A EDUCAÇÃO E A “MAGISTER” FERIDA POLÍTICA ABERTA DA WOKE-INFLUE À REALPOLITIK DA ESCOLA PÚBLICA
“Provocatio provocatore per absurdum”.
O ano da graça de 2023, para os professores e educadores, em balanço que fica para a História docente em Portugal, caracterizou-se pela afirmação inquebrantável de carácter, dignidade, insubmissão, resiliência e resistência, profissionalismo, consciência de classe, amor à escola pública, e luta desigual mas sem tréguas de professores e sindicatos contra a opressão de um Governo hostil, de um Ministério da Educação (ME) provocador e de um ministro da Educação “marioneta-fantoche”, sem estaleca para o cargo, que prima pela desonestidade intelectual e pela desinformação zumbi, sem poder e personalidade política, e sem respeitabilidade e honorabilidade estadística. A dupla A. Costa & J. Costa falhou, “pecou” e chumbou na Educação, Ensino e Escola Pública massificada, de (in)qualidade e (n)inclusiva. “Defecit educatione”!
Para a História fica o testemunho do professorado focado, empenhado e com uma determinação inabalável no juízo e na luta, pela razão “finatis” que nos assiste e levará à “ultima victoria”, em 2024.
Afinal, com eleições à porta há condições e há dinheiro. Como disse V. Ex.ª?! Então, porquê o “brincar” às pseudo-negociações, mentir à opinião pública portuguesa, “roubar” os educadores e professores nos seus direitos, tempo de serviço ultra-congelado, defraudar expectativas, extorque-subtracção de dinheiros de quem trabalha, empobrece e “indigece”, alegadas e reiteradas violações do Estado de Direito democrático, e da própria Constituição da república portuguesa, da (i)legalidade do Estado “fora da lei”, com a condenação dos tribunais por uso e abuso do impedimento do direito legal e inalienável à greve. Afinal foram oito (8) anos de “perditus tempus”; de danos e estropícios pessoais e colectivos irreparáveis e irrecuperáveis.
Carlos Calixto
O desafio desafiante provocador por absurdo do XXIII Governo Constitucional e do Ministério da Educação (ME), aos professores e educadores portugueses, até ao fim e mesmo depois do adeus de um governo “Morto & Judas” com a causa docente, com autoridade legal, mas com diminuída e condicionada autoridade moral, ética e de tomada de decisão política, continua a ferir o professorado na irracionalidade da desresponsabilização e da discriminação com que a tutela “sangra” os trabalhadores que tem por obrigação de cuidar.
O persecutório odioso do poder político dos últimos vinte (20) anos contra a escola pública e os professores, consumado está na “reductio ad absurdum consilium”, de ideário ideológico de dominação obsessivo-compulsiva. É mágoa que dói e faz doer as juntas e medulas das humanas pessoas dos professores, abandonados, ignorados e desrespeitados por governos de visionária miopia, nada entendendo do futuro e para o futuro de Portugal. É o “politicar à bolina”, na viradeira do modismo e idiotismo acrítico das “imported education politics”. É tristeza que consome a alma docente pela injustiça, espera, desespero e perda, e que vai matando, matando com a infectante ferida incurável do empoderamento e opressão política ostracizante que coisifica e desumaniza o “humanum humanis”. De humano para humano, o absoluto intolerável.
O pensamento de Hegel trabalha, prioriza e valoriza a ideia do direito emergencial do princípio da eticidade; que tem o carácter do que é ético e moral. Na axiologia da vida humana há momentos onde a circunstancialidade impõe a excepcionalidade de direitos e concessões. Platão e Aristóteles dissertaram acerca da ética. Sendo imoral o reprovável humano, no sentido daquilo que não faríamos mesmo que ninguém nos visse (Clóvis de Barros Filho) e às escondidas; na proximidade pessoal-própria de voo rasante-interiorizante de princípios e valores individuais e colectivos. Extrapolando, a honestidade intelectual e atempada de justiça, integridade, verdade, equidade, dignidade, legalidade, respeitabilidade pelo Direito e Código de Honra de toda e qualquer conduta humana, tutelar, ministerial ou governativa com lisura. Aquilo a que chamamos “o inviolável respeito pelo Outro”. O princípio da eticidade está umbilicalmente ligado ao pressuposto da ideia de boa-fé, objectivada nas relações societais e de operabilidade da “iustitia humana”. E não a injusta acção punitiva do poder político sobre os trabalhadores públicos tutoreados, e que falha na dimensão de proteger.
No que à educação concerne, as políticas educativas e os consulados políticos falhados das duas últimas décadas são para esquecer, tal o “humanus error” e tamanha a perda de tempo, energia professoral, sinergias e dinheiros públicos desbaratados em “abelhadas e umbuntadas”. O esbanjamento-privação escolar, programática, curricular e intelectual nos últimos oito (8) anos na “escola pública dos projectos”, resulta em que o todo é menor que a soma de todas as partes. Mais a descaracterização da instituição escolar enquanto organização e perda de identidade. Mais a indisciplina e ofensa pessoal grave de discentes para com docentes, a anarco-distopia e a rupto-disrupção em ambiente escolar. Mais o “aniquilamento” das humanidades, História, Filosofia e afins, num desvario fundamentalista ideológico reducionista, de perdição, negabilidade e esvaziamento humanista. Mais a exagerada presença-interferência familiar avulsa “exstare”, exto-anacro-destoante na escola.
A agressão política, profissional e ético-deontológica sem igual e sem precedentes em qualquer outra classe sócio-profissional, tem contribuído decisivamente para a exaustão e o exaurimento quer dos professores e da sua saúde física, mental e anímica, quer como toque-balada e estocada final na mal-amada escola pública. Agravada pela “demência burocrática quisquiliae”.
Os professores tudo têm feito, alertado e denunciado o caos e crise da escola de todos nós; o professorado e os sindicatos têm lutado para procrastinar o fim da escola pública; o que lhes causa stress, perda de produtividade e doenças do foro psíquico, psiquiátrico e de sofrimento mental, com recurso recorrente a psicólogos e psiquiatras. As baixas médicas falam por si mesmas da hecatombe provocada entre os educadores e os professores portugueses, vítimas de políticas ministeriais-estatais de indecência imprópria cínica e hipócrita, numa realidade factual de “persona non grata” tutelar, e de “damnum ad patriam”.
Aqui chegados, encontramos uma escola pública em modo-estado comatoso, que urge ressuscitar. Missão impossível na actual conjuntura, muito por culpa dos partidos políticos. Os deputados são eleitos pelo Povo, representam o Povo, mas uma vez sentados, acometidos de súbita amnésia esquecem o Povo e obedecem aos directórios partidários. É o “diplomacês-mercês” do politicamente correcto da desresponsabilização da função. E assim sendo, a ferida vai-se transformando em chaga.
A vertigem de alomorfia da Educação, a incapacidade e acriticismo políticos do socialismo utópico regente delirante, numa visão “tenebris” e “imberbis”, sabendo nós que a Educação tende a ser tendencialmente e culturalmente conservadora, sendo a escola algo rebelde e avessa à inovação e mudança abruptas e com pouco-nenhum siso, de demorada interacção e não aceitação de conteúdos mínimos “pauper”, currículo único, “metodigitalogias”, “confusionite” conceptual, estado docente “vegetativo” pedagógico e epistemológico, e a nova doença profissional docente, o novo burnout, o “rust out” (enferrujar). Caracteriza-se por uma sensação de apatia, desinteresse, desinspiração, desânimo, letar-inércia, amorfia e monotonia, irritabilidade, fadiga e penoso mal-estar na escola. Os professores têm de ter a auto-consciência do problema para evitar chegar a um esgotamento nervoso. Já o burnout (exaustão, esgotamento e colapso, a combustão completa), resulta de uma incapacidade crónica traumática em lidar e gerir o stress crónico incapacitante no local de trabalho escolar. O “humanum homo sapiens” sente, pensa, tem sentimentos e emoções. Chega de estado de negação, desavença e “litis perditio temporis” Estado/escola pública. O sonho é humano e fazê-lo acontecer humano é; assim haja vontade política!
Haja paz, juízo e bom senso político, e haja um novo contrato social alargado e consensual para a Educação e Ensino em Portugal. Obrigado!
A Educação está em crise profunda no mundo e particularmente em Portugal. Esta é a realidade e a verdade nua e crua, sem os floreados cor-de-rosa. Infelizmente não somos exemplo para ninguém, nem caso de sucesso em “delirium tremens”; parecemos mais uma traquitana caranguejola. E aí estão os resultados do Pisa 2022, “e uma queda sem precedentes” (in Observador), a prová-lo e a comprová-lo. Apesar da sudorese docente vivida nas escolas, por força da sobrecarga de trabalho horário, burocracia e procedimentos deme-desmiolados, irrespirável vigilância tutelar, forte emocionalidade e comoção, o alheamento político do real e gravíssimo problema para o futuro dos profissionais docentes, dos jovens estudantes e do país, continua sem bússola, na imbecilidade sem rumo e sem norte da castradora alienação política da escola pública de qualidade e de recomendável “salutis”.
O mesmo acontece com a inclusão da exclusão, na versão escola-depósito e armazém. Recordando o quarto “Objectivo de Desenvolvimento Sustentável”, definido pelas Nações Unidas: “Garantir o acesso à educação inclusiva, de qualidade e equitativa, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”. Em Portugal é o caos; a realidade “immigratus” descontrolada e em crescendo, com défice gritante de pessoal habilitado nas escolas, turmas XL, multiculturais, multiétnicas e poliglota-multilingue. Faltam recursos materiais, técnicos, psicólogos, linguistas, tradutores, assistentes sociais. Há famílias desestruturadas, alunos com uma ideia pessoal-familiar negativa de escola, sem a mínima disponibilidade para estudar e aprender, etc. Donde, a educação inclusiva sem meios, ser neste Portugal de “flyer”, uma iluso-miragem e sofisma de falácia e mentira exponenciada. O que temos é a inclusão da exclusão excluída. Com avaliação “soft” do aluno e exigência milagreira “hard” com o professor, aprumadinha de figurino em folhas excel, tabelas e estatísticas para emoldurar e apregoar, e resultado final igual a “sucesso-bandalheira”. Uma tragicomédia de extra nivelamento por baixo e “lesa Pátria”. Em rota de colisão frontal com a ética deontológica professoral; a profanação idiossincrática intelectual docente, conducente ao desespero, leva ao colapso humano de muitos e tantos professores, em vivência de frustrações pela liberdade e responsabilidade profissional aprisionadas.
A Educação não tem sido valorizada e “au contraire”, tem havido desinvestimento público e ostracismo da escola pública. Isto apesar de autores como George Psacharopoulos e Jacob Mincer, em estudo-investigação com mais de cinquenta (50) anos terem demonstrado cabalmente que a Educação compensa e trás retorno. A convicção provada da mais-valia da Educação.
As tecno-tecnologias são apenas e só mais uma ferramenta ao dispor do professor; não resultam em automatismos que possam mudar significativamente o quadro do ensino e colmatar as lacunas e falhas do modelo de ensino formal-tradicional. Ponto. A centralidade didáctica está no professor, que é quem tem a excelência da técnica e da arte de ensinar, alimenta e faz acontecer a proficiência-mestria, capacitação, pensamento, raciocínio e crito-criticidade dos alunos. A intemporal, cúmplice e insubstituível dialéctica professor-aluno.
A superficialidade-pirueta do discurso político, as cambalhotas “flick-flack en dedans”, a leviandade do faz de conta do (in)sucesso escolar de encantar, o autismo anti-professorado pelos (des)governos, o desrespeito pela condição docente, tudo isto criou uma ferida aberta na Educação que já sangrou e necro-gangrenou.
Agravada pelo novo hype-fenómeno do “movimento cultural woke”. De grande adesão e conversão entre políticos, nomeadamente nos Estados Unidos da América do Norte e a ganhar terreno na Europa, concretamente nos países anglo-saxónicos. Este pensamento “iluminado” que significa acordar, estar acordado, acordou! É um movimento de fractura sócio-política, mediático, de pensamento único, into-intransigente e revolucionário. Já chegou ao rectângulo e escola pública da “ocidental praia lusitana”. A abordagem sectária visionária do “wokismo” tem tudo a ver com a consciência e com teorias: “a teoria de género; a teoria crítica da raça; a teoria interseccional – do latim «intersectio», no sentido da interacção de factores, de ideias, de identidades e marcadores sociais que definem uma pessoa”, e particularmente das minorias. Assenta nas “verdades puras dos onis – fardos” dos “wokes”, determinantes da/na sua interpretação dialéctica e filosófica da realidade social e humana. O activismo da “Religião Woke” (Jean-François Braunstein), tem programada uma nova humanidade, cada vez mais presente nas universidades e escolas, com destaque para a identidade de género, que nada tem a ver com o corpo em que cada ser humano nasce (feminino ou masculino), tendo tudo a ver com a consciência e a “escolha” de decisão pessoal de cada pessoa-Ser enquanto sujeito no uso em plenitude do seu livre-arbítrio. E assim vai o “mundus-campus” da Educação nas universidades, faculdades e escolas do básico ao secundário. Amplio-megafonado pelas redes sociais e sociedade de hiper-mega informação e comunicação do séc. XXI. A própria escola é vista numa “vertente do capitalismo de grande empresa”, com orientações políticas de respostas direccionadas à diversidade, “às minorias que vivem à margem, ao multiculturalismo, ao «humanus diversus»; pela equidade, inclusão, «fair play»; a adaptabilidade e capacidade de sobrevivência do capitalismo enquanto paradigma, (Schumpeter). Donde, o “wokismo” enquanto doutrina, advogar a defesa intransigente de políticas de discriminação positiva e acção afirmativa estatal compulsória, em detrimento da meritocracia”.
O “wokismo” legitima o vazio e o esvaziamento do existencial conhecido, de ideologia liberal de esquerda, é invasor da territorialidade idiossincrática do Outro, promotor de uma intolerante “cultura de cancelamento” de modos de ser, estar e pensar diferentes, demonizando, marginalizando e estigmatizando a própria cultura ocidental de tolerância, diversidade e salutar contraditório. Sendo que para o mundo ocidental, a Democracia e a Liberdade de opinião e expressão são valores sacrossantos inalienáveis.
O “wokismo” tem um novo alvo em Portugal: e logo na Faculdade de Direito de Lisboa da Universidade Clássica, a sala-museu Marcello Caetano, por alegada conecta-celebração do Estado Novo. Um exemplo da alegada radical toxicidade e quiçá obscurantista ilogicidade de ideário histórico, no impoluto e imaculado virtuoso do absoluto doutrinário sem pecado original. Para os críticos, a praga do século XXI. “Stay awake, not Woke” – Ficar acordado, não acordar.
Na escola, as políticas de responsabilidade, rigor, racionalidade e exigência, foram substituídas por políticas de facilitismo, relaxo e laxismo relapso no ensino, e um feroz criticismo aos professores, atónitos e atordoados com a “Nouvelle École” da “Realpolitik”, da diplomacia do politicamente correcto; mandando o Governo/ME para as calendas gregas as consequências praxi-pragmáticas e a objectivação comunicacional nefasto-coercitiva e pejorativa de tal abordagem e realismo político, que podemos encontrar em pensadores como Maquiavel e Nietzsche. Um cepticismo moral e anti-ético-deontológico, aliás análogo ao do “argumentum” de Trasímaco na “República de Platão”.
Estas ideias e teorias do “extravagante absurdo”, com perda de subjectividade e individualidade, enraizadas em élites intelectuais e comungadas por políticas e políticos do poder, estão a frutificar exponencialmente nas escolas. A “loucura das multidões” (Douglas Murray) da “cultura woke”, espécie de “parasita” das mentes humanas – “OPS, ostrich parasitic syndrome”; síndrome parasitária da avestruz (Gad Saad). Para estes autores, a crítica incisiva ao “wokismo” prende-se com o pensamento-raciocínio contra-intuitivo delirante reinante e alarmante “contágio mental”.
O radicalismo provocatório da ideologia totalitária “wokista” e das suas crenças, negacionista e intolerante à razão, confunde pela adesão de pessoas superiormente instruídas e com capacidade crítica acrescida: “É preciso ser intelectual para escrever tais coisas; uma pessoa comum não poderia jamais alcançar uma tal palermice”. (George Orwell)
As élites intelectuais-governantes e a sua “insânia loucura”: “As ideias mais loucas são muito frequentemente as mais influentes”. (John Gray)
Dito isto, em súmula, estamos perante o: “Credo quia absurdum” – acredito porque é absurdo. (Tertuliano, séc. III d.C.)
Já a fechar o artigo de opinião, eis a confirmação de todo o textuário supramencionado. Notícia Executive Digest – “Identidade de género nas escolas: votado hoje diploma e aprovado na generalidade, que prevê que os alunos possam escolher nome por que querem ser chamados e que casa de banho usam”. Um projecto de lei do Partido Socialista (PS), respeitante à auto-determinação da identidade e expressão de género, que vai mudar a realidade das escolas nacionais. Prevê que os alun@s auto atribuam o nome a usar na escola, orientações aos professores e funcionários, WC preferencial, balneários à escolha, indumentária-vestidura “sui generis”, respeitada a singularidade, intimidade e direitos da criança e jovem em formação. No mesmo sentido vão os projectos do Bloco de Esquerda e do PAN, e que alargam as propostas do PS, na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias da Assembleia da República. E a deriva vai continuar, como nos Estados Unidos, num futuro já ao virar da esquina, “com alunos na escola com nomes e comportamentos de animais de estimação, exigência de caixas de areia, etc. (…)”. E assim vai o “pagode” do reino escolar a “miar e ronronar”.
Confesso que neste momento faço um colossal esforço para me conter. Há silêncios falantes em altissonante revolta por ver em preparação mais um “delírio e caos” em apoteose gove-legislativa, em que a realidade supera a ficção. Uma nova ordem nas escolas, um “circus contra naturam” da escola pública, em xeque-mate e agonia final.
A realidade rosa agravada de longa data e com tónica acentuação do lirismo de esquerda socialista que temos vivido nos últimos oito (8) anos na escola pública em Portugal, é uma simbiose de políticas de excentricidade académica “woke-influe” e “realpolitik”, a roçar a “inimputabilidade” intelectual, do mais absoluto e notório esfrangalhamento dos profissionais docentes da Educação.
“A (in)tolerância chegará a tal ponto que as pessoas inteligentes serão proibidas de fazer qualquer reflexão para não ofender os imbecis”. (Fiódor Dostoiévski)
Concluímos com um pensamento-reflexão sobre a Educação, com oitenta e cinco (85) anos, de impressionante actualidade, e que nos mostra à saciedade que o que é eminentemente humano, humano é – não vale a pena inventar: “O pecado original da educação progressista é preocupar-se muito mais em definir-se a si mesma em oposição à escola tradicional do que com a criação de uma alternativa educativa consistente. Deixou-se levar pela ideia de que tudo o que se opusesse à escola tradicional era bom, mas não é bom brincar nem com a autoridade dos professores nem com a dos conteúdos. Também não é bom acreditar ingenuamente que há uma maneira fácil de fazer as coisas ou que se pode ir improvisando na sala de aula”. (John Dewey, Experiência e Educação, 1938, guinote.wordpress.com)
Disse.
Nota: professor que escreve de acordo com a antiga ortografia.
CCX.




6 comentários
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Tudo se publica neste blog. Não consigo vislumbrar qualquer pertinência nesta amálgama desconexa de retalhos destes textos. A estruturação é incipiente, a linguagem é pretensiosa e abstrusa, as citações são de uma prolixidade que roçam o ridículo. Além disso, no discurso não há clareza, é desprovido de sequência narrativa, enfim, um sorvedouro grotesco e absurdo!
Valha- nos Deus e o Papa Francisco 🙏
Parabéns por este ecekente artigo.Sim a escola pública está extremamente doente.Os programas estão desfasados, os alunos desmotivados e dos professores nem é bom falar.Desiludidos,desencantados,frustrados e continuaria a utilizar adjetivos sem fim para demonstrar o estado de espirito em que nos encontramos.Cada vez há mais incultura ,o que digamos convém, pois quanto mais estupidificado estiver o povo mais manejável fica.No entanto não perco a esperança de que venham novos governantes que consigam reverter esta situação. Não dizem agora que até há dinheiro?
estão bem uns para os outros 🙂
Mais um artigo de eleição do grande, imenso, imperial, augusto (diria mesmo cleopátrico) Doutor Carlos Calixto
Carlos Calixto é magnífico! Carlos Calixto é supremo!
CARLOS CALIXTO AO PODER, JÁ!!! CARLOS CALIXTO A MINISTRO DA EDUCAÇÃO, JÁ!!!
Querem ver que deus desceu à Terra?!
Já não há paciência…