Depois de 4 anos numa SADD é tempo de fazer o balanço desta função.
Era prática corrente atribuir a nota máxima de 8,9 aos avaliados do quadro, para atingirem o Muito Bom, qualquer que fosse o escalão. Esta prática prejudicava os avaliados dos 4º e 6º escalões, que iam para as listas competir com colegas de outras escolas onde se atribuíam notas de 9 ou superiores. Julgo que a razão de ser desta prática resultava, por um lado, de se procurar ser criterioso com os excelentes e, por outro lado, de «harmonizar» as notas atribuídas. De qualquer maneira estávamos a atribuir classificações qualitativas e não quantitativas, à partida, quando a notação qualitativa devia surgir somente no final aplicando as quotas. Esta metodologia prejudicou vários colegas. Consegui que esta prática deixasse de existir, começando a haver Bons com notas quantitativas superiores ou iguais a nove.
Outra vicissitude que havia era a intromissão do diretor/a na avaliação dos avaliadores internos, sem ser nos dos escalões 8 e 9 de sua competência exclusiva, através de uma reunião convocada, mas sem ata (!), onde o diretor/a se inteirava das propostas de avaliações de Muito Bom e Excelente, com vista a sufragar as escolhas feitas. Qualquer avaliador interno que discuta a ADD com o diretor/a está a ceder a sua competência atribuída por lei, reforçando um poder já muito concentrado e desequilibrado. Não podemos dizer que queremos alterar o poder excessivo atual dos diretores e na prática reforçá-lo, abdicando das nossas competências.
Outra prática consiste em desvalorizar a avaliação externa para que a escola possa ter maior controlo sobre as classificações atribuídas. Pessoalmente inscrevi na dimensão científica e pedagógica, nos itens 4, 5 e 6, a classificação que o avaliador externo atribuíra com base nas aulas assistidas, onde o avaliador interno não esteve presente. Reconheço que para estes itens o avaliador externo tem mais informação que o avaliador interno. Contudo, não posso deixar de achar estranho a proliferação de notas máximas (10), o que sociologicamente pode indicar um ato de resistência dos avaliadores externos a esta ADD.
Com o surgir das reclamações houve um «movimento» para se acabarem com delegações de competência por parte dos coordenadores de departamento. Esta delegação de competências permite que o avaliador interno seja da mesma área científica ou grupo disciplinar, o que me parece fundamental. Não aderi a estas práticas, exceto quando não tinha hipóteses de delegar porque, em quem podia delegar, eram também avaliados, nesse ano. Entendo que o avaliador interno deve ser da mesma área, além de que na minha escola há mais reuniões de grupo do que departamento, com o reforço argumentativo que a dimensão dos grupos é muito mais reduzida e permite um melhor acompanhamento dos avaliados. Este movimento pareceu-me ter a intenção de reduzir os participantes no processo avaliativo, ou seja, fechar o mais possível este processo a «gente de confiança». Esta suspeita foi confirmada com a redução dos coordenadores de departamento de 8 para 6, com a entrada num novo ciclo diretivo com a recondução do diretor/a. Pessoalmente pugno pelo oposto, tornar o processo avaliativo mais transparente.
Concluindo, a ADD sendo uma má solução legislativa, está também a ser aplicada, no âmbito de um caso específico, com algumas práticas de que me demarquei. O resultado destas captura local da ADD é todos os elementos ligados à direção terem tido classificação qualitativa de Muito Bom ou Excelente e nunca se ter procedido à seriação dos avaliados prevista na lei para os casos de empate, o que prova um controlo sobre o processo.




22 comentários
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Artigo absolutamente demagogo e despido de sentido. A ingerência, umas vezes é boa, outras não. Quando se diz “Consegui que esta prática deixasse de existir” aí considera-se que se deve interferir. Depois, noutras circunstâncias, já não. Ou seja, o critério á a vontade do escriba. No resto, é tão absurdo que dispensa comentários.
Caro, Rui Ferreira
“Consegui que esta prática deixasse de existir, começando a haver Bons com notas quantitativas superiores ou iguais a nove.”
Com toda a seriedade que o assunto merece, e não com brincadeiras sobre um assunto que tanto prejudica a vida de todos nós, sobretudo dos que trabalham.
Tanto quanto sei mesmo que a nota quantitativa seja superior a nove, os colegas do 4º e 6º escalão, vão na mesma para a lista nacional. O que importa é que por falta de cotas, o colega pode ter 9,4, como foi o caso de uma colega nossa e não valeu de nada pois teve de qualitativa Bom. Não é assim? Estarei enganada? Gostaria que assim fosse.
É que há gente que vem para aqui dizer as mesmas coisas, sem assunto nenhum, falta de imaginação, pobreza de espírito!!!
Isto é um espaço de informação/debate/reflexão/ interajuda.
Obrigada pela partilha
Tecas
Mas não é indiferente a nota quantitativa com que vai para a lista. Concordo que é um muito sistema de avaliação. No artigo procurei explicar que há escolas que ainda o tornam pior.
Obrigado pelo comentário construtivo.
Olá senhores.
Eu, contratado há vários anos, digo o que é a ADD.
No início, esforçava-me muito para no final do ano ir para casa contente e obter um Muito Bom ou Excelente. (como contratado só serve para isso, mais nada!!!, chama-se brio!!!)
Com o passar dos anos…tenho a sensação que ninguém lê o que escrevo e a nota é sempre a mesma. (E os incompetentes que nem um pc sabem ligar porque passaram os últimos 20 anos a pensar que a educação era como há 80 anos….)
Agora, que me faltam 25 anos para a reforma…
enfim… que tristeza de escolas.
Só me apetece chorar…
Eu, respeitosamente, afirmo que esta ADD não é objetiva e imparcial. Uma ADD objetiva e imparcial, seria aquela em que um colega candidato a subir de escalão, fosse avaliado num ciclo avaliativo por inspetor externo, com ampla formação de supervisão. Esse inspetor deveria visionar um x número de aulas aleatório, sem aviso prévio, do colega em questão, No final do ciclo avaliativo o colega deveria ser alvo de uma entrevista com esse inspetor, com o diretor e com um docente designado pelo avaliado, onde prestaria contas sobre o serviço prestado (assiduidade, cumprimentos de programas, direção de turma, formação contínua, materiais pedagógicos elaborados, etc ) e no final, esse colega seria avaliado com um Suficiente, Bom ou Muito Bom. Caso o colega avaliado revelasse incompetência no serviço prestado, com foco especial, no serviço letivo prestado , então seria classificado de Não Satisfaz, ficando assim retido no mesmo escalão e depois submetido a um período de acompanhamento especial por parte de um outro colega designado pelo mesmo inspetor. Caso o colega em acompanhamento persistisse a manter o mesmo mau desempenho , então deveria demetido da funções docentes, Os colegas avaliados com Muito Bom e Bom deveriam transitar de escalão, havendo para o Muito Bom uma bonificação de tempo de serviço para o escalão seguite. O colega avaliado com suficiente deveria permanecer no mesmo escalão até novo ciclo avaliativo.
Isto sim, seria uma avaliação mais objetiva e imparcial.
Colegas a avaliar colegas estilhaça o ambiente colaborativo nas escolas, mesmo que o colega(as) avaliador(es) sejam íntegros.
Avaliar por relatório de autoavaliação crítica Se bom para aqueles que mentem sobre a sua prática pedagógica.
O avaliador externo tem tendência a dar nota máxima para não estragar a vida ao colega. Contaram-me casos em que o avaliador externo nem assistiu a aulas e ..
Esta avaliação permite o amiguismo e o tráfico de influências,
Sei de cada caso por este país.
Porca miséria… ao que chegamos.
Declarei objeção de consciencia sempre que me nomearam e disse logo ao diretor do centro de formação onde resido que entregaria atestado médico psiquiátrico se tal acontecesse.
Declarei ao meu diretor para nunca me indigitar a cargo de coordenaodr de departamento.
Na minha escola houve indigitados à eleição para coordenador de departamento que apelaram à abstenção na votação pelos pares…
Felizmente há resistentes!
Se toda a gente fosse assim…isto acabaria,,,sim acabaria a pouca miséria a que chegámos..
.
ressalvo “demetido” e mais alguns erros, pois escrevi tudo isto à pressa…intervalo entre aulas…mas fica aqui o meu lamento pela falta de respeito aos professores deste país.
Caro, Rui Ferreira
Peço desculpa mas não fiquei esclarecida. A nota quantitativa tem influência na lista nacional? Não é só a qualitativa?
Há algum documento que eu possa consultar para aferir sobre as listas?
Infelizmente sou avaliadora, tenho o curso de supervisão pedagógica e avaliação de docentes. Como sabe que é a primeira alínea para ser indicada para a lista que vai a votação para a coordenação de departamento. Para além de ter sido supervisora de estágios numa universidade durante vários anos.
Luto constantemente contra mim própria, neste ingrato papel, mas nunca deleguei em ninguém e já tive que avaliar no 1º ano que descongelou cerca de 70 colegas. Não é porque os outros colegas não pudessem fazer o trabalho com seriedade. É uma questão de utilizar os mesmos critérios. Depois há colegas que nem conseguem fazer um relatório, pois não sabem espelhar no relatório os itens sobre os quais vão ser avaliados. Há falta de informação por parte dos interessados. Ainda no ano passado dei uma formação a 80 colegas no meu agrupamento, não foram mais, porque tivemos que fechar as inscrições, pois foi por meio telemático. Como fazer um bom relatório, visando os itens da avaliação e como reclamar uma avaliação interna e externa. Há avaliadores internos e externos por vezes mal preparados o que facilita a reclamação de notas. Enquanto estes não estiverem bem fundamentados, ainda há e irá haver hipóteses.
Cara Teca
Nas listas de subida de escalão para acesso aos 5º e 7º escalões, todos com Bom, os docentes são ordenados de acordo com a classificação obtida. Logo quem for com 8,9 fica atrás de quem teve 9,2, mas não teve cota.
Quanto à questão da delegação de competências, sendo eu de uma área conheço ao promenor a pedagogia de outra área? Esta questão já se pôs quando da aprovação da lei e foi uma cedência conseguida, agora subvertida. A sociologia da elaboração das normas não deve ser esquecida.
Sempre ao dispôr.
Caro, Pedro Castro
“Declarei ao meu diretor para nunca me indigitar a cargo de coordenador de departamento.
Na minha escola houve indigitados à eleição para coordenador de departamento que apelaram à abstenção na votação pelos pares…
Felizmente há resistentes!”
Mas então ficou sem coordenador? Conhece o ditado que “quando não os consegues vencer junta-te a eles”?
Pois eu estou na coordenação pelo 3º mandato com mais de 90% dos votos num departamento de 130 docentes.
Que tal ajudar os colegas que não conseguem lá chegar a reclamar? Deve saber, tanto você como os que rejeitam o cargo que é importante ajudar os outros, pois as reclamações não têm cota. Gostaria de ficar sem avaliação tanto interna como externa? Nada ganho a mais como também deve saber, apenas horas e horas de trabalho.
Quanto a mentiras nos relatórios, eu sei todo o trabalho que é desenvolvido no departamento, quem o fez em que aspetos é que posso distinguir uns dos outros. Reuniões de trabalho cooperativo, realização de trabalho de projeto, estratégias utilizadas para melhoria do sucesso, inovações pedagógicas, atividades promovidas no PAA, tanta coisa. Se deram formação, se aplicam a formação recebida no seio do agrupamento, como o fizeram? Dá muito mas muito trabalho, eu sei nominalmente todos os nomes dos alunos que começam a ter insucesso a partir do mês de novembro. São logo sinalizadas as dificuldades / potencialidades e intervencionadas, mesmo aqueles casos que apenas necessitam de uma intervenção cirúrgica ( apenas uma dificuldade pontual).
Neste momento já sei quem são os alunos migrantes, alunos para o SPO, para a EMAEI, quem promoveu projetos, quais os elementos das equipas, sobre o quê, etc., os docentes irão ter a diagnose das turmas pronta no dia 25. Há um diagnóstico contínuo, para uma intervenção eficaz.
Quanto às aulas assistidas nunca sequer ouvi falar de tal coisa, sempre reuni com os avaliadores externos, com toda a seriedade.
Ajudemo-nos já que os outros não nos vão ajudar, fique convencido disso.
Ó Professor Karamba são todos excelentes como tu o és com o Sardão entalado.
Cara Tecas
Com todo o respeito pela colega e pelo rigor a que dedica à tarefa de avaliação dos seus colegas docentes, permita-me que lhe diga o sguinte:
1- Tendo eu, um amigo advogado, que lucrando com esta ADD, me reporta quase todos os dias sobre os recursos hierárquicos de avaliações de colegas pela região Norte deste País. Em conversa informal, sobre este assunto, questionei-lhe sobre o sucesso/insucesso destes recursos? “De mais de cinquenta só perdi um” respondeu-me ele. Nem queria acreditar. …Nos tribunais, porque uma ação administrativa demora muito tempo a ter uma decisão, este meu amigo advogado, venceu todas as ações em 1ª instância. Não acha isto arrasador?
” O sistema de avaliação dos professores está assente num processo tão intricado e tão escorregadio que é um verdadeiro maná para os advogados”, concluiu ele de forma peremptória. Mesmo que uma SADD seja rigorosa, segundo este advogado, há muitas coisas a explorar no intricado processo de avaliação que permitem contestar esta avaliação.
2- Acima afirma que “Depois há colegas que nem conseguem fazer um relatório, pois não sabem espelhar no relatório os itens sobre os quais vão ser avaliados.” Pois…!!! Quantos excelentes professores foram ultrapassados por professores menos competentes e até incompetentes, só por estes dominarem o mecanismo do sistema?~
3- Quanto à imparcialidade, posso ser um avaliador sério, posso ser um avaliador imparcial, mas se avalio uma colega ou colegas com os quais tenho uma relação especial de amizade (todos temos colegas pelos quais criamos relações de amizade) haverá sempre desconfiança por parte dos outros colegas. Lá se vai o ambiente de colaboração numa escola…está a ver! Por esse motivo deveria caber a uma entidade externa, por exemplo a um inspetor pedagógico, a avaliação dos docentes, como ocorre em alguns países. Acabaria de vez o mau clima nas escolas.
4- Quanto à seriedade de muitas SADD, sei de muita coisa…desde as escolas que contornam o processo de avaliação, até às escolas onde as SADD servem os “afilhados” da direção. Basta acompanhar o blog “O Meu Quintal” do Paulo Guinote.
Sabe Tecas, é o ambiente pesado nas escolas, aquilo que mais preocupa. Pouca gente será professor e regressaremos aos ano 80 do século passado. Com a ADD e muita loucura daqueles que dirigem a “24 de Julho” com os DAC’s, MAIAS, etc, etc quem vai sofrer será o aluno das classes mais desfavorecidas que quer estudar mas que ficará nivelado por baixo porque achataram a curva.
Já agora… infelizmente foram eleitos todos os coordenadores de departamento…alguns com dois votos.! Há sempre quem fure o protesto.
Leio por aqui alguns comentários inacreditáveis! Professores a tentar encontrar diretores democráticos (o apego ao poder e todos os processos são salazarentos, reconduções feitas por uma dúzia de lambe-botas reunidos numa cave às escondidas!!!) e méritos na ADD!!!! Já agora conhecem algum (um só!) lambe-botas do CG que não tenha tido MB ou excelente…???
A ADD é INSTRUMENTAL, está para os diretores como a PIDE esteve para Salazar. O tumor maligno são os diretores, a ADD, os DAC, o MAIA…, são apenas metástases.
Será preciso desenhar????? Professores!!!!
Você quando falar do Salazar tenha muito respeitinho. Em primeiro lugar, tem de bater logo a pala e, em segundo lugar, fica em sentido durante 1 hora. Ouviu?
Quem é você para falar do Salazar? Cuidado e respeitinho!
As escolas estão a “ferro e fogo”, ou seja, em modo PREC.
Só não estão em modo FP 25 porque os professores são mansos, mas rapidamente lá chegaremos. Nem todos se deixam/deixarão amestrar…
Até agora nas escolas triunfam os porcos, dirigentes e lacaios. Mas…, esperem e verão. A onda de contestação cresce a olhos vistos. Os diretores continuam a mentir e a mascarar a sua podridão, que contagia o ambiente, a pide já não é pide , é DGS…
Manso és tu, ó camarada!
Colega Pedro Castro,
Subscrevo o que diz no que refere a este modelo de avaliação. Avaliar, sim! Mas, assim não!
Quem nos governa teve apenas como objetivo , quanto a mim, “caçar” nos vencimentos “principescos” dos professores. Para isto, foi criado este modelo de avaliação no sentido de dividir para reinar, ou seja, possibilitar a implementação desta aberração. Claro que neste meio o “peixe graúdo” lá se vai governando com mais ou menos facilidade e o “peixe miúdo”, leia-se, contratado continua 10, 15 e 20 anos e não sai da “cepa torta” .
Votos de bom ano!
Caro, Pedro Castro
Com toda a sinceridade que me carateriza, desconhecia que havia advogados a viverem disto, nunca me aconteceu.
Quanto aos relatórios, não é desculpa para ninguém estar fora da legislação, sobretudo no que diz respeito à avaliação dos próprios. Isso não é dominar o mecanismo do sistema. Eu nunca precisaria de um advogado para reclamar a minha avaliação. Eu é que sei o que fiz e por isso apenas eu posso defender-me, nem entregava isso a ninguém.
Quanto ao modelo de avaliação, claro que está completamente errado. Sobre isso eu dou razão a toda a gente. Há sempre mau ambiente nas escolas criado por este modelo de avaliação. Mas o problema é que de facto somos mansos, eles sabem a quem as fazem. Vejam agora a propósito do OE, os médicos já querem fazer greve, e nós? Não temos sindicatos, não temos nada. Eu faria uma greve de um mês para que este modelo terminasse. Perdíamos o dinheiro, mas iriamos lucrar em qualidade de vida nesta carreira longa, pois as relações iriam mudar, o trabalho iria fluir sem desconfianças, com o entusiasmo que muitos de nós já perdemos, em prol dos nossos alunos, porque no que diz respeito aos pais esses também precisam urgentemente de formação.
Mas digam-me quando foi o momento, em que tivemos uma posição de força séria?
O modelo de gestão também é um caso muito complicado, também não contrario ninguém sobre isso.
A tudo dou razão, mas enquanto se resolve e não, creio mais que não, temos que tentar proteger-nos uns aos outros. Essa é a minha opinião, vou fazendo tudo o que está ao meu alcance, para minimizar os estragos.
Caro, Rui Ferreira
Apenas conheço o ponto 2 do art.º 4º da Portaria n.º 29/2018, de 23 de janeiro, que não diz o que o colega afirma.
Obrigada pela partilha
Cara Tecas
Precisamente o nº 2, define que depois do tempo de serviço, «constituirá primeiro fator de desempate para efeito da ordenação, a avaliação de desempenho imediatamente anterior à progressão», logo não será indiferente se o docente vai com 8,9, ou com 9,2. Reconheço que o disse, de forma imprecisa, só se aplica em situações de desempate.
Continua ser relevante que as SADDs deêm as notas que devem ser atribuídas e não reduzir a nota quantitativa artificialmente para 8,9 como era prática na minha SADD.
As escolas estão como a ordinária mlr preparou. Uma casta de privilegiados, diretores, professores do 10° Escalão e bufos. Depois há os “outros”.
Os primeiros ganham bem e dizem sim a tudo (bem, os bufos nem percebem que são vistos, pelos diretores, como idiomas úteis). Não protestam, encontram sempre “argumentos” para não fazerem greves e censuram os colegas que o fazem. Os “outros”, fazem o trabalho e são explorados e perseguidos (os bufos fazem o trabalho sujo, quais cães-de-fila à espera das migalhas).
A escola é uma doença.
Ó Fui, hoje estás macaco, não páras. Estás com o diabo no corpo, seu moleque da treta.
Deixa os do 10, já andam de bengala. Ainda tens tempo para pegares a tua. Vai pegando outras, enquanto lá não chegas.
Mas não te esqueças: quando voltares a falar do Salazar, bates logo a pala e ficas em sentido 1 hora!