Rever o regime de seleção de professores, criar incentivos aos colocados longe de casa ou recuperar tempo integral de serviço congelado. Se é docente, estas são as propostas dos programas eleitorais para as eleições de 30 de janeiro dos partidos com assento parlamentar.
SAIBA QUAIS AS PROPOSTAS DOS PARTIDOS NESTAS LEGISLATIVAS




3 comentários
Leiam bem e reflictam. Só o BE, CDU, PAN e Livre interessam aos professores, aos alunos e à escola pública.
A IL consegue ser o pior de todos, só merda mesmo na cabeça dos Betos imbecis liberais; como pensam que toda gente ganha a vida através de cunhas, conhecimentos e heranças como eles querem aplicar o mesmo ao ensino.
O Chega é um embuste com chavões e slogans vazios sem forma de os concretizar, na verdade são como a IL, mas como o povão analfabeto que os apoia torceu o nariz apagaram o verdadeiro programa.
O CDS é o vazio do costume para disfarçar o que querem: dinheiro para os amarelinhos (especialmente os da igreja).
Quem acreditar no PSD ou é masoquista ou otário (o mesmo para o PS) e podem enfiar a Academia de Kapos num lugar que eu cá sei.
“O mais importante é a arrumação dos funcionários públicos. Por exemplo, temos professores a mais, infelizmente”, dissera Rui Rio em julho de 2019, numa entrevista à Rádio Observador
Pois é , mas o BE, CDU, PAN e Livre nunca chefiarão nenhum governo. Apesar das mudanças prometidas nos programas eleitorais de 2015 e 2019, o BE e o PCP/Verdes (CDU) atraiçoaram e abandonaram os professores com a traiçoeira geringonça comandada pelo PS costista que humilhou e continuará a humilhar toda a classe docente e a destruir a escola pública. Deste partidos já não espero mais nada! O que nos resta? A IL, o Chega e o CDS que querem implodir de vez com a escola pública? Jamais! Resta-nos o único partido da direita que ainda defende, em primeiro lugar, a escola pública – o PSD.
Demos, pois, o benefício da dúvida ao PSD de Rui Rio, dando-lhe, ao menos, a oportunidade de nos vilipendiar como fez e continuará a fazer o PS, António Costa e o raio da geringonça onde se oxigenou e suportou politicamente.