De acordo com a informação deixada pelo SNPL e pelo ME irá haver negociação para regulamentar a Mobilidade Por Doença nos dias 11 e 18 de Maio, segundo o ME para: “corrigir a distribuição assimétrica que tem resultado deste mecanismo”.
Lembro que Alexandra Leitão tentou impor uma quota limitando para cada agrupamento um número máximo de autorizações em Mobilidade por Doença. Será que irá por aqui João Costa criando o primeiro frente a frente com os sindicatos, já que na altura esta situação foi considerada ilegal?




43 comentários
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seria bom que fosse. É uma vergonha o que se passa. mas não creio
Talvez porque não tenha uma doença autoimune que afetou bastante os joelhos ( devido à inteligência dos medicos, durante 20) e passado por duas operações ao coração. Não tenho 60% de invalidez porque tenho ainda as duas pernas e mãos. E, é por isso que continuo desta profissão ( a única em que o meu corpo não se torce de dores ao trabalhar, exceto vigilâncias, e por não ter talento para nada ao 45 anos. Este é o meu caso mas conheço outros muito maus também. Que seja sempre saudável para continuar a dar a sua contribuição de empatia.
Cada ano que passa mais situações duvidosas vão surgindo e é certo que quem pede MD, com ou sem fundamento, fica onde quer, muitas vezes ocupando horários que de outra forma não conseguiriam e influenciam negativamente o concurso de muitos colegas melhor posicionados na lista de graduação que acabam por ficar muito mais longe de casa e em situações mais precárias, é normal que também esses comecem a ponderar encontrar uma suposta maleita que possa ser atestada por um médico “amigo”.
Pois mas os que estão doentes e já com idade superior a 60 anos! Temos de ser justos com esses
Na minha opinião, um professor com mais de 60 anos só deveria continuar com componente letiva se fosse essa a sua vontade. Não se justifica continuar a trabalhar depois dos 60 numa profissão tão desgastante. O problema das MPD não está nesse aspeto.
O meu pai que vai fazer 78, apesar dos problemas de saúde que tem está melhor que eu com 45. A minha doença não escolhe idade. E quando ainda era uma jovem de 3 semanas fui operada ao meu coração com inúmeros defeitos. Não gosto do país em que nasci mas se fosse aqui não sobreviveria. O que estava a falar sobre ter 60 anos? Eu não sei se chegarei lá.
mais bem* posicionados… E espero que não cuspa para o ar e não lhe caia em cima, pois isto de se ter uma daquelas doenças do despacho de 89 é uma valente merda e, caso seja como a proposta da Leitão haverá quem tendo doenças do despacho de 89 não consiga a mobilidade por doença e outros a consigam.
Nos últimos anos tenho vistos tantas situações duvidosas… E de anos para ano só tem aumentado! Há algumas situações que que não ponho em causa, mas há outras tantas tão duvidosas! E os outros que acabam por ficar com os horários que sobram e que poderiam conseguir colocações muito melhores? Ficam anos a fio muito mais longe de casa, a gastar uma grande fatia do vencimento nas deslocações ou em alojamento miseráveis! Longe da sua família, sujeitos à sinistralidade que acontece todos os dias nas estradas… Esses podem, aumentam-se a tudo! O que não pudemos é por em causa certas maleitas que aparecem por conveniência! E quem fala das MPD, fala das sucessivas baixas médicas usadas indiscriminadamente, desde que um médico qualquer ateste ninguém pode sequer por em causa! É a chamada saída à Rendeiro! Que país!
Informe-se. A pessoa com mobilidade fica onde quer mas não usurpa o horário de ninguém. Se não houver horário para ela fica com horário zero a fazer outras tarefas. Se está a falar de contratados, por muito injusta que seja essa situação, são eles que impedem que os docentes do quadro se aproximem à residência, porque fornecem uma mão de obra que impede a abertura de vagas, e obriga a que os que entretanto adoeceram recorram à mobilidade. Perspetivas. Feias, claro, colegas deviam ser solidários, sobretudo com os doentes. Mas de repente são todos formados em medicina para fazer juntas médicas coletivas aos colegas a olhómetro e sem nunca lhes ter posto a vista em cima.
Olá, bom dia.
Será que existem tantos relatórios falsos, passados por médicos amigos???????
Custa-me a crer!
Com os melhores cumprimentos
Cidália Alves
Obs: ” …podemos é por em causa certas maleitas …”
Colocou tudo no mesmo nível :”com ou sem fundamento”. Não obstante essa asserção ao estilo de Salomão, no restante concordo, apesar de usufruir da MD. Na verdade, só me consciencializei da situação – fraude com cobertura legal – quando pedi a mobilidade por doença. E foi um choque! Sei até de colegas que pedem mobilidade para escolas afastadas da sua residência , ou que, sendo do quadro de uma escola, pedem mobilidade para outra ao lado. Outros(as) fundamentam a sua situação com problemas que nem constam da lista nacional (fazem-no abertamente, com o maior descaramento). Todas as doenças listadas são muito graves! Quem verdadeiramente as tem, não consegue desempenhar cargos, ter turmas, desenvolver grandes projetos, como tenho visto, … andar a “correr”, até de salto alto, espalhando as ventanias do imenso trabalho que executam (para a nota) … Enfim! … Portanto, entendo perfeitamente e desejo que se coloque um travão a este processo escandaloso. Se a declaração médica para a MD fosse da responsabilidade do médico de família (fora com os privados, que muito dinheiro têm amealhado com estas declarações), muito se corrigiria. Tenho atestado multiusos de incapacidade, MD, em conformidade com a lista nacional (ou seja, verdadeira), fui para uma escola a menos de dez minutos da residência (a pé) e nela irei continuar. Em conclusão, eu também quero que estes abusos acabem, estou cansada de humilhações por causa da “chique-espertice”.
Se há situações duvidosas, denuncie! Se não denuncia, é cúmplice. Sabe que está a por em causa milhares de professores e milhares de médicos que passam relatórios e assumem a responsabilidade? Cale-se e vá trabalhar se é saudável. Deixe estar quem ainda trabalha como pode. Não se brinca com saúde nem com trabalho. É por essas mentalidades que a educação está como está, todos se ferram.
Há muitas situações de fraude na MPD, mas essas mesmas situações, deveriam ser fiscalizadas pelo ME, que até agora se tem mostrado incapaz de implementar as medidas necessárias, eficazes, para resolver este problema! Não pode pagar o justo pelo pecador! Isso não é justo.
Como é possível conceder mobilidade por doença de uma escola para outra na mesma cidade, por exemplo?
Como é possível conceder mobilidade por doença para acompanhar descendentes quando um dos cônjuges não trabalha ou trabalha na mesma localidade ou quando os dois cônjuges são professores e um já está efetivo na localidade onde têm residência?
Como é possível conceder mobilidade por doença para acompanhar ascendentes quando existem irmãos que não trabalham ou moram na mesma localidade do ascendente?
Se está previsto regulamentar situações como as descritas acho muito bem e só pecam por tardias.
Mobilidade por doença , a eterna fraude para não fazer nada!
Lembram-se aqui há uns anos , no tempo do engenheiro Sócrates e da Dona Maria de Lurdes o que foi a Mobilidade por doença? Foi zero. Os Coordenadores dos Centro de Área Educativa, falo pela de Vila Real, trouxe para os Agrupamentos de Escola quem lhe apeteceu. Esses docentes que vieram à revelia de qualquer legislação , foram os que na altura apanharam como professores titulares e ficaram a pertencer aos Quadros de Agrupamento!Quem realmente tinha problemas graves de saúde e não pertencia à cor política dos ditos Coordenadores teve que optar por Incapacidade para o exercício de funções docentes e passar para a carreira de Técnico Superior, para poder permanecer num Agrupamento perto da sua residência. Esses docentes nunca mais foram avaliados, para ver se podiam regressar às funções docentes, muitos deles recuperaram dos problemas de saúde que tinham na altura, nunca mais tiveram hipótese de progredir na carreira nem de voltar a lecionar, embora as tarefas atribuídas sejam exatamente as mesmas dos docentes que são colocados por mobilidade por doença.Mais grave é que quem é colocado por mobilidade por doença, não quer turma e cumpre o mesmo horário dos docentes com turma, progredi como eles, exige aulas assistidas, as quais são lecionadas nas turmas dos colegas que eles recusaram, para poderem progredir mais rápido com avaliações de Muito bom e Excelente. E que dizer dos docentes cujos ascendestes estão em residências e continuam a usufruir da mobilidade para lhe dar apoio? E os Agrupamentos que levam com 100 ou mais professores com mobilidade por doença e nem sabem que trabalho lhe atribuir? E os outros Agrupamentos que ficam sem os professores e não têm um único recurso para dar um apoio aos alunos que precisam? Enfim muito mais havia para dizer, resumindo tudo em 2 palavras: MPD FRAUDE!
Estes comentários à MPD acontecem todos os anos! Será que não podem falar das vagas que se arranjam para os amigos…! Não se deve desperdiçar tanto tempo, energia e dinheiro com coisas que não interessam! Tem que haver uma grande fiscalização em todas estas situações e, punir fortemente quem, efetivamente estiver a fazer fraude! Deixem a MPD para quem realmente precisa e não julguem o todo por uma dúzia de aldrabões!
Não sou professor, sou apenas marido de uma Professora em MPD.
Lamento que por causa de alguns, que pedem MPD para assistência ao piriquito, se fale mal de todos.
Eu tenho MPD, por mim, devido várias patologias, tenho 62 anos! É difícil, mas estou noutros serviços! Deus queira que não pague o justo pelo pecador!
Benefício de mpd há vários anos. Antes disso embora com muito sacrifício estive deslocado de casa por muitos anos como contratado. Acho que os casos de mpd deveriam ser todos fiscalizados para ver quem realmente deveria beneficiar desse mecanismo. Já agora não se justifica a renovação anual em casos de doenças incapacitantes invalida três incuráveis e degenerativas progressivas como é o meu caso. A minha doença não melhora só piora. Quem me dera na ter que beneficiar da mpd. Agora vejo outros que não deveriam beneficiar dela. Existem fraudes e muitas. Quanto a mim basta olhar que vêem logo que sou doente.
Fraudes e benefícios para os amigalhaços sempre houve e, infelizmente continuará a haver… Tenho pena SE as mudanças prejudicarem quem precisa MESMO de MPD…
Para não pagar o justo pelo pecador…há uma solução simples: de x em x meses, o destacado por MPD devia ser obrigado a apresentar-se à junta médica. Provar que necessita MESMO do destacamento…simples…
Este não deve saber o que diz! Devia caber-lhe o que eu tenho!
«Este» sabe o que diz e é uma pessoa doente, por isso não se importa de ir à junta médica se for necessário…não terá de provar algo que não existe…agora quem não o é…«este» sim tem medo…
Também eu sou doente e muito! Mas o colega sabe que as juntas médicas nem sempre funcionam da melhor maneira! Infelizmente! É longe e não tenho quem vá comigo a lisboa.
Há cada vez mais casos «suspeitos» (para não usar outra palavra) de MPD…e se continuar assim, vai pagar o justo pelo pecador e quem sabe que medidas vêm aí….Se continuar assim, os que têm reais problemas de saúde, em vez de pedir MPD ainda terão de colocar baixa. Por isso, penso que uma medida para parar com esses casos «suspeitos», é o destacado por doença ter de provar que necessita mesmo do destacamento…e a única solução que vejo, é indo à junta médica …
Infelizmente, há doenças terríveis!
O principal problema é não saber colocar-se no lugar do outro.
O egoísmo impera.
As melhoras, Maria Pereira.
Taditos dos colegas acobardados e inflamados!!
Sempre que um míssil cai não mata quem deveria. É pena!
Quem está saudável e recomenda-se – os lambe botas do costume!
Quem necessita de apoio por doença- TODOS!!!
Acho muito bem a ideia da junta médica, o pior é que as juntas médicas entupiam no instante. A única altura em que menti na MPD foi quando o meu padrasto estava doente e como não tinha direito, na altura por ele, pus a minha mãe doente. Não me senti incomodada porque na realidade fui eu quem cuidou dele. De resto venham os inspetores. Cuido da minha mãe enquanto ela não necessita de um lar mas que também já não está em condições de viver sozinha. Sei que há portugueses que não o podem fazer pois que poucas carreiras o permitem. Por isso vamo-nos contentando.
Infelizmente, tenho mesmo artrite reumatóide que neste momento já me está a atacar os rins. Provavelmente não vou ser prejudicada por causa dos casos falsos.
O melhor mesmo era comprovar os casos com junta médica, começando pelas escolas que estão com número excessivo de destacamentos por doença. Como é natural, eu não me importo de ser chamada para ir a junta médica, mas acredito que há muitos que se preocupam bastante.
O que queria dizer era que provavelmente serei prejudicada. O telemóvel acrescenta palavras ou troca palavras. Sempre o corretor automático
Eu tenho mesmo artroses graves nos Joelhos, hernias discais e cerficais, problemas de tiróide e apneia! 62 anos de idade.
Desculpe, mas esses problemas não constam da lista nacional utilizada para mobilidade por doença.
Veja bem, as artroses graves invalidantes estão lá!
Colocou tudo no mesmo nível :”com ou sem fundamento”. Não obstante essa asserção ao estilo de Salomão, no restante concordo, apesar de usufruir da MD. Na verdade, só me consciencializei da situação – fraude com cobertura legal – quando pedi a mobilidade por doença. E foi um choque! Sei até de colegas que pedem mobilidade para escolas afastadas da sua residência , ou que, sendo do quadro de uma escola, pedem mobilidade para outra ao lado. Outros(as) fundamentam (espontaneamente, para os choradinhos) a sua situação com problemas que nem constam da lista nacional (fazem-no abertamente, com o maior descaramento). Todas as doenças listadas são muito graves! Quem verdadeiramente as tem não consegue desempenhar cargos, ter turmas, desenvolver grandes projetos, como tenho visto, … andar a “correr”, até de salto alto, espalhando as ventanias do imenso trabalho que executam (para a nota) … Enfim! … Portanto, entendo perfeitamente e desejo que se coloque um travão a este processo escandaloso. Se a declaração médica para a MD fosse da responsabilidade do médico de família (fora com os privados, que muito dinheiro têm amealhado com estas declarações), muito se corrigiria. Tenho atestado multiusos de incapacidade, MD, em conformidade com a lista nacional (ou seja, verdadeira), fui para uma escola a menos de dez minutos da residência (a pé) e nela irei continuar. Em conclusão, eu também quero que estes abusos acabem, estou cansada de humilhações por causa da “chique-espertice”.
Desculpe, mas inicialmente escreveu apenas “artroses nos joelhos”. Falando em abstrato, tenho visto muitos a conduzirem o seu carrinho (carros sem dístico de deficiência) até a escola, apesar de dizerem que têm artroses invalidantes.
Bem, tenho provas de tudo, e muito mais , não queira o senhor ter o mesmo, não volto a vir aqui, tem gente injusta!
Apesar de ter conseguido MPD e de ter pedido isenção da componente letiva pelos mesmos motivos (por incapacidade e necessidade de fazer fisioterapia), não tive, como algumas pessoas aqui referiram, o horário de 20 horas que muitos Colegas têm. Deram-me, como em anos anteriores, um horário de 35 horas. O único problema é que o horário foi elaborado segundo o pressuposto de que o meu caso se trata de uma fraude, de modo que o médico me passou um atestado assim que o viu, por saber de antemão o quão pesado seria para mim, devido às minhas patologias. Fui presente a Junta Médica, que me prorrogou a baixa. No entanto, ou os médicos (os meus e os da Junta) são todos corruptos ou então continuo sem perceber por que motivo sou levada no meio dos causos fraudulentos pois, tanto na minha escola como, pelos vistos, aqui, sou considerada uma preguiçosa e vigarista inveterada… Não julguem um livro pela capa! E lá porque me esforço por parecer bem disposta, não significa que seja saudável. Num agrupamento com DEZENAS de docentes colocados na MPD sinto-me, sinceramente, uma vítima, a pagar pelas mentiras dos outros. Mudem o sistema, mas de maneira a que haja justiça. Eu já mudei de residência, para ficar no agrupamento a cujo quadro pertenço, para evitar o rótulo. Fiz esse sacrifício para não ser mais insultada e prejudicada, enquanto vejo Colegas na mesma escola que pediram MPD dentro do mesmo concelho, e que avisam com antecedência quando vão apresentar atestados médicos…
Mas vamos concorrer a vagas de escola para destacamento(além do processo clínico comprovado)?
Que tristeza de comentários.
Estou em Mobilidade por Doença devido a um problema grave do foro oncológico, não me pesa a consciência por estar a cometer algum tipo de ilegalidade ou a tirar “lugar a doentes”. Os meus atestados não são fraudulentos, nem os meus médicos aldrabões, por isso, não temo quaisquer mudanças que se avizinhem. Acho vergonhoso estar efetivo na escola X e estar em mobilidade por doença na escola Y, a 10 kms da escola X. Acho muito bem que se ajustem estas situações porque há quem faça as suas carreiras a viver de esquemas.
Concordo consigo.
Também eu estou com problemas oncológicos, pela segunda vez e nasci com uma doença rara genética e só penso que sem mobilidade por doença teria de me reformar porque não ia aguentar os 150 km que distam da minha escola à minha casa. Ponham todas as pessoas em MPD em junta médica, peçam exames comprovativos e moralizem o sistema.
Tirar a quem tem tão pouco é mais fácil? Só tenho 49 anos, mas quero trabalhar e ter a certeza que não vamos regredir 18 ou 19 anos…
Peçam a Deus para nunca ficarem em situação de verdadeira necessidade de MPD. Só quem realmente precisa sabe o quão justa é a lei!
Depois de ler todos estes comentários de “justiça” versus” injustiça”, parece-me que o óbvio seria acabar com este tipo de mobilidade! Este concurso não carece de negociação sindical, dado que é uma excepção na função publica!!
Falsidade em 90%. Venham conhecer os “tais doentes” num agrupamento de Bragança. Pois existem 3 agrupamento, mas só um leva com eles todos. Chegam a ser mais de 200. Isto é uma festa para eles, embora os que pertencem ao agrupamento não gostem muito, e com razão. Passam uma grande parte do tempo na sala dos docentes a fazer” renda”.
Foi a escola notificada há dois anos atrás, para enviar meia dúzia deles a uma inspeção ao Porto. Sabem quem o presidente enviou? Aquela meia dúzia que REALMENTE estava doente. Com os médicos a inspeção pouco ou nada se meteu. Se calhar eu é que sou burra, como eles me dizem! Podem crer que a desonestidade é brutal, e devem ser tomadas medidas.