Nota Informativa de 22 de Julho de 2015.

 

DGP – DIVISÃO DE GESTÃO DE PROCESSOS

Exmos. Srs.

 

Relativamente ao email infra, esclarecemos que a retroação é apenas para efeitos de contagem de tempo de serviço.

 

Com os melhores cumprimentos,

DGP

 

Tendo em conta que essa nota informativa foi assinada pela ainda actual Directora-Geral da Administração Escolar, e há falha nessa informação, alguém deveria ser responsabilizado por isso.

 

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Eu Tenho Uma Teoria Sobre o Novo DOAL

Acho que ninguém no Ministério da Educação percebeu as fórmulas de Nuno Crato para a atribuição de créditos horários às escolas e simplificaram-no para uma fórmula que retira dezenas de horas de créditos.

 

CH = 7 x n.º de turmas -50 % do total de horas do artigo 79.º do ECD

 

Mas quase ninguém ainda se queixou disso.

E depois acusam-me de criticar este interesse todo que se passa à volta dos contratos de associação e das marchas em defesa da escola pública.

Defender a escola pública também é criticar este despacho e mostrar que ele é um enorme ataque a essa escola pública.

Mas sobre isso existe muito silêncio.

 

E para comprovar a minha teoria, no caso do DOAL de 2015/2016 ser mais favorável às escolas no que respeita aos créditos horários (e de certeza que é) pode ser feito requerimento dirigido à Diretora-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (estranho, porque deveria ser ao secretario de estado da educação, mas compreende-se porque deve ser a única que percebe de Matemática).

Resta saber qual o prazo de resposta que será dado a cada escola no caso de requererem esses créditos do ano passado. Ou, saber se o requerimento irá esbarrar no primeiro poste que for encontrado pelo caminho.

Era bom comparar por escola os créditos horários definidos no DOAL de 2015/2016 com o DOAL de 2016/2017.

E se alguma escola já fez essa comparação pode deixar esse números na caixa de comentários ou enviar-me por e-mail.

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Blogosfera – O Meu Quintal

Por acaso já tinha visto este estudo e reparado no mesmo. Mas nada melhor que lerem o artigo do Paulo Guinote para que…

 

Tirem as Vossas Conclusões

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