Nesta, foi feita uma previsão de ordenação dos candidatos, de acordo com as listas de colocados na MI desde 20/21 até à atualidade.
Após a publicação das vagas (e previsivelmente, digo eu) percebe-se que em praticamente todos os Grupos e QZPs há mais vagas do que os candidatos apurados. Isto acontece porque vários docentes não têm aparecido nas listas de colocação uma vez que foram colocados em Mobilidade por Doença ou Estatutária.
Se apurarmos a diferença entre estes 2 universos (vagas e colocados na MI) conseguimos ter uma ideia mais precisa do número de candidatos em Mobilidade por Doença e Estatutária por grupo de recrutamento e QZP.
Analisando a tabela, percebemos que é nos QZPs 1 e 7 onde existem mais professores nestas circunstâncias (são aqueles que têm também mais professores). O meu palpite é que a Sul há mais mobilidades por doença, enquanto a Norte imperam as mobilidades estatutárias.
Não vejo razão para existir esta névoa nestas colocações e, a favor da transparência, seria importante que fossem publicadas anualmente. Ficam os números que conseguimos apurar!





20 comentários
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As névoas são muito convenientes em situações em que se pretende manter a narrativa de que há transparência nos procedimentos, mas, deixando, de forma discreta, margem para que possa, eventualmente, haver um email que vá “indevidamente” para o spam de alguém ou um telefonema para um qualquer doutor que, por mero acaso, até possa ser familiar de algum ministro, assessor ou ou até mesmo da mais alta instância política que representa Portugal, para que se faça um jeitinho que venha a passar despercebido…
Estes colegas devem aparecer em listas mais antigas. Ou estiveram sempre em MI outra mobilidade????
As colocações dos docentes em MPD não são públicas por estarem relacionados com dados protegidos: a doença. Atualmente, nem um hospital pode passar uma declaração especificando o ato médico.
Efetivamente, è é uma informação privada se tenho uma doença que me permita mobilidade. Não é uma névoa, a minha privacidade na minha doença.
É privada concerteza, mas se aparecer apenas “mobilidade” a sua privacidade fica protegida e a transparência no concurso também.
Esses docentes QZP aparecem na lista de retirados da MI e aparece descrita o tipo de mobilidade/ situação.
O motivo da mobilidade ninguém precisa saber, agora a escola de colocação, mais do que recomendado é OBRIGATÓRIO. Não viola nenhuma das RGPD e acrescenta mais transparência ao processo. Assim como as entidades para onde são desviados os que estão na estatutária.
José, tem de ter em conta que algumas pessoas têm direito a que a sua morada de trabalho seja sigilosa (por motivos de violência doméstica, por exemplo).
A MPD não é um concurso, daí não ser obrigatória a publicitação da escola de colocação.
Mas mesmo em MPD um colega de QZP tem de estar na lista de ordenação do Concurso Interno de 20/21. Os que entraram posteriormente em NT só poderiam pedir MPD após a vinculação, logo estão nas listas de ordenação da Mobilidade Interna. Não percebo estas contas…
“O meu palpite é que a Sul há mais mobilidades por doença, enquanto a Norte imperam as mobilidades estatutárias.” Ora a Sul é que não imperam as mobilidades por doença. Tendo em conta o número de entidades do ME e afins diria mesmo que a maioria das mobilidades do QZP 7 seriam estatutárias.
Pois, garanto-lhe que está errada. Basta consultar os relatórios anuais das Mobilidades por Doença.
Exacto. Mesmo estando em MPD ou outra mobilidade, esses professores aparecem nas listas de ordenação.
Na minha opinião esta tabela não faz grande sentido. Alegam que as vagas que sobram… Eu acho que são as vagas que encontraram disponíveis e que mais tarde vão chegar ao Concurso Interno de 2024. Nem faz grande sentido estarem a colocar as vagas à conta ou a guardar vagas para lançar mais tarde. Acho que neste caso o tratamento dos dados só vai induzir em erro…
Na minha opinião esta tabela não faz grande sentido. Alegam que as vagas que sobram são de colegas em MPD… Eu acho que são as vagas que encontraram disponíveis e que mais tarde vão chegar ao Concurso Interno de 2024. Nem faz grande sentido estarem a colocar as vagas à conta ou a guardar vagas para lançar mais tarde. Acho que neste caso o tratamento dos dados só vai induzir em erro…
Coiso e tal: as vagas correspondem exatamente aos que estão em QZP. Nem mais nem menos. Os números representam apenas os que estão em MpD e Est. No meu grupo (260) os número batem certo com as minhas contas. Alguns professores em MpD não aparecem nas listas de retirados, nem de ordenação e os Estat quase nunca aparecem. Tb acho que devia haver listas anuais com estas pessoas.
Esta tabela não está correta. Todos os professores que estão em MPD ou outra mobilidade aparecem nas listas de ordenação em 2021/2022. Só posteriormente foram retirados e aparecem na lista de retirados, logo não desaparecem!
Tomemos como exemplo a lista de História, grupo 400:
– Lista de ordenação da MI (2021/2022) – 377 professores QZP opositores. Lista de colocados MI (21/22) – 374 professores colocados;
– 2022/2023 – Entraram 168 novos docentes para QZP no grupo;
– 2023/2024 – Entraram 112 novos docentes para QZP no grupo (exclui os da VD).
Assim, há um total de 657 professores QZP no grupo 400. Abriram 822 vagas.
Onde foram buscar, nesta tabela, que existem 180 docentes neste grupo em mobilidades?
Esse pensamento está muito confuso, mas ok!
Esta tabela não está correta. Todos os professores que estão em MPD ou outra mobilidade aparecem nas listas de ordenação em 2021/2022. Só posteriormente foram retirados e aparecem na lista de retirados, logo não desaparecem!
Tomemos como exemplo a lista de História, grupo 400:
– Lista de ordenação da MI (2021/2022) – 377 professores QZP opositores. Lista de colocados MI (21/22) – 374 professores colocados;
– 2022/2023 – Entraram 168 novos docentes para QZP no grupo;
– 2023/2024 – Entraram 112 novos docentes para QZP no grupo (exclui os da VD).
Assim, há um total de 657 professores QZP no grupo 400. Abriram 822 vagas.
Onde foram buscar, nesta tabela, que existem 180 docentes neste grupo em mobilidades? Esqueceu-se que em 21/22 houve concurso interno e no caso do grupo 400, 176 QZP passaram a Quadros de Escola. Logo serão pouco mais de meia dúzia os docentes neste grupo nestas mobilidades.
Os QZP da MPD aparecem nas listas de retirados da M, não aparecendo nas listas de ordenação da MI
O mesmo acontece com QZP colocados por mobilidade estatutária ou em LSV.
Assim terá de acrescentar aos QZP da lista de ordenação quem esteve em MPD, mobilidade estatutária e LSV
Desculpa, os MpD aparecem na lista de ordenação da MI e, posteriormente, na lista de retirados.