De 7 a 11 de Setembro será aberto concurso para o projecto CAFE em Timor-Leste para os grupos de recrutamento 100 e 110.
Clicar na primeira imagem para ler o aviso de abertura do concurso.
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7 comentários
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Este concurso é apenas para docentes do quadro, como em anos anteriores, ou é extensivo à todos que tenham habilitação profissional para a docência nos grupos referidos?!
Este concurso era para todos e todas – do Quadro e contratados. Já na anterior «manifestação de interesse» foi assim mesmo.
Pior é mesmo o Projeto estar ao “Deus dará”!…
A matemática Ana Bessa está “desaparecida” (há meses) em Portugal, a luso-timorense Antonieta de Jesus consta que vai ser substituída em Janeiro de 2016 e anda muito discreta desde que, há semanas, regressou de Portugal… Nós, sem recebermos ou recebendo tarde e a más horas, com significativos atrasos…A Antonieta pôs a circular que, a partir de Janeiro de 2016, metade dos docentes serão timorenses…Subsiste, no entanto, um problema entre os timorenses que já estão a exercer nos “CAFE” – não dominam a língua portuguesa e têm fracos conhecimentos científicos.
A quem interessa abandalhar desta forma o Projeto que já chamou de “Escolas de Referência” de Timor-Leste?!…
O ano passado chegaram a ser colocados docentes… Mas houve problemas no início de funções, certo? Chegou a ir alguém para Timor do concurso do ano passado ou este substitui o concurso anterior?
O “concurso” do ano passado tinha um ano de vigência. Terminou esse ano. Vieram para cá algumas dezenas de colegas, incluindo contratadas. Mesmo tendo demorado nove meses a chegar, isto está muito melhor no que se refere à seriedade e transparência da “manifestação de interesse”.
Os pagamentos dos subsídios, embora atrasados, como sempre, estão quase em dia.
O que não está melhor é o livre arbítrio dos coordenadores de estabelecimento, escolhidos a dedo pela senhora historiadora-arqueóloga timorense Antonieta de Jesus de entre os mais incapazes que por cá estão. Em vez de a escolha ter recaído em pessoas dotadas de competências profissionais, éticas e psíquicas acima da média, casos há em que estes se revelam do piorzinho que há. Só visto! As histórias aqui narradas pareceriam mentira face à verdadeira perturbação que evidenciam.
A esse propósito, o barco, aqui, está sem timoneiro. Ana Bessa, a professora de matemática do ensino secundário e coordenadora portuguesa está em Portugal e a timorense Antonieta está de férias e enviou um e-mail a prescrever o traje, a forma de vestir das professoras e educadoras. Devemos ainda andar aqui pela ocupação indonésia e os seus ditames e moral muçulmana. Antonieta, que não é professora, vai fazer parte do juri em Portugal? Se sim, porque é o segurança aqui de Vila Verde também não faz? A manifestação de interesse é algum exercício de arqueologia? E quem nos escolhe novos coordenadores? São precisas pessoas sensatas e equilibradas. É que alguns…se tivessem entrado no Hospital Júlio de Matos, teriam ficado hóspedes até ao fim da vida.
A Bessa desaparecida (há meses), a Antonieta de férias… nós sem recebermos… mas não há ninguém que as substitua?
Olá colegas. Sonhadoras ou não, o que gostava de saber é o seguinte: se não gostam do projeto, se isso tudo funciona muito mal, são mal pagas, escravizadas e mal tratadas pelos coordenadores, … blá, blá blá, o que estão aí fazer?
Os bons profissionais tem lugar em qualquer lado, e, com toda a certeza, estão aí a desperdiçar o vosso grande QI. Quem não gosta, põe de lado! Agora, não precisam de passar todo esse fel para quem está ainda a decidir se vai ou não concorrer.
Colega Pinto da Costa, a exceção é o equilíbrio e correr bem. Não vamos esconder que há aqui sérios problemas, um descontentamento generalizado sobretudo com os abusos e os ditames da coordenação central e muito particularmente com as coordenações de estabelecimento em muitos casos compostas de maus profissionais. Não raro, ocorrem desrespeitos inqualificáveis e inenarráveis! Há por aqui uns lambe botas, recem chegados, aspirando serem “califas no lugar do califa” para quem tudo está bem… Tudo está mal! Muito mal! Por este andar, o Projeto rebenta um dia destes por uma qualquer questão menor! Isto já ultrapassou os limites do suportável! Quem não gosta é a esmagora maioria e o que os lambe botas ambiciosos têm de fazer é regressar já em Dezembro a Portugal e deixar que as imprescindíveis mudanças tenham lugar!