Alunos do 4.º e 6.º anos vão passar a fazer provas de “monitorização da aprendizagem”
Provas de aferição nos 2.º, 5.º e 8.º anos vão ser substituídas por provas de “monitorização de aprendizagem” no 4.º e 6.º anos. Provas serão feitas em formato digital, incluindo as do 9.º ano.

A partir do próximo ano, os alunos do 4.º e 6.º anos vão realizar provas de “monitorização de aprendizagem” nestes anos de escolaridade às disciplinas de Português e de Matemática e a outra disciplina rotativa a cada três anos. Serão de realização obrigatória e feitas em formato digital. Cada aluno terá uma classificação, registada na sua ficha individual, embora não conte para a sua nota final. As provas de aferição, até aqui realizadas nos 2.º, 5.º e 8.º anos, deixarão de existir.




22 comentários
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Formato digital…
ou seja o problema da internet fiável, e computador fiavel está resolvido!
a parte do digital limitativa ao desenvolvimento de exercícios de calculo e redação de textos longos está resolvida!!!
Fixe tudo resolvido. Muda o nome e o ano e continua tudo na mesma.
A montanha pariu um rato! E dos grandes! Que bom ver que o PS se mantém à frente da DesEducação….
Concordo.
Deviam estender se aos 9 os , 11os e 12o anos em vez de exames nacionais.
Os exames de entrada na universidads devem ser feitos por estas, vigiados e corrigidos.
O ensino secundário cumpre hoje a escolaridade
obrigatória do país, com 2 percursos: os científicos ou humanísticos e os profissionais. O ensino secundário tem outros objetivos que não selecionar alunos para as universidades para os senhores profs univ.terem emprego.
O ensino universitário não é obrigatório. O ensino secundário é.
Se este ministro pensar bem vai ver que tenho razão.
Absolutamente de acordo.
De resto para os candidatos portadores de uma certificação profissionalizante equivalente ao 12.o ano (cursos profissionais, CEF, etc.) e dos cursos artísticos especializados há um decreto-lei que permite o acesso ao ensino universitário mediante a realização de uma prova nas próprias universidades (sem certeza julgo que a prova para toda a zona sul realiza-se no politécnico de Setúbal).
Está prova é elaborada, realizada e corrigida nas próprias universidades.
Obviamente que nem todas as universidades disponibilizam vagas para esta modalidade de acesso ao ensino superior.
Mas, como escreveu, as universidades (e afins) que tenham o trabalho de selecionar os seus alunos.
Ah ah! Muda-se o nome às provas de aferição e é um admirável mundo novo! Mas folgo em saber que, com o novo governo, a informática já funciona na perfeição…
O cúmulo é que os alunos do 1º ciclo que há dois anos fizeram a prova de aferição vão voltar a fazê-la para o ano! E ninguém diz nada
melhor
ficam mais treinados
Que alunos? Os poucos que se apresentaram na escola e que não foram “orientados” a ficarem em casa porque “não iam lá fazer nada”?
Deve saber bem que, na realidade, a maior parte dos colegas não se comprometeu com as Aferições, tornou pública essa posição, nomeadamente aqui neste blogue e reiteradamente criticaram o modelo de avaliação externa!
No meu entender, os professores que fazem um esforço sistemático para melhorar as condições de aprendizagem dos seus alunos, que estão focados em criar atividades de ensino e aprendizagem que cheguem a todos e a cada um dos miúdos, que repare nos contextos das crianças e jovens e mobilize respostas multinível, conjugue vontades, saberes e oportunidades para planificar e organizar melhores oportunidades de aprendizagem – esses professores trabalham com qualquer modelo de Avaliação Externa, em qualquer Escola e com uma qualquer Direção e Coordenação de Departamento.
Este Fernandoz é burro.
Deviam alargar as provas também ao 11º ano e 12º ano(s)
Deviam ser testadas as competências em inglês.
Não faz sentido serem obrigatórias e não contarem para a nota.
O 12º ano devia ter obrigatoriamente uma língua estrangeira.
Infelizmente, só com a introdução de provas de caráter obrigatório é que se acaba com a “palhaçada” de todos passam sem saber.
Talvez assim pais e alunos respeitem mais os professores e a escola!
Uma “pescadinha de rabo na boca” ou uma volta de 360 graus… esta gente do MEIC é tão obtusa e quadrada que não consegue pensar em nada de bom e original. Não são estas provas que vão resolver os problemas, nem tudo deve estar centrado em volta das provas, isso deu mau resultado e irá continuar a dar mau resultado e agora com as provas digitais, como se a Internet nas Escolas fosse infalível de avarias e de ótima qualidade. Pensem em soluções viáveis e credíveis, as nossas crianças não são focas amestradas só para debitar as provas…
mais tempos letivos roubados para fazer provas da treta
Ah! Ah! Mudou a mosca mas a m..a é igual. P pior é que os alunos do 2º ano que já fizeram vão ter que fazer outrta vez. Andamos para aqui a ter trabalho em vão! Mas também só as faz quem quer! Pois se houver greve, não contem comigo!
Mas já não têm de fazer no 8.o ano
O que acontece quando os alunos faltam?
Os pais pagam uma multa.
Pois, e os que fizeram no 5′ vão voltar a fazer no 6’… 🙄
Enfim, está tudo mal!
Continuem a votar na máfia dos interesses instalados PS-PS2 e depois não se queixem …
Para ser honesto, no soy un gran lector de Internet, pero tu
Los blogs son muy bonitos, sigue así, me encanta.
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