É muito reduzido limitando-se ao reforço da autoridade do professor (seja lá o que isso for), o combate à indisciplina, a redução da burocracia, a defesa “Intransigente” dos exames nacionais e a simplificação de programas e currículos. Defende também a gratuitidade do ensino básico nas instituições particulares e cooperativas.
c) Valorização social e ensino
43. Sensibilidade social. Valores morais, princípios cívicos, princípios políticos e mecanismos de proteção e promoção social dos Portugueses, em especial dos mais carenciados, estão omnipresentes no programa político e práticas do CHEGA e, no capítulo da economia, são direcionados para o estímulo ao emprego, assistência aos carenciados, acesso universal e inalienável ao ensino, saúde, assistência na velhice e no desemprego, e apoios em situações de crise social.
44. Elevador social. O CHEGA considera o ensino – distinto de educação, esta competência acima de tudo da família – o elevador social por excelência, assim como considera que apenas um ensino de qualidade de acesso universal e gratuito quebra ciclos endémicos de pobreza, exclusão social e falta de prosperidade coletiva.
45. Autoridade dos professores. O CHEGA defende um modelo institucional de ensino profundamente renovado assente no reforço da dignidade e autoridade de educadores e professores, pressuposto do combate à indisciplina em meio escolar, o desafio mais significativo de qualquer reforma no setor. O modelo de ensino do CHEGA inclui, em simultâneo, a redução drástica da burocracia no trabalho dos professores, a uniformização da atual anarquia no sistema de classificação dos resultados escolares, a defesa intransigente dos exames nacionais, a simplificação de programas e currículos escolares visando a anulação da carga ideológica em prol da carga científica ou técnica, a boa gestão financeira através do combate ao rentismo protegido pela tutela ministerial, assim como o reforço da autonomia e dignidade dos estabelecimentos de ensino público, privado ou cooperativo para que possam responder com qualidade, exigência e diversidade a diferentes sensibilidades sociais.
46. Liberdade de ensinar e de aprender. Esta liberdade, constitucionalmente garantida, exige que a gratuidade do ensino obrigatório não se constitua como um privilégio do ensino público, mas que seja extensiva ao ensino privado e cooperativo como, aliás, sucede em vários países europeus caso da Bélgica, só a título de exemplo.
Programa completo aqui.




12 comentários
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Goste-se ou não do estilo , aqui está o programa onde me revejo totalmente – rigor, exigência e RESPEITO pelo professor e pelo trabalho dos professores. Todos os restantes programas centram-se no aluno e forma errada, tentando legitimar o facilitismo (passagem do aluno) através do desgaste do professor, pela quantidade de trabalho inutil.
O único que é +- é o do PSD, mas nem se compara ao que aqui é dito pelo Chega!
😭😭😭😭
O chega que lá chegue e… veremos as verdadeiras intenções desta gente!
(Bato na madeira)
O programa do CHEGA foi escrito, essencialmente, pelo professor Gabriel Mithá Ribeiro (não pelo Ventura). O seu pensamento relativamente aos temas da educação é conhecido e foi, em parte, explicitado num livro que publicou. Pode concordar-se, pode discordar-se do que pensa, mas efetivamente pensa algum coisa, e o que pensa nada tem a ver com a escola socialista e progressista atualmente existente.
https://www.youtube.com/watch?v=KYQk3ZujEWk
https://www.fnac.pt/A-Logica-dos-Burros-O-Lado-Negro-das-Politicas-Educativas-Gabriel-Mitha-Ribeiro/a199717
https://www.almedina.net/o-ensino-da-hist-ria-1564054147.html
Os discursos iniciais do Hitler também era adorado por todos…
É impressionante que uma classe letrada consiga sequer pensar que este partido deva existir.
Ps- gosto muito do candidato a autarquia do ChegA na Covilhã
https://youtu.be/up9qUTTHh-4
Chega eheheheheh
Durante 15 minutos Gabriel Mithá Ribeiro explica tranquilamente as ideias do CHEGA para o ensino. Como tudo na vida o que diz agrada a uns, desagrada a outros. No caso dos pedagogos da moda, penso que o que diz desagrada a todos!
https://www.youtube.com/watch?v=9GQxPVYhYAY
Diz Mithá Ribeiro que “muitos professores queixam-se da indisciplina porque optaram por modelos pedagógicos participativos, que dão muito poder ao aluno”, um modelo que, segundo defende, “tem virtudes mas também tem problemas e um deles é incentivar a indisciplina”. A solução, para este docente, passa pelo regresso do modelo autoritário e com o fim do que chama de “ditadura da democracia”. “Se percebermos que a disciplina é central vamos perceber também que o modelo autoritário directivo consegue mais eficazmente impor o silêncio. Mas passou-se de um modelo autoritário da ditadura para uma ditadura da democracia que impôs o modelo participativo. Quem hoje defender o modelo autoritário parece que está a cometer um pecado capital.
http://oarrumadinho.iol.pt/o-professor-que-ja-rebentou-com-uma-camisa-a-um-aluno/
“ … se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados … com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem.”
Carlos Drummond de Andrade
Confunde-se disciplina com “clima de aula”!
Confunde-se “autoridade do professor” com “tato pedagógico”!
O discurso deste senhor é uma aberração depois do muito que avançamos numa “escola pública para todos” que, com sucessos e insucessos, tem vindo a criar condições para dirimir os obstáculos que no passado condenavam ao analfabetismo e ao trabalho infantil uma parte substantiva da população que não vinha das elites sociais.
Tenham dó! Se não conseguem trabalhar num paradigma de comunicação larguem a profissão docente.
A rigidez que defendem é obscena e tenho a certeza que não a desejam para os vossos filhos.
Análise ao Prof. Mithá Ribeiro, ideólogo do Chega, Pt. 9; quem manda na escola, aluno ou Professor?
https://www.youtube.com/watch?v=D2VaWhCQQF0
Análise ao Prof. Mithá Ribeiro, ideólogo do Chega, Pt. 10; quem manda na escola, aluno ou Professor?
Aconselho a obra A Pedagogia da Avestruz, de Gabriel Mhitá Ribeiro: https://www.gradiva.pt/catalogo/14309/a-pedagogia-da-avestruz. É pequenino, como o programa do CHEGA, mas tem a vantagem de ser legível. Há por aí emproados que publicam calhamaços que ninguém lê.
Registo também, com tristeza, o facciosimo do ator do post, que “não sabe” o que é a autoridade do professor. É os alunos respeitarem o professor, não o tratarem como lixo, não o levarem à depressão, ao desespero e ao suicídio, como tantas vezes acontece. Dos trolls que comentaram, nem falo. A ignorância é atrevida.
Sou professor e sou do CHEGA. Com muito orgulho.
Mas afinal o que diz sobre: concursos, ADD, progressão nas carreiras, aposentação, alunos por turma, atividades letivas e não letivas , modelos de gestão, etc. etc. etc. Nada, certo???
Meia dúzia de linhas sobre a autoridade dos profs. O como a concretiza? Expulsa os indisciplinados da escola, do concelho ou do país?????
Depois refere: Defende também a gratuitidade do ensino básico nas instituições particulares e cooperativas. Como é que isto se faz? o país vai assegurar o funcionamento do particular.
Apesar de ambíguo e sem explicar como fazer temos que ver a totalidade das ideias e estas são fascistas. Não interessam.
é pá já estás a pedir muito ao CHEGA e aos seus profs militantes…
qq dia colocam-te um estrela amarela ao peito e esterilizam-te quimicamente